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19.4.15

19.04.15 - Bragança Paulista [3 dias]

Dia 1: Bragança - Pinhalzinho - Bragança

Feriado de quatro dias, consegui três para andar e escolhi Bragança Paulista. Cheguei de carro e comecei o pedal do centro continuando pela Av. dos Imigrantes até chegar na SP-008 que vai para a cidade de Socorro. Já era perto da hora do almoço e o tempo estava um pouco quente.


Não me lembrava se haviam poucas opções de estrada de terra pela região, mas andei bastante em asfalto e bem movimentado. Felizmente havia bastante acostamento pelo caminho, mas o trafego tira um pouco do sossego.


Pelo caminho passei  por muitas chácaras, barracas de comida, plantações, fábricas e trechos com floresta. Um pouco antes da entrada para Pinhalzinho segui por uma estrada de terra que terminava na cidade.


No centro comprei algumas provisões e descansei na praça. Queria ficar mais mas fui expulso por uma mãe que ficava gritando com a filha dela que andava de velocípede e queria descobrir novos lugares na praça para andar.

Um pouco depois de passar pela cidade voltei a andar por estrada de terra. Passei pelo bairro da Posse, cercada de plantações de hortaliças e algumas fazendas. O caminho ficou bem agradável.

Depois passei pelo bairro Atibaiano até encontrar a SP-095 entre Bragança e Tuiuti, bem na ponte do rio Jaguari. Alguns quilômetros depois jé estava em Bragança numa avenida muito movimentada.

Comecei a procurar hotéis pela cidade, que tem vários. Acabei ficando no Hotel Estância, simples que fica bem no centro da cidade com diária de R$50,00.

Horário: 11:38 - 17:20
Distância: 60 km
Tempo em movimento: 04:06h
Média: 14,6 km/h
Altitude Mínima: 786m
Altitude Máxima: 1020m
Ganho de altitude: 1565m
Perda de altitude: -1565m
Sensação de esforço: 4
Km Forasteiro: 60 km

Dia 2: Bragança - Toledo - Pedra Bela - Bragança

Reservei o trecho  mais longo  para o segundo dia. Passaria pela cidade de Toledo-MG e voltaria passando pela cidade de Pedra Bela.


Comecei por uma estrada que vai para Vargem que desemboca na rodovia Fernão Dias. No bairro Guaripocaba deixei o asfalto e continuei seguindo o norte. Passei pelo bairro da Ponte Alta já na cidade de Vargem.


Depois passei pelo Anhumas com poucas casas. Alias o caminho estava mais deserto. A partir deste ponto o caminho ficou mais difícil com muitas subidas e algumas descidas. Logo passei de 1100m de altitude.


Passei no bairro das Pitangueiras e finalmente cheguei em Toledo. Já havia passado nesta cidade quando andei em Senador Amaral. Parei em uma padaria para comprar provisões e descansar um pouco.

O trecho para Pedra Bela foi em asfalto e a paisagem do caminho estava bem legal por conta de algumas montanhas de pedra pelo caminho. O calor estava forte e acabei cansando mais.

Todo o restante do caminho foi por asfalto. Felizmente bem tranquilo até a SP-008 que havia passado no dia anterior. Cheguei em Bragança um tanto cansado

Horário: 07:34 - 17:22
Distância: 84,9 km
Tempo em movimento: 07:48h
Média: 10,9 km/h
Altitude Mínima: 781m
Altitude Máxima: 1228m
Ganho de altitude: 2534m
Perda de altitude: 2570m
Sensação de esforço: 4
Km Forasteiro: 65,9 km

Dia 3: Bragança - Morungaba - Bragança

Estava um tanto cansado pelos pedais dos dias anteriores e por não ter pedalar rotineiramente. Cheguei a pensar em ir embora, mas resolvi fazer num ritmo mais tranquilo.


Tomei o café e deixei o hotel de carro, estacionando na frente do lago do Taboão. Comecei o pedal pela estrada que leva a rodovia D. Pedro em Itatiba. O destino do dia era a cidade de Morungaba.


Cinco quilômetros depois deixei o asfalto passando por uma estradinha com muitos condomínios. O caminho estava bastante sombreado e não teve nenhum acontecimento relevante. Fiquei pensando em alguns cenários de se fazer uma viagem longa na America do Sul. Já havia feito um rascunho desse projeto: andar cerca de 13k quilômetros entre Brasil, Argentina, Chile, Bolívia e Peru. A única regra de cronograma é que deveria estar em Ushuaia no verão. Estimando uns 6 meses para chegar lá saindo  de casa, o ideal é sair de casa num começo de inverno ou alguns cortes começar depois Julho.

Voltando ao caminho, cheguei em Morungaba cerca de 11h. A cidade é bonita e bem tranquila. Descansei na praça na frente da igreja matriz, comi algo e comecei a voltar pela estrada que vai para Tuiuti.

No trevo que vai para Tuiuti, segui o outro sentido e parei num bar perto do bairro Passa Três. O pessoal ouvia musica caipira num radio na forma de um fusca. Continuei até chegar na SP-095 que vai para Amparo. Segui para Bragança que não demorou a chegar.

Roteiro feito, saí para comprar a linguiça da cidade. Achei em um restaurante dentro do estádio do Bragantino. Finalmente fiz a volta pra casa.

Horário: 07:23 - 15:01
Distância: 70,6 km
Tempo em movimento: 06:44h
Média: 10,5 km/h
Altitude Mínima: 753m
Altitude Máxima: 905m
Ganho de altitude: 1721m
Perda de altitude: 1769m
Sensação de esforço: 4
Km Forasteiro: 60 km

16.2.15

16.02.15 - Wenceslau Braz (Charco) - Pinda

Para o último dia de passeio o roteiro era voltar para casa partindo do Charco, passando por uma trilha que leva no topo da serra sem passar pelo Horto de Campos do Jordão e depois descemos a serra passando pelo bairro do Gomeral e Pedrinhas, em Guatingueta e depois pelo Ribeirão Grande já em Pinda.


Acordamos não tão cedo, um pouco por causa do friozinho  que fazia, tomamos um excelente café da manhã. A casa tinha janelas grandes, piso de madeira e na cozinha havia o fogão a lenha. Na parte externa, um gramado separava a casa de uma fileira de grandes pinheiros no fundo e do lado sul uma castanheira vistosa. A frente da casa via-se a cerca de madeira acompanhada por hortênsias.


O ar bucólico me fazia querer ficar, mas o desconhecido me chamava. Saímos por volta das 9h depois de nos despedirmos da D, Nair. Seguimos as placas do caminho de Aparecida, inicialmente passando por uma estrada de terra. O dia esta com neblina e a temperatura um pouco fria mas agradável por causa do esforço físico.


De repente a estrada transformou-se numa trilha e as inúmeras poças d'água da chuva do dia anterior deixavam o caminho desafiador,principalmente porque surgiram subidas impiedosas. Ficamos um bom tempo empurrando as bicicletas morro acima.


Vencido o morro chegamos em uma fazenda (não lembro se é a Lavrinhas) onde havia uma criação de ovelhas. Vencemos a cerca da fazenda para chegar na estrada e continuamos. O caminho era rodeado por vegetação de altitude com muito capim. Ventava bastante mas está bem agradável para mim.


Passamos pela pousada Santa Maria da Serra, indicando que estávamos no topo e a descida logo viria. A descida é bem técnica por causa das pedras e das curvas fechadas. Paramos na pousada da D. Ana para almoçar por volta das 14h. Satisfeitos fizemos os 40 quilômetros finais sem maiores problemas.


Data: 16/02/2015
Hora: 08:15 - 16:36
Distância: 49,1 km
Velocidade média: 6,4 km/h
Tempo pedalado: 07:43
Ganho - Perda latitude: 1183 - 2328
Altitude mínima - máxima: 552 - 1947

15.2.15

15.02.15 - Piranguçu - Wenceslau Braz (Pousada Paz - Pousada Nair)

O roteiro do segundo dia era atravessar o rio Sapucai passando para Wencesalau Braz e subir novamente a serra pelo bairro do Salão, Roseta, Charco e ficar na pousada Santa Maria da Serra, já em Guaratingueta. Depois do Charco a ideia era seguir pelo caminho de Aparecida, que passa por trilhas até o topo da serra.


Continuamos pelo caminho do Frei Galvão seguindo a direção do rio até chegar no asfalto BR-459 entre Itajuba e Wenceslau Braz. Continuamos por 200m até atravessar o rio e voltamos pela estrada de terra que segue paralela a que viemos.


O caminho era rodeado de sítios que fazem fundo com o rio e o pedal era bem agradável. Depois do bairro do Salão começou a subida. Não era muito íngreme mas era longa. Os sítios foram se escasseando conforme deixávamos o rio para trás.


Depois de alguns quilômetros chegamos no bairro da Roseta. Um lugar bem tranquilo com um campo de futebol no meio. Paramos num bar para comer e tocamos em frente.


O trecho ainda continuava subindo, porém a estrada era bem mais precária. Haviam muitas erosões e árvores caídas na estrada. Creio que nem 4x4 passava ali no momento. Passamos da cota de 1800m de altitude por entre a floresta até que chegamos na estada principal Horto de Campos - Charco.


Nesse momento o tempo havia fechado e possivelmente pegaríamos chuva. Continuamos para o Charco. Nesse momento estávamos sem comida(exceto Kolb que tinha  algo) e no bairro procuramos alguma venda que não encontramos. Encontramos a pousada da Nair e resolvemos ficar por ser mais de 16h. Ela nos cobrou R$80/pessoa  com a janta e o café.


Fiquei com a impressão que a maioria das casas dali era para descanso, Pouca gente tinha cara de morador. A pousada está aberta há pouco tempo, acho que criada para atender o caminho de Aparecida. Colhi várias peras da pereira da propriedade e inclusive levei algumas para casa.

Pouco antes de anoitecer começou a chover de forma intermitente, já fazia um pouco de frio (imagino entre 18 e 20oC). Fazia alguns meses que não dormia com cobertas.

Data: 15/02/2015
Hora: 08:50 - 16:10
Distância: 39,6 km
Velocidade média: 6,2 km/h
Tempo pedalado: 06:22
Ganho - Perda latitude: 1844 - 1008
Altitude mínima - máxima: 852 - 1863

14.2.15

14.02.15 - Pinda - Campos do Jordão - Wenceslau Braz

Aproveitamos o feriado do carnaval para pedalar em 3 dias na serra da Mantiqueira. A ideia era percorrer algumas estradas que ainda não pedalamos entre Campos do Jordão-SP e Wenceslau Braz-MG. É uma região especial porque fica perto de casa e depois de que você passa o Capivari em Campos, os caminhos ficam pouco movimentados, mas com a paisagem muito bonita.


Eu e o Isidoro começamos do Crispim às 07:40h enquanto o Kolb saiu 10min antes e nos encontraríamos pelo caminho.


O roteiro foi chegar em Campos do Jordão pela SP-123, passar pelo Capivari, pela fábrica da Minalba, estrada da Água Santa, bairro do Centro, bairro dos Pintos e finalmente no bairro dos Borges, onde ficamos na pousada da Paz perto do rio Sapucaí.


O trecho do asfalto para subir para Campos estava muito movimentada de carros. Felizmente a grande maioria entrava em Santo Antonio (imagino que iam para o Sul de Minas). Chegamos no portal da cidade por volta das 13h.

Continuamos pela estrada principal de Campos, passando pelo Capivari onde havia um carnaval. A cidade estava mais cheia que o normal. Seguimos pela estrada para a Minalba (no início é a mesma para o Horto). Basicamente uma subida e uma descida longa.

No final da descida, próximo da fonte Indaiá seguimos pela estrada da Água Santa, de subida entra uma floresta. O dia tinha sol e muitas nuvens. Viramos a para Piranguçu passando  pelo bairro do Centro, onde acontece o encontro de cicloturismo.

Paramos num bar no bairro dos Pintos para comer algo e seguimos. A seguir chegamos onde o Caminho Frei Galvão passa e logo chegamos na pousada da Paz. São dois chalés que ficam sobre bar do Pele. Na parte dos fundos temos uma bonita vista para o rio Sapucaí.

Pagamos R$30 pela hospedagem com a janta. Muito bom o preço.

Data: 14/02/2015
Hora: 07:30 - 18:20
Distância: 84,3 km
Velocidade média: 9,2 km/h
Tempo pedalado: 08:34
Ganho - Perda latitude: 2545 - 2532
Altitude mínima - máxima: 523 - 1728






17.11.13

17.11.13 - Sen. Amaral - Munhoz - volta

O último dia estava reservado para Munhoz. Acordei cedo e segui para o bairro do Serro, continuei até chegar no bairro da Serraria e tomei o café. Neste dia o tempo estava bem fechado e em alguns momentos garoava.


Depois entrei numa estrada que parecia a entrada de uma propriedade. A estrada passei por uma floresta que parecia do Senhor dos Anéis. Era toda cheia de musgo e com um ar meio sombrio.


Cheguei em Munhoz quase 11h com uma barulheira de moto numa prova de motocross. No centro havia uma feira, turistas, um certo agito de cidade turística. Voltei por pela estrada que vai para o bairro da Ponte Segura. No começo havia uma subida interminável de 4 quilômetros. Foi bem difícil.


Depois da subida, o caminho ficou bem mais plano que o trecho da ida. A estrada era muito bem cuidada, sem buracos, areia, pedras: um tapete. Cheguei no bairro da Ponte Segura com chuva iminente, que não se confirmou. Cheguei em Senador a tarde, guardei minhas coisas e voltei embora. Aproveitei a região para comprar morangos e voltei pra casa.


Sen. Amaral - Munhoz - volta
Data: 17/11/2013 Dificuldade: 4
Distância: 56,9 km Km Forasteiro: 47 km
Odômetro: 29701 km Média: 11 km/h
Tempo: 05:05:00 Horário: 06:53h - 15:03h
Quem: Eu
Itinerário: Sen. Amaral - B. Serro - B. Serraria - Munhoz - B. Ponte Segura - Sen. Amaral
Resumo:

16.11.13

16.11.13 - Senador Amaral - Toledo (via B. São Roque, Geninho)

O segundo dia seria o mais puxado: o plano era chegar em Toledo, já na divisa com SP (Pedra Bela e Socorro), totalizando uns 80km ida e volta.


Nesta pernada realmente percebi a dimensão que tinha o cultivo de morango e batata. Praticamente não havia terra não utilizada, exceto os trechos de rio e algumas matas, o restante era para plantação. Praticamente não vi pasto e eucaliptos, muito comum por ai.


Outra coisa interessante era a quantidade de bifurcações que a estrada tinha. Sempre tinha que ficar atento e algumas vezes tinha que voltar por pegar caminho errado. Uma hora um pessoal a cavalo me perguntou como chegava em Munhoz, e disse que tinham que ficar perguntado por ai.


Outra diferença é que há muitas vilinhas rurais, além das casas que ficam na beira da estrada. Isso facilitava para conseguir água ou alguma comida.

Na ida o único bairro que consegui o nome era São Roque. Na volta passei pelo Geninho (próx do Ribeirão Fundo) e Policas. Já na cidade de Toledo, almocei e andei pela cidade que estava em festa.


Senador Amaral - Toledo (via B. São Roque, Geninho)
Data: 16/11/2013 Dificuldade: 4
Distância: 72,1 km Km Forasteiro: 66 km
Odômetro: 29644,1 km Média: 11,7 km/h
Tempo: 06:04:00 Horário: 06:51h - 17:09h
Quem: Eu
Itinerário: Sen. Amaral - B. São Roque - Toledo - B. Geninho - B. Policas - Sen. Amaral
Resumo:

15.11.13

15.11.13 - Senador Amaral - Bom Repouso

Pedal de feriado, falhou nossa ideia de ir para o litoral. Depois fiquei sabendo das filas intermináveis de carros na estrada, levando até 12h pra chegar em Ubatuba. Fiz o caminho inverso preferindo a montanha.


Já havia andado em Senador Amaral quando estava com o pessoal do Edinho em Cambui. Agora fiquei Senador, na parte alta da serra com 1.500m de altitude. Me hospedei num quarto que fica no posto de gasolina por R$30/dia.


Cheguei pouco antes de almoço, montei a bicicleta, almocei e fui para Bom Repouso, estimando 40km de ida e volta. No caminho existe muitos morros, porém eram bem suaves. O mais legal que em alguns pontos, podia ver a região de Cambui e o vale onde passa a rodovia Fernão Dias bem do alto.


A cidade de Bom Repouso estava bem tranquila, quase ninguém na rua e na praça da matriz. Dali vi uma santa bem grande com uma igreja pequena em outro morro, mas não fui lá.


Fiz a volta por outra estrada paralela e cheguei em Senador no fim da tarde. Aqui pelo contrário é muito agitado: muita gente de fora que trabalha nas plantações de batata e morango na cidade. Resumindo, praça cheia, bares cheios.

No meu almoço comi bastante, então minha janta foi frugal. Comprei uvas e ameixas e foi isso.


Senador Amaral - Bom Repouso
Data: 15/11/2013 Dificuldade: 3
Distância: 41,8 km Km Forasteiro: 38 km
Odômetro: 29541,1 km Média: 12,2 km/h
Tempo: 03:25:00 Horário: 12:51h - 18:05h
Quem: Eu
Itinerário: Senador Amaral - Bom Repouso - volta
Resumo:

2.6.13

02.06.13 - D3 - Lagoinha - Pinda

A volta para Pinda foi pelo roteiro tradicional, passando pelo Mandutinho, bar Amarelinho, pousada Pantera. Fizemos o caminho num tempo menor que dos dias anteriores, porém encontramos alguma dificuldade nos morros pelo caminho.
D3 - Lagoinha - Pinda
Data: Dificuldade: 4
Distância: 50.82 km Km Forasteiro: 0 km
Odômetro: 26939.41 km Média: 12.6 km/h
Tempo: 03:37:06 Horário: 09:00h - 14:30h
Quem: Eu, Isidoro
Itinerário: Lagoinha, B. Mandutinho, Pinda
Resumo:

1.6.13

01.06.13 - D2 - Campos Novos de Cunha - Lagoinha

Por experiências anteriores, atravessar a cidade de Cunha não costuma ser fácil. São muitos morros e o caminho é um sobe-desce contínuo.


Começamos a pedalar quase 9h num trecho bem plano. Foi assim por uns 5 quilômetros até o bairro do Pinhal. Daí foi uma subida bem forte passando por muito pasto e como o sol estava ficando alto, algumas árvores seriam muito bem vindas.


Depois de subir, a estrada ficou plana e íamos sentido Rocinha. Porém viramos à esquerda em uma pirambeira e foi difícil segurar a bicicleta. Um tempo depois chegamos no bairro da Várzea do Tanque, que deve ter umas 20 ou 30 casas. Paramos num bar.


Depois continuamos por outro trecho plano, passando pelo bairro do Sertãozinho. A estrada principal estava plana, porém tivemos que deixar a principal e seguir por outra subida íngreme. As minhas pernas já sentiam o cansaço acumulado e a falta de treinos. Mas ainda conseguir subir os morros no pedal.

Enfim chegamos no bairro Paraitinga, na beira do asfalto Guará-Cunha. Paramos num bar para descansar e comer. Praticamente atravessamos o asfalto seguindo depois pela estrada do Jaguarão, seguindo o rio Paraibuna.

Apesar se seguir rio abaixo, o caminho não era muito plano. Foi ai que decidimos deixar o caminho planejado, que iria para Lagoinha por estrada de terra, para pegar o asfalto. Foi um alívio e fez com que chegássemos bem mais cedo na cidade.

D2 - Campos Novos de Cunha - Lagoinha
Data: Dificuldade: 5
Distância: 62.49 km Km Forasteiro: 28 km
Odômetro: 26888.61 km Média: 10.4 km/h
Tempo: 05:58:49 Horário: 08:40h - 17:00h
Quem: Eu, Isidoro
Itinerário: Campos Novos de Cunha, B. Pinhal, B. Varzea do Tanque, B. Sertãozinho, B. Paritinga, B. Jaguarão, Lagoinha
Resumo:





31.5.13

31.05.13 - D1 - São Jose do Barreiro - Campos Novos de Cunha

Feriado, resolvemos andar na serra da Bocaina passando por Campos Novos de Cunha e chegar em Pinda por Lagoinha. A ideia inicial era fazer em 4 dias, dividindo a travessia da Bocaina em dois dias. Como tivemos um dia a menos, resolvemos fazer duas pernadas em uma.


 Saímos de Pinda 5h de carro para São Jose do Barreiro. O irmão do Messias quem nos levou e começamos o pedal 7h já preparados para os 20 quilômetros de subida. O que não estávamos preparados era o barro no começo da subida que agarrava o pneu da bicicleta e dificultava as coisas. Apesar disso vencemos a subida e 13h estávamos na casa de pedra.


Depois disso o trecho ficou com subidas e descidas se alternando. Passamos por alguns sítios, porém quase não vimos pessoas.Conclusão: as 5 maças e 5 bananas que levei para comer entre os dias foi consumido no primeiro. Este acabou sendo meu café e almoço.



 Na descida da serra, seguimos acompanhando o rio Paraitinga chegando no bairro Campos da Bocaina, já em Cunha. Infelizmente chegamos no bairro cansados e já estava anoitecendo. Segundo o pessoal do bairro, faltavam 12km para Campos Novos e não havia pousadas ali. Essa distância não é difícil, mas havia uma serra no meio. Tivemos que pagar alguém para nos levar até Campos Novos.


Durante o caminho feito de carro, calculamos que gastaríamos mais três horas para vencer este trecho. Sendo assim chegaríamos 21h em Campos Novos. Terrível.


Na pousada jantamos com o pessoal que é dono e não demorou para irmos dormir.
D1 - São Jose do Barreiro - Campos Novos de Cunha
Data: 5/31/2013 Dificuldade: 5
Distância: 59.15 km Km Forasteiro: 20 km
Odômetro: 26825.41 km Média: 7.6 km/h
Tempo: 07:43:28 Horário: 07:00h - 18:00h
Quem: Eu, Isidoro
Itinerário: São Jose do Barreiro, Serra Bocaina, Casa Pedra, B. Campos da Bocaina, Campos Novos de Cunha
Resumo:

9.9.12

09.09.12 - Gomeral - Pinda

A volta foi tranquila também e com o bônus de descer a serra, agora com alguns quilômetros asfaltados.


O único incidente foi um pneu furado do Isidoro. Edinho e Kaka continuaram e daí nem alcançamos mais eles.

Gomeral - Pinda
Data: 9/9/2012 Dificuldade: 3
Distância: 41,32 km Km Forasteiro: 0 km
Odômetro: 24310,71 km Média: 18,4 km/h
Tempo: 02:14:48 Horário: 07:45h - 10:10h
Quem: Eu, Isidoro, Le, Edinho, Kaka
Itinerário: Gomeral - Pedrinhas - Pinda
Resumo:

8.9.12

08.09.12 - Gomeral - Pedra Grande

O segundo dia seria de montanhismo ao invés de pedal. O plano era subir a pedra grande, bem na frente da pousada. Nosso guia foi o irmão? da D. Ana.


Desde o início foi de subidas pelo pasto, passando pelo caminho das vacas. Quando chegamos na mata, a gente passou bastante calor e como eu levei pouca água, logo tive que ficar pedindo.


Quando estávamos já bem alto a Sigrid não estava bem e o Kaka ficaram esperando um outro guia para buscá-los. A gente seguiu. A parte final ficou mais técnica para segurar em raízes e pedras para continuar, mas logo chegamos no topo.


A vista lá é bem legal. Vimos Pinda, Guara, Taubaté até Caçapava. Ali só não tem vista 360º pois tem mata lá em cima.

A volta foi por outro caminho. Daí passamos por nascentes para pegar água.

Trilha da pedra grande
Data: 8/9/2012 Dificuldade: 4
Distância: 6,5 km Km Forasteiro: 6,5 km
Odômetro: Média: 0 km/h
Tempo: 07:00:00 Horário: 08:00h - 15:00h
Quem: Eu, Kolb, Isidoro, Edinho, Kaka, Sigrid, Soninha, Richard, Jorge (guia)
Itinerário: Pousada D. Ana, Pedra Grande, volta
Resumo:




7.9.12

07.09.12 - Pinda - Gomeral

Pedal até o bom e velho Gomeral mas já fazia um bom tempo que eu não tinha ido lá. O caminho foi mais tranquilo porque foi um carros de apoio com a mulheres, com direito a hidratação fermentada pelo caminho.


O almoço, o meu pelo menos, foi truta espalmada. Nem preciso falar como foi bom e à noite foi a comemoração do aniversário do Edinho no Tao (bar ali perto).


Outro diferencial foi nosso pernoite em camping. Pena que ventou muito toda noite e não dormi tão bem, mas foi legal. Falei de tudo menos pedal.
Pinda - Gomaral
Data: 7/9/2012 Dificuldade: 4
Distância: 43,2 km Km Forasteiro: 0 km
Odômetro: 24267,51 km Média: 12 km/h
Tempo: 03:50:00 Horário: 08:45h - 14:00h
Quem: Eu, Isidoro, Le, Edinho, Kaka
Itinerário: Pinda, Rib Grande, Pedrinhas, Gomeral
Resumo:

8.4.12

08.04.12 - Olimpio - Jesuania


O último dia foi mais light e faríamos o caminho de terra que não andamos no primeiro dia. Apesar do trecho ser mais curto, não foi fácil porque a estrada estava encharcada e segurando bem.


No caminho achamos vários pés de goiaba carregados. Comi vários. Chegamos em Jesuânia para um café e voltamos pelo asfalto



Olimpio - Jesuania
Data: 8/4/2012 Dificuldade: 2
Distância: 26,58 km Km Forasteiro: 26 km
Odômetro: 22382,14 km Média: 12,3 km/h
Tempo: 02:08:52 Horário: 07:15h - 10:30h
Quem: Eu, Lucia, Mica
Itinerário: Olimpio - estr terra - Jesuania - BR460 - Olimpio
Resumo:

7.4.12

07.04.12 - Olimpio - Carmo de Minas - Cristina

O segundo dia amanheceu com o tempo bem fechado, botando receios no pessoal. Felizmente logo depois o tempo começou a limpar, mas as meninas ficaram para ajudar o pedreiro. Fui eu pedalar e 10h já estava com sol forte na cabeça.


A ideia era ir para Carmo e seguir para Cristina, voltando pela estrada de terra que liga Olimpio a Cristina. A primeira perna, de 27 quilômetros é a menos plana mas a mais sombreada. Pelo caminho passei por mata, cafezais e nenhum povoado, apenas algumas fazendas bem espalhadas.


O último morro antes de chegar em Carmo foi o mais difícil: 3km de subida e uma descida forte. Em Carmo, o centro estava agitado com muitos carros e gente andando. Fiquei um pouco e segui o sentido contrário de São Lourenço. A estrada tem acostamento mas pouca sombra. O único morro mais forte foi o da divisa com Cristina e daí encontrei alguns restaurantes pelo caminho.


Passei pela entrada de Cristina e uns 3km depois cheguei na placa indicando Olimpio. Era uma estrada de terra bem plana e eu escolhias as sobras das árvores para evitar o sol brabo. Passei pela entrada da Vargem Grande e vi a pedra branca imponente. Nesse trecho foi a única bica do caminho.

Nesse trecho passei pela várzea do rio Lambari e muito pasto com gado. No final separei do rio e cheguei em Olimpio, sem maiores dificuldades.



Olimpio Noronha - Carmo de Minas - Cristina
Data: 7/4/2012 Dificuldade: 4
Distância: 65,06 km Km Forasteiro: 65 km
Odômetro: 22355,54 km Média: 15,6 km/h
Tempo: 04:09:58 Horário: 08:00h - 14:15h
Quem: Eu
Itinerário: Olimpio - BR460 - Carmo de Minas - MG347 - Estr. Cristina - Olimpio
Resumo: