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15.11.12

15.11.12 - Olímpio Noronha - Maria da Fé - Olímpio

Feriado com previsão de chuva, seguindo a tendência dos últimos feriados. Desistimos do projeto de ir para Monte Verde. Então peguei minhas trouxas e fui para Olímpio Noronha, já na quarta.


Na quinta fui andar (a Lucia ainda não estava liberada pelo depto médico). O plano era chegar em Maria da Fé pela estrada do 7 de abril e voltar pelo asfalto, passando pola cidade de Cristina-MG.


Pela manhã o tempo estava nublado e comecei pela estrada da Vargem Alegre, para chegar na estrada de asfalto Cristina - Pedralva. O caminho é bem plano e foi tranquilo e depois segui pelo asfalto sentido Pedralva por uns 3 quilômetros até a entrada para o bairro 7 de abril.


Logo depois começou a subida, não era muito forte mas durou vários quilômetros. Depois da metade da subida a vista ficou muito bonita, com um vale todo verde e algumas árvores isoladas.


Neste trecho aconteceu um acidente: um cachorro me mordeu. É, cachorro não gosta de ciclista. Estava eu andando, devagar e, sem alarde um cachorro me mordeu no calcanhar. Não doeu mas sangrou e como já tive esta experiência antes, tenho que visitar meu algoz se não quisesse tomar a anti-rabica. Três dias depois voltei por essa estrada e o cão estava lá, normal. Estou com o telefone e devo ligar la para confirmar.

Passei por Maria da Fé, que estava meio vazia. Parei na padaria para tomar um café com sonho, enquanto chovia um pouco. A volta foi pelo asfalto e já não chovia mais. Cheguei rápido em Cristina por causa da descida da serra. Pouco antes de chegar em Olímpio, peguei uma chuva forte, de uns 15 minutos.





Olimpio - Maria da Fé - Olimpio
Data: 15/11/2012 Dificuldade: 4
Distância: 79,06 km Km Forasteiro: 20 km
Odômetro: 25446,01 km Média: 13,4 km/h
Tempo: 79,06 Horário: 07:20h - 16:20h
Quem: Eu
Itinerário: Olimpio, Vargem Alegre, Estr. 7 de abril, Maria da Fé, B. Lambari, Cristina, Vargem Alegre, Olimpio
Resumo:

23.10.11

23.10.11 - Itajuba - Pedrão

No segundo dia a ideia era chagar no bairro do Pedrão passando pelo Capetinga e São João, voltando pela antiga estrada de trem para Maria da Fé. O dia começou bem nublado, com cara de chuva, que acabou não acontecendo.


Atravessamos a cidade para pegar a antiga estrada para Maria da Fé. Passamos pelo bairro do Capetinga e São João por estrada de terra bem plana. Encontramos alguns ciclistas pelo caminho e até ajudamos um casal a trocar pneu.


Na bifurcação que levava para Maria da Fé ou Pedrão, seguimos a segunda opção, que eu não havia feito ainda. Deste ponto até o bairro foi de subida. Confirmamos no bairro que a estrada da volta existia apesar de um trecho da estrada estar desbarrancado.


A estrada era uma leve descida constante bem conservada, por causa das casas que apareciam no caminho. Foi assim até a queda da barreira, onde não havia como passar nem de bicicleta. O buraco na estrada era bem fundo e daria para passar pelo sitio que divisava com a estrada. Pulamos a cerca e atravessamos o buraco.


Depois a estrada ficou mal conservada com mato mais alto e pedras no caminho. Continuamos até chegar no bairro dos Coutos onde ficou plano para chegar de volta para Itajuba.


Itajuba - Pedrão
Data: 23/10/2011 Dificuldade: 3
Distância: 49,63 km Km Forasteiro: 12 km
Odômetro: 20490,97 km Média: 11,2 km/h
Tempo: 4:24:42 Horário: 07:00h - 14:00h
Quem: Eu, Lucia, Mica
Itinerário: Itajuba, B. Capetinga, B. São João, B. Pedrão, Ant. Linha Trem, B. Couto, Itajuba
Resumo:

5.2.11

Bike: Maria da Fé (Despropósito)

Este foi outro final de semana com previsão de sol, sem chuva. Isso resulta em pedal e como precisava ir para Itajubá levar umas peças de bicicleta, aproveitei. Fui de carro na sexta a tarde de carro para já andar no sábado bem cedo evitando um pouco o implacável calor da tarde.


Fizemos mais um roteiro de verão, saindo de Maria da Fé por ser mais alto, 1200m de altitude. Começamos por uma das estradinhas que leva ao bairro do Despropósito. Segundo experiências anteriores da Lucia, passaríamos por plantações de oliveira.


Iniciamos com uma subida leve por uma estrada de terra bem castigada pelas chuvas dos últimos dias. Havia cursos d'água atravessando a estrada e algumas barreiras caídas. Pelo caminho encontramos muitas bicas e sombras para aliviar o calor. Quando chegamos numa capela, alcançamos o topo e nesse lugar havia uma bifurcação: iríamos por uma e voltaríamos pela outra.


Seguimos pela direita, descendo a serra. A estrada era contornada por muitos eucaliptos e dalí via-se longe através do vale. Na montanha da direita a estrada passava como uma linha quase imperceptível, distinguível pelas árvores acompanhantes. Já no Desprósito conversamos com alguns senhores que, com fala bem arrastada, nos explicou que a ponto a diante havia sido levada pelo rio, mas que bicicletas passavam.


Atravessei o rio por uma pinguela e a estrada continuava descendo. Logo chegamos no asfalto, seguindo sentido Pedralva. Nesse trecho o calor aumentou, tanto por causa do piso quanto pelo horário. As sombras eram bem-vindas. Depois de alguns quilômetros chegamos no topo, mas logo saímos do asfalto no bairro do Resende. Almoçamos no bar e começamos a subir.

Foi longa a subida mas depois de um tempo conseguíamos ver longe. A água era escassa porém no final da subida encontramos uma torneira amiga numa fazenda. Já estávamos a mais de 1600m de altitude e felizmente veio a recompensa: alguns quilômetros de descida até Maria da Fé, finalizando o passeio.

Data: 05/Fev/2011
Sensação de esforço: 3 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: quente
Piso: 90% terra, 10% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 07:10h
Horário Final: 15:15h
Tempo Pedalado: 04:07:18
Distância: 35,79km
Média Pedalada: 8,6 km/h
Dist. Parcial Bike: 2032,2 km
Dist. Total Bike: 15864,66 km
Itinerário: Maria da Fé, B. Despropósito, MG347, B. Resende, B. Alecrim, Maria da Fé
Quem: Eu, Lucia

22.1.11

Bike: Maria da Fé (Pintos Negreiros)

Esse fim de semana fui novamente para Itajubá para andar. Só que dessa vez fui na sexta à noite para andar os dois dias por lá. Resolvemos andar em Maria da Fé, fazendo a volta no bairro dos Pintos Negreiros.


Começamos o pedal na padaria, com o sol bem baixo, seguindo a estrada para as Posses. Chegando no bairro conversamos com duas senhoras muito receptivas que nos explicaram onde a estrada estava intransitável. Felizmente não atrapalhou muito nossa passagem.


Passamos pela Mata e Serraria, observando a colheita de batatas. Daí descemos a serra do Grotão, que estava realmente interditada: havia muita terra na estrada. Passamos carregando a bicicleta nas costas. Lá em baixo seguimos para a esquerda, sentido Dom Viçoso. Uns quatro quilômetros depois chegamos nos Pintos. Tomamos lanche, andamos um pouco pelo bairro e começamos a volta.


Daí veio a subida, cinco quilômetros de subida sob o sol forte. No começo conseguimos boas sombras, mas depois foi sol na cachola. Além disso não encontramos nenhuma bica ou casa para pedir água e no final da serra já estava passando sede. Já no topo conseguimos o líquido da vida na casa de nativo. Ele contou que morava em São Paulo e não aguentou, acabando por voltar num sítio bem isolado do mundo: acredito que ele se cansou um pouco do contato humano (ou desumano) das cidades.


Para chegar em Maria da Fé novamente, pegamos uma descida boa, mas a estrada estava cheia de pedras grandes e soltas, exigindo muito. Numa dessas descidas acabei por cair, pois insisti em carregar o GPS na mão e num momento minha mão escapou do guidão e desequilibrei. Felizmente sem danos em mim e na magrela.


Passamos pelo bairro da Reserva e Posses novamente. Nesse instante vimos nuvens anunciando chuva e ela veio no último quilômetro, já no asfalto, mas suficiente para molhar muito. Secamos um pouco e voltamos para casa.


Data: 22/Jan/2011
Sensação de esforço: 4 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: quente
Piso: 95% terra, 5% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 07:10h
Horário Final: 16:40h
Tempo Pedalado: 05:20:18
Distância: 50,58km
Média Pedalada: 9,1 km/h
Dist. Parcial Bike: 1872,3 km
Dist. Total Bike: 15704,76 km
Itinerário: Maria da Fé, B. Posses, B. Mata, B. Serraria, B. Grotão, B. Pintos Negreiros, B. Grotão (Cristina), B. Reserva, B. Posses, Maria da Fé
Quem: Eu, Lucia
Fotos: clique aqui

15.11.10

Bike: Maria da Fé

No terceiro dia também sairíamos de Maria da Fé, agora o itinerário incluía a descida da serra sentido Itajubá e depois pegando a estrada de terra passando pelo Rio Manso até a Barra. A volta seria pelo Grotão, Mata e Posses.


 A descida da serra foi bem rápida e lá em baixo entramos na estrada de terra. Até a Barra foi um tendência de subida constante, seguindo o rio Lourenço Velho. O bairro da Barra pertence a Delfim Moreira mas logo no fim do bairro já estamos em Maria da Fé novamente.


Mesmo depois do bairro, trecho que eu já conhecia, as subidas continuavam. Agora a estrada seguia para o bairro Pintos Negreiros e depois para as cidades de Dom Viçoso e São Lourenço depois. Pedimos água numa casa do caminho e saímos da principal, à esquerda, com subidas mais íngremes.

A estrada passou a serpentear a montanha e conseguíamos ver cada vez mais longe. Num dado momento o pico dos Marins e Itaguaré era visíveis com toda imponência. Um bom tempo depois chegamos no topo, com mais de 1500m de altitude.


A descida foi bem mais suave, passando pela Serraria, Mata até chegarmos nas Posses. Lá achamos uma sorveteria, cujo sorvete de Piranguçu foi muito bem vindo porque estava fazendo muito calor.
O restante do caminho foi bem tranquilo e quando chegamos na padaria o pessoal já não estava mais para comprovar nossa façanha, que não acreditavam.

Data: 15/Nov/2010
Sensação de esforço: 4 (1-5)
Tempo: nublado / sol
Temperatura: fria
Piso: 70% terra; 30% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 07:40h
Horário Final: 16:00h
Tempo Pedalado: 05:03:06
Distância: 53,86km
Média Pedalada: 10,4 km/h
Dist. Parcial Bike: 755,3 km
Dist. Total Bike: 14587,75 km
Pontos de Referência: B. Rio Manso, B. Barra, B. Grotão, B. Serraria, B. Mata, B. Posses
Quem: Eu, Lucia

14.11.10

Bike: Maria da Fé - Cristina - Maria da Fé

Saímos de carro para começar o pedal em Maria da Fé. Deixamos o carro na padaria, tomamos café e começamos a pedalar sentido Cristina pelo asfalto. Praticamente todo o trecho é plano, exceto pela serrinha onde descemos 3 quilômetros onde cheguei a 75 km/h. Ao redor da estrada havia plantação de bananas, pastagens e floresta.


Chegamos rapidamente em Cristina e pude conhecer a cidade, que é muito bonita, limpa e de pessoas hospitaleiras. Na volta passamos pelo bairro São João e viramos à esquerda, em estrada de terra para o bairro da Paciência. Foi de uma longa subida por entre plantações de banana e chegamos a mais de 1600m de altitude.


Depois disso foi a merecida descida e logo passamos pelo bairro da Paciência e mais tarde pelo bairro da Beleza onde as descidas cessaram. A vista do bairro pouco antes de chegarmos foi demais: morros por todos os lados e um pequeno vale onde passa um rio.


Continuamos mais um pouco e chegamos no asfalto, poucos quilômetros antes de Maria da Fé. A partir daí foi bem tranquilo chegar na cidade.



Data: 14/Nov/2010
Sensação de esforço: 4 (1-5)
Tempo: nublado
Temperatura: fria
Piso: 50% terra; 50% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 07:50h
Horário Final: 15:00h
Tempo Pedalado: 04:06:18
Distância: 46,09km
Média Pedalada: 11,2 km/h
Dist. Parcial Bike: 702,6 km
Dist. Total Bike: 14533,89 km
Pontos de Referência: B. Lambari, B. Paciência, B. Beleza, B. Pedra
Quem: Eu, Lucia

24.10.10

Bike: Maria da Fé - Pedralva - Maria da Fé

No seguindo dia eu e a Lucia saímos de Maria da Fé (chegamos de carro lá) para fazer um roteiro pelo bairro do Pedrão e depois pela cidade de Pedralva. O domingo era o dia da chuva segundo as previsões, mas o céu estava algumas nuvens algodão. Começamos de uma padaria no começo da cidade e a Lucia tentou chamar o João Paulo, colega de pedalada dela, mas não estava.


Dalí começamos o pedal, passando pelo centro, pela praça cheia de oliveiras até chegarmos em estrada de terra, antiga linha de trem. Assim começamos numa leve descida, onde as rochas se abriam para nós até que chegamos no pedrão. Atravessamos o bairro e a montanha e podemos vislumbrar o vale onde Pedralva estava, muito bonito.


Com um pouco de descida já podíamos ver o Pedrão, uma pedra nua e enorme além de um morro vizinho coberto de bananeiras. A descida foi uma "dilícia" até chegarmos na frente de uma hípica com um grande lago refletindo o céu e eucaliptos gigantes fazendo sombra. Foi um dos lugares mais bonitos que já passei.


Já em Pedralva encontramos pouca gente pelas ruas, apenas um carinha que andava de bicicleta. Conversamos um pouco de nossas aventuras mas tínhamos que ir. Seguimos pelo asfalto, por quase 14 quilômetros mas com boa dificuldade por causa da subida constante e pelo calor forte. O interessante do trecho foi o banho de cachoeira na beira da estrada e encontrar um sorveteiro no meio da estrada... nunca tinha visto isso. Como não encontramos sorveteiros no meio das estradas, não perdemos a oportunidade de tomar sorvete.


Voltamos na estrada de terra no bairro Resende, onde havia um bar e aproveitamos para almoçar carne de panela. Da refeição veio a energia para subir os morros que vinham pela frente. Quando deixamos o bar pegamos uma subida curta virando o morro, mas a descida era bem acentuada até andarmos por um vale. Pouco depois veio o morro de uns 6km de subida íngreme e contínua por entre bananeiras. O calor estava forte e empurramos a subida toda até chegarmos num bairro chamado Pedra Preta. A subida continuou mas era pedalável até a cidade.

Data: 24/Out/2010
Sensação de esforço: 5 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: calor
Piso: 75% terra; 25% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 07:40h
Horário Final: 16:00h
Tempo Pedalado: 04:58:40
Distância: 55,90km
Média Pedalada: 11,1 km/h
Dist. Parcial Bike: 269,4 km
Dist. Total Bike: 14100,6 km
Pontos de Referência: B. Pedrão, B. Tamanduá, Pedralva, MG347, B. Resende, B. Pedra Preta
Quem: Eu, Lucia

18.4.10

Bike: Itajubá - Maria da Fé - Itajubá

Saímos bem cedo para Maria da Fé pelo asfalto, onde passamos por mais de cinquenta pessoas subindo a serra para a igreja de Sto Expedito. Durante a subida senti um pouco o cansaço acumulado mas sem muitas dificuldades para vencer a serra.


Atravessamos a cidade, bem cuidada por sinal, pois faríamos a descida por estrada de terra. Era bem mais íngreme que o asfalto e logo já estavamos no vale. Depois disso o caminho ficou bem plano, passamos pelo bairro São João e depois chegamos na cidade.

Ali já comprei a passagem de volta pra Pinda e almoçamos num restaurante de comida mineira (apesar de estarmos em minas, na maioria dos restaurantes têm comida normal, sem tutu, torresmo e outras coisas). Voltamos pra casa onde tomei banho e descansei um pouco antes da viagem de volta.


A volta de ônibus demorou 4h passando por um monte de cidades. Tinha gente que descia no meio do breu e assim cheguei em casa depois das 22h para trabalhar no dia seguinte.

Tracklog: GPSies - Itajuba_MariaFe
Data: 18/Abr/2010
Sensação de esforço: 4 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: amena
Piso: 40% terra; 60% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 07:00h
Horário Final: 14:30h
Tempo Pedalado: 4:45:58 h
Distância: 64,38km
Média Pedalada: 13,5 km/h
Dist. Parcial Bike: 786,6 km
Dist. Total Bike: 11047,9 km
Pontos de Referência: B. São João
Quem: Eu, Lucia