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23.8.11

23.08.11 - Paraty - Cunha

Edinho e Kolb resolveram voltar de ônibus mesmo havendo uma resistência da empresa São Jose em levar as bicicletas. Depois do choro da despedida começamos nossa "Estrada Real".


O trecho inicial, depois de passarmos pela Rio-Santos era bem plano e com ciclovia. Depois a ciclovia se foi mas o trecho plano continuou até depois da Ponte Branca. Não tardou para a subida mais forte começar, trocando as casas e pousadas do caminho pela mata mais fechada.


O que eu não sabia dessa estrada era que o asfalto, partindo de Paraty segue por quase metade da serra. Passamos por um bairro pequeno onde tinha uma casa muito legal, feita de madeira e expondo muitas peças antigas, como roda de carro de boi, bancos, etc. Pena que estava fechada.


Já andando em estrada de terra, o caminho fica mais difícil porque alguns lugares têm pedra e outros muito barro, mas o cenário fica muito melhor pois a floresta invade mais a pista. Paramos mais tarde num bar bem diferente, com as paredes forradas de cartões de visita e uma bandeja com comida para os pássaros.


Demorou mas vencemos a serra, no pedal até, chegando no asfalto já em Cunha. Desse ponto até a cidade foi uma tendência de descidas, mas com algumas subidas razoáveis no meio. Ficamos no hotel de sempre (Portal acho), jantando no restaurante quase em frente.


Paraty - Cunha
Data: 23/8/2011 Dificuldade: 5
Distância: 48,27 km Km Forasteiro: 37 km
Odômetro: 20055,08 km Média: 8,7 km/h
Tempo: 5:29:57 Horário: 07:30h - 16:15h
Quem: Eu, Isidoro
Itinerário: Paraty - Cunha
Resumo: Kolb e Edinho nos deixaram e ficamos com a temida subida Paraty-Cunha. A serra é muito bonita e quase metade feita em asfalto, alcançando 1500m de altitude no topo. Não foi fácil mas chegamos em Cunha.

22.8.11

22.08.2011 - Ilha Grande - Angra - Paraty

Deixamos neste dia a Ilha Grande seguindo para Paraty. Ficamos dois dias inteiros mas tínhamos opções para ficar pelo menos mais três dias.


Embarcamos em uma escuna 7:30h com muita gente indo para o continente. Uma hora e meia depois chegamos na cidade e seguimos por ciclovia sentido Rio-Santos. Tivemos um momento tenso quando a ciclovia acabou e tivemos que competir com carros e ônibus numa avenida estreita, mas saímos vivos: às vezes temos que ter fé.


Esse dia chegamos muito rápido na banca do coco, dando uma noção da volta que fizemos ao seguir a estrada do contorno, mas evidentemente não rejeitamos o coco por causa disso.


Até chegarmos no trevo para Lídice passamos por alguns morros, mas depois seguimos muitos quilômetros bem plano, passando pelo Bracui e Frade. Vimos onde vai ficar Angra 3 e paramos no Mambucaba para descansar. É uma vila bem tranquila e antiga, uma vez que a trilha do ouro termina efetivamente alí.


A parte de Paraty é menos povoada e o trecho final cansa um pouco. Chegamos na cidade no final da tarde já procurando a rodoviária, onde descobrimos que a empresa exigia embalar a bicicleta e cobrou pelo transporte da bicicleta mais do que a passagem da pessoa. Então andamos pela cidade procurando muitas lojas de embalagem até conseguir.



I. Grande - Angra - Paraty
Data: 22/8/2011 Dificuldade: 4
Distância: 102,5 km Km Forasteiro: 102 km
Odômetro: 20006,78 km Média: 15,5 km/h
Tempo: 6:33:50 Horário: 09:00h - 17:30h
Quem: Eu, Kolb, Isidoro, Edinho
Itinerário: I. Grande, Barco, Angra, BR-101, Paraty
Resumo: Angra - Paraty pela Rio-Santos, regados à lanche na vila histórica de Mambucaba.

6.9.10

Trekking - Trilha do Ouro (dia 3)

Acordamos com o mesmo tempo que estava na noite anterior: garoando. Na barraca só entrou um pouco de água próximo da entrada, onde havia uma poça. Guardamos a barraca e esperamos pelo café que não tardou a sair.


Saímos antes que o pessoal seguindo o rio. Pouco depois atravessamos uma pinguela para irmos na cachoeira dos Veados. Andamos uns 500m pela mata até chegarmos, e ela estava imponente com o tamanho e as duas quedas, uma de frente e outra de lado. Ficamos um bom tempo olhando.


Voltamos pelo mesmo caminho, passando pela mesma pinguela. Como não cruzamos com o pessoal da pousada, supomos que eles passaram batido. Difícil de acreditar que a visita na cachoeira pudesse ser evitada, apesar da visão dela num ponto mais adiante (porém de longe).

Não tardou para começarmos a descer a serra. Boa parte desse trecho estava calçado e em alguns trechos eram de chão batido mas com muito barro. Esse trecho judiava um pouco das pernas e quando parávamos eles ficavam tremendo.


Esse era o trecho para ficarmos atentos com pedras escorregadias e pisadas em falso, mas a beleza e os cursos d'água do lugar valiam o esforço. A passagem por algumas casas nos indicava que estávamos chegando e não tardou para encontrarmos o carro nos esperando. Havia ali um grupo aguardando também.


A volta foi tranquila exceto pelo transito na serra de Ubatuba dos turistas decepcionados com o ferido chuvoso que voltavam mais cedo para casa. Chegamos em Pinda já à noite, mas teríamos o dia seguinte para o merecido descanso.


Data: 06/Set/2010
Sensação de esforço: 3 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: quente
Piso: terra / trilha
Disposição: boa
Horário Inicial: 07:50h
Horário Final: 14:30h
Tempo Pedalado:
Distância: 11,48km
Média Pedalada:
Dist. Parcial Bike:
Dist. Total Bike:
Pontos de Referência:
Quem: Eu, Isidoro, Edinho, Kaka

20.4.08

Paraty - Ubatuba

Saimos da pousada às 09:00h em Paraty com direção a Ubatuba, usando a Rodovia Rio-Santos de asfato bom e com acostamento, exceto em alguns trechos.

Apesar de cidades de mesma altitude, existem subidas consideráveis, principamente na divisa das cidades. Aliás, nesse trecho subimos uns 5 quilômetros continuamente. Nossa sorte foi o dia estar nublado e agradável, pois o percurso era longo.

No trecho do estado do Rio, passamos por muitos cursos de água, porém não tinhamos visão do mar por causa das montanhas. Já no trecho de São Paulo a visão do mar era freqüente, principalmente depois da praia Ubatumirim.

Chegamos em Ubatuba pra tomar comemorar e 16:00h voltamos pra casa, embaixo de muita chuva e transito considerável.

Data: 20/Abr/2008
Dificuldade física: 3 (1-5)
Tempo: Nublado
Temperatura: fresco, 25oC
Piso: 100% asfalto
Disposição: 3 (1-5), dor na perna mas disposto
Duração: 6h
Distância: 75km
Dist. Total Bike: 3300Km

19.4.08

Caminho do Ouro: Cunha - Paraty

O roteiro da vez seria um trekking pelo antigo caminho do ouro, ligando Cunha até Paraty. Eu sabia apenas do caminho que saia de São Jose do Barreiro até Mambucaba, Angra dos Reis.


Seguimos para Cunha no sábado bem cedo, chegando na base da pedra da Macela às 09:30h. Na hora estava caindo um chuvisco e fazia muito frio, ao contrário de Pinda que estava ensolarado. Depois de algum tempo nos encontramos com o Tinho e começamos a trilha às 11h num trecho de subida forte. Depois de uma hora chegamos no topo do morro, onde começaria uma longa e sinuosa descida. Com exceção de algumas clareiras o caminho era todo em mata fechada.

Durante o caminho todo encontramos nascentes de rios, cachoeiras e passamos por um piso de pedras feito por escravos. Além disso encontramos muros de contenção também em pedras que chegavam a 7m de altura.

A trilha acaba numa estrada com muitos sitios, acompanhando o curso de um rio. A partir da estrada andamos ainda alguns quilômetros até chegarmos na fazenda Muricana, antigo alambique e logo depois até a estrada Cunha-Paraty, onde continuamos de ônibus até a cidade.

O caminho é muito bonito, principalmente pelas cachoeiras de água limpa, além da estrada de pedras. Porém é muito desgastante por causa da descida forte e longa.

Data: 19/Abr/2008
Dificuldade física: 5 (1-5)
Tempo: Chuva/ Nublado
Temperatura: fresco/ frio, entre 16oC e 25oC
Piso: 20% pedra, 80% terra
Disposição: 4 (1-5), bem
Duração: 7h
Distância: ~15km