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1.5.14

01.05.2014 - PETAR

Consegui uma semana de folga e fizemos uma viagem pela região do vale do Ribeira, sul de São Paulo. Já conhecia Registro e a caverna do diabo, mas faltava visitar a região com mais detalhes.

Saímos de Pinda de carro as 0h passando por São Paulo, continuando pela rodovia Regis Bitencourt até Jacupiranga-SP. Daí pela estrada passando por Eldorado até chegarmos na caverna do diabo.



Dia 1: Caverna do Diabo e Bairro da Serra

Começamos visitando a caverna do diabo na cidade de Eldorado. Esta é a caverna mais acessível com passarelas de concreto e iluminação artificial. Para visitá-la é preciso pagar a taxa do guia R$11,00 e a entrada de R$9,00.


A caverna é muito bonita com salões enormes e paredes ornamentadas com muitos estalactites e estalagmites. O tempo de permanência foi de 1h pois existe um limite de visitações diárias.


Depois continuamos de carro passando por Iporanga onde almoçamos. Continuamos sentido Apiaí, já em estrada de terra, começando a subir a serra com floresta nos dois lados. No bairro da Serra decidimos procurar um lugar para encontrar guias e uma pousada para descansar da longa viagem.


Ligamos para alguns guias, mas decidimos ficar com o João Otávio que já havia feito contato anteriormente. Quanto a pousada, ficamos no José Abilio, ex-funcionário aposentado do parque Santana por R$50 com janta e café. No bairro existem várias opções de pousadas, uma vez que é o bairro mais próximo do núcleo Santana.



Dia 2: Núcleo Caboclos 

No dia seguinte deixamos o bairro da Serra e continuamos subindo a serra para Apiaí onde almoçamos. Continuamos pelo asfalto sentido Guapiara até a estrada para o parque. São 6 quilômetros em estrada de terra com a floresta quase tomando a estrada. É recomendado andar com carro alto ou 4x4.


Na portaria preenchemos um formulário para entrada e pagamos R$12,00 pela entrada e diária do camping. São mais 10 quilômetros até o local do camping. Existem ali algumas casas que podem ser alugadas, mas não sabíamos disso antes. Uma informação importante: não há eletricidade dentro do parque.


Felizmente havia um painel solar para esquentar água para um banho quente. Isso foi nossa sorte pois fazia frio (uns 18ºC). Levamos fogareiro, panelas, lampião para fazer a janta.


Depois de nos instalarmos, andamos de bicicleta até a antiga pedreira, passando por uma vila abandonada dos moradores que trabalhavam na pedreira.



Dia 3: Núcleo Caboclos (caverna Termimina)

No dia seguinte fizemos a trilha da caverna Termimina. Combinamos com o guia João Otávio 09:30h no início da trilha. Chegamos lá de bicicleta,  porém atrasamos 15min e eles (guia e outros guiados) já haviam ido. Felizmente os encontramos na entrada da caverna depois de uma caminha de 1h.


O caminho pela caverna é feita pela água de um riacho. Não é fundo em vários lugares você anda sobre bancos de areia. Usando lanterna deixa o passeio mais aventureiro.


A caverna tem entradas amplas e poucos lugares estreitos. O único ponto mais perigoso são alguns precipícios, mas você não precisa andar ali perto.


O caminho entre os salões levam um bom tempo: começamos 09:30h e chegamos no acampamento depois das 15h.


Erramos o planejamento da comida para ficar no núcleo e tivemos que racionar. Nosso café pela manhã foi ralo e ainda estávamos sem almoço. Felizmente na volta conseguimos chuchus pelo caminho e bananas com um morador do parque (nunca comi bananas-maçã tão boas).


Fizemos a janta com miojo, salada de chuchu, tomates e calabresa. Comi bastante e depois não conseguia dormir.

Dia 4: Núcleo Caboclos - Capão Bonito

O dia seguinte estava reservado para o pedal. Saímos bem cedo pois queríamos chegar em Capão Bonito, passando por Guapiara. Deixamos o carro na portaria do parque economizando 10 quilômetros.


Andamos os 6 quilômetros de estrada de terra com tendência de subidas até o asfalto por uma estradinha muito bonita. A mata parecia querer tomar a estrada.


Já no asfalto seguimos pela direita sentido Guapiara. Esta estrada é asfaltada mas sem acostamento, com pouco tráfego e subidas e descidas leves se alternando. Chegamos na cidade por volta das 13h, almoçamos e continuamos.


Esta perna foi bem mais difícil, pois as subidas eram mais longas, o tempo mais quente e muitos caminhões pela estrada. Quando percebíamos caminhões chegando, a gente parava e deixava o caminhão passar.


Felizmente o trecho final até Capão foi mais plano e conseguimos chegar por volta das 17:30h. Tomamos uma garapa e procuramos um hotel. Ficamos no hotel Regina, na frente da praça e pagamos R$100,00 por um quarto triplo. O lugar é muito bom assim como o café da manhã.

Dia 5: Capão Bonito - São Miguel Arcanjo.

Começamos por estrada de terra, seguindo o caminho de romeiros chamado São Tome, começando em Capão Bonito e finalizando em Iguape. Pelo caminho encontramos muita plantações de milho e eucaliptos.


Quando chegamos numa ponte sobre o rio das Almas, percebemos que não seria fácil atravessá-la. Estavam construindo uma ponte de concreto e só havia metade dela. Felizmente tivemos uma ajuda dos funcionários da obra, erguendo nossas bicicletas com uma escavadeira e nos deixando subir pela escada usada pelos funcionários.


Chegamos no asfalto que liga São Miguel Arcanjo ao parque Carlos Botelho. Andamos alguns quilômetros passando por muitas propriedades que plantam uvas.


Na entrada do parque fomos impedidos de continuar por causa das obras de pavimentação da serra. Sem permissão de passar, voltamos e seguimos para São Miguel onde pegamos um ônibus para Pilar do Sul, outro para Piedade onde dormimos.


Ficamos na pensão do Xavier por R$40,00/pessoa sem café. Sofrível o lugar.

Dia 6: Piedade - Registro (ônibus) - Eldorado

Acordamos cedo para pegar o ônibus das 07:10h para Registro. Passamos por Tapirai, Juquiá e chegamos na rodoviária de Registro onde tomamos um lanche antes de continuar.


Continuamos de pedal para Eldorado inicialmente por ciclovia e depois por uma estrada de terra onde passamos por plantações enormes de banana. Havia apenas um morro mais difícil mas no final nos deu uma bela visão do rio Ribeira.


Chegamos razoavelmente cedo na cidade e nos hospedamos no hotel Piramide que fica na frente da praça por R$40,00/pessoa com café. Jantamos um prato feito num restaurante em cima do bar da praça e perambulamos pela cidade até a hora de dormir.


Dia 7: Eldorado - B. Serra.

Começamos cedo pois andaríamos 80km. Inicialmente o caminho é bem plano no asfalto com pouco tráfego e acompanhando o rio Ribeira. Descansamos um pouco no bairro do Itapeúna e continuamos para Iporanga. Passamos por muitas plantações de pupunha. Apesar se ser longe até Iporanga, existem muitos apoios pelo caminho. Alguns bairros, barracas de lanche, etc.


No caminho conversamos com um andarilho empurrando um carrinho de metal com pneu de borracha maciça. Vinha de Ponta Grossa-PR e desejava chegar em Aparecida-SP. Ainda tinha uma viagem longa.


Em Iporanga fizemos outro descanso para continuar pela estrada de terra até o bairro da Serra. A subida foi tranquila e logo chegamos novamente na pousada do Jose Abilio. Neste trecho também encontrei uma bica para repor água, mas escassa na parte baixa.





Dia 8: Núcleo Santana

Ligamos e combinamos novamente com o guia João Otavio para nos guiar pelas cavernas do núcleo Santana. Chegamos juntos (a gente vindo da Serra e ele de Apiai) depois de 4km de bicicleta. O Isidoro precisava resolver alguns problemas pelo computador e resolver ir para Apiai e não nos acompanhou.


Começamos pela caverna do Santana, muito bonita por sinal. Assim como na caverna do Diabo, ela tem passarelas, porém mais rústicas. Vários trechos parece uma pinguela e não é iluminada. Apesar de ter menos de um quilômetro (parte permitida para visitação) a aventura é grande pois existem alguns trecho estreitos para se passar. A ornamentação da caverna é muito bonita também.


Depois visitamos a caverna da água suja. Este nome vem da lenda de que rio que ali passa tinha água turva. Bom, quando entramos a água era limpa, mas em alguns lugares pude ver folhas pelo caminho. Portando a água vem de fora e pode estar suja, não sei.


Voltamos 15:30 para a pousada e aproveitamos o fim da tarde para descansar.


Dia 9: Bairro da Serra - núcleo Caboclos.

Planejei a pedalada até Apiai, mas decidimos tentar a chegada no parque Caboclos onde estava o carro. Kolb foi 40min antes para adiantar. O caminho é de terra com muitas subidas e algumas descidas. Estávamos cercados de mata e eventualmente algumas casas pelo caminho. Neste dia água não foi problema pois passamos por umas 3 bicas.


Chegamos em Apiaí por volta das 11h onde almoçamos. Meio-dia estávamos na estrada, já asfalto, sentido núcleo Caboclos. A estrada estava bem tranquila e fizemos num ritmo forte, meio ansiosos para encerrar. 14:10h deixamos o asfalto para fazer os seis quilômetros finais.


Na chegada conversamos com os guardas, guardamos as bicicletas e colocamos as bagagens no carro e voltamos sentido asfalto. Encontramos o Kolb já na estrada de terra. Na estrada compramos caquis para trazer para casa (nunca comi tanto).


Dormimos em Capão Bonito no hotel Regina novamente. No dia seguinte voltamos para Pinda passando por Sorocaba (via Castelo Branco)



10.8.13

10.08.13 - D8 - Visconde de Maua - Pinda (via Dutra)

Era o último dia de viagem e voltaríamos para Pinda totalmente por asfalto. O começo do pedal era de subida e no topo da serra havia um mirante onde víamos Resende.


A descida da serra foi bem legal com algumas curvas fechadas. Pelo caminho vimos vários ciclistas subindo a serra. Continuamos por um trecho mais ou menos plano e chegamos em Penedo. Ficamos um pouco ali e continuamos, chegando na Dutra um pouco depois.


Andar na Dutra não é prazeroso por causa do trafego e das pontes estreitas, além disso o dia estava quente. Em Queluz procuramos um lugar para almoçar e acabamos achando o Graal. Em Queluz mesmo resolvemos pegar um ônibus e descobrimos que em 10 min passaria um para Aparecida, reduzindo o caminho em uns 40km.

Demoramos mais de 1h para chegar em Aparecida. Decidimos terminar pedalando e chegamos em Pinda já a noite.

Resumindo a viagem, achei o caminho com boa dificuldade física, mas como as quilometragens eram baixas e fizemos devagar, foi até agradável. Evidente que a serra da Mantiqueira é show aparte e pelo caminho encontramos poucas pessoas. No geral passamos por vilas bem pouco povoadas.


D8 - Visconde de Maua - Pinda (via Dutra)
Data: 8/10/2013 Dificuldade: 4
Distância: 95.14 km Km Forasteiro: 95 km
Odômetro: 28093.41 km Média: 16 km/h
Tempo: 05:55:48 Horário: 08:00h - 18:30h
Quem: Eu, Kolb, Isidoro
Itinerário: Visconde de Maua, RJ-163, B. Penedo, Itatiaia, Queluz, Onibus, Aparecida, Pinda
Resumo:

9.8.13

09.08.13 - D7 - Visconde de Maua - Cach. Escorrega

Este dia estava programado para uma volta na vila. Passaríamos pela vila de Maringá, Maromba até chegar na cachoeira do escorrega.


Foram alguns quilômetros até Maringá, onde a estrada está sendo asfaltada. Maringá e Maromba ficam no município de Itatiaia enquanto Visconde fica em Resende. Este vila é a parte mais chique, com pousadas mais caras, restaurantes e comércio mais refinado.


Seguimos para Maromba, que é mais simples, porém onde ficam as cachoeiras. Seguimos primeiramente para o poção da Maromba, que tem o melhor poço, depois para cachoeira Sta Clara. Nos perdemos um pouco mas no fim chegamos. Nela a água escorre por uma pedra bem larga e todo o entorno é coberto por floresta. Achei a mais bonita do dia.


Voltamos e depois seguimos para a cachoeira do escorrega, que fica a 1.300m de altitude. Próximo exite um comércio, com bar, ripes, e lojinhas. Essa cachoeira tem um poço melhor, além da pessoa poder escorregar pela pedra.

A volta foi bem mais rápida por causa das descidas.


D7 - Visconde de Maua - Cach. Escorrega
Data: 8/9/2013 Dificuldade: 4
Distância: 30.14 km Km Forasteiro: 27 km
Odômetro: 27997.21 km Média: 7.5 km/h
Tempo: 03:57:18 Horário: 08:30h - 16:30h
Quem: Eu, Kolb, Isidoro
Itinerário: B. Visconde de Maua, B. Maringa, B. Maromba, volta
Resumo:

8.8.13

08.08.13 - D6 - Sto Antonio Rio Grande - Visconde de Maua (via Mirantão)

Como o caminho do dia tinha menos de 25 quilômetros, não saímos tão cedo. Começamos pela estrada que vai para o bairro do Mirantão. Inicialmente plano e depois uma subida forte. Quando começamos a descer já víamos a vila.


A vila tinha um cenário bem bucólico e pouca gente na rua. Comemos algo e continuamos. Depois o caminho teve outra subida, não tão forte como a primeira para chegar em Visconde. No topo encontramos um cara subindo o morro empurrando um piruzinho. Putz, via-se que não era fácil. Conversando com ele, nos indicou uma pousada na lote 10 (um pouco antes da vila).


Descemos o morro e entramos em território carioca. Na parte rural encontramos várias casas de bom nível e depois chagamos na lote 10, mais simples.

Resolvemos procurar a pousada no centrinho de Visconde e conseguimos a pousada da Cris por R$30/pessoa. Ficamos na parte de cima do chalé bem aconchegante.

A noite comemos um lanche (a maioria dos restaurantes estavam fechados). Andamos bastante para conhecer o local.


D5 - Fragaria - Sto Antonio Rio Grande
Data: Dificuldade: 4
Distância: 42.03 km Km Forasteiro: 42 km
Odômetro: 27942.61 km Média: 9 km/h
Tempo: 04:39:50 Horário: 08:30h - 16:00h
Quem: Eu, Kolb, Isidoro
Itinerário: Fragária, B. Monte Belo, Cach Rio Grande, B. Sto Antonio R. Grande
Resumo:

7.8.13

07.08.13 - D5 - Fragaria - Sto Antonio Rio Grande

Depois de um café muito bom da pousada, seguimos para a Fragária. Segundo a altimetria, o caminho seria de muita descida, porém conforme andávamos, vimos que não foi bem assim. O caminho intercalava subidas e descidas curtas mas íngremes, que cansou um pouco.


Foi assim até o bairro Monte Belo, onde há uma bifurcação. Uma vai para Itamonte e a outra para Bocaina de Minas. Seguimos pela segunda opção, onde se iniciou uma subida longa.


Percebemos que a estrada estava bem lisa e quase no topo, vimos as máquinas corrigindo a estrada. Fiquei para trás tirando fotos. Pouco a frente o Isidoro estava me esperando e começamos a descer bem rápido. Como a estrada estava lisa, algumas momentos passamos de 50km/h.


Por causa da trepidação a fita que prende os dois alforges se rompeu e eles foram para o chão. O restante da viagem foi com eles amarrados sobre o bagageiro.


Vimos o Kolb esperando na entrada da cachoeira Sto Antonio, onde ficamos um tempo. O caminho dai foi totalmente plano até a vila de Sto Antonio. Como chegamos depois das 16:30h, resolvemos dormir por ali mesmo e resumir o caminho indo para Visconde pelo Mirantão (o caminho original passava pela cidade de Bocaina de Minas)

Ficamos na pousada da Beth com janta e café por R$40/pessoa. Foi o melhor custo/benefício da viagem.


D5 - Fragaria - Sto Antonio Rio Grande
Data: Dificuldade: 4
Distância: 42.03 km Km Forasteiro: 42 km
Odômetro: 27942.61 km Média: 9 km/h
Tempo: 04:39:50 Horário: 08:30h - 16:00h
Quem: Eu, Kolb, Isidoro
Itinerário: Fragária, B. Monte Belo, Cach Rio Grande, B. Sto Antonio R. Grande
Resumo:

6.8.13

06.08.13 - D4 - Passa Quatro - Fragária (via Garganta do Registro)

Tomamos café e procuramos sair o mais rápido possível. O caminho prosseguia pela trilha ao lado da linha do trem, plana. Deixamos a linha do trem, atravessamos a rodovia e seguimos por uma estrada que leva ao parque da cidade. Inicialmente o caminho era bem plano até chegarmos na estrada de terra.


Passamos por algumas granjas e depois pelo bairro Jardim: o caminho estava bem tranquilo.


Pegamos um subida leva mas longa e numa bifurcação tivemos problema: seguimos pelo lodo errado e quando voltamos pegamos um atalho, pois havia uma casa bem na bifurcação. Daí passamos por trás da casa e o Kolb não viu. Ele nos esperou e achou que voltamos por este último caminho. Resumindo, ficamos uma meia hora esperando e ele andou e teve que voltar...


Felizmente depois tivemos mais descidas e chegamos logo em Itamonte. Neste momento o Kolb pensou em abortar a viagem por causa da dificuldade física. Nossa sorte foi conseguir um ônibus que ia até a garganta do Registro, adiantando pelo menos 2/3 da subida. Eu e o Isidoro seguimos pelo asfalto. Uns 5 quilômetros depois o ônibus passou pela gente.


Subimos a serra e chegamos na garganta do registro quase 14h. Comemos algo e seguimos sentido parque do Itatiaia. Estávamos na estrada mais alta do país a mais de 2.000m de altitude. A estrada é bonita e quando passei de carro não tive essa noção. Um pouco antes do parque seguimos pela esquerda numa estrada que leva a Fragária.

Descemos um bom trecho por descida íngreme e encontramos o Kolb na porta da pousada dos Lobos. Ele já tinha acertado e acabamos ficando lá. O lugar é muito bom, ficamos um tempo na sauna e jantamos ali. Conseguimos o valor de R$100/pessoa.


D4 - Passa Quatro - Fragária (via Garganta do Registro)
Data: 8/6/2013 Dificuldade: 4
Distância: 56.25 km Km Forasteiro: 56 km
Odômetro: 27900.51 km Média: 8.9 km/h
Tempo: 06:18:09 Horário: 07:00h - 16:30h
Quem: Eu, Kolb, Isidoro
Itinerário: Passa Quatro, Estr. Lamins, B. Jardim, Itamonte, BR-354, Garganta do Registro, Fragaria
Resumo: