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6.9.10

Trekking - Trilha do Ouro (dia 3)

Acordamos com o mesmo tempo que estava na noite anterior: garoando. Na barraca só entrou um pouco de água próximo da entrada, onde havia uma poça. Guardamos a barraca e esperamos pelo café que não tardou a sair.


Saímos antes que o pessoal seguindo o rio. Pouco depois atravessamos uma pinguela para irmos na cachoeira dos Veados. Andamos uns 500m pela mata até chegarmos, e ela estava imponente com o tamanho e as duas quedas, uma de frente e outra de lado. Ficamos um bom tempo olhando.


Voltamos pelo mesmo caminho, passando pela mesma pinguela. Como não cruzamos com o pessoal da pousada, supomos que eles passaram batido. Difícil de acreditar que a visita na cachoeira pudesse ser evitada, apesar da visão dela num ponto mais adiante (porém de longe).

Não tardou para começarmos a descer a serra. Boa parte desse trecho estava calçado e em alguns trechos eram de chão batido mas com muito barro. Esse trecho judiava um pouco das pernas e quando parávamos eles ficavam tremendo.


Esse era o trecho para ficarmos atentos com pedras escorregadias e pisadas em falso, mas a beleza e os cursos d'água do lugar valiam o esforço. A passagem por algumas casas nos indicava que estávamos chegando e não tardou para encontrarmos o carro nos esperando. Havia ali um grupo aguardando também.


A volta foi tranquila exceto pelo transito na serra de Ubatuba dos turistas decepcionados com o ferido chuvoso que voltavam mais cedo para casa. Chegamos em Pinda já à noite, mas teríamos o dia seguinte para o merecido descanso.


Data: 06/Set/2010
Sensação de esforço: 3 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: quente
Piso: terra / trilha
Disposição: boa
Horário Inicial: 07:50h
Horário Final: 14:30h
Tempo Pedalado:
Distância: 11,48km
Média Pedalada:
Dist. Parcial Bike:
Dist. Total Bike:
Pontos de Referência:
Quem: Eu, Isidoro, Edinho, Kaka

5.9.10

Trekking - Trilha do Ouro (dia 2)

Em nosso planejamento o segundo dia seria o mais fácil por causa da distância menor (10km). Assim acordamos não tão cedo e pudemos fazer a caminhada mais tranquilos.


Passamos no sítio da D. Palmira para conversar um bocado e seguimos. Segundo o conselho de muitos das região, deveríamos andar sempre na trilha, pois o risco de conseguirmos carrapato era alto. Inclusive pelo caminho consegui retirar pelo menos 5 deles escalando minha perna.


O caminho variava de estrada por quase pastagem até trechos de floresta, mas sempre difícil de se perder. Na parte da tarde o tempo começou a virar e logo andamos com o céu encoberto, mas não demorou muito para chegarmos na pousada do Tiãozinho (para diferenciar do outro Tião).


O interessante do sítio dele era a travessia do rio: um "teleférico" suspenso por 2 cabos de aço. Era ecológico, dispensando motor, impulsionado pelo braço do Tião. A porção de terra dele fica num lugar muito bonito, circundado pelo rio e com montanhas atrás.


Montamos a barraca e tomei banho no rio e nessa ocasião as águas límpidas estavam gélidas. Teve rango também nesse dia, muito bom por sinal. Só havia um excedente de pessoas ansiosas por comida que gerou um leve desconforto, mas sem problemas maiores. Nessa hora já estava chuviscando e dormimos não muito tempo depois.

Data: 05/Set/2010
Sensação de esforço: 3 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: quente
Piso: terra / trilha
Disposição: boa
Horário Inicial: 09:15h
Horário Final: 14:45h
Tempo Pedalado:
Distância: 10,69km
Média Pedalada:
Dist. Parcial Bike:
Dist. Total Bike:
Pontos de Referência:
Quem: Eu, Isidoro, Edinho, Kaka

4.9.10

Trekking - Trilha do Ouro (dia 1)

Aproveitamos o feriado para fazer a trilha do ouro, entre São Jose do Barreiro e Paraty. Essa é a versão "oficial" da trilha do ouro entre Cunha e Paraty que fizemos uns anos atrás. O planejamento foi feito durante as últimas semanas, incluindo a autorização para entrada no parque, contato com os lugares onde iríamos dormir, quilometragens a andar por dia, logística para chegada na portaria do parque e resgate, etc.


Saímos de Pinda 6:30h e tinhamos o Marquinho como motorista. Até São Jose do Barreiro foram 110km mais 25 quilômetros subindo a serra da Bacaina em estrada de terra, até que chegamos na portaria do parque. Havia muita gente se preparando para fazer o mesmo que a gente, acho que umas 30 pessoas. A caminhada começou por volta das 11h.


Alguns quilômetros depois passamos pela cachoeira do santo Izidro, impressiva. Continuamos e logo chegamos na cachoeira das Posses, que eu não conhecia. Durante a caminhada encontramos muita água potável e no caminho precisei armazenar apenas meio litro de água.


Depois de alguns quilômetros a mochila do Kaka estava incomodando bastante por não ter espuma nas alças e barrigueira para distribuir o peso. Com isso o percurso dele foi mais sofrível. Chegamos já à noite na pousada do Tião, onde já haviam muitas pessoas instaladas, um tanto nos quartos e outros no camping.


Montamos as barracas e descansei um pouco. Depois conseguimos janta do lugar: arroz, feijão, frango na panela e salada. Na pousada não tem energia elétrica e portanto nos restava banho frio. Diante dessa dificuldade somada ao cansaço, dormi sem banho mesmo.

Data: 04/Set/2010
Sensação de esforço: 4 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: quente
Piso: terra / trilha
Disposição: boa
Horário Inicial: 11:00h
Horário Final: 18:30h
Tempo Pedalado:
Distância: 17,83km
Média Pedalada:
Dist. Parcial Bike:
Dist. Total Bike:
Pontos de Referência: Cachoeira Sto Izidro, Cachoeira das Posses
Quem: Eu, Isidoro, Edinho, Kaka

5.4.09

Bike: São José do Barreiro (Bocaina) - Arapeí - São José do Barreiro

No dia seguinte acordamos cedo pois fomos alertados das dificuldades do trecho. Apesar disso só conseguimos sair 9h, o que fez diferença no final do dia.


Andamos um pouco e logo chegamos na entrada do parque e após a checagem da documentação, seguimos em frente. Daí nota-se que a vegetação é mais densa, garantindo mais sombra pra gente, além disso passamos por inúmeros cursos de água.


Depois de alguns quilômetros chegamos na primeira grande atração: a cachoeira do Santo Isidro. Ela tem 80m segundo o site da cidade e tem grande volume de água, além de formar um belo poço em baixo.

Continuamos pela estrada de chão que alternava subidas e descidas leves, porém com muitas pedras, e foi nesse cenário que levei um tombo. Estava numa descida, preocupado com uma pedra maior na minha frente e para desviar acabei com a roda da frente num buraco escondido pela água. Batata, foi eu voando por cima da bicicleta. Felizmente sem danos, apenas um arranhão no cotovelo.

Depois de algum tempo começou a chover e logo ficou forte. Seguimos assim por mais de duas horas, até a metade da descida da serra, que impossibilitou registrar fotos de muitos lugares interessantes. Entretanto isso deixou a descida bem mais técnica e legal, até chegarmos no bairro do Máximo. Tínhamos a intenção de pegar um atalho até o bairro do Formoso, mas fomos desencorajados pelo pessoal dali devido ao barro “liguento”.

Passamos assim por Arapei e voltamos pelo asfalto para São José e boa parte disso foi no escuro da noite. Conseguíamos só ver o que era pista e o que era mato, mas chegamos são, salvos e moídos.

Data: 05/Abr/2009

Sensação de esforço: 5 (1-5)
Tempo: sol, chuva
Temperatura: amena, 25oC
Piso: 60% terra; 40% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 09:00h
Horário Final: 20:00h
Tempo Pedalado: 7:49:12
Distância: 74,16km
Média Pedalada: 9,4km/h
Dist. Parcial Bike: 603,3km
Dist. Total Bike: 6543,73km
Pontos de Referência: Serra da Bocaina, Bairro do Maximo, Bairro do Formoso
Quem: Eu, Isidoro, Kolb e Américo

4.4.09

Bike: São José do Barreiro - Bocaina

A aventura dessa vez foi a serra da Bocaina, trajeto este decidido no começo semana, que incluia passagem pelo parque nacional. Como é necessário a autorização para entrar no parque, a correria foi grande, mas deu tudo certo.


O plano foi subir a serra, dormindo numa pousada e no dia seguinte faríamos a descida da serra por outro caminho, acompanhando a prova Ecomotion até a cidade de Arapeí, onde voltaríamos para São José do Barreiro pelo asfalto.



Seguimos de carro até São José do Barreiro e começamos a pedalar. Como já fiz este trecho, não foi nenhum susto os 20 quilômetros de subida, chegando a 1700m de altitude, mas também não foi fácil.



Chegamos no final da tarde na pousada, recepcionados pelo Milton e por sua esposa Paula, que nos receberam muito bem e foram prestativos em nos dar informações para a viagem de volta. Terminamos o dia na frente da lareira: chique.


Data: 04/Abr/2009
Sensação de esforço: 4 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: amena, 25oC
Piso: 100% terra
Disposição: boa
Horário Inicial: 10:20h
Horário Final: 17:50h
Tempo Pedalado: 4:32:07
Distância: 26,22km
Média Pedalada: 5,7km/h
Dist. Parcial Bike: 529km
Dist. Total Bike: 6469,57km
Pontos de Referência: Serra da Bocaina
Quem: Eu, Isidoro, Kolb e Américo

24.5.08

Bike: Bocaina

Dia 3: Silveiras - Areias - São Jose do Barreiro

No terceiro e último dia estavamos um pouco traumatizamos com a dificuldade do dia anterios e saimos mais cedo do que os outros dias. O trecho foi todo feito pela estrada dos tropeiros, de asfalto sem acostamento, porém bem tranqüila.


No café da manhã aconteceu algo inusiado, nos foi servido apenas um pão com manteiga por pessoa. Quando pedimos mais, o dono da pousada disse que teria que buscar mais na padaria. No fim ele conseguiu mais pães para servir e cobrou por eles.

Deixamos a cidade com destino a Areias, 20 km a frente. O caminho era feito de muitas subidas e descidas, que cansou um pouco. Já em Areias, paramos num bar para tomar um lanche e ver a cidade, que tem muito mais casarões que Silveiras.

Depois seguimos pelo trecho final até SJB, também cheio de subidas e descidas. Já estava cansado e tinhamos que parar com mais freqüência. Finalmente chegamos na rodoviária, onde deixamos o carro, e tomamos uma para comemorar e voltar pra casa.

Concluindo, o caminho é fisicamente difícil mas muito bonito. As cidades são pequenas e o povo receptivo. O segundo dia é o mais interessante e bonito.


Data: 24/Mai/2008
Dificuldade física: 3 (1-5)
Tempo: Sol
Temperatura: quente, 27oC
Piso: 100% asfalto
Disposição: 2 (1-5), cansado
Horário Inicial: 09:00
Horário Final: 13:30
Tempo Pedalado: 03:14:49
Distância: 50km
Média Pedalada: 15,3 km/h
Dist. Parcial Bike: 265Km
Dist. Total Bike: 3565Km
Pontos de Referência: Vale historico, Estrada dos Tropeiros

23.5.08

Bike: Bocaina

Dia 2: Faz. Lageado - Silveiras

Imaginavamos um dia bem mais tranqüilo para padalar neste dia, mas não foi isso o que aconteceu. No planejamento estavam 55 km a serem percorridos com altimetria favorável, uma vez que sairiamos de 1570m para 610m. Isso efetivamente aconteceu mas para descermos, tivemos que subir muito.

Fechamos a conta na pousada e saimos em direção do portal do parque da serra da Bocaina. Eram 09:50h de um dia ensolarado, mas ainda frio. Pouco depois saimos da estrada do parque e seguimos em direção das ruinas da casa de pedra. Fiquei tirando fotos enquanto o Isidoro consertava o pneu furado.

A partir desse ponto o caminho ficou difícil, com subidas longas e descidas íngrimes. Ficamos nesse passe por mais de 15 km, o que cansou bastante. Felizmente encontrávamos água sufuciente pois o dia estava quente.

Depois dos 15km, enfrentamos a subida derradeira, onde atingimos o ponto mais alto de todo percurso: 1805m de altitude. A descida ficou iminente pois de todos os lados viamos o vale, montanhoso também, mas muito abaixo de nosso plano. Paramos para pegar água e iniciamos a descida para Macacos. Antes disso ajustei meu freio, que já estava bem gasto e não seria interessante que ele acabasse no meio da descida.

Nesse trecho de declive, mantinhamos 25-30km/h a custo de muito freio. Já era mais de 16h e precisavamos nos apressar pois tinhamos 25km pela frente, mas na descida era fácil e logo chegamos no bairro, onde não pudemos ficar.

A partir daí o caminho era todo pelo asfalto, iniciando por uma subida forte e logo uma descida de mesma proporção e registrei a velocidade máxima do percurso: 66km/h. Depois disso descemos a serra para chegar no bairro Bom Jesus. Este trecho é íngrime e com muitas curvas fechadas e no final dela imaginavamos ser a cidade, que não se confirmou. Era ainda um bairro. Desse ponto em diante seguimos no escuro e no frio, que nos cansou demais, mas chegamos inteiros.

Na pousada tomei banho, jantei e deu tempo para sairmos pela cidade. Na praça do centro havia muitas crianças brincando e os adultos nos bares. Logo voltamos e fui pra cama.


Data: 23/Mai/2008
Dificuldade física: 5 (1-5)
Tempo: Sol
Temperatura: quente, 25oC
Piso: 60% terra; 40% asfalto
Disposição: 3 (1-5), noite mal-dormida
Horário Inicial: 09:50
Horário Final: 18:30
Tempo Pedalado: ?
Distância: 58km
Média Pedalada: ?
Dist. Parcial Bike: 215Km
Dist. Total Bike: 3515Km
Pontos de Referência: Serra da Bocaina, Parque da Bocaina, Ruinas da casa de pedra

22.5.08

Bike: Bocaina

Dia 1: São José do Barreiro - Faz. Lageado

Haviamos combinado há algum tempo fazer a travessia da Bocaina (não é a trilha do ouro) e agora foi feita. A princípio fariamos por Campos Novos de Cunha e Lagoinha, mas foi mudado pela falta de alguém nos levar.


No final resolvemos descer po Silveiras e fazer um circuito, deixando o carro em SJB. Fomos eu, Celso, Isidoro e Antonio (que não conhecia)


Em São Jose do Barreiro, saimos 10h na frente da matriz e logo na estrada de terra que subia a serra. Foram 22 km de subidas, não muito íngrime mas muito longa. Depois de 10-15 km já podiamos ver a represa do funil e os picos da serra da mantiqueira.


Chegamos no fim da tarde na pousada e já sentiamos frio. A pousada é um casarão, sede da antiga fazenda do Lageado, que produzia café. Atualmente a região vive basicamente de turismo, pela altitude.


Data: 22/Mai/2008
Dificuldade física: 5 (1-5)
Tempo: Sol
Temperatura: quente, 27oC
Piso: 100% terra
Disposição: 4 (1-5), boa
Horário Inicial: 10:00
Horário Final: 17:00
Tempo Pedalado: ?
Distância: 24km
Média Pedalada: ?
Dist. Parcial Bike: 157Km
Dist. Total Bike: 3457Km
Pontos de Referência: Serra da Bocaina

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