O segundo dia consegui sair cedo, sentido São Jose do Alegre. Fui por estrada de terra, passando pelo bairro do Balaio. Desse trecho em diante a estrada passou a ser cercada por uma plantação enorme de café.
No momento em que montei o caminho achei que seria fácil, coloquei uma serra para atrevessar. O cenário foi único mas a dificuldade foi alta, tanto pelo morro quanto pelas inúmeras bifurações. Teve uma hora andei no meio da plantação.
Já no topo do morro, a 1200m, pude ver o pedrão de Pedralva que era imponente. A descida era muito íngreme e foi curta até que cheguei na estrada de terra que liga Pedralva/ São José, passando pelo bairro do Boqueirão.
Na cidade parei para tomar uma coca num bar. Conversei com o dono que tinha umas histórias de um sobrinho dele, que segundo ele matou 11 pessoas num dia em São Paulo para defender o próprio bar de uns assaltantes. Coisa de louco.
O trajeto para Itajubá foi por estrada de chão, passando pelo antigo matadouro e depois atravessando o rio Lourenço Velho. Cheguei na casa da Lucia depois das 17h, bem cansado. Dormi cedo porque acordaríamos antes das 6h para andar novamente.
Tracklog:
Data: 17/Abr/2010
Sensação de esforço: 5 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: amena
Piso: 95% terra; 5% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 07:30h
Horário Final: 17:30h
Tempo Pedalado: 5:57:36 h
Distância: 70,71km
Média Pedalada: 11,8 km/h
Dist. Parcial Bike: 740,3 km
Dist. Total Bike: 10983,52 km
Pontos de Referência: B. Balaio, B. Boqueirão
Quem: Eu
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