27.6.22

Casa Branca - Campinas (25-26/06/2022) 2 dias

Dia 1

Novo fim de semana com pedal de 2 dias. Escolhi partir de Casa Branca e voltar seguindo uma estrada de terra que segue a linha de trem voltando para Campinas. 

Portal de Casa Branca

Embarquei no ônibus da Lirabus no sábado de manhã e comecei o pedal na capital da jabuticaba pouco antes das 11h. Comecei voltando pelo mesmo caminho do ônibus, SP-340, até passar pela ferrovia onde começa uma estrada de terra.

Caminho para Aguai

O caminho foi bem tranquilo, plano entre a plantação de eucaliptos e a linha. O tempo estava seco e um tanto frio (uns 18 graus). Passei pelo bairro Lagoa Branca. Depois ví plantações de laranja, jiló, cana, tomate. 

Bairro da Lagoa Branca

Perto de Estiva Gerbi  a estrada desembocou na rodovia e começou o vento contra. O final já fiquei um tanto cansado enquando o dia ia acabando. Cheguei na pousada Dourado (R$90) já a noite.

Poeira

Dia 2

Depois do café na pousada, segui para Mogi Mirim, passei pela rodoviária, atravessei a rodovia e fui por estrada de terra sentido Holambra. Errei uma bifuração e acabei voltando para a rodovia e resolvi continuar a volta por ai. 

Hotel

Almocei em uma churrascaria da estrada e terminei o caminho com vento contra.

12.6.22

Campinas - Sorocaba (11-12/06/22) 2 dias

Dia 1 - Campinas - Mairinque - 122km

Não planejei essa quilometragem pois é bom ter uma margem para eventuais atrasos. Desta vez foram dois imprevistos relacionados a hospedagem que me fizeram andar a noite.

Pedra no caminho - Indaiatuba

Comecei o pedal de casa às 7h30 planejando chegar em Araçariguama. Fui pela Av. João Jorge e depois pela SP075 para Indaiatuba. Este trecho rendeu bem e o frio da manhã fica agradável depois de alguns quilômetros de aquecimento.


Deixei a rodovia e entrei no distrito industrial de Indaiatuba e logo começou a estrada de terra. Nesse trecho passei por muitos ciclistas e acabei conversando com um deles que era de um grupo de São Paulo e estavam fazendo uma rota a partir de Itupeva. Certa hora cada um foi para o seu lado.

Pirapora

Cheguei em Cabreuva pouco depois das 13h, almocei e continuei pela estrada dos romeiros para Pirapora. No caminho vi muitos ciclista e muita gente fazendo romaria a cavalo ou charrete. Algumas das charretes tocando sertanejo  que se ouvia de longe. Pirapora era o destino deles agrupando com gente que vinha de Araçariguama por outra estrada: a cidade estava lotada.

Resolvi ligar para as pousadas de Araçariguama: todas lotadas e ja eram 16h. Sabia de outra posauda na beira da Castelo Branco no trevo para São Roque mas não conseguia ligar. Restava continuar pedalando. Esse trecho tinha muito sobe-desce mas acabei chegando na rodovia. 

A pousada estava fechada então tomei a estrada para São Roque já anoitecendo e com tendência de subidas. Já cheguei cansado na cidade, comprei água e cheguei no hotel do centro. Fui informado que estava lotado assim como todos os outros da cidade. Liguei para alguns lugares em Mairinque e consegui achar um hotel. Foi bem mais agradável os 8km adicionais apesar do frio e escuro da estrada. 

Instalado no hotel Lellis Ito as 19h30 por R$80, tomei um banho e deitei um pouco para ver o que ia comer, mas dormi e acordei de madrugada ja. Logo dormi novamente até as 7h30 da manhã.

Dia 2: Mairinque - Sorocaba

Tomei o café e comecei o pedal 8h30. A manhã estava fria, meu dedos doiam com o vento. O caminho foi todo por asfalto. Nas subidas minha perna sentia o esforço do dia anterior até me aquecer tinha que fazer uma pausa nessas subidas. Felizmente o caminho era com mais descidas.   

Passei por Aluminio, pela fábrica da CBA e finalmente em Sorocaba. As avenidas da cidade estavam tranquilas por ser domingo. E terminei depois de 30km na rodoviária para embarcar para Campinas em ônibus



27.5.22

Itu - Tatui - Itu (21 e 22/Mai)



Dia 1: Itu - Iperó - Tatui

Sábado de manhã embarquei num ônibus para Itu. Deveria ser o ônibus das 6h mas acabou sendo o das 9h por causa da preguiça de acordar cedo no frio.

Estrada chegando em Tatui


Comecei o pedal 10h30 já com temperatura agradável rumando para Iperó pela estrada do Jacuhu. Ia para o oeste meu jovem.
 
No começo a estrada estava sendo asfaltada mas logo pedalei em estrada de chão. Caminho tranquilo, encontrei com vários ciclistas. Esta estrada terminou em um asfalto dentro de um bairro de chacaras. Nesse trecho errei uma entrada e acabei chegando na rodovia Castelo Branco. Resolvi continuar aí mesmo e ganhar um tempo. Estava em Porto Feliz e segui em direção de Boituva. 

Alguns quilômetros antes da cidade deixei a rodovia e continuei em uma estrada de terra para Iperó. Cidade pequena, parei para tomar um açai e foi ai que vi o pneu furado. Bom que arrumei em um lugar mais confortável. 

Fui por asfalto para Tatui e acabei chegando no centro da cidade para procurar um hotel depois das 17h. Acabei ficando no hotel Tatui bem no centro por R$70. Pedalei 73 quilômetros.

Jantei frango xadrez em um restaurante chines.

Dia 2: Tatui - Boituva - Porto Feliz - Itu

Domingo começou frio e atrasei um pouco. Tomei o café e acabei saindo depois das 8h por uma estrada de terra sentido Boituva. Passei por alguns bairros, pelo rio Sorocaba com muitos piers para pescadores e depois uma subida suave mas com 10km ate chegar em Boituva.

Rio Sorocaba em Boituva


Cheguei 11h e ja almocei no centro. Continuei para leste por uma estrada de terra dentro do canavial, chegando em Porto Feliz quase 14h procurando um supermercado para comprar água - quando almoço acabo tomando muita água.

Estrada para Porto Feliz


Como faltavam apenas 2 horas para chegar em Itu para embarcar 16h, mudei o caminho para a SP300 em asfalto. Não facilitou porque o caminho era um sobe-desce sem fim, mas acabei chegando antes das 16h para saber que o ônibus já estava lotado e tiver que esperar o próximo das 18h.

Cheguei em casa 20h então o pedal ocupou o fim de semana todo. Muito bom.


 


6.5.22

Pouso Alegre - Campinas (3 dias - 30-Abr-22)



 Dia 1:

Embarquei no ônibus de Campinas para Pouso Alegre (Gardenia - R$55) às 0h com previsão de chegada às 3h da manhã. Desembarcamos na rodoviária às 3h30 e preparei a bicicleta e parti às 4h da manhã.

Subida próximo a Ouro Fino - MG

Estava escuro ainda e muita gente espalhada pelos bares. Atravessei a cidade para chegar na BR459 e fui para Congonhal. O caminho foi feito no breu na estrada praticamente vazia.


Continuei por 7 quilômetros na rodovia que era uma reta plana até que deixei a principal para continuar numa estrada de terra pouco antes da serra para Ipuiuna. O caminho continuou plano e cheguei no bairro Água Parada e depois pelo Cervo. Nesse último lugar haviam muitas pequenas tecelagens que faziam as roupas vendidas em Monte Sião.


Cheguei no asfalto que liga Ouro Fino a Santa Rita de Caldas. Qualquer lado que fosse seria uma subida longa. Segui para Ouro Fino por esta asfalto. 

Almocei e liguei para 3 pousadas que tinha anotado previamente. Todas cheias e vim a descobrir que pouco antes do inverno a cidade recebe muita gente para comprar roupas de frio. Alterei o caminho para passar em Jacutinga e ja reservei um hotel. 

Fiquei no hotel 4 estações por R$70. Cheguei por volta das 15h, tomei banho, comi algo na padaria e umas 18h fui dormir até o dia seguinte.

Pedalei 95 quilômetros.

Dia 2

Passei pelo centro da cidade e vi que é bem bonita. Alí vem muitos turistas também por causa das lojas de malhas. 

Feira de Monte Sião - MG

Segui por estrada de terra para Monte Sião também conhecida por vender malhas. Estava com fome, comprei e comi frutas, biscoitos gigantes de polvilho, gatorade. Abastecido passei por Águas de Lindoia e depois de uma descida por Lindóia e uma subida Serra Negra. Esta última bastante cheia de gente e lojas.

Estrada entre Jacutinga e Monte Sião

Desci outro morro e cheguei em Amparo, local de pouso pois já eram quase 16h. Hospedei no hotel Sonho Perfeito por R$85. A noite a cidade tem alguns restaurantes e gente pelas ruas. 

Portal de Águas de Lindoia

Pedalei 71 quilômetros

Dia 3

O caminho seria pela estrada que leva para Morungaba e depois pela estrada de terra para Joaquim Egidio e Campinas.

Trecho entre Morungaba e Campinas

O trecho de asfalto tinha duas subidas mais longas com as respectivas descidas. 


O trecho de Morungaba eu ja havia feito com uma subida bem ingreme e a descida suave até Joaquim Egidio e depois o sobe-desce até em casa. 

Pedalei 62 quilômetros.

25.4.22

Campinas - São Carlos (9 e 10/abr; 2 dias)

Pesquisando a região, tive interesse em passar pelo chamado cuscuzeiro, formação rochosa diferente que fica na cidade de Analândia. Planejei assim pousar em Rio Claro e chegar em São Carlos no dia seguinte para embarcar no ônibus de volta para Campinas.


Dia 1:

Bairro Tatu em Limeira

Comecei pouco antes das 6h da manhã pela estrada para Barão Geraldo e depois Paulínia. Passei por um parque chamado mini Pantanal e continuei em estrada de terra até chegar na rodovia Anhanguera já perto de Americana.

Hotel de Rio Claro

Andei uns 15 quilômetros na rodovia bastante movimentada e entrei num bairro chamado Tatu, já em Limeira. Já fazia calor nessa hora. Continuei pela estrada tranquila até o centro da cidade onde almocei em uma churrascaria. 

Depois fui para Cordeirópolis por uma estradinha mal mantida (alguns buracos e mato invadindo a pista) e com pedágio. Continuei por uma estrada que passava em algumas fabrica de pisos em Santa Gertrudes e logo cheguei em Rio Claro.

Fiquei num hotel bem antigo na frente da estação de trem bem no centro. O bom era uma loja perto onde comprei muitas frutas. A noite via somente bares abertos e gente estranha na praça ali perto. Acabei jantando em um bar de chineses perto do hotel.

Dia 2:

Tomei o café do hotel e vi muitos hospedes, principalmente funcionários prestes a irem trabalhar. Comecei o pedal pouco antes das 8h sentido praça do lago azul e depois que acabou a cidade por uma estrada de terra. 



Encontrei muitos ciclistas nesse caminho e conversei com um que perguntou que caminho fazia pois viu o alfoge da minha bicicleta. Respondi e perguntei tambem do caminho que estava indo. 


Passei por Corumbatai e depois cheguei em Analandia por estrada de terra bem plana seguindo o rio Corumbatai.Analandia parece uma cidade mais turística.

Pedra do camelo e cuscuzeiro

A partir daqui começa a subida que não é difícil mas é longa. O asfalto vai por 2km até o cuscuzeiro, uma formação de arenito avermelhado muito bonito, onde parece haver uma trilha para subir nela. A vista mais bonita dela é continuando pela estrada, ja de terra, um pouco depois da pedra do camelo. Depois da cidade não vi mais nenhum ciclista.

São Carlos

Finalmente cheguei na rodovia Washington Luiz uns 3km antes de Rio Claro. A estrada é bem movimentada e tem uma subida de 1km sem acostamento. Agora entendi porque alguns comentavam que sabiam chegar na cidade por estrada de terra.

Domingo a tarde a cidade estava bem morta. Consegui achar uma sorveteria para tomar um açai antes de chegar na rodoviaria para embalar a bicicleta e tomar o ônibus para Campinas.


 

24.4.22

Campinas - Casa Branca (2 dias, 26 e 27/mar/22)

Dia 1:

Este foi um pedal de dois dias partindo de Campinas e chagada em Casa Branca. Tinha o interesse de passar na cachoeira das Emas em Pirassununga.


Comecei pouco antes das 6h saindo de casa e pe
rcorri a estrada para Barão Geraldo. O dia ainda estava amanhecendo e a temperatura estava agradável. Atravessei Paulinia e continuei pela rodovia para Cosmópolis e Arthur Nogueira por uma estrada de terra.


Continuei para Engenheiro Coelho e o calor estava forte. Procurei um lugar para almoçar e fazer um descanso. O trecho final era uma estrada de terra no canavial até Araras. Eram 30 quilômetros que foram feitos com uma dificuldade: acho que fiquei desidratado depois da refeição e fiquei com uma leve dor de cabeça, mas nada impeditivo.


Tomei uma garapa na entrada de Araras e fui me hospedar no hotel Panorama, perto do parque municipal. 



Dia 2:

Tomei o café do hotel e segui sentido Leme cruzando a cidade e chegando na rodovia Anhanguera perto da faculdade Ufscar de Araras. Andei uns 25km pela rodovia até pouco antes de Pirassununga.


Cheguei na cidade por uma estrada vicinal e segui as indicações para a cachoeira das Emas. Já depois de alguns quilômetros vi placas indicando que biciclatas não eram bem-vindas. A estrada não tinha acostamento mas era bem tranquila de pedalar.


A cachoeira tem estrutura turística com vários restaurantes, praças e um galpão com várias lojinhas. O lugar tinha muitas pessoas. Vi que tem uma prainha mas não sei se o pessoal entra na água. Aproveitei um tempo nesse lugar.


A continuação fiz por uma estrada alternativa passando por uma usina de alcool e chegando depois em Santa Cruz das Pelmeiras. Tomei um sorvete para aliviar o calor e segui para o asfalto para Casa Branca em uma única reta de vários quilômetros.

Cheguei na rodoviária, embalei a bicicleta e esperei o ônibus de volta para Campinas.





26.2.22

Viagem Fev/22 Sul de Minas

Resumo

Cidades: Resende-RJ, Passa Vinte-MG, Liberdade, Carvalhos, Aiuruoca, Baependi, Caxambu, Soledade de Minas, São Lourenço, Olimpio Noronha, Pedralva, Piranguinho, Brasópolis

Distância: 257 km
Tempo: 9 dias
Data: 14/Fev/22 a 22/Fev/22



Dia 1 - 14/fev - Resende a Passa Vinte

Cheguei em Resende tomando o ônibus de São José dos Campos e almocei na cidade. O pedal começou as 13h com mais de 30º de temperatura seguindo para Quatis. 

Região de Passa Vinte


Depois que passei por Quatis, começa a subida da serra sentido Minas. Fiz um descanso no bairro do Falcão e peguei água numa bica da vila. Passei para Minas atravessando o Rio Preto e segui para Passa Vinte.
Ferrovia do aço


Choveu durante a subida da serra e ajudou a refrescar.

Ligando para as pousadas da cidade descobri que só existe chamada Sitio Oliveira que fica 2km antes da cidade. Reservei antecipadamente e cheguei por voltas das 17h30 descobrindo um lugar bonito: uma casa com os quartos e um riacho no fundo, toda gramada e vegetação no entorno.

A pousada custou R$80 com café.

Dia 2  - 15/fev - Passa Vinte a Liberdade

Depois do café na pousada fui para o centro. A cidade é pequena com pouco mais de 2000 habitantes. Peguei água numa fonte e seui em frente.

Casa antiga


A subida estava mais forte até o bairro de Carlos Euler depios ficou suave e bem sombreada. Neste trecho começou a chover. Levei apenas oleo pouco viscoso e depois das chuvas a corrente ficava seca, agarrando nos dentes da coroa. Eu tive que limpar a corrente e lubrificar várias vezes no caminho todo.


Cheguei na cidade por volta das 16h e me hospedei no hotel Central por R$80.
Subida da serra para Liberdade/MG


Planejei chegar em Aiuruoca mas eu estava fora de forma, subidas e tive o problema na corrente não permitiu andar mais que os 36 quilômetros.



Dia 3 - 16/fev - Liberdade a Aiuruoca

Tomei café e parti com sol forte sentido Carvalhos. O caminho seguia uma antiga linha de trem em uma subida bem suave e longa. 

Vista da cidade de Aiuruoca/MG


Almocei em Carvalhos onde soube da tragédia em Petrópolis no dia anterior. Lembrei que choveu forte mas rápido e fiquei mais atento com a chuva a partir dai.
Essa região tem bastante água disponível


Choveu novamente nesse trecho. 

Cidade de Aiuruoca/MG


Cheguei finalmente em Aiuruoca e me hospedei em na pousada do Waldir por R$80 depois 42 km.

Dia 4 - 17/fev - Aiuruoca a Baependi

Sabendo que o dia seria o mais difícil da viagem sai mais cedo, pouco depois das 7h. Este trecho é o mesmo do caminho dos Anjos até Caxambu.
Começo da serra do Papagaio


O caminho desde a pousada foi de subida e logo depois das 8h ja estava quente.

Subindo a serra do Papagaio


Segui sentido cachoeira dos Garcias e a subida era pedalável mas depois de uns 5km o caminho ficou bem mais íngreme. Dava-se para notar calçamento pé-de-moleque nas subidas mais fortes.



Quando passei pela entrada da cachoeira dos Garcias vi que não tinha muita margem para ir lá. 

Topo da serra


Continuei subindo por 1 ou 2 quilômetros ainda até chegar em uma bifurcação onde tomei a direita pela mata. No começo desviei dos galhos no caminho até quando começou uma descida técnica.

Chuva chegando


Depois de terminar a descida o caminho ficou seguindo o rio Baependi. Como seguia até a cidade, me enganei achando que o caminho seria mais fácil. A estrada atravessava muitos morros e nesse momento choveu. 

Acabei chegando a noite na cidade bastante cansado e fiquei na primeira pousada que achei o hotel Catagua por R$60.

Foi um dos trechos mais difíceis que já fiz somando 50km.

Dia 5 - 18/fev - Baependi a Olimpio Noronha

Este é o dia que eu chego na casa da minha tia em Olimpio Noronha. 

Muita lama do dia anterior


Fiz a limpeza da bicicleta retirando o excesso de areia e lubrificando a corrente.



Comecei pela estrada até Caxambu mas não entrei na cidade, seguindo a BR267 sentido Camanducaia, já sabendo que andaria pouco por ali pois a estrada não tem acostamento e passam muitos caminhões.

Antigo leito da linha de trem

Logo depois do trevo para São Lourenço, deixei o asfalto seguindo por uma estrada de terra que diminuia bastante a distância. Poderia ir por São Lourenço e Carmo de Minas ou por Cambuquira e Lambari que aumentava bem o caminho.
Ponte do bairro do Freitas

O caminho é bem plano passando por uma antiga linha de trem. Porém cheveu bastante na noite anterior e havia muito barro. Tudo foi tranquilo até chegar na ponte do bairro Freitas.

Ponte sendo refeita em Soldade de Minas

Está é uma ponte que passa sobre o rio Verde e desde um bom tempo ela estava cada mas passava sobre o rio e era possível atravessar, eu havia feito isso algumas vezes no passado. Quando cheguei vi a ponte submersa.

Fiquei desanimado pois não havia ninguém disponivel para me atravessar por barco e sabia que a volta seria longa. O caminho segue para Soledade de Minas e tem muitos morros. Foi dificil mas cheguei lá.

Continuei para São Lourenço e tomei um onibus para Olimpio pois sabia que não chegaria no mesmo dia. 

Cheguei por volta das 16h30.

Dia 6,7,8 - 19-20-21/fev - Olimpio Noronha

Esses dias usei para descansar, lavar a bicicleta, lubrificar a corrente, conversar.

Dia 9 - 22/fev - Olimpio Noronha a Brasópolis

A ideia era chegar em Itajuba e embarcar no ônibus para São José dos Campos, mas como vi que chegaria muito cedo, resolvi andar mais até Brasópolis.

Pedal por estrada de terra passando por Vargem Alegre até a rodovia MG347 e seguindo para Pedralva. Nesse trecho tem uma subida longa e depois uma descida igual. Descansei um pouco na cidade e continuei sentido Piranguinho parando para almoçar perto da cidade. 

Segui para Brasópolis com bastante tempo ainda pois o ônibus parte de Itajubá 17h e depois passa em Brasopolis 17h40 e ainda eram 13h30.

Este trecho é asfalto sem acostamento mas pouco movimentado, mesmo assim tinha que andar atento. Cheguei em Brasopolis quase 15h. Daria tempo para chegar em Paraisópolis até 18h (hora que o mesmo ônibus passa la) mas não teria muita margem para os 25km visto que já havia andado 80km.

Comprei a passagem e aguardei o ônibus chegando em São José pela noite.




25 - 26.02.2023 - Atibaia - Jarinu - Cps

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