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7.8.13

07.08.13 - D5 - Fragaria - Sto Antonio Rio Grande

Depois de um café muito bom da pousada, seguimos para a Fragária. Segundo a altimetria, o caminho seria de muita descida, porém conforme andávamos, vimos que não foi bem assim. O caminho intercalava subidas e descidas curtas mas íngremes, que cansou um pouco.


Foi assim até o bairro Monte Belo, onde há uma bifurcação. Uma vai para Itamonte e a outra para Bocaina de Minas. Seguimos pela segunda opção, onde se iniciou uma subida longa.


Percebemos que a estrada estava bem lisa e quase no topo, vimos as máquinas corrigindo a estrada. Fiquei para trás tirando fotos. Pouco a frente o Isidoro estava me esperando e começamos a descer bem rápido. Como a estrada estava lisa, algumas momentos passamos de 50km/h.


Por causa da trepidação a fita que prende os dois alforges se rompeu e eles foram para o chão. O restante da viagem foi com eles amarrados sobre o bagageiro.


Vimos o Kolb esperando na entrada da cachoeira Sto Antonio, onde ficamos um tempo. O caminho dai foi totalmente plano até a vila de Sto Antonio. Como chegamos depois das 16:30h, resolvemos dormir por ali mesmo e resumir o caminho indo para Visconde pelo Mirantão (o caminho original passava pela cidade de Bocaina de Minas)

Ficamos na pousada da Beth com janta e café por R$40/pessoa. Foi o melhor custo/benefício da viagem.


D5 - Fragaria - Sto Antonio Rio Grande
Data: Dificuldade: 4
Distância: 42.03 km Km Forasteiro: 42 km
Odômetro: 27942.61 km Média: 9 km/h
Tempo: 04:39:50 Horário: 08:30h - 16:00h
Quem: Eu, Kolb, Isidoro
Itinerário: Fragária, B. Monte Belo, Cach Rio Grande, B. Sto Antonio R. Grande
Resumo:

6.8.13

06.08.13 - D4 - Passa Quatro - Fragária (via Garganta do Registro)

Tomamos café e procuramos sair o mais rápido possível. O caminho prosseguia pela trilha ao lado da linha do trem, plana. Deixamos a linha do trem, atravessamos a rodovia e seguimos por uma estrada que leva ao parque da cidade. Inicialmente o caminho era bem plano até chegarmos na estrada de terra.


Passamos por algumas granjas e depois pelo bairro Jardim: o caminho estava bem tranquilo.


Pegamos um subida leva mas longa e numa bifurcação tivemos problema: seguimos pelo lodo errado e quando voltamos pegamos um atalho, pois havia uma casa bem na bifurcação. Daí passamos por trás da casa e o Kolb não viu. Ele nos esperou e achou que voltamos por este último caminho. Resumindo, ficamos uma meia hora esperando e ele andou e teve que voltar...


Felizmente depois tivemos mais descidas e chegamos logo em Itamonte. Neste momento o Kolb pensou em abortar a viagem por causa da dificuldade física. Nossa sorte foi conseguir um ônibus que ia até a garganta do Registro, adiantando pelo menos 2/3 da subida. Eu e o Isidoro seguimos pelo asfalto. Uns 5 quilômetros depois o ônibus passou pela gente.


Subimos a serra e chegamos na garganta do registro quase 14h. Comemos algo e seguimos sentido parque do Itatiaia. Estávamos na estrada mais alta do país a mais de 2.000m de altitude. A estrada é bonita e quando passei de carro não tive essa noção. Um pouco antes do parque seguimos pela esquerda numa estrada que leva a Fragária.

Descemos um bom trecho por descida íngreme e encontramos o Kolb na porta da pousada dos Lobos. Ele já tinha acertado e acabamos ficando lá. O lugar é muito bom, ficamos um tempo na sauna e jantamos ali. Conseguimos o valor de R$100/pessoa.


D4 - Passa Quatro - Fragária (via Garganta do Registro)
Data: 8/6/2013 Dificuldade: 4
Distância: 56.25 km Km Forasteiro: 56 km
Odômetro: 27900.51 km Média: 8.9 km/h
Tempo: 06:18:09 Horário: 07:00h - 16:30h
Quem: Eu, Kolb, Isidoro
Itinerário: Passa Quatro, Estr. Lamins, B. Jardim, Itamonte, BR-354, Garganta do Registro, Fragaria
Resumo:

2.7.09

Bike: Itanhandu - Itamonte - Alagoa

Ficamos hospedados na casa dos donos de uma pousada da cidade. Fiquei com receio da qualidade do lugar, mas fui surpreendido com um lugar excelente, melhor que algumas pousadas que pousamos no caminho.


Como o primeiro dia seria o mais difícil, chegando a mais de 1800m de altitude, assim combinamos acordar mais cedo. Tomamos café numa padaria e partimos sentido Itamonte antes das 8h. Praticamente atravessamos a estrada e nos embrenhamos na estrada da borrocada. O caminho era bem bucólico, por entre árvores e o nevoeiro.


Chegamos 10 quilômetros depois em Itamonte onde ficamos algum tempo na praça da matriz. Saimos em direção da represa dos Bragas por estrada de asfalto, que é recente (no GE mostra como terra), e foi aí que começaram as subidas. Além da represa haviam algumas cachoeiras escondidas logo abaixo, que não pudemos vê-las de baixo pois distanciariamos do caminho.


Alguns quilômetros depois nos encontramos com as obras de pavimentação, cheio de máquinas de vários tipos e trechos de pare e siga para os carros. No começo foi difícil pois estavam esparramando terra pela pista, dificultando nossa vida, mas logo depois seguimos pela estrada de chão. Não se esquencendo que estavamos numa subida constante.


No topo do morro, a mais de 1800m, tivemos uma bela vista para um grande vale. A descida de 10 quilômetros foi a recompensa, mas ali também passamos por muitas máquinas deixando a estrada mais larga. Chegamos em Alagoa no final da tarde e conhecemos a cidade à noite.

Data: 02/Jul/2009
Sensação de esforço: 5 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: amena
Piso: 65% terra; 35% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 07:45h
Horário Final: 17:15h
Tempo Pedalado: 5:40:51h
Distância: 52,77km
Média Pedalada: 9,2km/h
Dist. Parcial Bike:
Dist. Total Bike: 7229,22 km
Pontos de Referência: Represa dos Bragas, B. Cachoeira, B. Prateado
Quem: Eu, Isidoro, Kolb e Jorge