Dia 1: Bragança - Pinhalzinho - Bragança
Feriado de quatro dias, consegui três para andar e escolhi Bragança Paulista. Cheguei de carro e comecei o pedal do centro continuando pela Av. dos Imigrantes até chegar na SP-008 que vai para a cidade de Socorro. Já era perto da hora do almoço e o tempo estava um pouco quente.
Não me lembrava se haviam poucas opções de estrada de terra pela região, mas andei bastante em asfalto e bem movimentado. Felizmente havia bastante acostamento pelo caminho, mas o trafego tira um pouco do sossego.
Pelo caminho passei por muitas chácaras, barracas de comida, plantações, fábricas e trechos com floresta. Um pouco antes da entrada para Pinhalzinho segui por uma estrada de terra que terminava na cidade.
No centro comprei algumas provisões e descansei na praça. Queria ficar mais mas fui expulso por uma mãe que ficava gritando com a filha dela que andava de velocípede e queria descobrir novos lugares na praça para andar.
Um pouco depois de passar pela cidade voltei a andar por estrada de terra. Passei pelo bairro da Posse, cercada de plantações de hortaliças e algumas fazendas. O caminho ficou bem agradável.
Depois passei pelo bairro Atibaiano até encontrar a SP-095 entre Bragança e Tuiuti, bem na ponte do rio Jaguari. Alguns quilômetros depois jé estava em Bragança numa avenida muito movimentada.
Comecei a procurar hotéis pela cidade, que tem vários. Acabei ficando no Hotel Estância, simples que fica bem no centro da cidade com diária de R$50,00.
Horário: 11:38 - 17:20
Distância: 60 km
Tempo em movimento: 04:06h
Média: 14,6 km/h
Altitude Mínima: 786m
Altitude Máxima: 1020m
Ganho de altitude: 1565m
Perda de altitude: -1565m
Sensação de esforço: 4
Km Forasteiro: 60 km
Dia 2: Bragança - Toledo - Pedra Bela - Bragança
Reservei o trecho mais longo para o segundo dia. Passaria pela cidade de Toledo-MG e voltaria passando pela cidade de Pedra Bela.
Comecei por uma estrada que vai para Vargem que desemboca na rodovia Fernão Dias. No bairro Guaripocaba deixei o asfalto e continuei seguindo o norte. Passei pelo bairro da Ponte Alta já na cidade de Vargem.
Depois passei pelo Anhumas com poucas casas. Alias o caminho estava mais deserto. A partir deste ponto o caminho ficou mais difícil com muitas subidas e algumas descidas. Logo passei de 1100m de altitude.
Passei no bairro das Pitangueiras e finalmente cheguei em Toledo. Já havia passado nesta cidade quando andei em Senador Amaral. Parei em uma padaria para comprar provisões e descansar um pouco.
O trecho para Pedra Bela foi em asfalto e a paisagem do caminho estava bem legal por conta de algumas montanhas de pedra pelo caminho. O calor estava forte e acabei cansando mais.
Todo o restante do caminho foi por asfalto. Felizmente bem tranquilo até a SP-008 que havia passado no dia anterior. Cheguei em Bragança um tanto cansado
Horário: 07:34 - 17:22
Distância: 84,9 km
Tempo em movimento: 07:48h
Média: 10,9 km/h
Altitude Mínima: 781m
Altitude Máxima: 1228m
Ganho de altitude: 2534m
Perda de altitude: 2570m
Sensação de esforço: 4
Km Forasteiro: 65,9 km
Dia 3: Bragança - Morungaba - Bragança
Estava um tanto cansado pelos pedais dos dias anteriores e por não ter pedalar rotineiramente. Cheguei a pensar em ir embora, mas resolvi fazer num ritmo mais tranquilo.
Tomei o café e deixei o hotel de carro, estacionando na frente do lago do Taboão. Comecei o pedal pela estrada que leva a rodovia D. Pedro em Itatiba. O destino do dia era a cidade de Morungaba.
Cinco quilômetros depois deixei o asfalto passando por uma estradinha com muitos condomínios. O caminho estava bastante sombreado e não teve nenhum acontecimento relevante. Fiquei pensando em alguns cenários de se fazer uma viagem longa na America do Sul. Já havia feito um rascunho desse projeto: andar cerca de 13k quilômetros entre Brasil, Argentina, Chile, Bolívia e Peru. A única regra de cronograma é que deveria estar em Ushuaia no verão. Estimando uns 6 meses para chegar lá saindo de casa, o ideal é sair de casa num começo de inverno ou alguns cortes começar depois Julho.
Voltando ao caminho, cheguei em Morungaba cerca de 11h. A cidade é bonita e bem tranquila. Descansei na praça na frente da igreja matriz, comi algo e comecei a voltar pela estrada que vai para Tuiuti.
No trevo que vai para Tuiuti, segui o outro sentido e parei num bar perto do bairro Passa Três. O pessoal ouvia musica caipira num radio na forma de um fusca. Continuei até chegar na SP-095 que vai para Amparo. Segui para Bragança que não demorou a chegar.
Roteiro feito, saí para comprar a linguiça da cidade. Achei em um restaurante dentro do estádio do Bragantino. Finalmente fiz a volta pra casa.
Horário: 07:23 - 15:01
Distância: 70,6 km
Tempo em movimento: 06:44h
Média: 10,5 km/h
Altitude Mínima: 753m
Altitude Máxima: 905m
Ganho de altitude: 1721m
Perda de altitude: 1769m
Sensação de esforço: 4
Km Forasteiro: 60 km
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8.7.13
08.07.13 - D3 - Joanópolis - Consolação (via Fernão Dias)
Deixei a pousada e tomei café numa padaria. Depois peguei a estrada sentido Vargem para continua pela rodovia Fernão Dias. Era um trecho curto mas com muito sobe-desce.
Achava que a estrada ficava mais junta da represa, mas vi pouco a represa. A imagem bonita era a pedra da Guaraiuva cercada por mata.
Um tempo depois já estava na rodovia e como esperado havia grande movimento de carros e caminhões. Passei por Extrema e um pouco depois almocei num restaurante chamado Recanto de Minas onde comi muito bem.
Passei depois por Itapeva e Camanducaia numa leve tendência de subida e junto com o calor e a atenção por causa do trânsito deixou um pouco cansativo o caminho. Com isso parava em vários restaurantes para comprar água ou tomar um sorvete. A alegria veio com uma longa descida para Cambui.
Deixei a rodovia e atravessei a cidade. Como daria tempo para chegar com luz em Consolação, resolvi seguir. Passei a andar em estrada de terra. Esse trecho foi tranquilo até pouco antes de Consolação, onde há uma subida longa, que ficou bem cansativa, depois de já ter andado 90 quilômetros.
Cheguei pouco antes das 17h e fiquei na pousada da D. Elza. Quase não havia mais vagas. Tinha uns 20 chineses lá mais 3 grupos fazendo o caminho da fé. Pensando depois, acho que daria para fazer o caminho original, passando em Monte Verde, mas tudo bem. Fica para a próxima.
Achava que a estrada ficava mais junta da represa, mas vi pouco a represa. A imagem bonita era a pedra da Guaraiuva cercada por mata.
Um tempo depois já estava na rodovia e como esperado havia grande movimento de carros e caminhões. Passei por Extrema e um pouco depois almocei num restaurante chamado Recanto de Minas onde comi muito bem.
Passei depois por Itapeva e Camanducaia numa leve tendência de subida e junto com o calor e a atenção por causa do trânsito deixou um pouco cansativo o caminho. Com isso parava em vários restaurantes para comprar água ou tomar um sorvete. A alegria veio com uma longa descida para Cambui.
Deixei a rodovia e atravessei a cidade. Como daria tempo para chegar com luz em Consolação, resolvi seguir. Passei a andar em estrada de terra. Esse trecho foi tranquilo até pouco antes de Consolação, onde há uma subida longa, que ficou bem cansativa, depois de já ter andado 90 quilômetros.
Cheguei pouco antes das 17h e fiquei na pousada da D. Elza. Quase não havia mais vagas. Tinha uns 20 chineses lá mais 3 grupos fazendo o caminho da fé. Pensando depois, acho que daria para fazer o caminho original, passando em Monte Verde, mas tudo bem. Fica para a próxima.
| D3 - Joanópolis - Consolação (via Fernão Dias) | ||||
|---|---|---|---|---|
| Data: | 7/8/2013 | Dificuldade: | 5 | |
| Distância: | 94.98 km | Km Forasteiro: | 58 km | |
| Odômetro: | 27364.51 km | Média: | 15.3 km/h | |
| Tempo: | 06:10:24 | Horário: | 08:00h - 17:20h | |
| Quem: | Eu | |||
| Itinerário: | Joanópolis, Rod. Fernão Dias, Extrema, Itapeva, Camanducaia, Cambui, MG295, Consolação | |||
| Resumo: | ||||
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