Dia 1: Olimpio Noronha - Careaçu
Este foi o último passeio de bicicleta no ano, que foi muito proveitoso. Foram cerca de 9.300 quilômetros em 2.014 e pude conhecer muitas cidades e lugares legais.
Desta dez decidi conhecer a cidade de Careaçu, próximo de Pouso Alegre na rodovia Fernão Dias. Sai mais tarde pois o roteiro de ida era mais tranquilo do que os dias anteriores. Seriam 60 quilômetros e grande parte por asfalto sem subidas longas ou íngremes.
Deixei Olimpio por volta das 9h sentido Lambari. Fiz este trecho em uma hora e meia e aproveitei para repor meu estoque de água gaseificada. Segui as placas indicando Heliodora / Fernão Dias por asfalto. Nessa hora já fazia calor mas diferentemente dos outros dias havia o vento da pedalada.
O problema da estrada era a ausência de acostamento e eventualmente o trafego me obrigava a encostar na entrada de um sítio ou estrada para esperar.
O caminho é um vale entre duas serras repletas de pés de café. Logo após a entrada para Heliodora continuei por uma bifurcação em estrada de terra. Este trecho de uns 5 quilômetros foi o único com um morro para atravessar. No final desemboquei na Fernão Dias que andei por um quilômetro até a entrada da cidade.
Cheguei 14h, cedo perto do que já andei nos outros dias. Fiquei no Hotel Careaçu por R$30 com café simples e quarto bom. Mais tarde conheci a ponte sobre o rio Sapucai, muito largo e diferente do rio que passa em Itajubá. Havia muitas pessoas pescando, um pessoal no bar que fica num canto da ponte e alguns como eu, olhando para o infinito.
Data: 30/12/2014
Hora: 08:52 - 14:05
Distância: 61,7 km
Velocidade média: 15,5 km/h
Tempo pedalado: 03:56
Ganho - Perda latitude: 1222 - 1351
Altitude mínima - máxima: 805 - 985
Esforço: 3
Dia 2: Careaçu - Olimpio Noronha
Comecei a fazer o caminho de volta bem cedo imaginando que o caminho de volta seria bem mais difícil. Realmente era devido aos 80km de distância planejada e a subida da serra de Lambari.
Comecei acessando a Fernão Dias e seguindo sentido BH por uns 10 quilômetros. Esse trecho não é agradável, pois mesmo tendo acostamento, não é possível pedalar relaxado por causa do trafego intenso da rodovia. Portanto pedalei o mais rápido possível.
Deixei a rodovia e continuei em uma estrada de terra tranquila. Logo cheguei no bairro dos Caieiros que passei direto. A estrada estava plana até o bairro dos Ribeiros. Aqui existem outros dois acessos, uma para Heliodora e outro para São Gonçalo. Segui por uma outra para subir a serra.
Pelo caminho encontrava muitos sitios. Pude perceber plantações de berinjela e café, além de pasto para o gado. Num dado momento cheguei naestrada da fazenda Santa Alice. Tive receio de ser impedido de continuar, mas não tive problemas. Fiquei ziguezagueando o cafezal até chegar em uma estrada mais batida. Já havia subido bastante.
Felizmente depois desta subida, o caminho ficou razoavelmente plano e com muita sombra. Num dado momento via uma pedra nua com um fio d´água escorrendo. Até sai um pouco do caminho para chegar se havia acesso, mas cheguei numa porteira fechada de propriedade particular. O dia não estava tão quente como os outros dias de pedal, mas se encontrasse um lugar para refrescar, não seria ignorado.
Acabei encontrando tal lugar pouco depois: um riacho formando pequenas cachoeiras. Fiquei uma hora ali aproveitando. Depois disso o caminho voltou a subir seguindo para o topo da serra para virar para Lambari. Neste trecho passei por um pessoal fazendo trilha de moto e eu subindo.
Finalmente no topo não hesitei em descer a serra sem paradas, pois passei por ali algumas vezes. Foi a recompensa do esforço.
Terminei o pedal voltando pelo asfalto até Olimpio, mais inteiro do que a ultima vez.
Data: 31/12/2014
Hora: 06:51 - 17:00
Distância: 80,8 km
Velocidade média: 10 km/h
Tempo pedalado: 08:03
Ganho - Perda latitude: 2313 - 2237
Altitude mínima - máxima: 805 - 1411
Esforço: 4
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30.12.14
27.12.14
27.12.14 - Olimpio Noronha - Santa Rita do Sapucai
Dia 1: Olimpio - Santa Rita (via Pedralva)
Novamente um pedal de dois dias e dessa vez meu destino era Santa Rita do Sapucai, passando preferencialmente por estradas de terra. Imaginava que o caminho não seria fácil pois dariam mais de 80 quilômetros, mas no final do dia fiquei bem cansado.
Iniciei pela estrada de terra que vai para Cristina, passando bairro da Vargem Alegre. Este trecho foi bem tranquilo, mas já previa que o sol ia castigar. Próximo do bairro, segui pela estrada que vai até o topo da serrinha para Pedralva. Havia feito esse trecho com a Lucia há alguns anos atrás.
Trata-se de uma subida longa mas pouco íngreme que termina no asfalto entre Cristina e Pedralva. Já no asfalto tratei de descer a serra, que foi muito boa. Passei por um grupo de 5 ciclistas subindo a serra fazendo uma viagem.
Depois que passei pela cidade já segui por uma estrada de terra sentido bairro das Pitangueiras. Porém havia uma subida bem forte no caminho, atravessando algumas fazendas de café. O sol já castigava.
A estrada continuava sentido Olegário Maciel, mas um pouco antes eu faria a volta e continuaria pelo sertão, porém mudei meus planos quando vi meu estoque de água quase no final. Aumentei 8 quilômetros indo e voltando para Olegário. Comprei 3l de água.
Comecei por um caminho que vai para Sta Rita por terra, mas plana. Num dado ponto virei para a direita e fui enfrentar alguns morros. Era um morro interminável, debaixo de um sol forte e naquela hora estava meio arrependido.
Apesar de ter visto uma estrada na imagem do google, a estrada é interna de fazenda, com porteiras trancadas. Só tive confiança em seguir porque o pessoal que falei em algumas casas espalhadas pelo caminho me confirmaram que podia seguir.
A descida posterior terminava no bairro do Balaio, já em Sta Rita. Daí até a cidade não haveria mais morros, mas estava bem cansado e acabei chegando na cidade depois das 19h. Fiquei no hotel Crisal por R$69. Fiz uma janta frugal para dormir leve.
Data: 27/12/2014
Hora: 08:21 - 20:20
Distância: 92,1 km
Velocidade média: 11,1 km/h
Tempo pedalado: 08:03
Ganho - Perda latitude: 2313 - 2237
Altitude mínima - máxima: 805 - 1411
Esforço: 4
Dia 2: Sta Rita - Olimpio (via Heliodora e Lambari)
Acordei por volta das 7h e fui tomar o excelente café da pousada. Quando peguei a bicicleta vi que o pneu estava furado por um espinho.
Atravessei a cidade e depois o asfalto acabou. Foram muitas subidas e descidas no início até chegar em uma serra mais alta. Gastei bastante tempo neste trecho, mas a paisagem estava bem legal.
Passei pelo bairro do Sertãozinho e depois cheguei no asfalto que vai de Heliodora a Natercia. Segui para Heliodora. Este trecho até cidade foi bem rápido.
Descansei um pouco na cidade e continuei por uma estrada de terra sentido cachoeiras. Meu caminho não passava por elas e pensei em mudar o roteiro. Porém os vários carros seguindo naquela direção fazendo muita poeira me faz desistir.
Passei pelo bairro da Folheita e depois por um morro até chegar no asfalto para Lambari, chegando depois de 15 quilômetros no asfalto. Outro descanso antes de fazer os 20 finais para Olimpio.
Data: 28/12/2014
Hora: 08:23 - 17:53
Distância: 80,4 km
Velocidade média: 12,3 km/h
Tempo pedalado: 06:32
Ganho - Perda latitude: 2173 - 2118
Altitude mínima - máxima: 811 - 1142
Esforço: 4
Novamente um pedal de dois dias e dessa vez meu destino era Santa Rita do Sapucai, passando preferencialmente por estradas de terra. Imaginava que o caminho não seria fácil pois dariam mais de 80 quilômetros, mas no final do dia fiquei bem cansado.
Iniciei pela estrada de terra que vai para Cristina, passando bairro da Vargem Alegre. Este trecho foi bem tranquilo, mas já previa que o sol ia castigar. Próximo do bairro, segui pela estrada que vai até o topo da serrinha para Pedralva. Havia feito esse trecho com a Lucia há alguns anos atrás.
Trata-se de uma subida longa mas pouco íngreme que termina no asfalto entre Cristina e Pedralva. Já no asfalto tratei de descer a serra, que foi muito boa. Passei por um grupo de 5 ciclistas subindo a serra fazendo uma viagem.
Depois que passei pela cidade já segui por uma estrada de terra sentido bairro das Pitangueiras. Porém havia uma subida bem forte no caminho, atravessando algumas fazendas de café. O sol já castigava.
A estrada continuava sentido Olegário Maciel, mas um pouco antes eu faria a volta e continuaria pelo sertão, porém mudei meus planos quando vi meu estoque de água quase no final. Aumentei 8 quilômetros indo e voltando para Olegário. Comprei 3l de água.
Comecei por um caminho que vai para Sta Rita por terra, mas plana. Num dado ponto virei para a direita e fui enfrentar alguns morros. Era um morro interminável, debaixo de um sol forte e naquela hora estava meio arrependido.
Apesar de ter visto uma estrada na imagem do google, a estrada é interna de fazenda, com porteiras trancadas. Só tive confiança em seguir porque o pessoal que falei em algumas casas espalhadas pelo caminho me confirmaram que podia seguir.
A descida posterior terminava no bairro do Balaio, já em Sta Rita. Daí até a cidade não haveria mais morros, mas estava bem cansado e acabei chegando na cidade depois das 19h. Fiquei no hotel Crisal por R$69. Fiz uma janta frugal para dormir leve.
Data: 27/12/2014
Hora: 08:21 - 20:20
Distância: 92,1 km
Velocidade média: 11,1 km/h
Tempo pedalado: 08:03
Ganho - Perda latitude: 2313 - 2237
Altitude mínima - máxima: 805 - 1411
Esforço: 4
Dia 2: Sta Rita - Olimpio (via Heliodora e Lambari)
Acordei por volta das 7h e fui tomar o excelente café da pousada. Quando peguei a bicicleta vi que o pneu estava furado por um espinho.
Atravessei a cidade e depois o asfalto acabou. Foram muitas subidas e descidas no início até chegar em uma serra mais alta. Gastei bastante tempo neste trecho, mas a paisagem estava bem legal.
Passei pelo bairro do Sertãozinho e depois cheguei no asfalto que vai de Heliodora a Natercia. Segui para Heliodora. Este trecho até cidade foi bem rápido.
Descansei um pouco na cidade e continuei por uma estrada de terra sentido cachoeiras. Meu caminho não passava por elas e pensei em mudar o roteiro. Porém os vários carros seguindo naquela direção fazendo muita poeira me faz desistir.
Passei pelo bairro da Folheita e depois por um morro até chegar no asfalto para Lambari, chegando depois de 15 quilômetros no asfalto. Outro descanso antes de fazer os 20 finais para Olimpio.
Data: 28/12/2014
Hora: 08:23 - 17:53
Distância: 80,4 km
Velocidade média: 12,3 km/h
Tempo pedalado: 06:32
Ganho - Perda latitude: 2173 - 2118
Altitude mínima - máxima: 811 - 1142
Esforço: 4
22.12.14
21.12.14 - Olimpio Noronha - São Gonçalo do Sapucai
Dia 1: Olimpio Noronha - São Gonçalo do Sapucai
Depois que fiz a estrada real fiquei mais de um mês sem maiores aventuras. Neste período descobri que teria férias coletivas no trabalho entre o Natal e o Ano Novo. Decidi ir para Minas descansar e pedalar.
A primeira mini viagem que fiz tinha como destino São Gonçalo do Sapucaí, às margens da rodovia Fernão Dias, atravessando a serra de Lambari.
O domingo começou nublado mas abafado. Deixei a cidade pela BR-460 sentido Lambari onde fiz minha primeira parada, passando por Jesuânia. Em Lambari passei no parque das águas para carregar meu estoque de água e descasar um pouco antes de subir a serra atras da cidade.
Comecei subindo a serra em estrada de terra sem maiores dificuldades no começo. Passei por algumas pessoas caminhando e um ciclista que me passou. Este caminho é muito usado por caminhantes pois passa por uma floresta.
Vencida a serra, passei por muitas fazendas de café numa tendência de descida. Neste trecho peguei uma chuva rápida até que cheguei na represa do Chicão. Andei um trecho margeando o lago até que cheguei e passei sobre a barragem, estreita (passa um carro justo) mas era bem alta. Desci bastante passando na casa das máquinas da represa e depois de alguns quilômetros cheguei na Fernão Dias. Não havia passado por nenhum povoado no caminho.
A cidade é razoavelmente grande, com mais de 20k habitantes. Fiquei hospedado no hotel Caribe por R$50 e no final da tarde dei uma volta pelo centro.
Data: 21/12/2014
Hora: 08:24 - 16:49
Distância: 67,8 km
Velocidade média: 9,9 km/h
Tempo pedalado: 06:52
Ganho - Perda latitude: 1983 - 2001
Altitude mínima - máxima: 853 - 1391
Esforço: 4
Dia 2: São Gonçalo do Sapucai - Lambari
A volta seria por outro caminho até Lambari e terminaria pelo asfalto da BR-460. Comecei pela saída principal da cidade até a rodovia e segui as indicações para o bairro dos Ferreiras. Assim como no dia anterior, passei por várias fazendas de café, até chegar no bairro. Neste lugar comprei alguma coisa no mercado e dividi com um cachorro na praça do bairro.
A partir desse ponto começou uma longa subida de 8 quilômetros que me elevou para mais de 1500m de altitude. A descida para Lambari foi muito técnica e tive certa dificuldade em fazê-la sobre a bicicleta. Cheguei na MG-456 que liga Lambari a Heliodora e segui para a primeira cidade.
Passei novamente no parque das águas e dessa vez levei a água alcalina. Terminei com um pouco de cansaço pelo asfalto até Olimpio Noronha.
Data: 22/12/2014
Hora: 07:51 - 15:31
Distância: 58,5 km
Velocidade média: 11,5 km/h
Tempo pedalado: 06:52
Ganho - Perda latitude: 1918 - 1870
Altitude mínima - máxima: 830 - 1510
Esforço: 4
Depois que fiz a estrada real fiquei mais de um mês sem maiores aventuras. Neste período descobri que teria férias coletivas no trabalho entre o Natal e o Ano Novo. Decidi ir para Minas descansar e pedalar.
A primeira mini viagem que fiz tinha como destino São Gonçalo do Sapucaí, às margens da rodovia Fernão Dias, atravessando a serra de Lambari.
O domingo começou nublado mas abafado. Deixei a cidade pela BR-460 sentido Lambari onde fiz minha primeira parada, passando por Jesuânia. Em Lambari passei no parque das águas para carregar meu estoque de água e descasar um pouco antes de subir a serra atras da cidade.
Comecei subindo a serra em estrada de terra sem maiores dificuldades no começo. Passei por algumas pessoas caminhando e um ciclista que me passou. Este caminho é muito usado por caminhantes pois passa por uma floresta.
Vencida a serra, passei por muitas fazendas de café numa tendência de descida. Neste trecho peguei uma chuva rápida até que cheguei na represa do Chicão. Andei um trecho margeando o lago até que cheguei e passei sobre a barragem, estreita (passa um carro justo) mas era bem alta. Desci bastante passando na casa das máquinas da represa e depois de alguns quilômetros cheguei na Fernão Dias. Não havia passado por nenhum povoado no caminho.
A cidade é razoavelmente grande, com mais de 20k habitantes. Fiquei hospedado no hotel Caribe por R$50 e no final da tarde dei uma volta pelo centro.
Data: 21/12/2014
Hora: 08:24 - 16:49
Distância: 67,8 km
Velocidade média: 9,9 km/h
Tempo pedalado: 06:52
Ganho - Perda latitude: 1983 - 2001
Altitude mínima - máxima: 853 - 1391
Esforço: 4
Dia 2: São Gonçalo do Sapucai - Lambari
A volta seria por outro caminho até Lambari e terminaria pelo asfalto da BR-460. Comecei pela saída principal da cidade até a rodovia e segui as indicações para o bairro dos Ferreiras. Assim como no dia anterior, passei por várias fazendas de café, até chegar no bairro. Neste lugar comprei alguma coisa no mercado e dividi com um cachorro na praça do bairro.
A partir desse ponto começou uma longa subida de 8 quilômetros que me elevou para mais de 1500m de altitude. A descida para Lambari foi muito técnica e tive certa dificuldade em fazê-la sobre a bicicleta. Cheguei na MG-456 que liga Lambari a Heliodora e segui para a primeira cidade.
Passei novamente no parque das águas e dessa vez levei a água alcalina. Terminei com um pouco de cansaço pelo asfalto até Olimpio Noronha.
Data: 22/12/2014
Hora: 07:51 - 15:31
Distância: 58,5 km
Velocidade média: 11,5 km/h
Tempo pedalado: 06:52
Ganho - Perda latitude: 1918 - 1870
Altitude mínima - máxima: 830 - 1510
Esforço: 4
13.9.14
15.09.14 - Olimpio Noronha - Carmo de Minas - Dom Viçoso - Cristina - Olimpio
Metade de setembro de ano sem chuvas, aprontei minhas coisas e voltei para Olimpio para buscar meu celular que esqueci. Aproveitei para fazer um pedal mais puxado e conhecer Dom Viçoso.
Comecei pedalando pela trilha da antiga linha de trem, evitando os morros para deixar a cidade. No asfalto segui sentido Carmo de Minas pela BR-460. No início o dia estava bem frio, mas sabia que a tarde o calor ia aparecer.
Fui tranquilo, a estrada tinha pouco trafego e logo fiz os 25 quilômetros chegando em Carmo de Minas. Passei direto sentido São Lourenço e uns 3 quilômetros depois segui as placas indicando Dom Viçoso. No caminho passei pelos bairros dos Campos e Serrinha. Cheguei em Dom Viçoso 10h
A cidade é bem pequena e tranquila. Gostei da praça do centrinho, com pergolados, bancos de madeira e jardim bonito. Por causa do calor, não encontrei muita gente. Descansei um pouco e segui pela estrada de terra que leva para Cristina pois sabia que o morro a atravessar não seria fácil.
Peguei uma subida constante de alguns quilômetros e gastei mais de duas horas para chegar no topo, minha sorte veio da sombra do caminho, neste tracho tive que economizar água.. Por causa da seca a vista ficava acinzentada.
Depois de virar o morro e descer tudo o que subi, cheguei em Cristina. Reabastecido continuei pelo asfalto sentido Pedralva e logo desviei para a estrada de Vargem Alegre e depois Olimpio. Terminei o caminho pouco depois das 15h.
| Olimpio - Dom Viçoso - Cristina | ||||
|---|---|---|---|---|
| Data: | 9/13/2014 | Dificuldade: | 4 | |
| Distância: | 93.51 km | Km Forasteiro: | 37 km | |
| Odômetro: | 37300 km | Média: | 17.03 km/h | |
| Tempo: | 05:29 | Horário: | 06:38h - 15:41h | |
| Quem: | Eu | |||
| Itinerário: | Olimpio, BR-460, Carmo de Minas, Dom Viçoso (asfalto), Cristina, Vargem Alegre, Olimpio | |||
| Link tracklog: | ||||
31.8.14
31.08.14 - Olimpio - São Lourenço
Quando andei na maria fumaça entre São Lourenço e Soledade de Minas há uns 6 anos atrás, fiquei tentado a fazer esse trecho de bicicleta pela trilha que segue a linha. Este foi o dia de fazê-lo.
Comecei o pedal pelo trecho da estrada entre Carmo de Minas e Lambari. Uns 10 quilômetros depois entrei numa estrada a esquerda que leva ao bairro dos Freitas. Este trecho é bem plano por causa da antiga linha do trem.
No Freitas atravessei a ponte quebrada e continuei pela direita sentido Soledade. Sinal de vida apenas na ponte onde um senhor ficava silenciosamente pescando. Desse trecho em diante o caminho já não ficou mais plano. Saí perto de Soledade, o trem estava deixando a cidade.
Segui o trem por uma trilha ao lado, assim aproveitei o caminho plano para chegar em São Lourenço. Neste trecho encontrei dois ciclistas e logo cheguem na cidade,que estava fervendo de gente, charretes levando turistas e transito convencional.
Já no trecho para Carmo, comecei a sentir o calor e um pouco do cansaço. Dai para frente fiz por asfalto e a serrinha do trecho para Lambari judiou. Terminei o caminho administrando o cansaço, assim resolvi fazer um descanso no dia seguinte.
Comecei o pedal pelo trecho da estrada entre Carmo de Minas e Lambari. Uns 10 quilômetros depois entrei numa estrada a esquerda que leva ao bairro dos Freitas. Este trecho é bem plano por causa da antiga linha do trem.
No Freitas atravessei a ponte quebrada e continuei pela direita sentido Soledade. Sinal de vida apenas na ponte onde um senhor ficava silenciosamente pescando. Desse trecho em diante o caminho já não ficou mais plano. Saí perto de Soledade, o trem estava deixando a cidade.
Segui o trem por uma trilha ao lado, assim aproveitei o caminho plano para chegar em São Lourenço. Neste trecho encontrei dois ciclistas e logo cheguem na cidade,que estava fervendo de gente, charretes levando turistas e transito convencional.
Já no trecho para Carmo, comecei a sentir o calor e um pouco do cansaço. Dai para frente fiz por asfalto e a serrinha do trecho para Lambari judiou. Terminei o caminho administrando o cansaço, assim resolvi fazer um descanso no dia seguinte.
| Olimpio Noronha - Soledade de Minas - São Lourenço - Carmo de Minas - Olimpio | ||||
|---|---|---|---|---|
| Data: | 31/8/2014 | Dificuldade: | 5 | |
| Distância: | 88,7 km | Km Forasteiro: | 34 km | |
| Odômetro: | 37100 km | Média: | 16 km/h | |
| Tempo: | 05:33 | Horário: | 06:53h - 15:08h | |
| Quem: | Eu | |||
| Itinerário: | Olimpio, BR-460, Antiga linha de trem, B. Freitas, Soledade de Minas, linha do trem, São Lourenço, Carmo, BR-460, Olimpio | |||
| Link tracklog: | ||||
15.6.14
15.06.14 - Olimpio - Lambari
Sai mais tarde neste dia e já não estava tão frio. Segui para Lambari pelo asfalto, que estava bem tranquilo.
Já em Lambari, no trecho do lago e antes de chegar no centro, virei a esquerda passando por um bairro da cidade e no final deste, começou uma estrada de terra. De cara uma subida longa cercada por uma plantação de café.
Alguns quilômetros depois, num trecho de descida, virei à direita passando por muitos sítios. Neste trecho havia algumas subidas muito íngremes. Cheguei num trecho que tinha que passar por entre o cafezal, que dificulta o caminho por causa das muitas bifurcações.
Depois disso acabei saindo no asfalto que loga Lambari a Heliodora. Segui para Lambari e depois de 10 quilômetros estava na cidade. Consegui água nas fontes da cidade e voltei para Olimpio pelo asfalto da ida.
Já em Lambari, no trecho do lago e antes de chegar no centro, virei a esquerda passando por um bairro da cidade e no final deste, começou uma estrada de terra. De cara uma subida longa cercada por uma plantação de café.
Alguns quilômetros depois, num trecho de descida, virei à direita passando por muitos sítios. Neste trecho havia algumas subidas muito íngremes. Cheguei num trecho que tinha que passar por entre o cafezal, que dificulta o caminho por causa das muitas bifurcações.
Depois disso acabei saindo no asfalto que loga Lambari a Heliodora. Segui para Lambari e depois de 10 quilômetros estava na cidade. Consegui água nas fontes da cidade e voltei para Olimpio pelo asfalto da ida.
| Olimpio - Jesuânia - Lambari - colta | ||||
|---|---|---|---|---|
| Data: | 6/15/2014 | Dificuldade: | 4 | |
| Distância: | 60 km | Km Forasteiro: | 9 km | |
| Odômetro: | 35069 km | Média: | 13 km/h | |
| Tempo: | Horário: | 07:45h - 12:30h | ||
| Quem: | Eu | |||
| Itinerário: | Olimpio, Lambari, BR-460, Lambari, MG-456, Lambari, BR-460, Olimpio | |||
| Resumo: | ||||
14.6.14
14.06.14 - Olimpio - Conceição das Pedras - Natercia
Segui o roteiro para passar por Conceição das Pedras e Natércia a partir de Olimpio Noronha. Um caminho difícil por ter mais de 70 quilômetros e ser todo em estradas de terra.
O dia começou bem frio e com neblina mas depois de um tempo o sol apareceu. Passei pelo bairro do Bananal, em Jesuânia e comecei a subida da serra, que fiz várias vezes, cercado por uma plantação de café.
No topo do morro há algumas bifurcações mas segui pela principal. Pouco depois, seguindo o roteiro do GPS, haveria uma bifurcação para a direita antes de chegar no bairro do Pinhal, mas não encontrei: houve algum problema na montagem do caminho. Decidi fazer o caminho inverso, vendo onde sairia quando estivesse voltando.
Passei pelo Pinhal e desci a serra para Conceição das Pedras. Atravessei a cidade seguindo as placas para Natercia. Peguei asfalto apenas passando pelo centro e logo depois continuei por uma estrada de terra bem mantida.
Um pouco depois percebi que as placas indicavam Natercia por outro caminho em relação ao meu track. Segui o que planejei passando por um trecho com muito pasto. O ponto legal do caminho foi ver uma cachoeira grande, descendo por uma grande pedra, pouco antes de Natercia.
Descansei um pouco na cidade e comecei o trecho mais difícil, voltando seguindo as placas para Lambari. No bairro São Bernardo havia uma bifurcação. Segui pela direita tentando encontrar a estrada que havia perdido. Pouco depois comecei uma subida longa e com trechos íngremes, subindo mais de 500m de altitude.
Peguei um trecho de pasto, depois uma floresta quase tomando a estrada e finalmente saí dentro do bairro do Pinhal, lugar que já havia passado antes. Daí fiz a volta pelo mesmo caminho para Olimpio.
O dia começou bem frio e com neblina mas depois de um tempo o sol apareceu. Passei pelo bairro do Bananal, em Jesuânia e comecei a subida da serra, que fiz várias vezes, cercado por uma plantação de café.
No topo do morro há algumas bifurcações mas segui pela principal. Pouco depois, seguindo o roteiro do GPS, haveria uma bifurcação para a direita antes de chegar no bairro do Pinhal, mas não encontrei: houve algum problema na montagem do caminho. Decidi fazer o caminho inverso, vendo onde sairia quando estivesse voltando.
Passei pelo Pinhal e desci a serra para Conceição das Pedras. Atravessei a cidade seguindo as placas para Natercia. Peguei asfalto apenas passando pelo centro e logo depois continuei por uma estrada de terra bem mantida.
Um pouco depois percebi que as placas indicavam Natercia por outro caminho em relação ao meu track. Segui o que planejei passando por um trecho com muito pasto. O ponto legal do caminho foi ver uma cachoeira grande, descendo por uma grande pedra, pouco antes de Natercia.
Descansei um pouco na cidade e comecei o trecho mais difícil, voltando seguindo as placas para Lambari. No bairro São Bernardo havia uma bifurcação. Segui pela direita tentando encontrar a estrada que havia perdido. Pouco depois comecei uma subida longa e com trechos íngremes, subindo mais de 500m de altitude.
Peguei um trecho de pasto, depois uma floresta quase tomando a estrada e finalmente saí dentro do bairro do Pinhal, lugar que já havia passado antes. Daí fiz a volta pelo mesmo caminho para Olimpio.
| Olimpio - Jesuânia - Lambari - colta | ||||
|---|---|---|---|---|
| Data: | 6/15/2014 | Dificuldade: | 4 | |
| Distância: | 60 km | Km Forasteiro: | 9 km | |
| Odômetro: | 35069 km | Média: | 13 km/h | |
| Tempo: | Horário: | 07:45h - 12:30h | ||
| Quem: | Eu | |||
| Itinerário: | Olimpio, Lambari, BR-460, Lambari, MG-456, Lambari, BR-460, Olimpio | |||
| Link tracklog: | Link para o track | |||
3.11.13
03.11.13 - Olimpio - B. Água Limpa - Vargem Alegre
No segundo dia fiz um roteiro mais curto, pegando a estrada de terra para Cristina. Um pouco antes da entrada da Vargem Alegre, peguei a esquerda sentido água limpa.
Já fiz este trecho com o Fabio, mas seguimos para Carmo. Desta vez peguem uma bifurcação para Cristina, saindo no asfalto perto do trevo para a cidade.
Fiz a volta pela estrada de terra até Olimpio.
Já fiz este trecho com o Fabio, mas seguimos para Carmo. Desta vez peguem uma bifurcação para Cristina, saindo no asfalto perto do trevo para a cidade.
Fiz a volta pela estrada de terra até Olimpio.
| Olimpio - B. Água Limpa - Vargem Alegre | ||||
|---|---|---|---|---|
| Data: | 3/11/2013 | Dificuldade: | 3 | |
| Distância: | 37 km | Km Forasteiro: | 4 km | |
| Odômetro: | 29400 km | Média: | 13 km/h | |
| Tempo: | 02:49 | Horário: | 07:20h - 11:15h | |
| Quem: | Eu, Lucia, Mica | |||
| Itinerário: | Olimpio - Estr. Cristina - Pinhal - Água Limpa - MG-xxx - B. Vargem Alegre - Olimpio | |||
| Resumo: | ||||
2.11.13
02.11.13 - Olimpio - Soledade de Minas - Carmo de Minas
Pedal passando por Soledade de Minas, passando pelos Freitas. Já fiz um caminho passando por este bairro, mas agora fui seguindo outras estradas que se cruzam ali. Cruzei a ponte caída sobre o rio Verde e segui em direção a Soledade.
A partir dai o caminho ficou com muitos morros, ao contrário do trecho inicial pela antiga linha do trem. Cheguei em Soledade e peguei a estrada de terra para Carmo de Minas.
Em Carmo comi algo na padaria e fiz a volta para Olimpio
A partir dai o caminho ficou com muitos morros, ao contrário do trecho inicial pela antiga linha do trem. Cheguei em Soledade e peguei a estrada de terra para Carmo de Minas.
Em Carmo comi algo na padaria e fiz a volta para Olimpio
| Olimpio - Soledade de Minas - Carmo de Minas | ||||
|---|---|---|---|---|
| Data: | 2/11/2013 | Dificuldade: | 4 | |
| Distância: | 80,5 km | Km Forasteiro: | 40 km | |
| Odômetro: | 29361 km | Média: | 14,6 km/h | |
| Tempo: | 05:29:00 | Horário: | 07:40h - 15:05h | |
| Quem: | Eu | |||
| Itinerário: | Olimpio Noronha - B. Freitas - Soledade de Minas - Carmo de Minas - BR-460 - Olimpio | |||
| Resumo: | ||||
21.9.13
21.09.13 - D1: Olimpio Noronha - Cruzilia
Consegui de última hora uma folga de uma semana e com isso montei um roteiro às pressas a partir de Olimpio Noronha-MG. Havia planejado anteriormente um roteiro pela região de Carrancas e adaptei para 6 dias.
Comecei pela BR-460 sentido Carmo de Minas por cerca de 20 quilômetros. O movimento de carros esta acima do normal mas nada que atrapalhasse muito. Quase no topo da serra saí da rodovia numa estrada de terra à esquerda passando num bairro. A parte de terra não durou muito e logo cheguei no asfalto entre Carmo e Soledade de Minas e segui para a segunda cidade.
Como a estrada era praticamente plana, cheguei cedo em Soledade para ver o trem de São Lourenço. A cidade estava agitada por causa disso, mas somente perto da estação. Penei um pouco para achar a entrada da rodovia para Caxambu que fica do outro lado da cidade, mas perguntando aqui e ali, achei.
A rodovia continuava plana e cheguei em Caxambu. Praticamente passei direto, apenas passando num supermercado na cidade, resolvendo conhecer melhor a cidade de Baependi, que fica a 4km dali. Apesar de ser bem próxima, havia um morro pra atravessar. Na cidade passei pela igreja da Nha Chica e no centro da cidade.
A partir de Baependi, fiz o trecho de asfalto até Cruzilia sob um calor forte e muitas subidas. Na cidade fiquei no Hotel Real, na frente da igreja matriz pagando R$45. A cidade é bonita e limpa. À noite jantei um bom prato feito num restaurante por R$9 e não me demorei para ir dormir.
Comecei pela BR-460 sentido Carmo de Minas por cerca de 20 quilômetros. O movimento de carros esta acima do normal mas nada que atrapalhasse muito. Quase no topo da serra saí da rodovia numa estrada de terra à esquerda passando num bairro. A parte de terra não durou muito e logo cheguei no asfalto entre Carmo e Soledade de Minas e segui para a segunda cidade.
Como a estrada era praticamente plana, cheguei cedo em Soledade para ver o trem de São Lourenço. A cidade estava agitada por causa disso, mas somente perto da estação. Penei um pouco para achar a entrada da rodovia para Caxambu que fica do outro lado da cidade, mas perguntando aqui e ali, achei.
A rodovia continuava plana e cheguei em Caxambu. Praticamente passei direto, apenas passando num supermercado na cidade, resolvendo conhecer melhor a cidade de Baependi, que fica a 4km dali. Apesar de ser bem próxima, havia um morro pra atravessar. Na cidade passei pela igreja da Nha Chica e no centro da cidade.
A partir de Baependi, fiz o trecho de asfalto até Cruzilia sob um calor forte e muitas subidas. Na cidade fiquei no Hotel Real, na frente da igreja matriz pagando R$45. A cidade é bonita e limpa. À noite jantei um bom prato feito num restaurante por R$9 e não me demorei para ir dormir.
| D1: Olimpio Noronha - Cruzilia | ||||
|---|---|---|---|---|
| Data: | 21/9/2013 | Dificuldade: | 4 | |
| Distância: | 82,6 km | Km Forasteiro: | 62 km | |
| Odômetro: | 28593,31 km | Média: | 13,5 km/h | |
| Tempo: | 06:04:29 | Horário: | 07:20h - 17:15h | |
| Quem: | Eu | |||
| Itinerário: | Olimpio Noronha - BR460 - MG383 - Caxambu - Baependi - Cruzilia | |||
| Resumo: | ||||
24.8.13
24.08.13 - Olimpio - Conc. Rio Verde (via B. Freitas)
Depois de dois meses, fiz um novo pedal por Olimpio Noronha. Planejei um pedal mais longo e resolvi estrear meu pneu liso de 1,5" e 50lb de pressão, portanto a maior parte do caminho foi por asfalto. Pela manhã o dia estava bem frio, mas como sabia logo estaria quente, fui sem blusa.
Comecei pelo asfalto que vai para Carmo de Minas, que estava praticamente sem trafego. Aí já notei um ganho de desempenho com relação ao pneu com cravos. Além disso notei que ele faz menos ruído.
Depois de 17 quilômetros, saí da principal e segui a placa indicando para o bairro dos Freitas. Queria saber como seria o pneu liso em estrada de terra. A estrada era bem mantida, sem pedras ou areia solta e com poucos morros. Percebi novamente que o rendimento era melhor mas eu tinha que mais atento desviando de alguns buracos e pedras pelo caminho.
Depois de mais quase 10 quilômetros cheguei no Freitas, famoso pela ponte caída, mas que ainda é possível passar a pé. Como há casas dos dois lados do rio Verde, adaptaram uma escada na rampa inclinada que a ponte formou. No meio a ponte fica a um metro do rio.
Descansei na antiga estação do bairro e segui pela esquerda. Depois o caminho ficou plano, passando por um vale até o asfalto da BR267 Esta BR tem a fama de muito trafego, principalmente de caminhões., além de não ter acostamento. Pelo que notei não chega a ter o transito da Rod. Dutra, mas tem que andar bem atento. Ficava olhando para trás e quando via um caminhão, já pulava para o acostamento de terra.
Foi assim até o trevo para Lambari/ Campanha. Segui para a primeira opção e o transito acalmou. Peguei várias retas e sol quente na cabeça até Lambari. Descansei na praça, peguei a água da fonte e segui. Já sentia um tanto cansado quando cheguei em Jesuânia e um pouco mais cansado em Olimpio, depois de quase 100 quilômetros.
O pneu liso vale muito em trechos longos com mais asfalto, possibilitando caminhos mais longos que o convencional.
Comecei pelo asfalto que vai para Carmo de Minas, que estava praticamente sem trafego. Aí já notei um ganho de desempenho com relação ao pneu com cravos. Além disso notei que ele faz menos ruído.
Depois de 17 quilômetros, saí da principal e segui a placa indicando para o bairro dos Freitas. Queria saber como seria o pneu liso em estrada de terra. A estrada era bem mantida, sem pedras ou areia solta e com poucos morros. Percebi novamente que o rendimento era melhor mas eu tinha que mais atento desviando de alguns buracos e pedras pelo caminho.
Depois de mais quase 10 quilômetros cheguei no Freitas, famoso pela ponte caída, mas que ainda é possível passar a pé. Como há casas dos dois lados do rio Verde, adaptaram uma escada na rampa inclinada que a ponte formou. No meio a ponte fica a um metro do rio.
Descansei na antiga estação do bairro e segui pela esquerda. Depois o caminho ficou plano, passando por um vale até o asfalto da BR267 Esta BR tem a fama de muito trafego, principalmente de caminhões., além de não ter acostamento. Pelo que notei não chega a ter o transito da Rod. Dutra, mas tem que andar bem atento. Ficava olhando para trás e quando via um caminhão, já pulava para o acostamento de terra.
Foi assim até o trevo para Lambari/ Campanha. Segui para a primeira opção e o transito acalmou. Peguei várias retas e sol quente na cabeça até Lambari. Descansei na praça, peguei a água da fonte e segui. Já sentia um tanto cansado quando cheguei em Jesuânia e um pouco mais cansado em Olimpio, depois de quase 100 quilômetros.
O pneu liso vale muito em trechos longos com mais asfalto, possibilitando caminhos mais longos que o convencional.
| Olimpio - Conc. Rio Verde (via B. Freitas) | ||||
|---|---|---|---|---|
| Data: | Dificuldade: | 4 | ||
| Distância: | 96.07 km | Km Forasteiro: | 54 km | |
| Odômetro: | 28282.81 km | Média: | 18.2 km/h | |
| Tempo: | 05:16:41 | Horário: | 07:15h - 15:00h | |
| Quem: | Eu | |||
| Itinerário: | Olimpio - BR-460 - B. Freitas - BR-267 - MG-460 - Lambari - BR-460 - Jesuania - Olimpio | |||
| Resumo: | ||||
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