19.4.15

19.04.15 - Bragança Paulista [3 dias]

Dia 1: Bragança - Pinhalzinho - Bragança

Feriado de quatro dias, consegui três para andar e escolhi Bragança Paulista. Cheguei de carro e comecei o pedal do centro continuando pela Av. dos Imigrantes até chegar na SP-008 que vai para a cidade de Socorro. Já era perto da hora do almoço e o tempo estava um pouco quente.


Não me lembrava se haviam poucas opções de estrada de terra pela região, mas andei bastante em asfalto e bem movimentado. Felizmente havia bastante acostamento pelo caminho, mas o trafego tira um pouco do sossego.


Pelo caminho passei  por muitas chácaras, barracas de comida, plantações, fábricas e trechos com floresta. Um pouco antes da entrada para Pinhalzinho segui por uma estrada de terra que terminava na cidade.


No centro comprei algumas provisões e descansei na praça. Queria ficar mais mas fui expulso por uma mãe que ficava gritando com a filha dela que andava de velocípede e queria descobrir novos lugares na praça para andar.

Um pouco depois de passar pela cidade voltei a andar por estrada de terra. Passei pelo bairro da Posse, cercada de plantações de hortaliças e algumas fazendas. O caminho ficou bem agradável.

Depois passei pelo bairro Atibaiano até encontrar a SP-095 entre Bragança e Tuiuti, bem na ponte do rio Jaguari. Alguns quilômetros depois jé estava em Bragança numa avenida muito movimentada.

Comecei a procurar hotéis pela cidade, que tem vários. Acabei ficando no Hotel Estância, simples que fica bem no centro da cidade com diária de R$50,00.

Horário: 11:38 - 17:20
Distância: 60 km
Tempo em movimento: 04:06h
Média: 14,6 km/h
Altitude Mínima: 786m
Altitude Máxima: 1020m
Ganho de altitude: 1565m
Perda de altitude: -1565m
Sensação de esforço: 4
Km Forasteiro: 60 km

Dia 2: Bragança - Toledo - Pedra Bela - Bragança

Reservei o trecho  mais longo  para o segundo dia. Passaria pela cidade de Toledo-MG e voltaria passando pela cidade de Pedra Bela.


Comecei por uma estrada que vai para Vargem que desemboca na rodovia Fernão Dias. No bairro Guaripocaba deixei o asfalto e continuei seguindo o norte. Passei pelo bairro da Ponte Alta já na cidade de Vargem.


Depois passei pelo Anhumas com poucas casas. Alias o caminho estava mais deserto. A partir deste ponto o caminho ficou mais difícil com muitas subidas e algumas descidas. Logo passei de 1100m de altitude.


Passei no bairro das Pitangueiras e finalmente cheguei em Toledo. Já havia passado nesta cidade quando andei em Senador Amaral. Parei em uma padaria para comprar provisões e descansar um pouco.

O trecho para Pedra Bela foi em asfalto e a paisagem do caminho estava bem legal por conta de algumas montanhas de pedra pelo caminho. O calor estava forte e acabei cansando mais.

Todo o restante do caminho foi por asfalto. Felizmente bem tranquilo até a SP-008 que havia passado no dia anterior. Cheguei em Bragança um tanto cansado

Horário: 07:34 - 17:22
Distância: 84,9 km
Tempo em movimento: 07:48h
Média: 10,9 km/h
Altitude Mínima: 781m
Altitude Máxima: 1228m
Ganho de altitude: 2534m
Perda de altitude: 2570m
Sensação de esforço: 4
Km Forasteiro: 65,9 km

Dia 3: Bragança - Morungaba - Bragança

Estava um tanto cansado pelos pedais dos dias anteriores e por não ter pedalar rotineiramente. Cheguei a pensar em ir embora, mas resolvi fazer num ritmo mais tranquilo.


Tomei o café e deixei o hotel de carro, estacionando na frente do lago do Taboão. Comecei o pedal pela estrada que leva a rodovia D. Pedro em Itatiba. O destino do dia era a cidade de Morungaba.


Cinco quilômetros depois deixei o asfalto passando por uma estradinha com muitos condomínios. O caminho estava bastante sombreado e não teve nenhum acontecimento relevante. Fiquei pensando em alguns cenários de se fazer uma viagem longa na America do Sul. Já havia feito um rascunho desse projeto: andar cerca de 13k quilômetros entre Brasil, Argentina, Chile, Bolívia e Peru. A única regra de cronograma é que deveria estar em Ushuaia no verão. Estimando uns 6 meses para chegar lá saindo  de casa, o ideal é sair de casa num começo de inverno ou alguns cortes começar depois Julho.

Voltando ao caminho, cheguei em Morungaba cerca de 11h. A cidade é bonita e bem tranquila. Descansei na praça na frente da igreja matriz, comi algo e comecei a voltar pela estrada que vai para Tuiuti.

No trevo que vai para Tuiuti, segui o outro sentido e parei num bar perto do bairro Passa Três. O pessoal ouvia musica caipira num radio na forma de um fusca. Continuei até chegar na SP-095 que vai para Amparo. Segui para Bragança que não demorou a chegar.

Roteiro feito, saí para comprar a linguiça da cidade. Achei em um restaurante dentro do estádio do Bragantino. Finalmente fiz a volta pra casa.

Horário: 07:23 - 15:01
Distância: 70,6 km
Tempo em movimento: 06:44h
Média: 10,5 km/h
Altitude Mínima: 753m
Altitude Máxima: 905m
Ganho de altitude: 1721m
Perda de altitude: 1769m
Sensação de esforço: 4
Km Forasteiro: 60 km

21.3.15

21.03.15 - Pinda - Camanducaia [2 dias]

Dia 1: Pinda - Camanducaia

Eu tinha um roteiro para Camanducaia pronto, começando de Sapucai Mirim. Como apenas eu e o Isidoro resolvemos pedalar, aumentamos o desafio saindo a partir de casa.


Começamos 7:30h seguindo para Santo Antonio do Pinhal via asfalto. Pelo caminho encontramos vários grupos de ciclistas. Subimos a serra da SP-123 sem maiores dificuldades, repus meu estoque de água em uma bica um pouco antes de Sto Antonio e fizemos boa parte do caminho entre a Estação Lefreve ao centro por ciclovia (isso é novo na cidade).


Tomamos um café numa padaria na frente da rodoviária. Gosto dos cookies e café do lugar, com bom preço. Seguimos dai para  Sapucaí Mirim pela antiga estrada da fé, passando pela pedra do Pião e chegando no bairro da ponte nova.


Tomamos um lanche no bar em frente a estrada Sto Antonio - Sapucai Mirim, eram 12h. Depois atravessamos a estrada seguindo por uma estrada de terra que sobe a serra. Por ali é possível chegar em Monteiro Lobato, São Francisco Xavier, Monte Verde ou Gonçalves.

A subida é longa mas pouco íngreme. Pelo caminho alguns sítios, pousadas e montanhas. Chegamos num bar que tem uma fonte bem legal algum tempo depois. Neste ponto seguimos a bifurcação da direita sentido Gonçalves/ Monte Verde. 

O caminho continuava subindo e a estrada estava mais fechada pela floresta. Já havia passado ali quando foi para Gonçalves. Neste trecho chegamos a 1550m de altitude. Mais a frente chegamos em uma bifurcação. Para a direita vai para o Juncal / Gonçalves e o outro lado, que seguimos, para Monte Verde / Camanducaia.

Um pouco depois saimos da principal virando a direita por uma estrada mais fechada ainda. Continuamo subindo chegando a quase 1800m até que chegamos no bairro do Mato. 

Neste momento percebemos que nossa chegada seria à noite. Resolvemos perguntar o caminho mais rápido. Nos indicaram passar no bairro São Mateus de Minas e continuar pela principal. Chegamos a perguntar  nesse bairro sobre pousada,mas não havia. Daí andamos cerca de 1h sem luz até Camanducaia. 

Chegamos sob chuva na cidade e ficamos hospedados na pousada  Jaguary por R$45/pessoa. A pousada não era muito boa, mas não tivemos muito tempo para pesquisar. 

O caminho foi bem difícil, somando quase 9h pedaladas. O que ajudou foi a temperatura amena e a paisagem do caminho.

Dia 2: Camanducaia - Santo Antonio do Pinhal

De madrugada o mundo estava caindo em forma de chuva mas felizmente na hora da saída o tempo melhorou. Resolvemos deixar o caminho de volta mais fácil, fazendo parte pelo asfalto que vai para Monte Verde.


Subimos bastante até chegar na entrada da estrada do bairro Melhoramentos. A estrada de terra ficou bem mais plana seguindo um rio. Por essa estrada paramos no bar e pousada do Juca e descobrimos que ali tem um caminho de peregrinação para Aparecida, partindo de Limeira.


Em um trecho da estrada passamos por muito barro e os poucos carros que encontramos tiveram dificuldades. Até dei uma informações errada a um deles que queria ir para Monte Verde, dizendo o melhor caminho para M. Verde era fazer a volta, pois estávamos vindo do asfalto que ia pra lá. Por sorte 200m pra frente havia uma placa indicando a vila por uma estrada que eu desconhecia.


Uma coisa legal da cidade de Camanducaia foram as placas indicativas em todas as bifurcações que encontramos, pois não são poucas.

Mais adiante chegamos num trecho que passamos no dia anterior. Seguimos para o bar da fonte, só que não lembrávamos das subidas para chegar lá. Nessas situações que a gente percebe que as subidas (mais sofrimento) fica mais na memória. O bar da fonte estava fechado.

A descida da serra foi tranquila, mas neste trecho começou a chover mais forte. Depois chegamos no bar na frente da rodovia (entre Santo Antonio do Pinhal - Sapucai Mirim) para comer algo e nos abrigarmos. Perguntamos de ônibus, mas ainda ia demorar e resolvemos pedalar para Sto Antonio e lá procurar condução novamente. 

Fizemos a volta pelo asfalto SP-046 sob chuva e num ritmo bem forte, chegando na rodoviária de Sto Antonio em 50 minutos. Resolvemos esperar o ônibus Campos de Jordão - Pinda, esperando 40 minutos. Acabei chegando em casa cerca de 19h cansado fisicamente mas descansado mentalmente.

16.2.15

16.02.15 - Wenceslau Braz (Charco) - Pinda

Para o último dia de passeio o roteiro era voltar para casa partindo do Charco, passando por uma trilha que leva no topo da serra sem passar pelo Horto de Campos do Jordão e depois descemos a serra passando pelo bairro do Gomeral e Pedrinhas, em Guatingueta e depois pelo Ribeirão Grande já em Pinda.


Acordamos não tão cedo, um pouco por causa do friozinho  que fazia, tomamos um excelente café da manhã. A casa tinha janelas grandes, piso de madeira e na cozinha havia o fogão a lenha. Na parte externa, um gramado separava a casa de uma fileira de grandes pinheiros no fundo e do lado sul uma castanheira vistosa. A frente da casa via-se a cerca de madeira acompanhada por hortênsias.


O ar bucólico me fazia querer ficar, mas o desconhecido me chamava. Saímos por volta das 9h depois de nos despedirmos da D, Nair. Seguimos as placas do caminho de Aparecida, inicialmente passando por uma estrada de terra. O dia esta com neblina e a temperatura um pouco fria mas agradável por causa do esforço físico.


De repente a estrada transformou-se numa trilha e as inúmeras poças d'água da chuva do dia anterior deixavam o caminho desafiador,principalmente porque surgiram subidas impiedosas. Ficamos um bom tempo empurrando as bicicletas morro acima.


Vencido o morro chegamos em uma fazenda (não lembro se é a Lavrinhas) onde havia uma criação de ovelhas. Vencemos a cerca da fazenda para chegar na estrada e continuamos. O caminho era rodeado por vegetação de altitude com muito capim. Ventava bastante mas está bem agradável para mim.


Passamos pela pousada Santa Maria da Serra, indicando que estávamos no topo e a descida logo viria. A descida é bem técnica por causa das pedras e das curvas fechadas. Paramos na pousada da D. Ana para almoçar por volta das 14h. Satisfeitos fizemos os 40 quilômetros finais sem maiores problemas.


Data: 16/02/2015
Hora: 08:15 - 16:36
Distância: 49,1 km
Velocidade média: 6,4 km/h
Tempo pedalado: 07:43
Ganho - Perda latitude: 1183 - 2328
Altitude mínima - máxima: 552 - 1947

15.2.15

15.02.15 - Piranguçu - Wenceslau Braz (Pousada Paz - Pousada Nair)

O roteiro do segundo dia era atravessar o rio Sapucai passando para Wencesalau Braz e subir novamente a serra pelo bairro do Salão, Roseta, Charco e ficar na pousada Santa Maria da Serra, já em Guaratingueta. Depois do Charco a ideia era seguir pelo caminho de Aparecida, que passa por trilhas até o topo da serra.


Continuamos pelo caminho do Frei Galvão seguindo a direção do rio até chegar no asfalto BR-459 entre Itajuba e Wenceslau Braz. Continuamos por 200m até atravessar o rio e voltamos pela estrada de terra que segue paralela a que viemos.


O caminho era rodeado de sítios que fazem fundo com o rio e o pedal era bem agradável. Depois do bairro do Salão começou a subida. Não era muito íngreme mas era longa. Os sítios foram se escasseando conforme deixávamos o rio para trás.


Depois de alguns quilômetros chegamos no bairro da Roseta. Um lugar bem tranquilo com um campo de futebol no meio. Paramos num bar para comer e tocamos em frente.


O trecho ainda continuava subindo, porém a estrada era bem mais precária. Haviam muitas erosões e árvores caídas na estrada. Creio que nem 4x4 passava ali no momento. Passamos da cota de 1800m de altitude por entre a floresta até que chegamos na estada principal Horto de Campos - Charco.


Nesse momento o tempo havia fechado e possivelmente pegaríamos chuva. Continuamos para o Charco. Nesse momento estávamos sem comida(exceto Kolb que tinha  algo) e no bairro procuramos alguma venda que não encontramos. Encontramos a pousada da Nair e resolvemos ficar por ser mais de 16h. Ela nos cobrou R$80/pessoa  com a janta e o café.


Fiquei com a impressão que a maioria das casas dali era para descanso, Pouca gente tinha cara de morador. A pousada está aberta há pouco tempo, acho que criada para atender o caminho de Aparecida. Colhi várias peras da pereira da propriedade e inclusive levei algumas para casa.

Pouco antes de anoitecer começou a chover de forma intermitente, já fazia um pouco de frio (imagino entre 18 e 20oC). Fazia alguns meses que não dormia com cobertas.

Data: 15/02/2015
Hora: 08:50 - 16:10
Distância: 39,6 km
Velocidade média: 6,2 km/h
Tempo pedalado: 06:22
Ganho - Perda latitude: 1844 - 1008
Altitude mínima - máxima: 852 - 1863

14.2.15

14.02.15 - Pinda - Campos do Jordão - Wenceslau Braz

Aproveitamos o feriado do carnaval para pedalar em 3 dias na serra da Mantiqueira. A ideia era percorrer algumas estradas que ainda não pedalamos entre Campos do Jordão-SP e Wenceslau Braz-MG. É uma região especial porque fica perto de casa e depois de que você passa o Capivari em Campos, os caminhos ficam pouco movimentados, mas com a paisagem muito bonita.


Eu e o Isidoro começamos do Crispim às 07:40h enquanto o Kolb saiu 10min antes e nos encontraríamos pelo caminho.


O roteiro foi chegar em Campos do Jordão pela SP-123, passar pelo Capivari, pela fábrica da Minalba, estrada da Água Santa, bairro do Centro, bairro dos Pintos e finalmente no bairro dos Borges, onde ficamos na pousada da Paz perto do rio Sapucaí.


O trecho do asfalto para subir para Campos estava muito movimentada de carros. Felizmente a grande maioria entrava em Santo Antonio (imagino que iam para o Sul de Minas). Chegamos no portal da cidade por volta das 13h.

Continuamos pela estrada principal de Campos, passando pelo Capivari onde havia um carnaval. A cidade estava mais cheia que o normal. Seguimos pela estrada para a Minalba (no início é a mesma para o Horto). Basicamente uma subida e uma descida longa.

No final da descida, próximo da fonte Indaiá seguimos pela estrada da Água Santa, de subida entra uma floresta. O dia tinha sol e muitas nuvens. Viramos a para Piranguçu passando  pelo bairro do Centro, onde acontece o encontro de cicloturismo.

Paramos num bar no bairro dos Pintos para comer algo e seguimos. A seguir chegamos onde o Caminho Frei Galvão passa e logo chegamos na pousada da Paz. São dois chalés que ficam sobre bar do Pele. Na parte dos fundos temos uma bonita vista para o rio Sapucaí.

Pagamos R$30 pela hospedagem com a janta. Muito bom o preço.

Data: 14/02/2015
Hora: 07:30 - 18:20
Distância: 84,3 km
Velocidade média: 9,2 km/h
Tempo pedalado: 08:34
Ganho - Perda latitude: 2545 - 2532
Altitude mínima - máxima: 523 - 1728






30.12.14

30.12.14 - Olimpio Noronha - Careaçu

Dia 1: Olimpio Noronha - Careaçu

Este foi o último passeio de bicicleta no ano, que foi muito proveitoso. Foram cerca de 9.300 quilômetros em 2.014 e pude conhecer muitas cidades e lugares legais.


Desta dez decidi conhecer a cidade de Careaçu, próximo de Pouso Alegre na rodovia Fernão Dias. Sai mais tarde pois o roteiro de ida era mais tranquilo do que os dias anteriores. Seriam 60 quilômetros e grande parte por asfalto sem subidas longas ou íngremes.


Deixei Olimpio por volta das 9h sentido Lambari. Fiz este trecho em uma hora e meia e aproveitei para repor meu estoque de água gaseificada. Segui as placas indicando Heliodora / Fernão Dias por asfalto. Nessa hora já fazia calor mas diferentemente dos outros dias havia o vento da pedalada.

O problema da estrada era a ausência de acostamento e eventualmente o trafego me obrigava a encostar na entrada de um sítio ou estrada para esperar.


O caminho é um vale entre duas serras repletas de pés de café. Logo após a entrada para Heliodora continuei por uma bifurcação em estrada de terra. Este trecho de uns 5 quilômetros foi o único com um morro para atravessar. No final desemboquei na Fernão Dias que andei por um quilômetro até a entrada da cidade.


Cheguei 14h, cedo perto do que já andei nos outros dias. Fiquei no Hotel Careaçu por R$30 com café simples e quarto bom. Mais tarde conheci a ponte sobre o rio Sapucai, muito largo e diferente do rio que passa em Itajubá. Havia muitas pessoas pescando, um pessoal no bar que fica num canto da ponte e alguns como eu, olhando para o infinito.

Data: 30/12/2014
Hora: 08:52 - 14:05
Distância: 61,7 km
Velocidade média: 15,5 km/h
Tempo pedalado: 03:56
Ganho - Perda latitude: 1222 - 1351
Altitude mínima - máxima: 805 - 985
Esforço: 3

Dia 2: Careaçu - Olimpio Noronha

Comecei a fazer o caminho de volta bem cedo imaginando que o caminho de volta seria bem mais difícil. Realmente era devido aos 80km de distância planejada e a subida da serra de Lambari.


Comecei acessando a Fernão Dias e seguindo sentido BH por uns 10 quilômetros. Esse trecho não é agradável, pois mesmo tendo acostamento, não é possível pedalar relaxado por causa do trafego intenso da rodovia. Portanto pedalei o mais rápido possível.


Deixei a rodovia e continuei em uma estrada de terra tranquila. Logo cheguei no bairro dos Caieiros que passei direto. A estrada estava plana até o bairro dos Ribeiros. Aqui existem outros dois acessos, uma para Heliodora e outro para São Gonçalo. Segui por uma outra para subir a serra.


Pelo caminho encontrava muitos sitios. Pude perceber plantações de berinjela e café, além de pasto para o gado. Num dado momento cheguei naestrada da fazenda Santa Alice. Tive receio de ser impedido de continuar, mas não tive problemas. Fiquei ziguezagueando o cafezal até chegar em uma estrada mais batida. Já havia subido bastante.


Felizmente depois desta subida, o caminho ficou razoavelmente plano e com muita sombra. Num dado momento via uma pedra nua com um fio d´água escorrendo. Até sai um pouco do caminho para chegar se havia acesso, mas cheguei numa porteira fechada de propriedade particular. O dia não estava tão quente como os outros dias de pedal, mas se encontrasse um lugar para refrescar, não seria ignorado.


Acabei encontrando tal lugar pouco depois: um riacho formando pequenas cachoeiras. Fiquei uma hora ali aproveitando. Depois disso o caminho voltou a subir seguindo para o topo da serra para virar para Lambari. Neste trecho passei por um pessoal fazendo trilha de moto e eu subindo. Finalmente no topo não hesitei em descer a serra sem paradas, pois passei por ali algumas vezes. Foi a recompensa do esforço.

Terminei o pedal voltando pelo asfalto até Olimpio, mais inteiro do que a ultima vez.

Data: 31/12/2014
Hora: 06:51 - 17:00
Distância: 80,8 km
Velocidade média: 10 km/h
Tempo pedalado: 08:03
Ganho - Perda latitude: 2313 - 2237
Altitude mínima - máxima: 805 - 1411
Esforço: 4

27.12.14

27.12.14 - Olimpio Noronha - Santa Rita do Sapucai

Dia 1: Olimpio - Santa Rita (via Pedralva)

Novamente um pedal de dois dias e dessa vez meu destino era Santa Rita do Sapucai, passando preferencialmente por estradas de terra. Imaginava que o caminho não seria fácil pois dariam mais de 80 quilômetros, mas no final do dia fiquei bem cansado.


Iniciei pela estrada de terra que vai para Cristina, passando bairro da Vargem Alegre. Este trecho foi  bem tranquilo, mas já previa que o sol ia castigar. Próximo  do bairro, segui pela estrada que vai até o topo da serrinha para Pedralva. Havia feito esse trecho com a Lucia há alguns  anos atrás.


Trata-se de uma subida longa mas pouco íngreme que termina no asfalto entre Cristina e Pedralva. Já no asfalto tratei de descer a serra, que foi muito boa. Passei por um grupo de 5 ciclistas subindo a serra fazendo uma viagem.


Depois que passei pela cidade já segui por uma estrada de terra sentido bairro das Pitangueiras. Porém havia uma subida bem forte no caminho, atravessando algumas fazendas de café. O sol já castigava.


A estrada continuava sentido Olegário Maciel, mas um pouco antes eu faria a volta e continuaria pelo sertão, porém mudei meus planos quando vi meu estoque de água quase no final. Aumentei 8 quilômetros indo e voltando para Olegário. Comprei 3l de água.

Comecei por um caminho que vai para Sta Rita por terra, mas plana. Num dado ponto virei para a direita e fui enfrentar alguns morros. Era um morro interminável, debaixo de um sol forte e naquela hora estava meio arrependido.

Apesar de ter visto uma estrada na imagem do google, a estrada é interna de fazenda, com porteiras trancadas. Só tive confiança em seguir porque o pessoal que falei em algumas casas espalhadas pelo caminho me confirmaram que podia seguir.

A descida posterior terminava no bairro do Balaio, já em Sta Rita. Daí até a cidade não haveria mais morros, mas estava bem cansado e acabei chegando na cidade depois das 19h. Fiquei no hotel Crisal por R$69. Fiz uma janta frugal para dormir leve.

Data: 27/12/2014
Hora: 08:21 - 20:20
Distância: 92,1 km
Velocidade média: 11,1 km/h
Tempo pedalado: 08:03
Ganho - Perda latitude: 2313 - 2237
Altitude mínima - máxima: 805 - 1411
Esforço: 4

Dia 2: Sta Rita - Olimpio (via Heliodora e Lambari)

Acordei por volta das 7h e fui tomar o excelente café da pousada. Quando peguei a bicicleta vi que o pneu estava furado por um espinho.


Atravessei a cidade e depois o asfalto acabou. Foram muitas subidas e descidas no início até chegar em uma serra mais alta. Gastei bastante tempo neste trecho, mas a paisagem estava bem legal.


Passei  pelo bairro do Sertãozinho e depois cheguei no asfalto que vai de Heliodora a Natercia. Segui para Heliodora. Este trecho até cidade foi bem rápido.

Descansei um pouco na cidade e continuei por uma estrada de terra sentido cachoeiras. Meu caminho não passava por elas e pensei em mudar o roteiro. Porém os vários carros seguindo naquela direção fazendo muita poeira me faz desistir.

Passei pelo bairro da Folheita e depois por um morro até chegar no asfalto para Lambari, chegando depois de 15 quilômetros no asfalto. Outro descanso antes de fazer os 20 finais para Olimpio.

Data: 28/12/2014
Hora: 08:23 - 17:53
Distância: 80,4 km
Velocidade média: 12,3 km/h
Tempo pedalado: 06:32
Ganho - Perda latitude: 2173 - 2118
Altitude mínima - máxima: 811 - 1142
Esforço: 4

25 - 26.02.2023 - Atibaia - Jarinu - Cps

  Fui para Atibaia no ônibus das 7:30 da empresa Fênix, desembarcando na rodoviária as 8:45 na rodoviária da cidade. Tomei o café e parti p...