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13.9.14

15.09.14 - Olimpio Noronha - Carmo de Minas - Dom Viçoso - Cristina - Olimpio

Metade de setembro de ano sem chuvas, aprontei minhas coisas e voltei para Olimpio para buscar meu celular que esqueci. Aproveitei para fazer um pedal mais puxado e conhecer Dom Viçoso.


Comecei pedalando pela trilha da antiga linha de trem, evitando os morros para deixar a cidade. No asfalto segui sentido Carmo de Minas pela BR-460. No início o dia estava bem frio, mas sabia que a tarde o calor ia aparecer.


Fui tranquilo, a estrada tinha pouco trafego e logo fiz os 25 quilômetros chegando em Carmo de Minas. Passei direto sentido São Lourenço e uns 3 quilômetros depois segui as placas indicando Dom Viçoso. No caminho passei pelos bairros dos Campos e Serrinha. Cheguei em Dom Viçoso 10h

A cidade é bem pequena e tranquila. Gostei da praça do centrinho, com pergolados, bancos de madeira e jardim bonito. Por causa do calor, não encontrei muita gente. Descansei um pouco e segui pela estrada de terra que leva para Cristina pois sabia que o morro a atravessar não seria fácil.

Peguei uma subida constante de alguns quilômetros e gastei mais de duas horas para chegar no topo, minha sorte veio da sombra do caminho, neste tracho tive que economizar água.. Por causa da seca a vista ficava acinzentada.

Depois de virar o morro e descer tudo o que subi, cheguei em Cristina. Reabastecido continuei pelo asfalto sentido Pedralva e logo desviei para a estrada de Vargem Alegre e depois Olimpio. Terminei o caminho pouco depois das 15h.



Olimpio - Dom Viçoso - Cristina
Data: 9/13/2014 Dificuldade: 4
Distância: 93.51 km Km Forasteiro: 37 km
Odômetro: 37300 km Média: 17.03 km/h
Tempo: 05:29 Horário: 06:38h - 15:41h
Quem: Eu
Itinerário: Olimpio, BR-460, Carmo de Minas, Dom Viçoso (asfalto), Cristina, Vargem Alegre, Olimpio
Link tracklog:

31.8.14

31.08.14 - Olimpio - São Lourenço

Quando andei na maria fumaça entre São Lourenço e Soledade de Minas há uns 6 anos atrás, fiquei tentado a fazer esse trecho de bicicleta pela trilha que segue a linha. Este foi o dia de fazê-lo.


Comecei o pedal pelo trecho da estrada entre Carmo de Minas e Lambari. Uns 10 quilômetros depois entrei numa estrada a esquerda que leva ao bairro dos Freitas. Este trecho é bem plano por causa da antiga linha do trem.


No Freitas atravessei a ponte quebrada e continuei pela direita sentido Soledade. Sinal de vida apenas na ponte onde um senhor ficava silenciosamente pescando. Desse trecho em diante o caminho já não ficou mais plano. Saí perto de Soledade, o trem estava deixando a cidade.


Segui o trem por uma trilha ao lado, assim aproveitei o caminho plano para chegar em São Lourenço. Neste trecho encontrei dois ciclistas e logo cheguem na cidade,que estava fervendo de gente, charretes levando turistas e transito convencional.

Já no trecho para Carmo, comecei a sentir o calor e um pouco do cansaço. Dai para frente fiz por asfalto e a serrinha do trecho para Lambari judiou. Terminei o caminho administrando o cansaço, assim resolvi fazer um descanso no dia seguinte.


Olimpio Noronha - Soledade de Minas - São Lourenço - Carmo de Minas - Olimpio
Data: 31/8/2014 Dificuldade: 5
Distância: 88,7 km Km Forasteiro: 34 km
Odômetro: 37100 km Média: 16 km/h
Tempo: 05:33 Horário: 06:53h - 15:08h
Quem: Eu
Itinerário: Olimpio, BR-460, Antiga linha de trem, B. Freitas, Soledade de Minas, linha do trem, São Lourenço, Carmo, BR-460, Olimpio
Link tracklog:

5.7.14

05.07.14 - São Jose dos Campos - Pinda

Tinha planejado um roteiro de dois dias começando em Igaratá e chegando em Monteiro Lobato e depois voltando pra Pinda por Santo Antonio do Pinhal. Porém na rodoviária onde viajaria para Igaratá descobri que o ônibus estava lotado. Decidi ir para São Jose e voltar pela estrada da Vargem Grande.


Tive certa dificuldade para andar na região central da cidade pois as ruas não tem espaço para bicicletas. Tive que pedalar rápido para sair logo dali. Depois de passar o parque da cidade, o transito ficou mais calmo e fui tranquilo.

A metade do caminho para Caçapava era de asfalto bem plano e com muitas curvas e foi muito bom de pedalar. Cheguei em Caçapava pela estrada de terra perto de onde começa a estrada para Monteiro Lobato.

Passei por um bairro de Caçapava e continuei na estrada que leva para Taubaté/Pedra Branca. Já fiz esse trecho até o trevo para Pedra Branca. Esta estrada também chega no Pinheirinho em Taubate. Pelo caminho encontrei vários grupos de ciclistas. O dia estava com sol mas ameno e por estar bastante seco, os carros que passavam levantavam muita poeira.

Finalmente saí na estrada para Campos (SP-123) perto da ponte sobre o rio Paraiba. Segui para a esquerda indo para Tremembe. Terminei o caminho pela tradicional estrada passando pelo bairro do Araretama.


São Jose dos Campos - Pinda (via Maracaibo, Pinheirinho, Tremembe)
Data: 7/5/2014 Dificuldade: 4
Distância: 81 km Km Forasteiro: 40 km
Odômetro: 35626 km Média: 18,5 km/h
Tempo: 04:22 Horário: 09:16h - 14:35h
Quem: Eu
Itinerário: São Jose, Pq da Cidade, Clube Luso, B. Maracaibo, Estr Pedra Branca, B. Pinheirinho, SP-123, Tremembe, Pinda
Link tracklog: Link do trajeto

31.5.14

31.05.14 - Igaratá - Piracaia - Igaratá

Resolvi andar pela região de Igaratá neste fim de semana. Cheguei na cidade de carro e comecei o pedal por uma estrada de terra. O dia começava muito frio, acho que uns 15oC.


Em alguns trechos havia muitas pedras grandes encravadas nos morros e o cenário ora composto por pasto, plantação de eucaliptos e floresta nativa. Frequentemente passava alguém em um veículo ou eu via pessoas nos sítios pelo caminho: não tive a sensação de isolamento.


Passei direto pelo bairro do Bom Sucesso. Já no bairro do Peão resolvi tirar a blusa pois suava bastante, mas andando um pouco mudei de ideia. Só deixei de usá-las próximo das 12h. Neste bairro cumprimentei 3 ciclistas no bar.


Depois desse bairro o caminho ficou mais difícil, as subidas eram mais longas e íngremes. Em um momento cheguei no asfalto que liga Piracaia ao bairro do Peão. Segui agora por ele até a cidade, contornando a represa de Piracaia. Na cidade encontrei e almocei num restaurante muito bom que cobrava apenas R$12,00/pessoa.


A volta foi por este mesmo asfalto, que me levou até a represa de Atibainha, próximo do túnel que liga as duas últimas represas que mencionei. Neste ponto deixei o asfalto e segui contornando a represa. Alguns quilômetros depois passei por um trecho já feito no passado, quando fizemos a volta da represa. Cheguei depois na Rod. Dom Pedro I e segui sentido Jacareí até finalmente voltar para Igaratá.

Infelizmente a pousada Chicon não tinha vagas e não havia outra na cidade, resolvi voltar para casa e finalizar por aqui a aventura.


Igaratá - Piracaia - Igaratá
Data: 5/31/2014 Dificuldade: 4
Distância: 93.62 km Km Forasteiro: 85 km
Odômetro: 30511.41 km Média: 16 km/h
Tempo: 05:40:00 Horário: 08:13h - 16:20h
Quem: Eu
Itinerário: Igaratá, B. Bom Sucesso, B. Peão, Piracaia, Represa Atibiainha, Rod. D. Pedro, Igaratá
Resumo:

12.10.13

12.10.13 - Campos - Gomeral

Fizemos desta vez um pedal-desafio pela serra. O que normalmente era feito em 2 dias, resolvemos fazer em 1 dia: a volta Gomeral - Campos. Usei o Gps do celular para registrar o trajeto e coloquei pneus slick.


Subimos a serra de Campos gastando 4 a 5 horas, atravessamos a cidade bem rápido para chegar na estrada para o horto da cidade. Esse trecho é bem tranquilo porque é plano e com algumas descidas.


Então deixamos o asfalto pegando a estrada de São Jose dos Alpes, começando a volta. Este trecho tem certa dificuldade pois subimos de 1.500m para 1.970m de altitude em estrada de terra. A parte boa é este lugar nunca tem calor. Subimos pedalando sem pressa até o topo.

Daí chegou a descida e como estava com pneu liso, fui bem mais devagar que o normal. Gastamos 1h para descer a serra, chegando nas Pedrinhas.

A partir das pedrinhas, finalizamos os 32 quilômetros para Pinda sem dificuldades, totalizando 117km, já no fim da tarde.


Campos - Gomeral
Data: 12/10/2013 Dificuldade: 5
Distância: 117 km Km Forasteiro: 0 km
Odômetro: 28995,57 km Média: 13,6 km/h
Tempo: 08:35:00 Horário: 07:35h - 18:24h
Quem: Eu, Isidoro
Itinerário:
Resumo:

24.8.13

24.08.13 - Olimpio - Conc. Rio Verde (via B. Freitas)

Depois de dois meses, fiz um novo pedal por Olimpio Noronha. Planejei um pedal mais longo e resolvi estrear meu pneu liso de 1,5" e 50lb de pressão, portanto a maior parte do caminho foi por asfalto. Pela manhã o dia estava bem frio, mas como sabia logo estaria quente, fui sem blusa.


Comecei pelo asfalto que vai para Carmo de Minas, que estava praticamente sem trafego. Aí já notei um ganho de desempenho com relação ao pneu com cravos. Além disso notei que ele faz menos ruído.


Depois de 17 quilômetros, saí da principal e segui a placa indicando para o bairro dos Freitas. Queria saber como seria o pneu liso em estrada de terra. A estrada era bem mantida, sem pedras ou areia solta e com poucos morros. Percebi novamente que o rendimento era melhor mas eu tinha que mais atento desviando de alguns buracos e pedras pelo caminho.


Depois de mais quase 10 quilômetros cheguei no Freitas, famoso pela ponte caída, mas que ainda é possível passar a pé. Como há casas dos dois lados do rio Verde, adaptaram uma escada na rampa inclinada que a ponte formou. No meio a ponte fica a um metro do rio.


Descansei na antiga estação do bairro e segui pela esquerda. Depois o caminho ficou plano, passando por um vale até o asfalto da BR267 Esta BR tem a fama de muito trafego, principalmente de caminhões., além de não ter acostamento. Pelo que notei não chega a ter o transito da Rod. Dutra, mas tem que andar bem atento. Ficava olhando para trás e quando via um caminhão, já pulava para o acostamento de terra.


Foi assim até o trevo para Lambari/ Campanha. Segui para a primeira opção e o transito acalmou. Peguei várias retas e sol quente na cabeça até Lambari. Descansei na praça, peguei a água da fonte e segui. Já sentia um tanto cansado quando cheguei em Jesuânia e um pouco mais cansado em Olimpio, depois de quase 100 quilômetros.


O pneu liso vale muito em trechos longos com mais asfalto, possibilitando caminhos mais longos que o convencional.


Olimpio - Conc. Rio Verde (via B. Freitas)
Data: Dificuldade: 4
Distância: 96.07 km Km Forasteiro: 54 km
Odômetro: 28282.81 km Média: 18.2 km/h
Tempo: 05:16:41 Horário: 07:15h - 15:00h
Quem: Eu
Itinerário: Olimpio - BR-460 - B. Freitas - BR-267 - MG-460 - Lambari - BR-460 - Jesuania - Olimpio
Resumo:

29.6.13

29.06.13 - Olimpio Noronha - Heliodora - Jesuania

Visualizar mapa

O roteiro desta vez foi no sul de minas, saindo de Olimpio Noronha para chegar em Heliodora por uma rota alternativa. Comecei indo sentido bairro do Bananal num trecho bem tranquilo em estrada de terra.


No bairro do bananal, deixei a principal e segui por uma bifurcação à esquerda. Em algum momento sai do roteiro do GPS, mas como estava cercado de estradas, não me preocupei. Um pouco depois passei numa casa e perguntei se a estrada tinha saída. O dono disse que eu teria saida passando pelo meio da plantação de café, mas que tinha que passar por morro medonho. 


De fato o morro que atravessei fazia jus ao nome. Pra empurrar a bicicleta não foi fácil, mas depois de um tempo venci o morro saindo em outra estrada. 


Mesmo eu estando na parta alta da região, o caminho ainda estava difícil por causa das várias subidas e descidas mas fortes. O alívio veio com a descida da serra, chegando no bairro Cachoeirinha. Como já estava cansado resolvi fazer a volta antes de chegar na cidade de Heliodora. 


O caminho de volta também não foi fácil pois tive que subir a serra novamente. A estrada de terra terminou entre Lambari e Jesuania. Cheguei em Jesuania anoitecendo e cheguei 40min depois em Olimpio já escuro



Olimpio - Heliodora - Jesuania
Data: 6/29/2013 Dificuldade: 4
Distância: 62.7 km Km Forasteiro: 38 km
Odômetro: 36067.41 km Média: 11 km/h
Tempo: 05:41:32 Horário: 08:00h - 18:30h
Quem: Eu
Itinerário: Olimpio, B. Bananal, B. Cachoeirinha, B. Capelinha, Jesuania, Olimpio
Resumo:

30.3.13

30.03.13 - Olimpio Noronha - Carmo de Minas (via Pinhal, Agua Limpa)

Precisava andar no sul de Minas. A última vez que andei por lá foi em Novembro. Fui na sexta para andar no fim de semana. Infelizmente a Lucia ainda estava com o punho machucado e não nos acompanhou. Foi o Fabio, namorado da Meire quem me acompanhou.



Saímos cedo pela estrada de terra para Vargem Alegre. Alí o caminho foi bem tranquilo, acompanhando o vale do rio Lambari. Entramos na bifurcação para o bairro Pinhal, observando pasto de gado e plantação de café nos morros. Chegamos numa bifurcação onde seguimos pela esquerda. A partir daí pegamos uma subida longa por entre pés de café.


Praticamente no topo do morro a estrada que o gps nos indicava acabou. Como haviam muitas bifurcações por ali, resolvemos voltar e pegar outra estrava mapeada. O caminho desse ponto foi de descida, passando pelo bairro Água Limpa. A estrada terminou próximo de Carmo de Minas.


A subida da serrinha de Carmo foi puxada e o Fabio já sentia o joelho. O restante do caminho foi atravessando os morros da estrada.

Olimpio Noronha - Carmo de Minas (via Pinhal, Agua Limpa)
Data: 3/30/2013 Dificuldade: 4
Distância: 61.46 km Km Forasteiro: 22 km
Odômetro: 28594.41 km Média: 11.3 km/h
Tempo: 05:24:22 Horário: 07:30h - 14:30h
Quem: Eu, Fabio (Meire)
Itinerário: Olimpio, Estr Cristina, B. Pinhal, B Agua Limpa, Estr Carmo-Lambari, Olimpio
Resumo:




11.8.12

11.08.12 - Olimpio - Natercia - Heliodora

Fui para Olimpio na casa da minha tia. Infelizmente por causa de uma suposta tendinite, ela não pode andar.
Combinamos que eu faria um caminho mais longo e o dia seguinte faríamos uma caminhada.


O plano então foi ir para Natercia, depois para Heliodora e voltar por asfalto via Lambari. Sabia que o caminho era longo mas não tinha uma noção da quilometragem. Também não estava muito preocupado, mesmo que chegasse tarde.


Saí cedo. Orelhas e dedos não se cansavam de me avisar que o dia estava muito frio. Quando eles doem é porque está abaixo de 10oC. Saí da cidade por estrada de terra, sentido bairro do bananal, Jesuânia. O caminho era bastante plano e eu ia curtindo a solidão.

O bairro é a base de uma subida longa que leva à cidade de Conceição das Pedra. Pelo caminho passei pelo bairro do "Pinhá" onde fiquei um bom tempo conversando com um tiozinho que contou muitas de suas peripécias do passado.


Depois cheguei no bairro do Turvo, também em Conceição das Pedras e como não achei um bar, continuei. Um pouco depois desci uma serrinha, chegando na altitude das cidades e passei a acompanhar um rio que inclusive passa dentro de Natércia. A cidade estava bem tranquila. Eram 12h.


Resolvi ir para Heliodora, mas meu GPS estava sem o começo do caminho para sair da cidade. Tomei o caminho errado para sair cidade duas vezes, gastando algum tempo. Existem 2 caminhos para Heliodora, uma pelo asfalto dando a volta na montanha e outro por sobre a montanha. Escolhi a segunda opção.


Já no começo da trilha, fui ludibriado por uma placa "propriedade particular" que me fez pegar a estrada errada. Na volta fui por outra estrada errada. Só depois vi que a estrada seguia bem ao lado da propriedade.

A subida era bem íngreme e o sol estava bem alto. Demorou um pouco mas virei o morro chegando em Heliodora. Aqui o cenário era outro: praça, padaria, ruas cheia de gente. Tomei um café na padaria e segui por outro atalho para desviar do asfalto. Mas não disseram que todo mundo da cidade passa com carro, caminhonete e caminhão por ali também. A poeira judiou.

Cheguei no asfalto e segui para Lambari. Apesar de não haver acostamento, o movimento era pequeno. O caminho também era razoavelmente plano. Pelo caminho haviam muitos bairros na beira da estrada. Cheguei em Lambari umas 16h.

Na cidade eu peguei água do parque e tive que descansar. Faltavam 20 quilômetros, que não foram fáceis. Em Jesuânia parei para descansar novamente e finalmente cheguei em Olímpio já anoitecendo. Caminho cansativo mas sempre bom.



Olimpio, Natercia, Heliodora, Lambari, Olimpio
Data: 11/8/2012 Dificuldade: 5
Distância: 102,07 km Km Forasteiro: 62 km
Odômetro: 23799,51 km Média: 14 km/h
Tempo: 07:14:40 Horário: 07:30h - 18:15h
Quem: Eu
Itinerário: Olimpio Noronha, B. Bananal, B. Pinhal, B. Turvo, Natercia, Heliodora, MG-456, Lambari, BR-460, Heliodora, Olimpio
Resumo:

22.7.12

22.07.12 - Pinda - Rib. Grande

De um tempo para cá o número de ciclistas, diga-se ciclistas-que-não-usam-bicicleta-para-trabalhar têm aumentado muito. Há 2 anos, eu fazia os caminho aqui de Pinda e não encontrava ninguém com este estereótipo. Conto a história nos próximos parágrafos.

Nossa trilha de 2 dias para Monteiro Lobato falhou visto a indisponibilidade de pousadas com preços acessíveis (até R$50/cabeça). Andamos pelos lados do Ribeirão Grande. Na ida passamos por 2 ciclistas. Na estrada de terra que liga o Graminha com o Ribeirão, cruzamos com mais dois e no bar do Edmundo com mais uma galera de Guaratinguetá. Alí conversamos sobre trilhas da região. Na volta passamos por mais dois. 

Enfim, sempre vi muitos pela parte urbana da cidade e agora, felizmente, vejo nas estradas por aí.


Pinda - Ribeirão Grande
Data: 22/7/2012 Dificuldade: 3
Distância: 49,35 km Km Forasteiro: 0 km
Odômetro: 23448,31 km Média: 15,1 km/h
Tempo: 03:14:40 Horário: 08:30h - 13:15h
Quem: Eu, Isidoro
Itinerário: Pinda - Graminha - Rib. Gde - Pinda
Resumo:

9.7.12

09.07.12 - Olimpio Noronha - Pedra Branca - volta

Decidimos ir na base da pedra branca pelo bairro Vargem Alegre e voltar pelo bairro do Bananal. O começo do caminho estava muito frio, fazia entre 5 e 10oC. Até Vargem o caminho é bem tranquilo, quase plano.

Lá tomamos café e começamos a subida, que foi contínua até chegarmos a quase 1600m de altitude. No topo conversamos com um senhor sobre as possibilidades para subir na pedra. Segundo ele são 2km até a base mais um subindo a pedra.


Ali pegamos à direita, subindo mais um pouco. No topo paramos para o lanche: batata doce e banana passa. Fizemos uma descida e chegamos num bairro que não tenho o nome. Subimos um pouco e descemos a serra, que era bem mais suave que a subida.


No final chegamos no bairro no Bananal, em Jesuânia. Até Olimpio foram poucos quilômetros quase planos. 


Olimpio Noronha - Pedra Branca - volta
Data: 9/7/2012 Dificuldade: 4
Distância: 42,6 km Km Forasteiro: 19 km
Odômetro: 23358,91 km Média: 9,2 km/h
Tempo: 04:34:22 Horário: 07:30h - 14:15h
Quem: Eu, Lucia
Itinerário: Olimpio, Vargem Alegre, Sertãozinho, Córrego Frio, Bananal, Olimpio
Resumo:

3.7.11

03.07.11 - Pinda - Campos do Jordão - volta

Subimos a serra de campos a procura do ciclo computador que o Isidoro perdeu na última vez que desceu a serra. Já subi e desci várias vezes a serra, mas sempre vale como treino, além de ter a vista muito legal. Como não achamos o cateye dele, voltamos para casa.
Pinda - Campos
Data: 3/7/2011 Dificuldade: 4
Distância: 78,95 km Km Forasteiro: 0 km
Odômetro: 18723,68 km Média: 14,9 km/h
Tempo: 05:25:32 Horário: 08:15h - 15:00h
Quem: Eu, Isidoro
Itinerário: Pinda, Estr. Pinda-Campos, SP-123, Campos, volta
Resumo: Andança e procura do ciclocomputador desgarrado do Isidoro na serra de Campos

7.5.11

07.05.11 - Pinda - Lagoinha - Guará

Este fim de semana estava planejado uma visita à Cunha. Havia ido semana passada visando a travessia para Paraty, dada como subterfúgio à trilha do ouro oficial que cobrava imposto.

Saí de Pinda pela estrada para Lagoinha, passando pelo Macuco, Ribeirão e Mandutinho. O morro do Mandutinho foi particularmente cansativo. Não fiquei muito em Lagoinha e segui para Cunha pelo asfalto imaginando que seria igual a ida para São Luiz, mas errei feio. A estrada era de subidas e descidas constantes que ajuda a cansar bastante.

Porém isso não foi nada perto das preocupações causadas por um problema na minha roda dianteira. Num dado momento ouvi um barulho e quando parei ví que a lateral da roda estava se soltando. Desmontei o freio e continuei andando, mas a lateral da roda continuava "rasgando". Nesse momento decidi voltar para casa.

Com a mudança de planos fiz algo não muito sensato: descer a serra de Cunha, indo para Guará e depois pegaria um ônibus para Pinda. A preocupação com a meu uma possível queda nos 5 quilômetros de descida me cansava ainda mais.

Quando comecei a descer, já estava bem cansado. A descida foi tranquila, felizmente e mais uns quilômetros depois cheguei na rodoviária. Sorte a minha foi embarcar no próximo meia hora depois, com tempo para comer alguma coisa por lá.

Data: 08/Mai/2011
Sensação de esforço: 5 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: amena
Piso: 70% asfalto; 30% terra
Disposição: boa
Horário Inicial: 07:10h
Horário Final: 17:00h
Tempo Pedalado: 07:29:35h
Distância: 103,72km
Média Pedalada: 13,8 km/h
Dist. Parcial Bike: 3687,1 km
Dist. Total Bike: 17519,31 km
Itinerário: Pinda, Estr. B. Macuco, B. Ribeirão, B. Mandutinho, Lagoinha, SP-153 (Lagoinha-Guara), SP-171(Guara-Cunha)
Quem: Eu
Km Forasteiro: 47 km
Fotos

16.4.11

Bike: Goiabal - Macuco

Ainda existem trechos inéditos aqui em Pinda. Um deles fica na região atrás do Goiabal, numa região que o pessoal de lá nem sabe o nome do bairro e nem se é Pinda ou Taubaté ou Lagoinha. Bem, o que se sabe é que aquela é uma região montanhosa, por causa da serra do Quebra-Cangalha e com enormes plantações de eucalipto.

O pessoal daqui ficou meio traumatizado com a quantidade de subidas. Assim fiz sozinho sem muita expectativa. Depois de subir até os 1.100m de altitude, a descida foi violenta, apenas recompensado com uma cachoeira no final.

A estrada termina no asfalto depois da descida da pousada Pantera, e foi por aí que fiz a volta.

Data: 16/Abr/2011
Sensação de esforço: 4 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: quente
Piso: 50% asfalto; 50% terra
Disposição: boa
Horário Inicial: 07:00h
Horário Final: 12:20h
Tempo Pedalado: 03:44:25h
Distância: 51,35km
Média Pedalada: 13,7 km/h
Dist. Parcial Bike: 3336,5 km
Dist. Total Bike: 17168,92 km
Itinerário: Estr. Lagoinha, Goiabal, Macuco, Estr Lagoinha
Quem: Eu
Km Forasteiro: 5 km
Fotos

20.2.11

Bike: Pinda - Ribeirão, Sapucaia

Fizemos o roteiro caseiro, indo para o ribeirão Grande pela estrada do Pinga e voltando por Moreira Cesar, passando pela estrada do Sapucaia. Sugeri fazer o roteiro do Goaibal, que não fizemos ainda, mas o Isidoro ficou meio que com trauma daquela região.

Escolhemos evitar o asfalto pelo fim de semana quente, que atraia muita gente e eventuais pessoas-que-tenham-ingerido-um-pouco-de-bebida-alucinógena-tão-conhecido-como-goró.

O passeio foi bem tranquilo, detalhe apenas para as pessoas que já acampam à beira do ribeirão, garantindo assim seu lugar na praia pindense, tão disputada nessa época.

Cheguei em casa dando tempo para o banho e um descanso antes do almoço: passeio tranquilo.

Data: 20/Fev/2011
Sensação de esforço: 3 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: quente
Piso: 40% terra, 60% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 07:40h
Horário Final: 11:30h
Tempo Pedalado: 02:56:25h
Distância: 48,99km
Média Pedalada: 16,6 km/h
Dist. Parcial Bike: 2364,8 km
Dist. Total Bike: 16197,17 km
Itinerário: Pinda, Estr. Rib. Grande, Estr. Pinga, Rib. Grande, Estr. Rib. Grande - Sapucaia, Moreira Cesar, Pinda
Quem: Eu, Isidoro
Km Forasteiro: 0 km

31.12.10

Sapucai Mirim - Sto Antonio - Pinda

No último passeio do ano a idéia era ir para Itajuba, mas não deu. Assim vou fazendo os roteiros de um dia que dá pra fazer sem o carro. Nesse perfil estão sobrando apenas caminho longos se eu quiser fazer algum trecho desconhecido.


Fui de ônibus para Sapucaí Mirim e comecei a pedalar sentido bairro das cachoeiras. O dia estava nublado e a temperatura amena. Eventualmente o vento trazia a sensação fria do inverno. Passei pela entrada do bairro dos Pires, e foi aí começaram as subidas e terminaram os últimos rastros de vida urbana.


O caminho variava entre subidas fortes e um quase plano, sempre rodeado de árvores e cortado por muitos córregos de água limpa. Usei duas delas para repor minhas caramanholas, garantindo água para o dia todo. Depois de muito subir, a estrada permitia a vista do vale logo abaixo e a próxima linha de montanhas, por onde eu voltaria. Via a estrada avançando sobre a serra, ganhando altitude aos poucos até se perder no horizonte.


Enfim chegou a hora de descer e dali mesmo avistava o bairro Santa Luzia no vale. A descida é bem íngreme e técnica por havia pedras pelo caminho. Com isso cheguei logo no bairro, deserto. Vi a igreja, um bar, uma dezena de casas e nenhuma pessoa. Não demorei para continuar no acesso à outra estrada para fazer a volta.


Passei pelos bairros do Nogueira e do Sapucai acompanhando o rio numa descida suave. Essa estrada era mais povoada que a anterior, porém com menos sombra. Cheguei no asfalto e logo voltei na estrada de terra que passa pela pedra do Peão. Saí em outro asfalto, que vai para Campos e depois outra que vai para Santo Antonio.


Em Santo Antonio tomei um café com cookies e voltei pedalando para Pinda pelo asfalto. Cheguei ainda com disposição para comemorar o ano novo.

Data: 31/Dez/2010
Sensação de esforço: 4 (1-5)
Tempo: nublado
Temperatura: amena
Piso: 35% terra; 65% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 08:00h
Horário Final: 15:10h
Tempo Pedalado: 05:24:08
Distância: 72,92km
Média Pedalada: 13,5 km/h
Dist. Parcial Bike: 1486,5 km
Dist. Total Bike: 15318,98 km
Pontos de Referência: Sapucai Mirim, B. Cachoeiras, B. Sta Luzia. B. Nogueiras. B. Sapucai, Pedra Peão, Sto Antonio do Pinhal, SP-123, SP-132
Quem: Eu
Fotos: clique aqui

18.12.10

Bike: Pinda - Taubaté - Redenção

Precisava de um dia para resolver algumas coisas, então aproveitei que minha mãe iria acordar cedo no sábado e resolvi andar, deixando o domingo livre. Assim comecei a pedalar 06:30h, fazendo um roteiro mais longo.


Fazia tempo que queria chegar em Redenção pela estrada da Baracéia então montei o caminho passando por lá e voltando pelo asfalto. Passando na frente do cemitério encontrei o Celso, o Marquinho e mais um esperando a condução para São Paulo e eles iriam fazer o Caminho Marcia Prado.

Fui para Taubaté pela estrada velha. Passando pelos presídios, os visitantes formando fila para entrar e me olhando com aquela cara "onde esse maluco vai". Atravessei a cidade e fui para a entrada da rodovia para Ubatuba. Pouco antes da Comevap saí da rodovia e entrei na estrada da Baracéia, observando os condomínios em construção do caminho.

Passei a entrada da estrada para o Barreiro e agora estava em terras desconhecidas. Desse ponto em diante começaram os morros da serra Quebra Cangalha. Achei aquele trecho a estrada mais legal de Taubaté por causa da vista me muito morros. Em baixo cheguei no bairro Samabaia, em Redenção já.

O segundo morro foi mais difícil e tive que empurrar no final e a descida íngreme também. No final já estava no asfalto uns 3 quilômetros antes de Redenção. Cheguei no restaurante na entrada da cidade 12h em ponto. Estava com fome.

Depois do almoço e um descanso comecei a voltar com condições climáticas menos favoráveis. Enquanto de manhã o tempo ficou nublado o tempo todo, agora o sol aparecia e com ele o calor. Voltei pelo asfalto SP-121 com subidas no começo, mas no topo passei pela ducha: água desviada de uma cachoeira.

Desci a serra, chegando na Oswaldo Cruz e a pedalada estava tranquila. Foi nos morros pouco antes de chegar em Taubaté que comecei a sentir um pouco do cansaço, com quase 90km percorridos. Em Taubaté comi algo numa padaria e voltei pra casa pela estrada valha novamente.


Data: 18/Dez/2010
Sensação de esforço: 5 (1-5)
Tempo: nublado
Temperatura: quente
Piso: 20% terra; 80% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 06:30h
Horário Final: 17:00h
Tempo Pedalado: 07:48:25
Distância: 118,04km
Média Pedalada: 15,1 km/h
Dist. Parcial Bike: 1332,5 km
Dist. Total Bike: 15164,98 km
Pontos de Referência: Estr. Velha Pinda - Taubate, Estr. Baraceia, B. Samambaia, SP121, SP125
Quem: Eu

21.11.10

Bike: Goiabal - Macuco

Há um tempo achei uma possível estrada que ligava o bairro do goiabal com o bairro do macuco, em Taubaté. Como nunca ouvi relato algum desse lugar, tivemos que desbravar o lugar, pois não sabia se era todo em estrada, se havia trilha, se era difícil de passar, etc.

Começamos em cinco pessoas, mas o Kolb acabou voltando no goiabal e não pode se deleitar com os vários quilômetros de subida. Prevíamos um dia quente mas achamos muita sombra dos eucaliptos para nossa felicidade. Passamos pela bifurcação antagônica (no fator subida e descida) e continuamos subindo mas logo chegou um trecho plano e uma descida.

No final da descida a estrada continua para a direita e esse era o ponto até onde eu conhecia, pois certa vez segui reto (por trilhas em uma fazenda) com o Isidoro para sair em Roseira. Foram quase 6km de subidas mais íngremes que a do goiabal e o calor ficou forte e a água escassa.

A subida judiou de todos nós, mas foi uma boa prova para o pessoal que quer vencer os 120km de bicicleta até Cambui. Chegamos a 1300m de altitude e foi aí que decidimos chamar um resgate para nos buscar, uma vez que havia todo o caminho de volta para Pinda. Descemos sem muitas dificuldades até a estrada principal e andamos mais 3km até o bar amarelinho onde a Soninha ia nos buscar.

Data: 21/Nov/2010
Sensação de esforço: 5 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: quente
Piso: 70% terra; 30% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 08:00h
Horário Final: 14:30h
Tempo Pedalado: 03:43:50
Distância: 36,41km
Média Pedalada: 9,7 km/h
Dist. Parcial Bike: 817,1 km
Dist. Total Bike: 14649,55 km
Pontos de Referência: Goiabal, Macuco
Quem: Eu, Isidoro, Le, Edinho, Kolb

7.11.10

Bike: Taubaté (Morro do Cruzeiro)

Com novas imagens do Google Earth foi possível mapear novas estradas na parte rural de Taubaté. Assim foi possível fazer a subida do morro do Cruzeiro, ponto mais alto de Taubaté, com pouco mais de 1150m de altitude.

Andamos pela estrada do Pinhão do Borba até chegarmos no Monjolinho. Nesse caminho passamos por um bom trecho do Pedal Cup que estava acontecendo, mas não cruzamos com ninguém. Do Monjolinho seguimos pela estrada do Pouso Frio sentido rodovia Oswaldo Cruz. Uns quilômetros depois seguimos pela esquerda numa estrada de terra.

Essa estrada passava por uma propriedade, onde pedimos para passar. No lugar havia um casarão antigo. Quando fui registrar o lugar, percebi que a bateria da câmera acabou - levei peso pra nada. Desse ponto começou a subida, inicialmente pela estrada usada pela fazenda. Depois a estrada virou trilha, cortando os morros quase sem árvores. O dia estava quente.

A trilha ficou bem íngreme fazendo com que a gente empurrasse as bicicletas morro acima. Já conseguíamos ver a cidade de Taubaté e Pinda. A água começou a faltar e fui obrigado a tomar a água de uma nascente com girinos (a água da nascente, não a minha).

No topo chegamos bem cansados e alí havia uma igreja, uma cruz e uma linda vista de 360 graus. Viamos inclusive Aparecida. Depois do descanso descemos pela trilha na parte de trás da igreja. A descida foi muito cansativa por causa das árvores caídas no caminho e da trilha bem irregular, mas conseguimos.

Saímos no Sete Voltas, pegamos água numa casa (estava sedento) e fizemos a volta, também pelo Monjolinho e depois leite ao pé da vaca. O passeio foi bem desgastante, mas valeu muito.

Data: 07/Nov/2010
Sensação de esforço: 5 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: quente
Piso: 50% terra; 50% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 08:30h
Horário Final: 17:30h
Tempo Pedalado: 05:03:31
Distância: 61,99km
Média Pedalada: 12,2 km/h
Dist. Parcial Bike: 579,9 km
Dist. Total Bike: 14411,1 km
Pontos de Referência: B. Pouso Frio, Morro do Cruzeiro ou Fiador, Sete Voltas, Monjolinho
Quem: Eu, Isidoro

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