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24.10.12

24.10.12 - Circuito Araucárias-D7: Rio Negrinho - São Bento do Sul

No último dia de pedal, o dia estava ensolarado mas não quente. Começamos andando no sentido oposto ao destino, acompanhando a estrada para Mafra. Depois de atravessar a rodovia, a estrada começou a voltar.


Este trecho foi muito bonito por causa das araucárias que apareciam, alem dos bairros isolados que passamos.


Depois atravessamos uma plantação gigante de pinheiros. Andamos assim por muitos quilômetros até chegarmos num bairro. Pelo estilo do bairro percebemos que a cidade estava próxima.
Depois de passar pelo bairro continuamos numa estrada de terra bem legal, com araucárias por toda parte e uma subida leve. No topo do morro vimos que já estávamos na cidade. Atravessamos o centro e terminamos na casa do Curu.


Minha opinião sobre o caminho é que faz jus ao nome. Outro ponto legal fica por conta das pousadas, principalmente as rurais, onde há um contato maior com os proprietários. As cidades são limpas e a maioria das casas têm jardins bonitos.


Quanto ao pedal em si, a maior parte do caminho é sombreado. Não sei se por manter a rota na estrada D. Franscica ou por fugir do asfalto, nota-se que o caminho da algumas voltas, daí fica estranho você comentar com o pessoal que se encontra no caminho do seu "destino".

Circuito Araucarias-D7: Rio Negrinho - São Bento do Sul
Data: 24/10/2012 Dificuldade: 4
Distância: 59,36 km Km Forasteiro: 60 km
Odômetro: 25125,11 km Média: 8,3 km/h
Tempo: 07:04:16 Horário: 08:30h - 19:00h
Quem: Eu, Kolb
Itinerário: Rio Negrinho, B. São Pedro Rural, B. Lençol, São Bento do Sul
Resumo:





23.10.12

23.10.12 - Circuito Araucárias-D6: Pous. Ponte de Pedra - Rio Negrinho

Deixamos a pousada com o tempo bem fechado e eventualmente chovendo. Pouco depois já estávamos em São Bento passando bem próximo da cidade. Seguíamos pela estrada D. Francisca.


Neste trecho estávamos andando por um bairro da cidade, portanto haviam várias bifurcações. Numa delas erramos novamente o caminho e andamos mais de um quilômetro. Não lembrava de ter visto a placa.


Depois passamos por uma mata de chegamos em outro bairro. Paramos para um lanche perto da rodovia. Continuamos sentido Rio Negrinho. Num dado momento conseguíamos ver a cidade mas parecia que apenas circundávamos a cidade: cada hora ela estava em um lado diferente.


Depois que atravessamos novamente uma rodovia, a estrada ficou difícil de pedalar. A estrada estava cascalhada, mas por ter chovido, o chão parecia afundar. Mesmo num trecho de descida leve, a gente tinha que pedalar forte.


Chegamos depois na cidade, passando pela estação de trem. Este é um trem turístico que leva o pessoal para a estação de Rio Natal, onde passamos alguns posts atrás. O caminho acabava na prefeitura, muito bonita por sinal.

Ficamos num hotel na beira da rodovia, R$40 por pessoa com café. O hotel é bom, mas à noite faz muito barulho por causa da rodovia. À noite comemos num rodízio de pizzas e algumas porções.

Circuito Araucarias-D6: Pous. Ponte de Pedra - Rio Negrinho
Data: 23/10/2012 Dificuldade: 3
Distância: 34,48 km Km Forasteiro: 34 km
Odômetro: 25062,61 km Média: 7,6 km/h
Tempo: 04:28:50 Horário: 11:30h - 18:00h
Quem: Eu, Kolb
Itinerário: Pous. Ponte de Pedra, B. Mato Preto, B. Cruzeiro, Estr. D Francisca
Resumo:





22.10.12 - Circuito Araucárias-D5: Campo Alegre - Ponte de Pedra

Algumas cidades dão aquele desejo de que quero morar aqui e Campo Alegre foi uma delas. Não é difícil dizer o porquê: cidade muito bem cuidada e limpa, jardins e casas bonitas e a sensação de interior.


Seguimos um bom trecho acompanhando o asfalto que vai para Joinville. Atravessamos a rodovia e passamos por uma estrada com muitas propriedades maiores. Não demorou e chagamos na pousada Casa Antiga.


O lugar parece de outro século pois as casas são de madeira, não vimos carro, nem máquina de hoje. Dentro do restaurante a única coisa de ficava deslocada do tempo era a TV. Fomos atendidos pela dona e sua filha que tocam o lugar. Disseram que ainda era difícil viver exclusivamente do turismo, mas tinham um lugar com grande potencial.


Continuamos o pedal passando por algumas propriedades que criam ovelhas. Pelo caminho todo vimos diversas assim. Um tanto incomum aqui no vale do Paraíba.


A próxima parada foi no bairro Bateias de Cima e depois no Saltinho. Na cachoeira do Salto, pegamos a bifurcação errada. Peguei o erro no GPS. Continuamos e perto do bairro Avenquinha pegamos chuva que felizmente não foi forte. A chuva forte chegaria depois.


Chegamos na pousada Ponte de Pedra às 18:30h. Fomos muito bem recebidos, apesar de não agendarmos previamente. Tomamos um lanche e pouco antes das 20h começou a chover granizo. Entrou água no quarto que em a gente estava e foi uma correria do pessoal para ajeitar a casa. Apesar do prejuízo do pessoal da pousada com as telhas, não houve maiores problemas.


No dia seguinte teve um curso de bolachas alemãs na própria propriedade para as moradoras da região. O legal foi que comemos algumas. Depois conhecemos a ponte de pedra da estrada D. Francisca.



Circuito Araucarias-D5: Campo Alegre - Ponte de Pedra
Data: 22/10/2012 Dificuldade: 4
Distância: 57,28 km Km Forasteiro: 57 km
Odômetro: 25028,11 km Média: 8,7 km/h
Tempo: 06:31:52 Horário: 09:00h - 19:00h
Quem: Eu, Kolb
Itinerário: Campo Alegre, Pous. Casa Antiga, B. Bateias de Cima, Saltinho, Pous. Casa Antiga
Resumo:






21.10.12

21.10.12 - Circuito Araucárias-D4: Pq das Aves - Campo Alegre

Pela manhã o tempo virou e estava bem fechado. Durante o café começou a chover. Aproveitamos para conhecer melhor o parque, tomar café com calma e conversar.


Saímos 10h pela estrada cercada de mata e depois por uma plantação de bananas. Paramos numa casa para pedir água porque o dia estava muito abafado e de quebra ganhamos algumas bananas.

Continuando a subida, encontramos com 3 sujeitos (acho que de Jaraguá do Sul) descendo a trilha. Continuamos subindo.


Praticamente no final da subida encontramos mais 5 pessoas viajando de bicicleta. Eram de Curitiba e estavam no segundo dia de viagem. Haviam ficado na pousada Antiga, que iríamos passar e iriam até a rota das cachoeiras, que já havíamos passado.


Andamos mais um pouco e chegamos no bairro do Rio Vermelho. Perguntei para um nativo onde ficava o centrinho dali, seguimos por onde ele falou e vi que o bairro acabou. Voltei e perguntei sobre que centro ele falava. Era o centro de São Bento. Conclusão: andamos 3 dias e estávamos a 7 quilômetros de onde começamos. Foi engaçado.


Paramos num bar para comer e seguimos. A estrada continuou com subidas mas o visual era muito bonito, acompanhado de muitas araucárias. Pegamos chuva, que foi de bom agrado aliviando o calor.

Dai não demorou para chegar em Campo Alegre. Ficamos num hotel na beira da estrada. Muito bonito e veio o medo de ser muito caro, mas conseguimos por R$50 por pessoa com um café excelente. Jantamos ali também e desse jeito nem saímos do lugar.

Circuito Araucarias-D4: Pq das Aves - Campo Alegre
Data: 21/10/2012 Dificuldade: 4
Distância: 32,02 km Km Forasteiro: 32 km
Odômetro: 24970,61 km Média: 6,8 km/h
Tempo: 04:40:08 Horário: 10:00h - 17:30h
Quem: Eu, Kolb
Itinerário: Pq Aves, B. Rio Vermelho, Campo Alegre
Resumo:




20.10.12

20.10.12 - Circuito Araucárias-D3: Corupa - Pq das Aves

O pedal do terceiro dia também seria curto, pois incluía a subida no morro da igreja. Atravessamos a ponte do rio Humbolt e continuamos acompanhando-o. Pouco depois paramos num cartão postal da cidade, onde se via o morro da igreja de um ângulo bem legal e uma casinha de madeira em baixo.


Alguns quilômetros depois chegamos no parque das aves e conseguimos hospedagem. Arrumamos nossas coisas e começamos nossa ida para o morro. Andamos pela estrada um quilômetro e depois entramos numa estradinha para uma propriedade. Passamos pela casa para avisar de nossa passagem, mas não havia ninguém.


Depois da casa a trilha começou. Metade do caminho era de trilha limpa e subida mediana. Depois quando você percebe que está na base de pedra, a trilha fica mais técnica, com algumas bifurcações não sinalizadas e alguns lugares que não davam passagem. Mas instintivamente íamos pelo caminho certo.
A parte final é mais técnica, mas não precisa de cordas. Basta ir agarrando nas raízes. Essa hora estava bem quente e não tinha muita água.


De repente estávamos no topo, que tem bastante vegetação e não dá visão de 360º. Víamos uma cidade de um lado e o restante era montanhas com muita mata. Valeu a pena.

Para voltar gastamos quase o mesmo tempo e já na estrada conhecemos o Magno, atual prefeito de São Bento. Conversamos, jantamos e encerramos o dia. Eu dormi na cama e o Kolb foi dormir fora com os gatos.

Circuito Araucarias-D3: Corupa - Pq das Aves
Data: 20/10/2012 Dificuldade: 2
Distância: 14,77 km Km Forasteiro: 15 km
Odômetro: 24938,51 km Média: 8,3 km/h
Tempo: 01:46:16 Horário: 08:00h - 10:30h
Quem: Eu, Kolb
Itinerário: Corupa - Pq das Aves
Resumo:





19.10.12

19.10.12 - Circuito Araucárias-D2: Cachoeiras - Corupa

Pela manhã fomos caminhando para a entrada da reserva particular Battistella. Quando entramos ainda não havia ninguém para entregar o ingresso. Continuamos.


A rota das cachoeiras é composta por 14 cachoeiras sequenciais, acessíveis por uma trilha com muitas subidas. Não é muito difícil mas gastamos 3h para chegar na última, que é a mais bonita, mas todas são muito bonitas.


Na volta encontramos um pessoal na entrada e aproveitei para comprar toalha e boné que não trouxe de casa. Conhecemos um pouco da história da reserva e voltamos para a pousada. Ainda tinha um pedal para fazer.


O caminho até o centro de Corupá foi bem tranquilo, passando por uma plantação grande de bananas. Por causa da altitude mais baixa, ficou bem perceptível que o lugar era mais quente.
Quase chegando na cidade, passamos no seminário. Uma construção muito grande e bonita feita de tijolinhos, padrão meio inglês. Além disso é um lugar bem calmo, excelente para vegetar.
Já na cidade, demos muitas voltas para encontrar uma pousada. Ficamos na pousada Eco por R$50 com café. Ali conversamos com o ex-dono da pousada (não lembro o nome dele) que elaborou o caminho.

Circuito Araucárias-D2: Cachoeiras - Corupa
Data: 19/10/2012 Dificuldade: 2
Distância: 21,23 km Km Forasteiro: 21 km
Odômetro: 24923,81 km Média: 10,9 km/h
Tempo: 01:56:18 Horário: 15:30h - 18:00h
Quem: Eu, Kolb
Itinerário: Pousada Conrad, B. Vila Isabel, Seminário, Corupa
Resumo:





18.10.12

18.10.12 - Circuito Araucárias-D1: São Bento - Cachoeiras

Consegui um adiantamento de 10 dias de férias e decidimos fazer o recém inaugurado caminho das Araucárias no nordeste de Santa Catarina, iniciando em São Bento do Sul. Foram quase 700km de carro e ficamos gentilmente hospedados no apartamento do Curu, amigo do Kolb.


Já no dia seguinte, comparecemos na secretaria de turismo da cidade para pegar as credenciais do percurso e algumas informações que pudessem ser interessantes. O caminho passa por quatro cidades e detalhes estão no site do circuito.


Começamos pelo asfalto na "periferia" da cidade. Impressiona a limpeza das ruas e o cuidado com as casas, sempre com jardim cuidado. Pouco depois de começar a andar na estrada de terra começamos a descer a serra sentido Corupá.


A descida foi por entre a floresta, passando por sítios, rios e linhas de trem. No meio da descida passamos pelo bairro Rio Natal. Descemos mais até atravessarmos o rio Humbolt e a linha do trem. Depois foi uma subida um tanto longa, atravessamos o asfalto que vai para Corupá e paramos num bar.

Quando chegamos na rota das cachoeiras, não tínhamos certeza de hospedagem. Felizmente encontramos evitando nossa ida para a cidade e a volta no dia seguinte para ver as cachoeiras. Foi R$25 sem café. Jantamos num restaurante ali perto encerramos o dia.


Circuito Araucárias-D1: São Bento - Cachoeiras
Data: 18/10/2012 Dificuldade: 3
Distância: 41,55 km Km Forasteiro: 41 km
Odômetro: 24902,41 km Média: 6,5 km/h
Tempo: 06:20:59 Horário: 09:15h - 17:15h
Quem: Eu, Kolb
Itinerário: São Bento, B. Rio Natal, Rota das Cachoeiras
Resumo:

18.7.08

Bike: Circuito Princesa do Norte

Dia 7: Monteiro Lobato - Santo Antonio do Pinhal - Pindamonhangaba

Soubemos na noite passada que também não seria possível pernoitar em Santo Antonio, no sítio do Denão e, como não havia pousadas disponíveis (alta temporada), resolvemos voltar para Pinda e encerrar o circuito.


Estavamos com receio da serra, mas foi mais tranquilo do que pensamos. A SP-50 é uma subida longa e constante, mas pouco íngrime. Pedalamos o trecho inteiro. O problema foi o grande número de caminhões que ali passavam e a estrada não ter acostamento. Isso não nos deixava muito tranqüilos.



No final da subida tinhamos uma linda visão da pedra do baú, além de uma descida razoável pela frente. Daí até a cidade foram muitas subidas e descidas leves.


Eu, Isidoro, Le e o Jorge tomamos sorvete de queijo, enquanto o restante do pessoal tomavam uma no bar. Nos encontramos novamente na estação Lefevre, ponto culminante do circuito, à 1172m de altitude.

Depois descemos a serra pelo asfalto e finalizamos os 20km finais até o Gramado, para comemorar. Encerramos o CPN com cerca de 350km com muita alegria e depois nada melhor do que dormir na sua própria cama.


Data: 18/Jul/2008
Dificuldade física: 3 (1-5)
Tempo: Sol
Temperatura: quente, 28oC
Piso: 100% asfalto
Disposição: 4 (1-5) boa
Horário Inicial: 09:00
Horário Final: 16:00
Tempo Pedalado: 04:53:30
Distância: 74,23
Média Pedalada:
Dist. Parcial Bike: 924km
Dist. Total Bike: 4324Km
Pontos de Referência: Estação Lefreve, Pedra do Bau
Quem: Eu, Isidoro, Le, Celso, Denis, Tais, Jorge

17.7.08

Bike: Circuito Princesa do Norte

Dia 6: Redenção da Serra - Caçapava - Monteiro Lobato

Mudamos o planejamento inicial de pernoitar em todas as cidades e decidimos apenas atravessar a cidade de Caçapava. Isso porque a demarcação do caminho não atrasava a pedalada e achavamos que mesmo aumentando a distancia, não chegariamos à noite nas cidades. E assim foi feito. Este trecho o Jorge foi apoio.


Saímos um pouco mais cedo e tomamos o café numa padaria próxima. Depois seguimos em direção a Caçapava por uma estrada com várias bifurcações. Neste trecho inclusive era rota da competição Big Biker pois viamos muitas setas e embalagens de energéticos.


Daí passamos por uma grande plantação de eucaliptos, região esta com algumas cachoeiras. Em seguida chegamos na bifurcação para Caçapava e nos despedimos do apoio, guiado agora pelo Celso. Levamos as tintas e solventes na bicicleta no suporte de água (só não podiamos esquecer e beber solvente!!).


Deste ponto até a cidade seria de maior dificuldade pois tinhamos que atravessar a serra quebra-cangalha, num desnível de uns 250m. Depois disso tinhamos uma longa descida até a cidade. Pintamos umas 10 setas até o centro da cidade, nosso ponto de encontro, e já eram 13:15h.



Fizemos um lanche numa padaria e seguimos para Monteiro, com o Denis de apoio. A estrada era um misto de asfalto com terra, de qualidade ruim para os carros passarem. Para nós era até bom pois limitava a quantidade e velocidade dos carros.



Atravessamos outro morro considerável e chagamos no sítio do pica-pau amarelo, uma antiga fazenda com o casarão muito bem conservado, pomares, fonte e animais de estimação. Paga-se R$3 pela visitação com guia.

Faltavam 6km até a cidade, mas tinhamos outro morro para atravessar, que também não foi fácil. Chegamos na pousada do Visconde às 17:30h, pouco antes de anoitecer.

À noite andamos pela cidade, que não tinha muitos atrativos, jantamos e voltamos logo para dormir, pois estavamos mais cansados.

Data: 17/Jul/2008
Dificuldade física: 5 (1-5)
Tempo: Sol
Temperatura: quente, 28oC
Piso: 50% asfalto; 50% terra
Disposição: 4 (1-5) boa
Horário Inicial: 07:45
Horário Final: 17:30
Tempo Pedalado: 05:51:30
Distância: 65,07
Média Pedalada:
Dist. Parcial Bike: 849,8km
Dist. Total Bike: 4249,8Km
Pontos de Referência: Sitio do pica-pau amarelo
Quem: Eu, Isidoro, Le, Celso, Denis, Tais, Jorge


16.7.08

Bike: Circuito Princesa do Norte

Dia 5: Paraibuna - Redenção da Serra

Este dia fui o apoio e, de certa forma foi bom pois não estava bem. Fizemos muitas voltas na cidade para chegar na estrada que me garantiu prática para pintar setas pelo caminho.


Seguimos certa de oito quilômetros por asfalto, passando pela barragem da represa de Paraibuna, e muitas propriedades rurais. O secretário de esportes nos acompanhou por algum trecho e nos presentou com uma caixa de bananinhas Paraibuna.


Durante a tarde o sol castigou o pessoal e a ausência de sombra foi sentida. Este trecho também margeamos a represa, mas não era tão bonito como em Natividade.

Chegamos cedo na cidade pois a distância total do dia era curta. Passamos pela cidade velha, com algumas casas e a imponente igreja. Depois seguimos por asfalto até a cidade nova e na pousada Paraiso, nosso destino.

A cidade nova fica num morro e para onde iamos tinha subida. A igreja no centro é de um estilo mais novo, com paredes anguladas e na entrada da cidade uma estátua representando a abolição dos escravos, sendo o primeiro municipio paulista a decretá-la.

Data: 16/Jul/2008
Dificuldade física: ? (1-5)
Tempo: Sol
Temperatura: amena, 25oC
Piso: 20% asfalto; 80% terra
Disposição: 2 (1-5) mal-estar
Horário Inicial: 09:00
Horário Final: 13:30
Tempo Pedalado: ?
Distância: ?
Média Pedalada:
Dist. Parcial Bike: 784,6km
Dist. Total Bike: 4184,6Km
Pontos de Referência:
Quem: Eu, Isidoro, Le, Celso, Denis, Tais, Jorge

15.7.08

Bike: Circuito Princesa do Norte

Dia 4: Natividade da Serra - Paraibuna

Pela manhã a cidade estava sob uma neblina forte e viamos algumas pessoas indo trabalhar, entrando em ônibus, tocando a vida. De certa forma eramos privilegiados em praticar um hobby em plena semana.


Ajeitamos as bicicletas e seguimos em direção da balsa, dois quilômetros pra frente. Esperamos pouco e logo estavamos na outra margem. A partir desse ponto a represa nos acompanharia por quase todo dia. O Isidoro, apoio do dia, teve pouco trabalho pois haviam poucas bifurcações.


O caminho era bastante sinuoso por contornar a represa e não raro viamos casinhas flutuantes, de pescadores. Seguimos nesta paisagem até a próxima balsa, que também esperamos pouco.


Na outra margem, já em Paraibuna, a estrada se distanciava da represa e logo depois a inicio do rio Paraiba passou a nos acompanhar. Paramos num bar para tomar uma e seguimos em direção do centro da cidade, seguindo por um trecho da rodovia dos Tamoios. Chegamos 15h no hotel Santinho, no centro.


Como nunca estive em Paraibuna, andei com o Kolb/Jorge pela cidade, passando pelo mercado, matriz, fonte, etc.

Data: 15/Jul/2008
Dificuldade física: 3 (1-5)
Tempo: Sol
Temperatura: amena, 25oC
Piso: 20% asfalto; 80% terra
Disposição: 4 (1-5)
Horário Inicial: 08:30
Horário Final: 15:00
Tempo Pedalado: 3:49:00
Distância: 47,74km
Média Pedalada:
Dist. Parcial Bike: 784,6km
Dist. Total Bike: 4184,6Km
Pontos de Referência:
Quem: Eu, Isidoro, Le, Kolb, Celso, Denis, Tais, Jorge

14.7.08

Bike: Circuito Princesa do Norte

Dia 3: São Luiz do Paraitinga - Natividade da Serra


O terceiro dia era mais difícil com muitos morros, aliás não há trilhas planas em SLP. Logo para deixar a cidade tivemos uma boa subida até chegarmos na rodovia Oswaldo Cruz e seguimos em direção de Ubatuba por uns 3 quilômetros. Neste dia o Denis foi nosso apoio.


Depois saimos da rodovia, seguindo uma estrada de terra à direita e passando por muitos bairros rurais. Atravessamos muitos morros nesse dia e empurramos bastante as bicicletas, mas a paisagem compensava.


Esta estrada acaba em outra que liga Redenção a Natividade e são mais quatro quilômetros até o centro de Natividade. A cidade investiu em um portal que não existia quando fizemos o reconhecimento, que surpreendeu um pouco.


Ficamos hospedados na pousada do Kaé onde jantamos e tomamos café no dia seguinte. No fim da tarde andamos pela cidade e conhecemos o museu da cidade, com muitos relatos fotográficos da mudança da cidade por causa da imundação da cidade velha para contrução da barragem em Paraibuna.



Data: 14/Jul/2008
Dificuldade física: 3 (1-5)
Tempo: Sol
Temperatura: amena, 25oC
Piso: 20% asfalto; 80% terra
Disposição: 4 (1-5)
Horário Inicial: ~10:00
Horário Final: ~16:00
Tempo Pedalado: 4:00:00
Distância: 38,22km
Média Pedalada:
Dist. Parcial Bike: 636,9km
Dist. Total Bike: 4136,9Km
Pontos de Referência:
Quem: Eu, Isidoro, Le, Kolb, Celso, Denis, Tais, Jorge

13.7.08

Bike: Circuito Princesa do Norte

Dia 2: Lagoinha - São Luiz do Paraitinga

Como o segundo trecho era o mais fácil, tivemos a regalia de acordar mais tarde e fazer os preparativos com mais calma. Tomamos café, ajeitamos as bicicletas e saímos para a praça central às 09:40h. Apesar disso tinhamos a preocupação de como seria a demarcação do caminho junto com a pedalada, ou seja, não sabiamos quanto tempo isso levaria. Neste dia o Celso foi nosso apoio.


Dali seguimos pela estrada principal para SLP, com uma descida forte. Deixamos o asfalto na estrada da cachoeira Grande, com mais descidas. Visitamos a cachoeira enquanto o apoio adiantava a marcação das setas pelo caminho.


Depois o caminho segue o rio Paraitinga até o destino, intercalando subidas e descidas sem grandes dificuldades. Além disso é um dos trechos mais bonitos do caminho com muitas cores que não lembram o tempo de seca.


Concluindo, o segundo dia de viagem foi o mais fácil pois era curto (menos de 30 Km) e predominância de descidas e nosso receio de atraso por causa da pintura das setas não se confirmou.


Neste dia ficamos na pousada Caravela, muito boa por sinal e próxima do centro histórico da cidade. Conheci o museu de Oswaldo Cruz, um casarão conservado com muitos pertences dele, acompanhado pelo Kolb. À noite ficamos no centro vendo apresentações de fanfarra debaixo de um frio de matar.

Data: 13/Jul/2008
Dificuldade física: 1 (1-5)
Tempo: Sol
Temperatura: amena, 25oC
Piso: 20% asfalto; 80% terra
Disposição: 4 (1-5)
Horário Inicial: 09:40
Horário Final: 14:00
Tempo Pedalado: 2:27:00
Distância: 27,67km
Média Pedalada:
Dist. Parcial Bike: 698,7km
Dist. Total Bike: 4098,7Km
Pontos de Referência:
Quem: Eu, Isidoro, Le, Kolb, Celso, Denis, Tais, Jorge, Americo, Cleverson, Paulo