2.5.21

Viagem Abr/2021 Diamantina - Guaratinguetá

Apesar das adversidades resolvemos pedalar Isidoro e eu. Nosso percurso incluia: 
  • Serra do Espinhaço
  • Estrada da Maria Fumaça
  • Travessia da Serra do Cipó 
  • Cachoeira do Tabuleiro
  • Santuário do Caraça
  • Estrada Real - Caminho Novo
  • Serra da Bocaina
Não foi possível passar em alguns desses destinos mas valeu a pena.

Caminho realizado:



Tomamos um ônibus da rodoviária do Tiete em São Paulo para Diamantina as 20h e chegamos 08h da manhã do dia seguinte.

Link das fotos: Clique aqui
Distância total: 1.207 km
Tempo : 21 dias

Dia 1 03/04: Diamantina - Monjolos

Chegamos em Diamantina pela manhã, tomamos um café e começamos o pedal. O trajeto foi uma trilha da antiga linha de trem que ia de Diamantina para Curvelo. 

Diamantina-MG - O início


O caminho foi uma descida suave de quase 70km. Apesar de alguns trechos que foi preciso carregar a bicicleta, o caminho foi fácil até um pouco antes do bairro Rodeador. 

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Trilha da Maria Fumaça

Tive muitos problemas com pneu furado e no final desisti de consertar e fiquei enchendo de tempos em tempos até chegar. 



No bairro do Redeador havia apenas uma pousada mas a dona não nos aceitou por causa do lockdown da cidade que não permitia hospedagem. Seguimos a noite para Monjolos e também tivemos o mesmo problema. 



Dormimos na praça da cidade onde havia um galpão usado para fabricar bloquetes. Conseguimos algumas caixas de papelão para forrar o chão e fizemos uma fogueira. Como a cidade é bem pequena, não inspirava medo e consegui dormir bem. 



As paisagens do caminho estavam muito bonitas conforme os relatos que li no planejamento da viagem. Outra coisa legal foram os ciclistas e caminhantes que encontramos nessa rota.



Distância: 93km
Distância Acumulada: 93km
Hora: 09:30 - 17:15


Dia 2 04/04: Monjolos - Bairro Alexandre Mascarenhas (Gouveia)

Arrumamos o lugar, tomamos um café e seguimos para a cidade Presidente Jucelino. 

Monjolos-MG - Local de pouso do primeiro dia


O caminho em estrada de terra foi bem tranquilo pela parte baixa da serra do Espinhaço. Chegamos em um bairro chamado Alexandre Mascarenhas em Gouveia onde testamos uma pousada mas ninguém atendia. Atravessamos uma ponte que separa esses lugares chegando em Presidente Jucelino mas não havia pousadas. 



Já considerando dormir em um posto, tentamos a pousada que ninguém atendeu mas agora havia gente. Assim tivemos cama. 

Distância: 52km
Distância Acumulada: 145km
Hora: 9:30 - 17:00

Dia 3 05/04: Bairro Alexandre Mascarenhas - Congonhas do Norte

Este dia teria uma dificuldade maior por causa da subida da serra na BR259 além de um bom trecho em estrada de terra até Congonhas do Norte.

Cenário da Serra do Espinhaço


Saimos um pouco mais cedo e logo estávamos subindo a serra pela rodovia que foi bastante longa. Fizemos uma pausa na barraca do "chupa-cabra" e depois almoçamos em um pequeno restaurante beira de estrada.



O trecho de estrada de terra também foi difícil por causa do sobe-desce constante e a falta de algum bairro ou comércio no caminho. 



Chegamos no fim do dia na cidade e conseguimos nos hospedar na pousada Xodo no centro da cidade.

Distância: 71km
Distância Acumulada: 216km
Hora: 07:20 - 18:15

Dia 4 06/04: Congonhas do Norte -  Bairro do Tabuleiro (Conceição do Mato Dentro)

Conhecemos a igreja Santana com algumas obras do Aleijadinho antes de seguir para o bairro do Tabuleiro. 

Congonhas do Norte - MG - Igreja Santana


Boa parte do caminho foi por estrada asfaltada para aliviar um pouco o dia anterior.

Interior da igraja Santana


No bairro Ouro Fino comemos em um mercadinho bem típico de vilas bem pequenas. É vendido de tudo: comida, produtos de limpeza, tubos de água e esgoto, calçados, panelas e outras coisas. Fica tudo empilhado e pendurado.





Depois deixamos o asfalto com certo receio porque havia uma placa dizendo que uma ponte do caminho estava interditada. Sorte que a ponte já tinha sido refeita.

Em pequenas vilas os comércios vendem de tudo


Outra aventura foi encontrar uma pousada que nos recebesse em um dia de semana em uma época sem turistas. Felizmente conseguimos além de uma marmita para a janta.

Distância: 47km
Distância Acumulada: 263km
Hora: 09:00 - 16:00

Dia 5 07/04: Bairro do Tabuleiro - Apoio Ana Benta (Santana do Riacho)

Já sabendo que o parque estava fechado e portanto não seria possível reservar um dia para conhecer a cachoeira do Tabuleiro. Resolvemos continuar o pedal atravessando a serra.

Travessia da Serra do Cipó


O caminho foi difícil mas a estrada estava boa com muitas placas para ciclistas. 

Travessia da Serra do Cipó


Por volta das 15h chegamos no apoio Ana Benta. Esperamos um pouco até a chagada do Sr. Lucas que nos recebeu. Ele nos contou a história de sua tia que morou ali sozinha e depois de seu falecimento ele passou a morar na casa e oferecer como apoio para a travessia Lapinha-Tabuleiro.



Isidoro praticamente fez a janta coletando hortaliças da horta.

Distância: 24km
Distância Acumulada: 287km
Hora: 08:30 - 15:00
 
Dia 6 08/04: Apoio Ana Benta - Jaboticatubas

Deixamos o apoio e seguimos para Jaboticatubas via bairro da Serra do Cipó.

Sempre Vivas


Começamos por uma trilha de gado até chegar na estrada principal. Então rumamos para o sul acompanhando a parte alta da montanha. Fazia frio e estava úmido por causa da neblina.

Travessia de rio


Depois de alguns quilômetros a estrada acabava em um riacho. Foi difícil encontrar um local para atravessar e que tivesse alguma continuação depois pois havia uma mata acompanhando a margem do rio.



Chegamos em algumas casas e acompanhamos a estrada. Passamos por uma antiga barragem e tivemos a estrada só pra nós.

Então chegamos em um portão trancado e foi assim que descobrimos que ali era uma propriedade privada. O guarda reclamou um pouco mas liberou nossa passagem para sair. 

Chegamos na rodovia MG010 e descemosa serra para o bairro Serra do Cipó num trecho bem bonito.

Almoçamos no bairro e continuamos a rodovia até chegar em Jaboticatubas.

Cogitei chegar na vila da Serra do Cipo a partir do bairro do Tabuleiro em um dia, mas isso não seria possível. Chegaríamos a noite.

Distância: 77km
Distância Acumulada: 364km
Hora: 07:30 - 17:30

Dia 7 09/04: Jaboticatubas - Bairro Roças Novas (Caete)

Minha coxa estava fisgando, incomodava um pouco mas dava para ir.

Jaboticatubas-MG - Igreja Matriz


Havia uma dificuldade a mais no caminho: não sabiamos se as cidades estavam com barreiras sanitárias para hospedagem ou mesmo para passar no lugar. Por isso tive que fazer algumas atividades a mais como planejar o dia seguinte e ficar ligando em pousadas para perguntar sobre as restrições.


Percebemos o seguinte: 1) cidades turísticas eram as mais restritas; 2) procurar restaurantes em estradas para almoçar pois não haveriam restrições; 3) assim que se chega na cidade, procurar supermercados para comprar comida para a janta pois comida a noite era mais escassa ou cara ou ruim

O planejado do dia era chegar em Nova União na beira da BR381 onde há um hotel, porém quando liguei fui informado que uma empresa alugou o hotel inteiro. Durante o pedal em Taquaraçu de Minas achei um hotel no bairro Roças Novas na mesma rodovia e resolvemos ir para la.

Conhecemos a cachoeira das Lajes e depois já não viamos a serra do Cipó. 

Hospedamos no hotel Recanto na beira da rodovia.
 
Distância: 43km
Distância Acumulada: 407km
Hora: 08:00 - 15:00

Dia 8 10/04: Bairro Roças Novas - Nova Lima

Segundo o planejamento a gente iria para Barão de Cocais para chegar no Santuário do Caraça. Ligando na pousada fomos informados que o lugar estava fechado. 

Sabará-MG Vista da cidade


Alteramos o percurso para poder conhecer duas cidades legais: Caeté e Sabará e para lá seguimos.



O caminho era de terra com bastante mata e de quando em quando dava para ver a Serra da Piedade.

Caeté-MG - Interior da igreja Nossa Senhora do Bom Sucesso


A cidade é bem grande e demorou para chegar na parte histórica que ficou espremida num canto dali.

Depois continuamos pelo asfalto para Sabará que aparenta ser bem mais uma cidade histórica.  Almoçamos e conhecemos a igreja Carmo de Sabará, Nossa Senhora da Conceição e as ruinas da igreja Nossa Senhora do Rosário.

Continuamos pela antiga linha de trem para Raposos, muito plana e repleta de ciclistas passeando por ali. Continuamos para Nova Lima, cidade do entorno de Belo Horizonte.

Não sei como mas o google nos indicou um caminho muito ruim para a pousada, fazendo a gente subir um morro muito ingreme no meio de uma favela, mas no final deu certo.

Ficamos num hotel do grupo OYO no centro.

Distância: 70km
Distância Acumulada: 477km
Hora: 07:50 - 16:30

Dia 9 11/04: Nova Lima - Posto Água Boa (Nova Lima)

No dia seguinte mapeei o caminho sem passar pelos morro e foi bem simples. A idéia era chegar em Itabirito seguindo o rio das Velhas.

Nova Lima-MG - Vista da cidade


Vimos muitos ciclistas também nesse dia mas um pouco antes de chegar na cidade de Rio Acima encontramos uma barreira proibindo a passagem. Mesmo falando que só queríamos atravessar a cidade, fomos impedidos.

O guarda nos indicou voltar 2 quilômetros e fazer um contorno que chegaríamos em Itabirito. Conselho do tipo "logo ali".

O desvio era uma subida sem fim onde ganhamos mais que 600m de altitude passando por uma mina da Vale e chegar na rodovia Rio-BH.

Achamos um hotel de estrada chamado Água Boa. Estava caro mas não havia outra opção por ali.

 Distância: 43km
Distância Acumulada: 520km
Hora: 08:00 - 14:10

Dia 10 12/04: Posto Água Boa - Conselheiro Lafaiete

O plano para o dia era chegar em Conselheiro Lafaiete andando apenas na rodovia Rio-BH para recuperar a volta do dia anterior.

Nova Lima-MG - Mineradora


Saimos cedo e o pedal estava rendendo mas achei a rodovia muito ruim para ciclistas: muito caminhão com pista dupla mas com pouco acostamento.

Passamos pelo trevo para Ouro Preto num trecho com muitas minas ferro. Em um lugar desses o pneu do Isidoro furou e foi prontamente consertado.

Paramos em um posto para comer algo e o pneu dele voltou a furar. Depois do conserto conseguimos andar poucos quilômetros e aconteceu novamente. O vazamento estava acontecendo em reparos antigos.

Ligamos para a concessionária e solicitamos um resgate mas eles não vieram. Nesse tempo tentamos consertar mas logo o pneu estava vazio e gastamos todos os remendos. 

Com pouca esperança, começamos a pedir carona e tivemos sorte de um motorista de um caminhão parou. Ele fazia entregas de solução para lavar carros em posto de gasolina. Passamos por Ouro Branco e ele nos deixou em nosso destino do dia.

Isidoro comprou camera de ar novas e depois disso ele não teve mais problemas.

Conseguimos o hotel mais barato do caminho chamado Jomafi por R$25/pessoa. Muito simples mas com atendimento muito bom, melhor que varios lugares que ficamos.

 Distância: 36km
Distância Acumulada: 556km
Hora: 07:50 - 16:00

Dia 11 13/04: Conselheiro Lafaiete - Carandai

Pela manhã estava com dores na coxa, lombar e torcicolo. Tomei um relaxante muscular e seguimos. O plano para o dia era seguir os totens do caminho novo da estrada real até Carandai.



O caminho vai seguindo a BR040 pois muitas vezes andamos um pouco nela ou sempre perto.

Queluzito-MG - Caminho Novo da Estrada Real


Passamos em Queluzito, uma cidade bem pequena e bonita. Continuamos até chegar novamente na rodovia no bairro da Pedra do Sino onde almoçamos.

Terminamos em Carandai pelo asfalto e achamos o hotel Xua onde ficamos. Na frente havia uma linha de trem bastante movimentada. 

Saimos a noite para buscar a janta e com alguma dificuldade encontramos uma lanchonete que nos vendeu um lanche.

 Distância: 52km
Distância Acumulada: 608km
Hora: 07:50 - 15:00

Dia 12 14/04: Carandai - Barbacena

O plano do dia era chegar em Barbacena e como o Isidoro soube de uma estrada de terra que já foi linha de trem, portanto plana, decidimos seguir por ela.



O caminho todo foi seguindo a BR040 e logo passamos por um bairro chamado Hermillo Alves e depois pela cidade de Ressaquinha. 

Barbacena-MG - Plantação de feijão


Depois da cidade continuamos pela antigo leito da linha de trem mas ela acabou chegando em uma propriedade privada. Tivemos que pedir para o proprietário para pular porteiras trancadas para voltar ao asfalto.

Achamos um restaurante da BR e almoçamos ali.

Chegamos antes das 14h em Barbacena e acabamos ficando no hotel Gloria, bem no centro.

 Distância: 55km
Distância Acumulada: 663km
Hora: 08:15 - 14:30

Dia 13 15/04: Barbacena - Santos Dumond

O plano para o dia era chegar em Santos Dumond seguindo o Caminho Novo. 

Santos Dumond-MG - Mercearia


Passamos em Antonio Carlos por asfalto e depois seguimos por uma estrada de terra que seguia a linha férrea.



Em algum momento erramos a bifurcação e seguimos por uma estrada com vários morros até que chegamos no bairro Mantiqueira. 

Barbacena-MG - Igreja Matriz


Continuamos para Santos Dumond e encontrei um hotel na beira da rodovia bem na saida da cidade chamado 14 bis. 

Chegamos cedo e isso estava compensando a impossibilidade de ficar um dia de folga em algum lugar. Quando viajei pela América do Sul toda a semana reservava pelo meno um dia para folga, que era usado para revisar a bicicleta, lavar roupa, conhecer a cidade com calma e descansar as pernas. 

 Distância: 45km
Distância Acumulada: 708km
Hora: 07:50 - 14:30

Dia 14 16/04: Santos Dumond - Juiz de Fora

A ideia era chegar em Juiz de Fora seguindo a estrada Real.

Ssantos Dumond-MG 14bis


Eu estava um pouco relutante mas decidimos começar pela BR040 até Ewbank da Camara e assim foi feito. 

Chegamos logo na cidade que é bem pequena. Deixamos a rodovia para seguir uma estrada que acompanhava a linha férrea. Este trecho é uma várzea na parte baixa da barragem da represa Chapeu D'uvas. 

Percebemos que a estrada estava pouco mantida pois havia muito mato alto até que chegamos em uma porteira trancada. Percebemos que iríamos gastar muito tempo ali e por sorte vimos uma estrada de terra melhor no lado oposto da linha do trem. Conseguimos passar para lá e prosseguimos.

A estrada terminou na BR040 e continuamos nela até a entrada de Juiz de Fora. Encotramos um ciclista com bicicleta que tinha 2 bagageiros. Ele nos indicou um restaurante e conversamos sobre viagens.

Depois andamos um bocado para chegar no centro da cidade onde consegui o hotel Joalpa por R$55/pessoa.

Depois de instalados fomos andar no centro e parecia a rua 25 de março de tanta gente por lá. Acabamos voltando logo para o hotel e arrumar o que fazer por ali.

 Distância: 68km
Distância Acumulada: 776km
Hora: 08:00 - 14:30

Dia 15 17/04: Juiz de Fora - Paraiba do Sul

Planejamos chegar em Paraiba do Sul no estado do Rio de Janeiro.



O café da manhã foi entregue em bandejas individuais e deveria ser consumida no quarto.

Vila de Montserrat - Divisa de Minas / Rio


O pedal começou no plano seguindo o rio Paraibuna e quando os bairros foram acabando começou uma descida bem longa até chegar em Matias Barbosa.



Continuamos por uma estrada secundária onde tinha muitos ciclistas treinando e chegamos depois na cidade de Simão Pereira onde fizemos uma pausa.

Continuamos na mesma estrada até chegar na divisa de estados. Deste lugar vemos uma pedra imensa, o rio Paraibuna, algumas construções da vila de Montserrat e a ponte que atravessa o rio.

Deixamos esta estrada e continuamos em uma estrada de terra. Era subida pura no começo. 

No final foi uma boa descida e depois plano até Paraiba do Sul. Conseguimos um bom hotel chamado Beira Rio por R$50.

 Distância: 67km
Distância Acumulada: 843km
Hora: 08:00 - 14:30

Dia 16 18/04: Paraiba do Sul - Barra do Pirai

Planejamos chegar em Barra do Pirai pela BR393. 



A estrada estava tranquila e estavamos pedalando bem. 

Vassouras-RJ - Praça da cidade


Almoçamos na cidade de Vassouras, cidade bonita com casarões da época do café. Comi o prato Oswaldo Aranha (não sei porque do nome mas estava bom)



Depois seguimos por uma estrada secundaria em asfalto para Barra do Pirai e ficamos hospedados no hotel Hanna por R$73/pessoa que teve o melhor café da manhã da viagem.

A cidade não é muito bonita mas tinha um comércio bom a noite. Tivemos muitas opções para jantar a noite na praça principal da cidade.

 Distância: 74km
Distância Acumulada: 917km
Hora: 08:00 - 14:40

Dia 17 19/04: Barra do Pirai - Bananal

A ideia era chegar em Bananal passando por Volta Redonda e Barra Mansa.

Barra do Pirai-RJ - Vista da cidade


Comecamos pela BR383 acompanhando o Rio Paraiba do Sul até Volta Redonda. 

Volta Redonda-RJ - Fábrica da CSN


Andamos pela avenida que passa na frente da fábrica da CSN, bastante movimentada. Parece que a cidade cresceu em volta da imensa fábrica.

Bananal-SP - Antiga estação de trem


Continuando pela avenida chegamos no centro de Barra Mansa onde procuramos um lugar para almoçar. A maioria que tentamos ficava no segundo andar do predio e não tinha onde deixar a bicicleta.
Ja quase deixando a cidade achamos um.

Depois pedalamos na estrada que vai diretamente para Bananal. Não conhecia a cidade e foi bom estar numa cidade pequena.

Ficamos no hotel da Morena por R$50/pessoa.

Distância: 74km
Distância Acumulada: 991km
Hora: 07:45 - 14:45

Dia 18 20/04: Bananal - Estalagem da Bocaina (Bananal)

Já sabendo que o parque da Bocaina estaria proibindo a passagem de pessoas, mudamos o roteiro para andar em uma estrada nova que desce do alto da serra para perto de Arapei. Com esta opção resolvemos subir a serra e ficar na pousada Estalagem Bocaina.

Bananal-SP - Vista da parte alta da Serra da Bocaina


Já ficamos nesta pousada quando viajamos para Ilha Grande e o lugar é bem bonito.



Inicialmente a subida é leve mas conforme vamos subindo ela vai ficando mais inclinada. Encontramos alguns ciclistas na estrada.

Bananal-SP - Cachoeira do Bracui


Chegamos 12h no topo onde há um mirante para o grotão que subimos e depois havia uma subida até praticamente a estalagem. A estrada fica estreita e a floresta parece que vai tomar conta. É uma floresta úmida e o lugar frio.

Vista da cidade de Angra dos Reis


A pousada nos cobrou R$100/pessoa com janta e café. Deixamos a bagagem e resolvemos conhecer a cachoeira do Bracui onde chegamos a parte alta da cachoeira e se tem a visão de Angra dos Reis.

Continuamos pela SP247 até chegar em uma pousada e depois seguimos a pé por uma trilha de 3 quilômetros na mata até a cachoeira. Ela tem um bom volume de água e a vista para o litoral é bonita mesmo.

Como estava ameaçando chover voltamos logo.

A janta foi especial: truta espalmada.

Distância: 51km
Distância Acumulada: 1042km
Hora: 07:15 - 16:00

Dia 19 21/04: Estalagem da Bocaina - São José do Barreiro

Quando chegamos na entrada da estrada vimos a placa de propriedade particular e tinhamos a informação que havia um portão trancado logo a frente. Resolvemos desistir e descer a serra que subimos.



O dia estava frio e garoando. A descida foi feita com certo cuidado mas não muito. 



Chegamos novamente em Bananal e logo continuamos pela rodovia dos Tropeiros. Em Arapei almoçamos e tomamos um atalho por uma estrada de terra que cortava 10km da principal. 

São Jose do Barreiro-SP - Centro 


Terminamos em São Jose do Barreiro na pousada Guimarães.

Distância: 62km
Distância Acumulada: 1104km
Hora: 09:00 - 16:00

Dia 20 22/04: São José do Barreiro - Cachoeira Paulista

Pedalamos pela rodovia dos Tropeiros até chegar na rodovia Dutra e logo depois chegamos em Cachoeira.



Paramos em Silveiras para almoçar e comprar um pneu novo. O meu estava abrindo do lado, talvez consequencia de um dos primeiros dias em que andei com o pneu vazio.

Ficamos no hotel Lido por R$50/pessoa.

Distância: 72km
Distância Acumulada: 1176km
Hora: 08:00 - 16:00

Dia 21 23/04: Cachoeira Paulista - Guaratingueta

Último dia, caminho já conhecido passando em Canas, Lorena e Guará. 

Em Guara tomei o ônibus para São Jose dos Campos enquanto o Isidoro retornou para Pinda.

Infelizmente não conhecemos a cachoeira do Tabuleiro, o Santuario do Caraça e a Serra da Bocaina, porém viajar em bicicleta sempre é bom e conheci cidades históricas como Caeté, Sabará, Barbacena e Vassouras.

 Distância: 31km
Distância Acumulada: 1207km
Hora: 08:00 - 10:30

22.9.20

05.09.20 Viagem Serra da Canastra (sul de minas)

Link das fotos: Cique aqui

Preparativos

Este foi um ano atípico para planejar uma viagem por causa do COVID. Alguns meses antes achava que o pior já teria passado em Setembro e poderiamos ir sem problemas, mas não foi isso o que aconteceu. Havia ainda parques fechados e notícias de cidades fechadas por meses. 

Por conta disso decidimos andar na serra da Bocaina onde era permitido, principalemente na Serra da Babilônia. Iríamos eu e Isidoro e depois o Jorge e Emerson e Luis Natan confirmaram a ida (Luis Natan como apoio)

Embarquei no ônibus em Campinas junto com o Isidoto até Franca as 20h do dia 05/Set e chegamos em Franca 1:30h. Ficaos hospedados no hotel São Diogo na frente da rodoviária.

Resumo 

Ter a oportunidade de viajar em bicicleta é sempre bom. No planejamento incluimos cidades com atrativos como a Serra da Babilônia, Capitólio, São Tome das Letras, Aiuruoca e algumas cidades na Serra da Mantiqueira. Porem por causa da Covid, encontramos toda a sorte de restrições impostas pelas cidades: São Tome das Letras não permitia a entrada de ninguem; Aiuruoca estava sem hospedagem autorizadas; em outras não era permitido talheres de metal, cardápio impresso, toalha de mesa e fizemos algumas alterações no caminho.



No meu caso foram mais de 758 quilômetros em 14 dias passando por Franca/SP, Ibiraci/MG, Delfinópolis, São João Batista do Gloria, Capitólio, Guapé, Ilicínea, Boa Espernça, Coqueiral, Três Pontas, Varginha, Três Coraçôes, Conceição do Rio Verde, Caxambu, Pouso Alto, Itamonte, Engenheiro Passos/RJ, Queluz/SP, Lavrinhas, Cruzeiro, Canas, Lorena e Guaratingueta. 

O caminho foi fisicamente dificil na Serra da Babilônia. 

O clima estava quente e seco, não choveu nenhum dia. Para refrescar entramos em alguns riachos e na cachoeira da Filo em Capitólio. 

A comida mineira nos restaurantes da D. Sol no bairro de São José do Barreiro e da pousada Serra Branca, ambos na região da Canastra estavam muito saborosas. 

Na região da Canastra contamos com Luis Natan no carro de apoio que levava nossa bagagem. Nesses três dias e cinco noites o Jorge e o Emerson pedalaram com a gente.  

Depois de São João Batista do Gloria eu e o Isidoro continuamos. Atravessamos o sul de minas e chegamos na divisa com o Rio de Janeiro na garganta do Registro. Entramos em São Paulo por Queluz e eu terminei a viagem em Guaratinguetá onde voltei para Campinas em ônibus. Isidoro terminou em Pinda.

Distância total: 758 Km

Tempo: 14 dias

Participantes: Eu, Isidoro, Jorge, Emerson e Natan (apoio)


Dia 1: Franca - Camping Paulo

Este dia não tinha ideia de onde iríamos dormir pois já imaginava que pedalar mais de 100km até Definópolis seria improvável.  


O pedal foi todo em asfalto e no final do dia chegaríamos na serra da Canastra e teríamos que encontrar um lugar para dormir.


Almoçamos na cidade de Ibiraci-MG e tocamos para frente. Depois passamos no povoado da Laje e com a informção de um possível local para acampar, compramos alguns mantimentos e continuamos. 

Passamos sobre o rio Grande na frente da barragem de Furnas. Montanhas ladeando o rio esverdeado muito bonito.  

Pouco depois chegamos no restaurante do Paulo que oferecia pontos de camping. Montei a barraca e depois conversamos com os funcionários do restaurante que disponibilizaram um fogão a lenha para fazer a janta: macarrão com sardinha.


Hospedagem: Camping do Paulo a R$ 10,00

Distância: 71,8 Km


Dia 2: Camping Paulo - Delfinópolis

Já sabia que o começo seria de alguns quilometros subindo em estrada de terra: no dia anterior já era possível ver o corte que a estrada fazia na montanha. Mais de uma hora depois chegamos no topo onde dava para ver a barragem e o rio.


O dia estava quente e por conta do feriado muitos carros e jipes passam pela gente levantando poeira e acabei usando a mascara para não respirar tanto pó.



Em alguns trechos a estrada quase encostava nas águas da represa e vimos bastante gente aproveitando para nadar. Encontramos alguns lugares para nos refrescar também.


Chegamos no fim da tarde em Delfinópolis e encontramos o pessoal de Campinas esperando a gente. A cidade estava cheia de turistas e não encontrávamos hospedagem. Cogitamos ir para a serra para procurar um camping ou lugar para acampar mas conseguiram uma senhora que disponibilizaria um quarto bem simples por R$30. 

Hospedagem: Casa D.?? a R$ 30,00

Distância: 50,4 Km


Dia 3: Delfinópolis - Pousada Serra Branca

O destino do dia seria a pousada da Vanda e feríamos o caminho oposto que fizemos em 2012. 


Passamos por uma portaria do parque que estava inacessível, depois pela subida que leva a catedral de pedra com afloramento de rocha bem diferente. Depois passamos por um trecho com muita areia e nesse ponto vi alguns pontos possíveis de acampamento.


A Serra da Babilônia são várias linhas de montanha próximas e a estrada vai passando por elas deixando o caminho mais bonito e mais dificil. 


A face voltada para a Serra da Canastra foi bastante queimada e a fumaça com o ar seco dessa época deixava o ceu acinzentado.


Chegamos 16h na pousada Serra Branca, pouco antes da Vanda e acabamos ficando ali pois a Vanda não estava aberta. Foi cobrado R$90/pessoa com meia pensão.

Mais tarde a pousada ofeceu uma janta mineira em fogão a lenha muito saborosa.


Hospedagem: Pousada Serra Branca: R$ 90,00 (janta e café)

Distância: 43,4 Km


Dia 4: Pousada Serra Branca - B. São Jose do Barreiro

A pousada fica num vale então de início temos a subida da serra Branca. Logo no começo da subida o cubo traseiro da bicicleta do Isidoro quebrou. Assim que percebemos que seria preciso uma bicicletaria, colocamos no bagageiro do apoio e continuamos.


Passamos pelo Chapadãozinho e o restaurante estava fechado e soubemos que abriria em outubro.



A seguir for uma sequencia de subidas e descidas sob sol forte e no caminho conseguimos um riacho de água limpa para refrescar. Mais tarde uma lanchonete que fazia pão de queijo recheado com pernil desfiado.


Pouco antes a corrente da bicicleta do Jorge quebrou e ele, Isidoro e o Natan sairam para buscar uma bicicletaria em São Roque. Enquanto isso eu e o Emerson chegamos na cidade e começamos a procurar hospedagem. 


Verificamos várias pousadas e parecia que o pessoal não fazia questão de nos alugar pois o recem terminado feriado foi movimentado ali. Finalmente conseguimos a pousada Amanhecer na Canastra e aguardamos a volta do pessoal. 


Hospedagem: Pousada Amanhecer na Canastra R$ 70,00 (café)

Distância: 31,9 Km


Dia 5: B. São Jose do Barreiro - São João Batista do Gloria

Essa perna a gente não tinha feito na primeira viagem e tampouco estava no meu planejamento: foi o Jorge quem sugeriu pois precisavam chegar em uma cidade proximo de alguma rodovia para voltarem para Campinas. Ele já havia passado ali de carro e sabia o caminho.


Pela manhã o Isidoro e Natan foram de carro buscar a bicicleta enquanto a gente começou a pedalar.


O dia estava quente novamente porém encontramos mais sombra pelo caminho enquando a gente passava por algumas fazendas pelo caminho.


Depois de uns 10 quilômetros o apoio nos encontrou e juntamos todos. 

Subimos uma montanha e passamos a andar por cima um bom trecho até que no topo vimos uma grande plantação de milho prevendo a descida. 

Já na parte baixa, percebendo que não chegariamos na cidade, cogitamos acampar em uma faixa de árvores ao lado de um riacho mas desistimos e pelo calor e cansaço colocamos as bicicletas no carro e continuamos para a cidade do Gloria e terminamos o dia.

Hospedagem: Pouso Mineiro R$ 60,00 (café)

Distância: 33,0 Km 


Dia 6: São João Batista do Gloria - Capitólio

Pela manhã o Natan, Jorge e Emerson terminaram a aventura deles e foram embora para Campinas. 


Para ganhar um tempo, decidimos ir a Capitólio por asfalto. Tivemos certa pressa e não nos atentamos a comida e água imaginando que conseguiríamos no caminho. 


O dia ficou quente e a água acabando rápido e no caminho encontramos a cachoeira da Filo onde se paga R$10 para entrar. Refrescado e com agua seguimos.


Depois a água foi acabando novamente até que achamos um restaurante onde comemos um salgado e compramos um pouco de água (R$6 por 500ml) e colocamos as esperanças no restaurante onde saem os barcos para os passeios.

 A parte dos barcos estava vazia e pareceia não ter passeios enquanto o restaurante estava lotado. Resolvemos tentar mais para frente mas as distancias para um mineiro são diferentes e demorou para achar outra lanchonete. Cheguei cansado com fome e sede.

Saciado, foi mais fácil chegar em Capitólio onde achamos o hostel Casarão. Lugar bem agradável para descansar.  

Hospedagem: Hostel Casarão R$ 60 

Distância: 65,4 Km


Dia 7: Capitólio - Ilicínia

Deixamos Capitólio seguindo para Guapé por uma estrada de terra que ia subindo aos poucos mas por vários quilômetros. 


Depois a descida vem de uma vez chegando perto da represa onde se pega a balsa sobre as águas da represa. 


Depois de almoçar na cidade continuamos por asfalto até Ilicínea. Aqui começavam as plantações de café que vimos por muitas cidades do sul de minas. 


Disse para a dona da pousada que estavamos indo para Aparecida. Daí descobri que ela e outras pessoas da cidade caminhavam os 400 quilômetros para lá todo ano no mês de agosto. São 11 dias contando com um apoio que prepara as refeições e barracas no fim do dia. Sei que várias cidades do sul de Minas fazem isso mas essa a distância é bem longa.

Hospedagem: Hotel Pimenta R$ 40

Distância: 60,9 Km


Dia 8: Ilicínea - Coqueiral

O caminho para Coqueiral era por asfalto até a cidade de Boa Esperança e depois por estrada de terra.


O cenário era dominado por plantações de café e pelo que conversamos com algumas pessoas da vila de Água Verde, era bastante mecanizada. 


Até Boa Esperança foi tranquilo e a cidade é muito bonita por conta do aproveitamento das margens da represa de furnas. Ficou uma cidade turistica por conta da orla com muitas árvores, calçadas largas, comércio em volta e uma praia.


Já na estrada para Coqueiral encontramos vários ciclistas. Encontramos também em várias cidades do sul de Minas. 

Esta era uma cidade com muitas restrições por causa da Covid. Horários do comércio alterados, pousadas não podem servir café. Sei lá, deve ter estudos cientificos dizendo que tomar café na padaria e não no hotel é bem mais seguro.

Hospedagem: Hotel Flórida R$ 45 

Distância 59,1 Km


Dia 9: Coqueiral - Varginha

A cidade mais restrita de todas era São Tome das Letras. Descobrimos que não permitia a entrada de ninguém de fora. Assim mudamos o trajeto para desviar dela.


Seguimos por estrada de terra muito agradável, ladeada por árvores fazendo sombra. Era mantida por algumas fazendas de café no caminho para Três Pontas. 

Continuamos para Varginha por asfalto que foi bem tranquilo. Conseguimos um bom hotel por R$50/ pessoa. 

Depois janta e fotos com discos voadores e ETs

Hospedagem: Hotel Fenícia R$ 50 (café)

Distância: 61,9 Km


Dia 10: Varginha - Três Corações

Acordei com o estomago ruim mas a principio não parecia ser problema. Durante o pedal que era por asfalto até Três Corações comecei e ter uma falta de energia. Os sintomas não passaram disso mas estava mais sofrível pedalar. 



Na cidade o Isidoro resolvou procurar uma bicicletaria para consertar a câmera de ar. Depois de gastar um tempo procurando alguem que fizesse o serviço na hora, alguns minutos depois o pneu estava vazio novamente. Ele fez o remendo mas gastou outro bom tempo nisso.

Com isso reslvemos ficar na cidade e nos hospedamos no hotel Calabresa.

Hospedagem: Hotel Calabresa R$ 50 (café)

Distância: 33,4 Km


Dia 11: Três Corações - Caxambu

Ja estava melhor então saimos mais cedo. A ideia era passar por Conceição do Rio Verde por estrada de terra e depois continuar por asfalto até Caxambu.

O caminho seguia o rio Verde e um ponto legal era que o rio em certo ponto atravessava uma linha de montanha formando um canion com a estrada ao lado.

Almoçamos em Conceição e continuamos por asfalto para o bairro Águas de Contendas a depois chegamos na BR383 que estava movimentada. Felizmente já estavamos perto de Caxambu.

Conseguimos o Hotel Lopes por um bom preço.

Andando pela cidade a noite notamos que estava bastante vazia.  

Hospedagem: Hotel Lopes R$ 64 (café)

Distância: 67,4 Km


Dia 12: Caxambu - Itamonte

O caminho foi feito pelo asfalto da BR354 até Pouso Alto e depois seguimos para Itamonte. 


Ainda tinhamos a ideia de pedalar no dia seguinte para o bairro da Fragária, mas o preço mais alto das pousadas junto com o cansaço de fim de viagem fizeram a gente mudar o roteiro.


Hospedagem: Hotel Nossa Senhora de Fátima R$ 50

Distância: 52,2 Km


Dia 13: Itamonte - Cruzeiro

Rumamos por asfalto para a garganta do registro onde há a entrada para o parque de Itatiaia.

 


A subida foi longa e por conta das pernas cansadas gastamos 4h para subi-la. Fizemos um bom descanso nas barracas que ficam no topo comendo pastel e queijos.



A descida até Engenhiro Passos foi muito boa mas conforme a gente descia o calor aumentava.

Daí pedalamos 20km na Dutra até a entrada de Lavrinhas onde tentamos hospedagem mas nos indicaram andar mais um pouco até Cruzeiro.

Ficamos no  Hotel Brasil bem no centro. Deixamos a janela aberta e em enxame de pernilongos entraram. Pela manhã que vimos os estragos: pés e mãos coçando e onde se esbarrava saiam muitos insetos.

Hospedagem: Hotel Brasil R$ 60 (café)

Distância: 79,6 Km 


Dia 14: Cruzeiro - Guaratinguetá

Último dia de viagem seguindo uma paralala da Dutra onde passa a estrada Real, boa parte por ciclovias. Passamos por Canas, Lorena e depois Guara.

As paradas eram para comprar água e tomar um sorvete. 

Fiquei em Guará para tomar o ônibus para Campinas enquanto o Isidoro foi para Pinda.

Hospedagem: -

Distancia: 51,5 Km


Custo

Onibus: 164

Hospedagem: 729

Alimentação: 463

Entradas: 10

Bicicleta: 0





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