Mostrando postagens com marcador Paraibuna - SP. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Paraibuna - SP. Mostrar todas as postagens

3.1.16

05.09.15 - Estrada da Petrobras e Litoral Norte - SP

Neste feriado da Independência e Nossa Sra do Bom Sucesso (municipal) decidimos fazer uma pequena viagem. Tínhamos o desejo de andar pela estrada da Petrobras que liga Salesópolis a Caragua / São Sebastião.




A ideia era viajar de ônibus para São Jose dos Campos e pedalar até Salesópolis. No dia seguinte fazer a estrada da Petrobrás e pousar em Caragua. Depois ir até Ubatuba e finalmente voltar para Pinda pela rodovia Oswaldo Cruz.

Não era um roteiro fácil, mas com os imprevistos, tornou-se uma aventura.

Dia 1: Pinda - Natividade da Serra


O ônibus estava agendado para 8:30h para São Jose. Já na hora de embarcar descobrimos que o bagageiro do veículo era muito pequeno: não cabia ao menos uma bicicleta.

A fase da negação durou alguns minutos e quando chegou a aceitação decidimos realizar o plano B (elaborado na hora). Quilometragem pra cá, atalho pra lá, resolvemos ir de bicicleta até Paraibuna e chegar na estrada da Petrobrás pela rodovia Tamoios.

Começamos o pedal seguindo para Taubaté pela estrada velha. Continuamos paralelos com a rodovia Pres. Dutra até entrar na rodovia Oswaldo Cruz, sentido Ubatuba.

O tempo estava nublado e agradável mas pegamos vento contra no caminho. A gente nem sabia que ia pegar muita chuva nos dias seguintes.


Andamos aproximadamente 20 quilômetros até entrarmos na estrada para Redenção da Serra, SP-121. Este trecho tem uma serra pra subir além de cerca de 20 quilômetros até a cidade. Chegamos em Redenção por volta das 13h e observamos a represa com nível de água muito baixo (da ponte não se vê água da represa).

Almoçamos no restaurante Paraiso, na entrada da cidade e com comida muito boa. Continuamos pelo asfalto sentido Natividade da Serra. Depois da ponte sobre a represa e divisa entre as cidades, deixamos o asfalto para enveredarmos na estrada para Paraibuna.

Neste trecho nunca havíamos andado e logo tivemos um frio na barriga: uma cancela na frente de uma casa com dizeres de proibido pessoas estranhas. Felizmente permitiram nossa passagem.


Por causa da estrada serpenteando a represa e as subidas e descidas constantes, percebemos que íamos chegar a noite. De fato chegamos na balsa para Paraibuna as 19h e tivemos sorte de esperar apenas 5 minutos para a balsa chegar.

Chegamos depois das 20h em Paraibuna e encontramos um quarto triplo no hotel Santinho por R$50/pessoa.


Dia 2: Natividade da Serra - Caraguatatuba (via estrada Petrobras)

Antes de deixar a cidade compramos comida na feira para o caminho. Chegamos na rodovia Tamoios e seguimos sentido Caraguá.


O tempo estava feio, chovendo eventualmente e com muito vento contra. Demoramos um pouco mas chegamos na estrada que vai para Salesópolis depois de andar 20 quilômetros.

Não tinha este trecho como tracklog mas como mapa de fundo, portanto fica uma surpresa saber se o caminho era uma estrada mesmo. Chegamos no bairro do Cedro onde fizemos um lanche e descansamos. Já era quase 12h.

Continuamos por mais dois quilômetros até entrarmos numa estrada de terra que cortava caminho para a estrada da Petrobras. Não tivemos muitas dificuldades de navegação até que a estrada acabava numa casa. Vi que havíamos passado da entrada. O caminho correto ficava escondida e foi bem difícil: uma subida muito íngreme e escorregadia.

Depois de muita subida e um bom tempo chegamos na tal estrada de manutenção da Petrobras. Ela vai seguindo duas linhas de combustível entre São Sebastião e Guararema. Continuamos subindo um bocado até que chegamos. A parte mais alta chega a 1230m de altitude onde intercalam descidas e subidas. São mais descidas, mas não conseguíamos fazer o caminho render.


 A estrada tinha demarcações de quilometragens percebemos que faltavam mais de 30 quilômetros e já era mais de 17h. Já estávamos acostumando com a ideia de andar a noite, quando encontramos algumas casas na beira da estrada. Eram casas de funcionários de uma estação de bombeamento da Petrobras. Conversamos com o pessoal para nos ceder um abrigo para passar a noite e conseguimos.

Todos nós levamos sacos de dormir imaginando a dificuldade de encontrar pousos no litoral. Utilizamos para dormir em um desses abrigos.

Tive uma dificuldade para dormir por causa do chão duro, mas não passei frio. O dia sem banho também não incomodou.


Dia 3: Abrigo Petrobras - Caraguá - Ubatuba

Deixamos o lugar imaginando os longos quilômetros de descida e chegada triunfante em Caraguá, mas a vida é uma caixinha de surpresas.

O dia começou com muitas nuvens de chuva mas não chovia e a estrada estava mais difícil que a gente imaginava: eram inúmeras subidas e descidas. As horas passando e não chegava a descida derradeira.

Finalmente chegamos em um asfalto vicinal da cidade aliviados. Continuamos por uma plantação de cacau até que chegamos na rodovia Rio-Santos. Almoçamos e continuamos pela ciclovia até atravessar a cidade.

Pouco antes de chegar na rodovia novamente, começou a chover mais forte. A rodovia estava cheia de carros, consequência do retorno do feriado e quase todos no sentido Ubatuba  - Caragua.

Os quilômetros passavam e a fila de carros não terminava. Paramos para descansar na divisa das cidades e algumas vezes nos morros já em Ubatuba e nada da fila cessar.

Muitos nos perguntavam se havia acidente e até onde ia a fila de carros. Dizíamos que não havia acidentes e que a fila ia até Caragua, ou seja 20, 30 quilômetros de carro.

Chegamos em Ubatuba pouco  depois das 18h, e conseguimos a pousada Sem Miséria no Itaguá por R$40/pessoa num quarto triplo.

Dia 4: Ubatuba - Pinda

Nossa saída atrasou por causa de uma chuva forte. Por isso tomamos o café bem devagar e esperamos a chuva passar. Começamos o pedal sentido a temida serra de Ubatuba.

As ciclovias da cidade nos levaram até o pé da serra. Inicialmente é tranquilo pois os "cotovelos" ficam do meio para o final da serra. Deu para fazer quase toda subida pedalando, exceto esses cotovelos. A bicicleta quer empinar e o canto é cheio de limbo.

Apesar de não haver congestionamentos na serra, toda hora passavam carros pela gente. Bom que não passam caminhões e passou apenas 1 ônibus.

Comemos no bar que fica no topo da serra, enquanto ventava bastante e fazia frio. De volta no pedal, seguiu-se subidas e descidas sob chuva, até que finalmente chegamos em São Luiz, onde decidimos voltar de ônibus para Taubaté.

Quando chegamos em Taubaté, estava caindo o mundo em forma de água. Pra ajudar a rodoviária estava em reforma e tivemos que tirar as bicicletas na chuva. A Le e a Rosa nos buscaram de carro.










7.6.14

07.06.14 - Sta Branca - Paraibuna - Salesópolis - Sta Branca

Planejei o fim de semana para conhecer novas cidades: Santa Branca, Salesópolis e Guararema. Fui de carro para Santa Branca onde fixei base e andei pela região. Foram 85km de carro pela rodovia Ayrton Senna e fiz em 1h.


Comecei o pedal próximo da matriz seguindo para o sentido de trás da igreja, sentido Paraibuna. O dia começou um pouco frio (uns 18oc) mas suportável sem corta-vento. Inicialmente na estrada de terra passavam muitos carros e motos por causa de um bairro alí, mas logo acalmou.


Pelo caminho vi muitos sítios e plantações de eucalipto. Com cerca de 30 quilômetros cheguei em Paraibuna, agitada por causa da festa do Divino. Comprei uma dúzia de ponkans e segui por outra estrada de terra sentido Salesópolis. O caminho tinha vários morros, a maioria sem dificuldades mas alguns mais difíceis. Neste trecho o calor ficou forte e em todo caminho praticamente não haviam bicas de água.


Passei pelo bairro da Fartura e depois finalmente cheguei no asfalto Salesópolis - rod. Tamoios, bem próximo da entrada da estrada da Petrobras. Segui o asfalto e cheguei em Salesópolis que estava bem tranquila onde fiquei um pouco antes de voltar para Santa Branca. Conversei com algumas pessoas e aparentemente passam muitos ciclistas pela região, mas não encontrei com ninguém pelo caminho.


O caminho daí foi todo em asfalto e para variar, mais difícil que os trechos anteriores: vários morros para atravessar. Cheguei em Santa Branca por volta das 17h e me hospedei no hotel Santa Branca por R$70,00. Achei caro pois o café do dia seguinte era bem fraco. Se ficarem 2 ou mais no mesmo quarto, o valor cai para R$45 por pessoa. Acabei ficando neste por não achar outra opção.

A noite encontrei apenas a praça da matriz para ficar um pouco. Jantei algo e voltei para dormir.


Santa Branca - Paraibuna - Salesópolis - Santa Branca
Data: 6/7/2014 Dificuldade: 4
Distância: 90.5 km Km Forasteiro: 90 km
Odômetro: 34793 km Média: 14.4 km/h
Tempo: 06:16 Horário: 08:20h - 17:09h
Quem: Eu
Itinerário: Santa Branca, Paraibuna, B. Fartura, Salesópolis, Santa Branca
Resumo: Link do percurso

7.10.12

07.10.12 - Paraibuna - Pinda (via Ayrton Senna)

A volta seria pelo caminho mais longo, somando mais de 100 quilômetros. Decidimos então voltar pela Tamoios/Ayrton Senna, fazendo 85 quilômetros pelo asfalto.


O caminho tinha muito sobe-desce, mas esses trechos são mais longos na Tamoios. Por causa do asfalto e do sol, passamos bastante calor. Tive até que pegar água no pedágio. Nesses trechos que rodovia não me traz muita satisfação, apesar da curiosidade de andar na Ayton Senna. Demorou um bocado para chegar na Dutra, parecia que nunca chegava. Até Pinda, continuamos pela Dutra, parando em um ou outro posto de gasolina para refrescar e comer algo. Chegamos no baro do beto no começo da tarde para tomar uma. Deu tempo até de ir votar.

fdgdfParaibuna - Pinda (via Ayrton Senna)g
Data: 7/10/2012 Dificuldade: 4
Distância: 85,52 km Km Forasteiro: 47 km
Odômetro: 24775,11 km Média: 17,6 km/h
Tempo: 04:50:31 Horário: 08:00h - 14:00h
Quem: Eu, Isidoro, Edinho
Itinerário: Paraibuna, Rod. Tomoios, Rod. Ayrton Senna, Rod. Dutra, Pinda
Resumo:

6.10.12

06.10.12 - Pinda - Paraibuna (via Redenção)

Estávamos com vontade de fazer um pedal mais puxado, então mandei as possibilidade para o pessoal e o escolhido foi um pedal de 2 dias para Paraibuna, saindo de Pinda. De última hora escolhemos o caminho mais curto para o destino.


Saímos Isidoro e eu do Crispim e nos encontramos com o Edinho na rotatória do Socorro. Seguimos para Taubaté pela estrada velha, depois numa paralela à Dutra até a entrada para a Oswaldo Cruz. Um pouco depois já saímos da rodovia seguindo a estrada da Baraceia, passando pela APAE. Foram alguns quilômetros planos até chegar na primeira serrinha. Esse caminho vá fiz várias vezes, tanto pela famosa trilha do Barreiro-Baraceia ou indo para Redenção da Serra. Foi uma subida forte mas não muito longa, com uma bela paisagem. Chegamos no bairro Samambaia onde encontramos placas da Rota Franciscana. Seguimos elas sentido Redenção.



No bairro Santa Cruz, na igreja, viramos à direita numa descida forte, mas logo depois começo a travessia de outra serrinha. A subida foi bem íngreme, mas sabíamos que a descida seria bem mais suave e longa, cerca de 15 quilômetros. Realmente tivemos algumas descidas, porém com algumas subidas escondidas. Diria até que o caminho ficou plano porque passamos por muita lama, daquelas que grudam no pneu e nos segurou um bocado. Gastamos algum tempo ali, mas sem maiores dificuldades.

Chegamos no asfalto no bairro Itapeva, e me lembrei do circuito que fizemos. Lembrei imediatamente de uma subida braba que separava o bairro da cidade. E ela estava ali, espreitando os ciclistas desavisados. Chegamos na cidade 1h antes de anoitecer e ficamos na pousada que fica bem na beira da rodovia. Arrependemos um pouco depois por causa do barulho de transito à noite. O Edinho queria jantar no restaurante da Comadre. Fizemos seu desejo, e pegamos mais 10km de estrada. Lá tiramos a barriga da miséria. Só foi difícil convencer minhas pernas de fazer o caminho de volta no escuro e de barriga cheia.
Pinda - Paraibuna
Data: 6/10/2012 Dificuldade: 4
Distância: 99,73 km Km Forasteiro: 18 km
Odômetro: 24752,31 km Média: 12,9 km/h
Tempo: 07:42:24 Horário: 07:30h - 17:00h
Quem: Eu, Isidoro, Edinho
Itinerário: Pinda, Taubate, Estr. Baraceia, B. Bragança, B. Itapeva, Paraibuna
Resumo:

22.5.11

22.05.11 - Paraibuna - Pinda (via Jambeiro)

A volta era toda por asfalto. Comecei pela Tamoios sentido São José, mas 10 quilômetros depois peguei a estrada para Jambeiro. Todo esse caminho era de sobe e desce fazendo a média de velocidade baixa.


Em Jambeiro encontrei muita gente de bicicleta, gente de speed mas a maioria com mountain. Saí da cidade antes que eles, mas no começo da serra para Caçapava três deles me alcançaram. Conversei com eles e soube que eram de São José. Depois eles ficaram descansando e eu continuei.


A serrinha não foi fácil, mas a descida valeu pois ela acabou próximo da Carvalho Pinto. Depois segui até a Dutra e voltei para Pinda por ela mesma. Assim o caminho ficou plano, mas a quantidade de carros e caminhões tiram a tranquilidade de se andar.


Data: 22/Mai/2011
Sensação de esforço: 4 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: amena
Piso: 100% asfalto;
Disposição: boa
Horário Inicial: 07:30h
Horário Final: 14:40h
Tempo Pedalado: 05:24:33h
Distância: 84,33km
Média Pedalada: 15,5 km/h
Dist. Parcial Bike: 4032,7 km
Dist. Total Bike: 17864,94 km
Itinerário: Paraibuna, Rod. Tamoios, SP-103, Jambeiro, SP-103, Caçapava, Rod. Dutra, Taubaté, Rod. Dutra - Pinda
Quem: Eu
Km Forasteiro: 52 km
Fotos

21.5.11

21.05.11 - Paraibuna - Pinda (via Jambeiro)

Saí de Pinda cedo, sabendo que seria um pedal mais difícil. Fui para Taubaté pela estrada velha, passando pelos presídios de Tremembé. Depois de atravessar a cidade segui para o bairro do Belém
(caminho de Ubatuba). Saí da Oswaldo Cruz para pegar a estrada da Baracéia.



O caminho seguiu asfaltado por vários quilômetros, passando pela estrada do bairro do Barreiro. Quando o asfalto acabou, começou uma subida forte e no topo eu tinha uma vista bem legal. Nesse trecho passei por dois ciclistas fazendo o caminho contrário.



Na descida, à caminho do bairro Samambaia, o Aria, ciclista taubateano passou por mim. Conversamos um bocado e ele seguiu, mas não demorou para vê-lo voltando de seu treino.


Continuei e logo alcancei o bairro Samambaia, reconhecido pela igrejinha e algumas casas. Alí tem uma bifurcação. Pela esquerda já era conhecida por mim, saindo tanto em Redenção quanto na Oswaldo Cruz. Segui pela direita, chegando no bairro Sta Cruz, já conhecido quando fizemos o caminho Princesa do Norte sentido Caçapava.

Logo cheguei em Redenção onde almocei. Depois segui para Paraibuna, margeando a represa que estava bem alta e foi assim até o bairro da Lagoa. No bairro do Itapeva parei num bar para descansar e já não via mais a represa, pois estava descendo para um nível abaixo dela. Passei depois pela barragem da represa e pelo rio Paraíba, já anunciando a cidade de Paraibuna.

Data: 21/Mai/2011
Sensação de esforço: 4 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: amena
Piso: 45% asfalto; 55% terra
Disposição: boa
Horário Inicial: 07:30h
Horário Final: 17:15h
Tempo Pedalado: 07:43:53h
Distância: 92,2km
Média Pedalada: 13,6 km/h
Dist. Parcial Bike: 3948,4 km
Dist. Total Bike: 17780,61 km
Itinerário: Pinda, Estr. Velha Rio-SP, Taubaté, Estr. Baraceia, B. Samambaia, B. Sta Cruz, Redenção da Serra, B. Lagoa, B. Itapeva, Paraibuna
Quem: Eu
Km Forasteiro: 35 km
Fotos

27.2.11

Bike: Natividade da Serra - Paraibuna

No segundo dia passamos na feira para comprar maçãs e água e seguimos para a balsa. O caminho seguia o rio Paraiba numa tendência de subida. Aí que se tem a noção de como a represa está num nível mais alto que a cidade.

Não demorou para chegarmos na represa, onde se espera a balsa. Havia um bar e uma criançada nadando. Não teve jeito, pulamos na água que estava bem morna. Bom que o fundo era de areia e deixava a água bem transparente.

Depois de atravessarmos a represa subimos um morro dos brabos. E o que veio adiante foi uma sucessão de morros, deixando o caminho bem pouco plano. A represa não ficava tão perto da estrada como no dia anterior, mas a vista sempre era bonita. Passamos pelo bairro Ribeirão Branco, onde pedimos água e o pessoal alí me convidou para conhecer a criação de porcos. Havia alguns de 200kg, enormes, e muitos filhotes, sempre curiosos.


Depois se alguns quilômetros adiante, passamos pelo bairro Morro da Pedra, já em Natividade. Logo depois do bairro pegamos outra subida das brabas, que seguia para uma pedra gigantes que ficava exposta e que dava nome ao bairro. Lá em cima o descanso foi necessário.


Geramos uma expectativa de chegar em Natividade para o almoço, mas pela maior dificuldade e o Kaka já cansado recalculamos para umas 15h e por isso queríamos ir mais rápido. Lógico que isso não dá certo. Numa subida o pneu da bicicleta dele rasgou e a câmera estourou. Adaptamos um manchão que garantiu mais alguns quilômetros de pedal, mas não demorou para o pneu furar novamente. Decidimos então seguir e buscá-lo de carro mais tarde.

O caminho desemboca no asfalto entre Redenção e Natividade, bem mais perto de Natividade. Já na cidade o Edinho foi buscar o irmão e depois, todos juntos nos deleitamos com gordas porções de Tucunaré frito.

Data: 27/Fev/2011
Sensação de esforço: 4 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: quente
Piso: 80% terra, 20% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 08:30h
Horário Final: 17:30h
Tempo Pedalado: 04:08:34h
Distância: 47,28km
Média Pedalada: 11,4 km/h
Dist. Parcial Bike: 2524,9 km
Dist. Total Bike: 16357,35 km
Itinerário: Paraibuna- Balsa - Rib. Branco, B. Morro da Pedra, Natividade
Quem: Eu, Isidoro, Edinho, Kaka
Km Forasteiro: 44 km
Fotos: clique aqui

26.2.11

Bike: Natividade da Serra - Paraibuna

Depois de muito tempo conseguimos um final de semana para andar aqui em Pinda. O Isidoro queria apresentar a região da represa de Paraibuna aos irmãos cambuienses. Aliás, metade do roteiro também não têm as marcas do pneu da minha bicicleta.


O velhinho não pode nos acompanhar por problemas digestivos. Saímos cedo de Pinda no batbike do Isidoro sentido Natividade. Deixamos o carro no Kaé e depois de um pastel de queijo e uma tônica KS seguimos para a balsa.


O caminho é muito bonito pois contorna os morros que cercam a represa. Até chegarmos na próxima balsa não há nenhum bairro e até os sítios são mais raros. Só víamos algumas casinhas flutuantes. Chegamos no ponta da balsa 16:30h e esperamos até as 17h para atravessarmos.


Já em Paraibuna resolvemos pegar a rodovia Tamoios perto de um barzinho. Esse trecho eu não conhecia também e chegamos no asfalto na fazenda da Comadre. Não tivemos problemas para chegar na cidade e acerta a diária do hotel Santinho.


Data: 26/Fev/2011
Sensação de esforço: 3 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: quente
Piso: 80% terra, 20% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 10:00h
Horário Final: 18:00h
Tempo Pedalado: 03:48:11h
Distância: 46,58km
Média Pedalada: 12,2 km/h
Dist. Parcial Bike: 2477,7 km
Dist. Total Bike: 16310,07 km
Itinerário: Natividade - Balsa 1 - Balsa 2 - Paraibuna
Quem: Eu, Isidoro, Edinho, Kaka
Km Forasteiro: 8,5 km
Fotos: clique aqui

16.7.08

Bike: Circuito Princesa do Norte

Dia 5: Paraibuna - Redenção da Serra

Este dia fui o apoio e, de certa forma foi bom pois não estava bem. Fizemos muitas voltas na cidade para chegar na estrada que me garantiu prática para pintar setas pelo caminho.


Seguimos certa de oito quilômetros por asfalto, passando pela barragem da represa de Paraibuna, e muitas propriedades rurais. O secretário de esportes nos acompanhou por algum trecho e nos presentou com uma caixa de bananinhas Paraibuna.


Durante a tarde o sol castigou o pessoal e a ausência de sombra foi sentida. Este trecho também margeamos a represa, mas não era tão bonito como em Natividade.

Chegamos cedo na cidade pois a distância total do dia era curta. Passamos pela cidade velha, com algumas casas e a imponente igreja. Depois seguimos por asfalto até a cidade nova e na pousada Paraiso, nosso destino.

A cidade nova fica num morro e para onde iamos tinha subida. A igreja no centro é de um estilo mais novo, com paredes anguladas e na entrada da cidade uma estátua representando a abolição dos escravos, sendo o primeiro municipio paulista a decretá-la.

Data: 16/Jul/2008
Dificuldade física: ? (1-5)
Tempo: Sol
Temperatura: amena, 25oC
Piso: 20% asfalto; 80% terra
Disposição: 2 (1-5) mal-estar
Horário Inicial: 09:00
Horário Final: 13:30
Tempo Pedalado: ?
Distância: ?
Média Pedalada:
Dist. Parcial Bike: 784,6km
Dist. Total Bike: 4184,6Km
Pontos de Referência:
Quem: Eu, Isidoro, Le, Celso, Denis, Tais, Jorge

15.7.08

Bike: Circuito Princesa do Norte

Dia 4: Natividade da Serra - Paraibuna

Pela manhã a cidade estava sob uma neblina forte e viamos algumas pessoas indo trabalhar, entrando em ônibus, tocando a vida. De certa forma eramos privilegiados em praticar um hobby em plena semana.


Ajeitamos as bicicletas e seguimos em direção da balsa, dois quilômetros pra frente. Esperamos pouco e logo estavamos na outra margem. A partir desse ponto a represa nos acompanharia por quase todo dia. O Isidoro, apoio do dia, teve pouco trabalho pois haviam poucas bifurcações.


O caminho era bastante sinuoso por contornar a represa e não raro viamos casinhas flutuantes, de pescadores. Seguimos nesta paisagem até a próxima balsa, que também esperamos pouco.


Na outra margem, já em Paraibuna, a estrada se distanciava da represa e logo depois a inicio do rio Paraiba passou a nos acompanhar. Paramos num bar para tomar uma e seguimos em direção do centro da cidade, seguindo por um trecho da rodovia dos Tamoios. Chegamos 15h no hotel Santinho, no centro.


Como nunca estive em Paraibuna, andei com o Kolb/Jorge pela cidade, passando pelo mercado, matriz, fonte, etc.

Data: 15/Jul/2008
Dificuldade física: 3 (1-5)
Tempo: Sol
Temperatura: amena, 25oC
Piso: 20% asfalto; 80% terra
Disposição: 4 (1-5)
Horário Inicial: 08:30
Horário Final: 15:00
Tempo Pedalado: 3:49:00
Distância: 47,74km
Média Pedalada:
Dist. Parcial Bike: 784,6km
Dist. Total Bike: 4184,6Km
Pontos de Referência:
Quem: Eu, Isidoro, Le, Kolb, Celso, Denis, Tais, Jorge