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2.3.14

02.03.14 - Pouso Alto

Fui para Minas neste Carnaval para descansar, andar de bicicleta e ver o que rolava de carnaval. No caminho de ida, parei o carro em Pouso Alto para andar por ali. Comecei na rodoviária e parti de bicicleta pela estrada que vai para São Sebastião do Rio Verde. As duas cidades ficam muito perto uma da outra (menos de 5 quilômetros).


Continuei pela estrada que vai para Virginia, mas com alguns quilômetros virei a esquerda numa estrada de terra. Pouco depois fui seguindo o rio Verde num trecho com muita mata e sombra.


Não demorou para que chegasse Itanhandu onde os foliões estavam acordando ainda quando eu passei. Atravessei a cidade para chegar na rodovia. Praticamente só atravessei o asfalto seguindo por uma estrada de terra para o bairro da Ressaca. Continuei por ai até chegar a Pouso Alto novamente. Foi um caminho bem tranquilo. Finalmente fui para Olimpio Noronha de carro.





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Mapa do caminho


Pouso Alto
Data: 3/2/2014 Dificuldade: 3
Distância: 42.4 km Km Forasteiro: 35 km
Odômetro: 32053 km Média: 0 km/h
Tempo: 03:00:00 Horário: 10:44h - 14:23h
Quem: Eu
Itinerário: Pouso Alto (rodoviaria) - S. Seb Rio Verde - B. Retiro - Itanhandu - B. Ressaca - Pouso Alto
Resumo:

6.8.13

06.08.13 - D4 - Passa Quatro - Fragária (via Garganta do Registro)

Tomamos café e procuramos sair o mais rápido possível. O caminho prosseguia pela trilha ao lado da linha do trem, plana. Deixamos a linha do trem, atravessamos a rodovia e seguimos por uma estrada que leva ao parque da cidade. Inicialmente o caminho era bem plano até chegarmos na estrada de terra.


Passamos por algumas granjas e depois pelo bairro Jardim: o caminho estava bem tranquilo.


Pegamos um subida leva mas longa e numa bifurcação tivemos problema: seguimos pelo lodo errado e quando voltamos pegamos um atalho, pois havia uma casa bem na bifurcação. Daí passamos por trás da casa e o Kolb não viu. Ele nos esperou e achou que voltamos por este último caminho. Resumindo, ficamos uma meia hora esperando e ele andou e teve que voltar...


Felizmente depois tivemos mais descidas e chegamos logo em Itamonte. Neste momento o Kolb pensou em abortar a viagem por causa da dificuldade física. Nossa sorte foi conseguir um ônibus que ia até a garganta do Registro, adiantando pelo menos 2/3 da subida. Eu e o Isidoro seguimos pelo asfalto. Uns 5 quilômetros depois o ônibus passou pela gente.


Subimos a serra e chegamos na garganta do registro quase 14h. Comemos algo e seguimos sentido parque do Itatiaia. Estávamos na estrada mais alta do país a mais de 2.000m de altitude. A estrada é bonita e quando passei de carro não tive essa noção. Um pouco antes do parque seguimos pela esquerda numa estrada que leva a Fragária.

Descemos um bom trecho por descida íngreme e encontramos o Kolb na porta da pousada dos Lobos. Ele já tinha acertado e acabamos ficando lá. O lugar é muito bom, ficamos um tempo na sauna e jantamos ali. Conseguimos o valor de R$100/pessoa.


D4 - Passa Quatro - Fragária (via Garganta do Registro)
Data: 8/6/2013 Dificuldade: 4
Distância: 56.25 km Km Forasteiro: 56 km
Odômetro: 27900.51 km Média: 8.9 km/h
Tempo: 06:18:09 Horário: 07:00h - 16:30h
Quem: Eu, Kolb, Isidoro
Itinerário: Passa Quatro, Estr. Lamins, B. Jardim, Itamonte, BR-354, Garganta do Registro, Fragaria
Resumo:

20.3.10

Bike: Itanhandu - Virginia - Passa Quatro

Para o dia seguinte estava planejado o trajeto do big biker com uma pequena extensão para Virginia. Saí o mais cedo possível, seguindo pela mesma estrada do dia anterior e as duas subidas do dia anterior eu desci.


Logo depois segui um rumo diferente do outro dia, numa estradinha quase trilha passando por uma ou outra propriedade aqui ou acolá, quase deserto. Alguns morros depois cai no asfalto bem próximo a Virginia e pra lá segui.


Almocei a R$6 e descansei um pouco na praça da cidade evitando assim um pouco do sol a pino. A cidade já não agradou tanto mas é agradável e resolvi partir 1:30h depois. Voltei pelo mesmo asfalto e segui as placas indicando Passa Quatro.


Passei pelo bairro do Porto e peguei a pior subida de todas, pois você vê a estradinha cortando a montanha lá longe. Depois que venci o morro já estava imaginando a descida, mas logo vi outra subida cortando outra montanha. Foi meio triste.


O que não podia reclamar era da paisagem. Depois de atravessar o morro desci um pouco e o caminho ficou plano. Passei por uma cachoeira e desci o restante chegando em Passa Quatro, quase a noite já. Por causa disso resolvi voltar pra Itanhandu pelo asfalto. Esse trecho da estrada não é agradável por não tem acostamento e passam muitos carros ali. Cheguei no hotel bem judiado, cara de cansado mesmo.


O terceiro dia tinha planejado andar em Itamonte, mas de madrugada choveu muito e de manhã o tempo estava muito fechado e eventualmente garoando. Desisti desse caminho pois já estava saciado e assim pude dormir mais e aproveitei pra tirar umas fotos na cidade e chegar mais cedo em casa.

Tracklog: GPSies - 2010_03_20_Itanhandu.kml

Data: 20/Mar/2010
Sensação de esforço: 5 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: quente
Piso: 75% terra; 25% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 07:45h
Horário Final: 18:30h
Tempo Pedalado: 6:15:45 h
Distância: 75,74km
Média Pedalada: 12,0 km/h
Dist. Parcial Bike: 432,9 km
Dist. Total Bike: 10673,23 km
Pontos de Referência: B. Porto, Big Biker
Quem: Eu

19.3.10

Bike: Itanhandu - São Seb. do Rio Verde

Estava planejando um descanso para esse final de semana, mas outra sexta de folga e previsão de sol para esses dias me fizeram mudar de idéia. Coloquei em prática alguns roteiros ficando Itanhandu e fui de carro para lá.


Comecei a andar a partir do centro seguindo a antiga linha de trem sentido Virginia. Fui seguindo o rio Verde e a linha férrea passando pelo matadouro até chegar num marco da estrada Real onde mantive o sentido para São Sebastião. Até lá o caminho foi bastante plano.


Cheguei na cidade pouco antes do meio-dia e o calor estava forte. A cidade tem várias casas antigas e é bastante tranquila. Tomei um lanche, descansei um pouco e saí. Segui sentido Virginia mas na metade do caminho fiz a volta para Itanhandu.


Este último trecho foi o mais difícil por causa de duas subidas longas, uma no asfalto e outra na terra perto da cidade. Além disso vim conversando com o pão com mortadela e/ou o guaraná aleatório que não caiu muito bem, o que deu um pouco mais de dificuldade.



Cheguei na cidade e fui procurar o hotel camping (não é camping, é hotel mesmo). O lugar é agradável e o quarto muito bom. À noite jantei num restaurante simples mas de comida boa.

tracklog: GPSies - 2010_03_20_Itanhandu.kml

Data: 19/Mar/2010
Sensação de esforço: 5 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: quente
Piso: 95% terra; 5% asfalto
Disposição: mais ou menos
Horário Inicial: 09:45h
Horário Final: 17:30h
Tempo Pedalado: 4:13:25 h
Distância: 50,30km
Média Pedalada: 11,4 km/h
Dist. Parcial Bike: 357,1 km
Dist. Total Bike: 10597,49 km
Pontos de Referência: B. Matadouro
Quem: Eu

2.7.09

Bike: Itanhandu - Itamonte - Alagoa

Ficamos hospedados na casa dos donos de uma pousada da cidade. Fiquei com receio da qualidade do lugar, mas fui surpreendido com um lugar excelente, melhor que algumas pousadas que pousamos no caminho.


Como o primeiro dia seria o mais difícil, chegando a mais de 1800m de altitude, assim combinamos acordar mais cedo. Tomamos café numa padaria e partimos sentido Itamonte antes das 8h. Praticamente atravessamos a estrada e nos embrenhamos na estrada da borrocada. O caminho era bem bucólico, por entre árvores e o nevoeiro.


Chegamos 10 quilômetros depois em Itamonte onde ficamos algum tempo na praça da matriz. Saimos em direção da represa dos Bragas por estrada de asfalto, que é recente (no GE mostra como terra), e foi aí que começaram as subidas. Além da represa haviam algumas cachoeiras escondidas logo abaixo, que não pudemos vê-las de baixo pois distanciariamos do caminho.


Alguns quilômetros depois nos encontramos com as obras de pavimentação, cheio de máquinas de vários tipos e trechos de pare e siga para os carros. No começo foi difícil pois estavam esparramando terra pela pista, dificultando nossa vida, mas logo depois seguimos pela estrada de chão. Não se esquencendo que estavamos numa subida constante.


No topo do morro, a mais de 1800m, tivemos uma bela vista para um grande vale. A descida de 10 quilômetros foi a recompensa, mas ali também passamos por muitas máquinas deixando a estrada mais larga. Chegamos em Alagoa no final da tarde e conhecemos a cidade à noite.

Data: 02/Jul/2009
Sensação de esforço: 5 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: amena
Piso: 65% terra; 35% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 07:45h
Horário Final: 17:15h
Tempo Pedalado: 5:40:51h
Distância: 52,77km
Média Pedalada: 9,2km/h
Dist. Parcial Bike:
Dist. Total Bike: 7229,22 km
Pontos de Referência: Represa dos Bragas, B. Cachoeira, B. Prateado
Quem: Eu, Isidoro, Kolb e Jorge