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10.1.10

Bike: Paraisópolis - Gonçalves - SBento - Sapucaí Mirim - Sto Antonio Pinhal

No dia seguinte tomei o café, comprei água na padaria e peguei o asfalto sentido São Bento. Exatamente no final da descida virei à direita, onde passei por um clube. Daí em diante foi uma subida de 6km, felizmente aliviada pelas bicas de água para refrescar, até o pico do Machadão, a 1536m de altitude, passando pelo Pq. Ecológico Brejo Grande.

Depois desci metade do que já havia subido e depois continuei morro acima. Nessa hora comecei a sentir um cansaço que me acompanhou até o centrinho de Gonçalves, uma vez que não havia trecho plano

Lá cheguei 15h com fome e fui comer algo na padaria. Fiquei pouco e já desci a serra para São Bento. Vi que perdi o ônibus para casa e imaginando que haveria outro pouco depois das 17h, fui para Sapucai e descobri que o próximo seria 20h.

Triste, me afoguei num sorvete e seguei para Santo Antonio, pelo antigo caminho da fé. Cheguei 19h e resolvi esperar o dito que ali passaria às 20:30h. Fiquei de chinelo e foi um bom tempo para parar de suar.

Deram 21h e nada de ônibus e nesse interim passaram viaturas do bombeiro, SAMU e percebemos que houve um acidente na estrada. Liguei pra casa e meu pai me buscou e assim cheguei em casa depois das 23h. Tive pouca sorte em perder o ônibus e ocorrer esse acidente, mas a viagem foi muito proveitosa.


Data: 10/Jan/2010
Sensação de esforço: 5 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: quente
Piso: 25% terra; 75% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 08:00h
Horário Final: 19:00h
Tempo Pedalado: 6:23:02 h
Distância: 80,88km
Média Pedalada: 12,6 km/h
Dist. Parcial Bike: 3597,6 km
Dist. Total Bike: 9590,05 km
Pontos de Referência: Pq. Brejo Grande (Paraiso)
Quem: Eu

22.11.09

Bike: Luminosa - São Bento - Sapucai Mirim

No terceiro dia já acordei mais descansado e isso era interessante pois tinha uma serra pra subir. Não era a famosa quebra-perna mas não perdia feio.



Na verdade a subida era o inverso do caminho frei galvão até chegar no topo do serra, aos 1600m de altitude. Nesse lugar tinha até um inacreditável vento frio. Foi aí também que fui ultrapassado por um grupo de uns 8 ciclistas andando num ritmo bem forte. Saíram de Águas da Prata e iam até Campos.


Depois de virar a montanha, já num trecho desconhecido, me deparei com a pedra do baú enorme na linha da estrada. Esse ponto era demais, pois ainda conseguia ver o vale que seguia até São Bento, onde passa o asfalto Campos- São Bento.


A descida foi bem íngreme e cheia de pedras até chegar no asfalto, onde ainda restava algum declive e curvas fechadas. Cheguei na rodoviária da cidade 1:30h antes do ônibus pra Pinda. Resolvi então tomar o sorvete de Sapucaí, chegando lá em 30min. A sorveteria estava quase cheia e o sorvete caiu bem, até a chegada do ônibus pra casa.



Data: 22/Nov/2009
Sensação de esforço: 4 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: quente
Piso: 50% terra; 50% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 08:10h
Horário Final: 13:30h
Tempo Pedalado: 3:02:02 h
Distância: 36,40km
Média Pedalada: 11,9 km/h
Dist. Parcial Bike: 2996,80 km
Dist. Total Bike: 8958,11 km
Pontos de Referência:
Quem: Eu





21.11.09

Bike: São Bento - Luminosa

O plano do dia era seguir por uma estrada de terra que acompanha o asfalto para Paraiso, cruzar o caminho da fé e atravessar uma montanha, saindo em Brazopolis.


Saí 8 em ponto e logo cheguei na estrada de terra. Esperava um caminho mais plano, assim como o asfalto que via sem dificuldades, separado quase que somente pelo rio Sapucaí. O caminho era todo cheio de morrinhos que judiou um bocado, ajudado pelo calor logo cedo e um resíduo de casaço do dia anterior.


Atravessei o caminho da fé no bairro das áreas e segui por uma bonita estrada. Dois quilômetros depois descobri que o caminho não tinha saída, chegava apenas a uma plantação de banana escrustada na montanha.


Triste por não ter um plano B - outra estrada que levava a Brazopolis já traçada mas não copiada no GPS - voltei e fiz o caminho da fé até Luminosa. Mas essa opção acabou sendo boa, pois evitei pelo menos 2h de sol na cabeça e encontrei alguns peregrinos, que conversamos no caminho e depois na pousada.


Atravessei o bairro do Cantagalo, e a principio não me lembrava dele quando fiz o CF há 2 anos e meio atrás (deve ter sido a pressa para não chegar a noite na vila). Mas logo depois não tinha como esquecer do morro que tinha que atravessar para chegar.

Fiquei na pousada da D. Ditinha onde haviam mais 3 pessoas fazendo o caminho a pé. Não lembro o nome deles, mas sei que dois são de Pouso Alegre e o outro, se não me engano, de São Paulo.


Data: 21/Nov/2009
Sensação de esforço: 4 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: quente
Piso: 100% terra;
Disposição: ainda meio cansado
Horário Inicial: 08:00h
Horário Final: 16:00h
Tempo Pedalado: 3:48:00 h
Distância: 38,93km
Média Pedalada: 10 km/h
Dist. Parcial Bike: 2960,40 km
Dist. Total Bike: 8921,71 km
Pontos de Referência: B. Áreas, B. Cantagalo, Caminho da Fé
Quem: Eu

20.11.09

Bike: Sapucaí Mirim - Gonçalves - São Bento

Com um final de semana de três dias, fiz um roteiro de acordo, começando e terminando em Sapucaí Mirim, regado a muitos morros.


Comecei a pedalar 8h depois de saltar do ônibus, atravessei a cidade e segui pela estrada que vai para as cachoeiras da cidade. Logo após a entrada para elas, começa o aclive. É uma subida suave pois não empurrei nenhuma vez, mas é longa.


Já acima dos 1000m avistava o bairro Sta Luzia no vale, que já tive a oportunidade de andar. Nesse trecho a disponibilidade de água é grande, passei até por uma cachoeirinha as margens da estrada.


Na parte alta segui pela estradinha para Monte Verde, no trecho mais isolado do dia. Aí passei por florestas de araucárias e pinheiros e alguns quilômetros depois cheguei na bifurcação para Monte Verde ou Gonçalves e peguei a segunda opção.


Daí passei pelo bairro do Juncal e logo após peguei uma subida bem forte de 1 quilômetro e foi aí que comecei a ficar cansado. Além deste havia outro íngreme, chamada de serra dos Lauros, para chegar no Campestre.


Nesse momento já estava perto das descidas para São Bento, que não demorou. Foram 6km de descida até a estrada dos Serranos e depois à cidade.


Fiquei numa pousada diferente, mas não lembro o nome. Na cidade à noite tinha muitas pessoas, o calor faz as pessoas saírem. E foi assim o dia, muitos morros e cama logo cedo.







Data: 20/Nov/2009
Sensação de esforço: 5 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: quente
Piso: 90% terra; 10% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 08:00h
Horário Final: 17:00h
Tempo Pedalado: 5:48:31 h
Distância: 61,72km
Média Pedalada: 10,6 km/h
Dist. Parcial Bike: 2921,47 km
Dist. Total Bike: 8882,78 km
Pontos de Referência: B. Cachoeira (Sapucai) , B. Campestre (Gonçalves), B. Serrano (S Bento)
Quem: Eu

24.10.09

Bike: Corrego do Bom Jesus - Gonçalves - São Bento - Sapucai Mirim

Acordei cedo para evitar o calor na subida da serra e ganhar algum tempo. Tomei café na padaria, devolvi as chaves e me mandei, eram umas 7h. Inicialmente foi uma descida e um trecho plano, mas que não disfarçava a subida que se seguia.


O dia começou nublado e meio frio, que ajudou bastante na subida. Alguns trechos consegui ir pedalando e outros empurrei, afinal teria bastante tempo. A subida era bastante tortuosa e logo já conseguia ver a cidade e Cambui também.


Virei o morro quase 9h achando que o pior já tinha passado, pois já estava a 1330m de altitude, mas não foi o que aconteceu. Teve uma descida de 1,5 quilômetro e cheguei no bairro Campo Raposo. Conversei com os nativos que estavam num bar e continuei.


Logo depois do bairro apareceu outra subida longa com mais de 3km. Como não esperava por ela, parece que cansa bem mais. Cheguei a quase 1500m de altitude e nesse trecho tinha muitas araucárias. Daí desci outro bom trecho chegando no distrito dos Costas. Esse lugar é basicamente uma igreja, a praça e as casas em volta. Acho que uma pessoa vive 100 anos naquele lugar de tão calmo.


Uma subida para sair do bairro e depois foi um bom trecho plano com muitas árvores. Isso ajudou porque o calor já estava forte. Cheguei em Gonçalves 13h já um pouco cansado e praticamente passei direto pela cidade por a praça principal está em reforma.


A descida da serra pelo asfalto até São Bento foi bem rápida. Em alguns trechos cheguei a 70 km/h. Depois disso o caminho é de subidas e descidas leves, mas como já estava ficando cansado e o calor que vinha do asfalto, que foi ficando mais sofrível a cada quilômetro.


Meu plano era chegar até Sto Antonio, mas já não havia prazer por causa do calor e o cansaço mesmo. Peguei o ônibus pra Pinda em Sapucaí e com isso deu tempo pra tomar sorvete e relaxar um pouco.


Data: 24/Out/2009
Sensação de esforço: 5 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: quente
Piso: 50% terra; 50% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 07:10h
Horário Final: 15:00h
Tempo Pedalado: 4:21:04h
Distância: 56,81km
Média Pedalada: 13 km/h
Dist. Parcial Bike: 2599,5 km
Dist. Total Bike: 8541,11 km
Pontos de Referência: B. Campo Raposo, B. Costas
Quem: Eu

27.9.09

Bike: Paraisópolis - São Bento - Sapucaí - Santo Antonio - Pinda

No segundo dia, apesar de ter dormido cedo, acordei com bastante sono. Como sabia que o dia seria quente e que eu não era bobo nem nada, fiz um esforço para sair o mais cedo possível.


O trajeto até Pinda seria quase todo por asfalto, uma vez que não queria arriscar de não conseguir chegar. Passei direto por São Bento e parei em Sapucaí para tomar um sorvete. Um pouco depois da cidade segui pelo antigo caminho da fé, passando pela pedra do Pião.


Em Santo Antonio me esbaldei na "fonte da juventude" na saída da cidade que não me deixou mais jovem, mas mais disposto. Daí foi a descida da serra e os 20km até Pinda. A praia - rio Piracuama - de muitos pindenses e taubateanos, notado pelas placas dos carros, estava bem cheio.



Cheguei em casa 15h com tempo de tomar banho e almocar antes de ver o Andre Dias sentir a presença do Ronaldo no jogo do Timão.


Data: 27/Set/2009
Sensação de esforço: 5 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: calor
Piso: 10% terra; 90% asfalto
Disposição: um pouco cansado
Horário Inicial: 08:00h
Horário Final: 15:00h
Tempo Pedalado: 4:16:46h
Distância: 78,64km
Média Pedalada: 18,3km/h
Dist. Parcial Bike: 2287,3 km
Dist. Total Bike: 8229,13 km
Pontos de Referência:
Quem: Eu

9.8.09

Bike: São Bento do Sapucaí - Sapucaí Mirim - Santo Antonio do Pinhal

Boa parte do caminho de volta eu já conhecia, exceto uma estradinha de terra que liga São Bento a Sapucaí Mirim. Ele acompanha a estrada de asfalto mas é bem acidentado, com várias erosões.


Em Sapucaí parei para comprar frutas e tomar sorvete. A cidade estava movimentada e todo o comércio aberto no domingo. O restante do caminho foi em asfalto. Passei por Santo Antonio, tomei outro sorvete pois o dia estava quente.


A parte final foi mais rápida com a descida da serra. Cheguei em casa com tempo pra ver o Timão perder do Flamengo. Fora isso foi tudo bom.


Data: 09/Ago/2009
Sensação de esforço: 4 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: quente
Piso: 10% terra; 90% asfalto
Disposição: um pouco cansado
Horário Inicial: 09:00h
Horário Final: 15:00h
Tempo Pedalado: 4:02:16h
Distância: 64,57km
Média Pedalada: 16,5km/h
Dist. Parcial Bike: 1722,8 km
Dist. Total Bike: 7665,51 km
Pontos de Referência:
Quem: Eu

8.8.09

Bike: São Bento do Sapucaí - Gonçalves - São Bento do Sapucaí

Voltei a andar depois de um mês, já não aguentava mais. Este roteiro era "carta na manga", foi só jogar no GPS, avisar o Zingra e ir. Fui de ônibus bem cedo para São Bento, onde começei a andar pela estrada do Serrano.


Os primeiros quilômetros da estrada são asfaltados e bem tranquilos, mas a serra crescendo de todos os lados não passava desapercebida.

Um pouco depois do bairro dos Serranos, segui pela estrada da esquerda, fazendo o trecho menos íngrime para Gonçalves. A estrada da direita eu fiz em março de 2008, passando pelo bairro dos Venâncios. A manhã toda foi dedicada a subir a serra que não foi fácil, mas a vista valeu.

Depois de virar o morro passei pelo Campestre, num trecho mais arborizado e plano. Além disso começaram a aparecer pousadas e alguns restaurantes, muito bonitos por sinal. Pouco depois cheguei no bairro São Sebastião das 3 orelhas, com a igrejinha e casas em volta. Fui convidado para entrar num barzinho muito interessante. É uma casa toda decorada com objetos antigos e o bar num dos cômodos.

Continuei sentido Gonçalves e lá cheguei por volta das 14h. Procurei pousadas no centro, tomei um lanche na padaria e comecei o retorno para São Bento. No portal da cidade, segui por uma estradinha de terra à direita que acabava saindo no asfalto, passando pelo bairro Atrás da Pedra.

Voltei para São Bento por uma estrada de terra que acompanha o asfalto. À noite tinha o final do festival de inverno da cidade, assim aproveitei para comer pipoca e depois pastel e brigadeiro no final.

Data: 08/Ago/2009
Sensação de esforço: 5 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: quente
Piso: 100% terra; 0% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 08:15h
Horário Final: 17:30h
Tempo Pedalado: 5:01:47h
Distância: 56,52km
Média Pedalada: 11,0km/h
Dist. Parcial Bike: -
Dist. Total Bike: 7600,94 km
Pontos de Referência: B. Serrano, B. Campestre, B. S. Sebastião das 3 orelhas, B. Atras da Pedra
Quem: Eu

30.3.08

Bike: Caminho Mantiqueira #1

Dia 1: São Bento do Sapucai - Gonçalves


Aproveitando o final de semana livre e a previsão de sol, combinação improvável ultimamente, resolvi fazer uma viagem de bicicleta de dois dias. Queria passar por duas cidades do sul de minas tendo como base São Bento do Sapucaí, na divisa. As cidades eram Gonçalves e Paraisópolis, vizinhas entre si.


Apesar da proximidade das cidades, o percurso não seria nada fácil, pois Gonçalves é uma cidade com altitude de 1300m, enquanto São Bento tem 900m. Além disso esse trecho incluia pontos de mais de 1500m. O dia prometia ser cansativo, e foi.

Cheguei na rodoviária de São Bento oito horas da manhã do sabado, e logo fui pela estrada que seguia no sentido oposto da pedra do baú, chamada estrada do Serrano. Os primeiros quilômetros eram planos e agradáveis, mas percebia uma grande montanha me cercando, era a Serra da Balança. Na base da montanha não havia escolha senão subir, mas fiquei feliz por ser recebido por uma bela cachoeira.

A subida era forte e a estrada ficou ruim, onde um veículo 4x4 teria dificuldades para passar. Nesse trecho a estrada passava dentro da floresta com muitas nascentes.

Vencida a subida, fui presentiado com a bela vista de um vale. Nesse ponto encontrei com trilheiros de motos que almoçariam num restaurante há dois quilometros dali, na D. Vilma. Eram 12h e fome já conversava comigo. Esse restaurante foi providencial, pois no centro de Gonçalves não acharia nada melhor. A comida estava excelente, bem como o doce de leite com amendoim, acompanhado de queijo de minas.

Segui então para o centro da cidade, que não estava longe e depois descer para Paraisópolis. Porém o destino mudou ssa história, incluindo um tombo numa descida íngrime, ralando joelho, cotovelo, coxa e ombros. Tudo isso por causa do freio mal colocado por mim mesmo. Conclusão: consertei o freio peguei um atalho por asfalto para São Bento, pois já havia perdido muito tempo.

Depois da queda perdi o entusiasmo, somando ao fato da cidade estar vazia, voltei logo. Na descida da serra era impossível não perceber a pedra do Cruzeiro.

Maciço rochoso que emerge isolado no vale do Lambari. Assume formas variadas conforme o ângulo de visão. O topo está a 1152 metros de altitude onde há uma pequena capela e uma cruz. Em uma das faces há uma fenda que leva a uma gruta, de difícl acesso. Nos meses de frio cenário torna-se onírico, a pedra transforma-se numa ilha em meio a um imenso mar de nuvens.
Acesso: Estrada que liga Gonçalves ao bairro Atrás da Pedra, após o bairro, segue-se por mais 500 metros, entrando a direita na porteira que dá acesso ao bananal. A estradinha interna sobe por cerca de 300 metros, terminando numa trilha que leva ao topo.

[Fonte: www.goncalvestur.com.br]

Fiquei na pousada do caminho do Frei Galvão e conheci o Zingra, que não estava da primeira vez que estive lá. Apesar da queda e do cansaço, o percurso é muito bonito.

Dificuldade física: 4 (1-5)
Tempo: Sol
Temperatura: fresco, uns 25 oC
Piso: 50% terra, 50% asfalto
Disposição: 2 (1-5), enjôo do ônibus e sono.
Duração: 8,5h
Distância: 50km

A volta de São Bento

O retorno para Pinda fiz de bicicleta, passando por Sapucaí Mirim e Santo Antonio do Pinhal, passando na contra mão do Big Biker. O caminho de volta foi praticamente o antigo trecho do caminho da fé.


Acordei não tão cedo, arrumei minha mala e tomei café com um casal de Florianópolis que iria escalar a pedra do baú. Aproveitei a saida deles e já me despedi da Sol e Zingra e saí. Depois soube que o Kolb passou na pousada pouco depois da minha partida.

O dia estava mais nublado e na estrada estava chovendo leve, que me acompanhou até Sapucai Mirim. Esse trecho é interessante pois estou em São Paulo, passo por Minas e volto para São Paulo.

Em Sapucai, segui por terra para Sto Antonio, por um trecho que já conhecia pela corrida pedestre que fiz ali. Neste ponto passei por vários ciclistas na corrida, e alguns gritando para mim que era no sentido oposto. Mal tinha tempo de dizer que não estava na prova dado a velocidade deles.

Este trecho era uma subida longa até o centro da cidade. Já em Sto Antonio, tomei o tradicional sorvete romeu e julieta e segui para Pinda. Nesse trecho a felicidade é a descida da serra, com uns 5 quilômetros, terminando com quase 20 quilômetros quase planos até em casa.

Data: 30/Mar/2008
Dificuldade física: 2 (1-5)
Tempo: Sol entre nuvens
Temperatura: fresco/ frio, uns 22 oC
Piso: 20% terra, 80% asfalto
Disposição: 3 (1-5), um pouco cansado.
Duração: 5h
Distância: 62km

12.10.07

Bike: Caminho Frei Galvão

Dia 1: São Bento do Sapucai - Luminosa - Piranguçu

Eu e o Claudio programamos o feriado de N Sra Aparecida para fazer o caminho Frei Galvão, ligando as cidades de São Bento até Guaratinguetá. O caminho foi idealizado pelo Zingra e Sol que possuem uma pousada em São Bento, onde hospedamos o primeiro dia.


Resolvemos ir para lá no dia anterior e ficar na pousada para conversar com eles e saber sobre a motivação deles em criar o caminho. Segundo eles um fator que influenciou foi o desvio do caminho da fé que passava ali, e por problemas administrativos foi excluído do roteiro. Como eles possuem uma vocação para peregrinações, resolveram montar o caminho.


Saimos para o caminho cedo no dia seguinte e já sabiamos que não seria fácil. Com alguns quilômetros andados iniciou-se uma subida íngrime e longa, que consumiu boa parte da manhã. Não tinha como pedalar pois além da inclinação, a estrada era forrada de uma camada de pó fino que segurava o pneu.


Depois de alguns quilômetros a estrada se tornou um trilha margeada por araucárias e mantendo a subida. Achavamos que chegariamos no céu. O dia estava quente mas andavamos quase sempre em sombras de árvores.

Depois de vencer a subida, seguimos por um trecho plano e passamos por um belo lago e depois descemos para Luminosa, na pousada Ditinha para almoçar, onde encontramos muita gente fazendo o caminho da fé.

Daí seguimos em direção de Piranguçu e vimos que também não seria fácil: havia outra montanha para atravessar. Este trecho é muito bonito também por afloram muitas pedras gigantes. Chegamos em Piranguçu no fim da tarde bastante cansados e ficamos na pousada Casa Branca. Jantamos uma padaria que fazia pizza (uma das poucas opções da cidade).

Data: 12/Out/2007
Dificuldade física: 5 (1-5)
Tempo: Sol
Temperatura: quente, 30oC
Piso: 95% terra, 5% asfalto
Disposição: 4 (1-5), boa
Horário Inicial: 08:30
Horário Final: 17:30
Tempo Pedalado: ?
Distância: 34km
Média Pedalada: ?
Dist. Parcial Bike: ?
Dist. Total Bike: ?
Pontos de Referência: Caminho da Fé

25 - 26.02.2023 - Atibaia - Jarinu - Cps

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