23.9.13

23.09.13 - D3: Carrancas - Itutinga

Como o dia anterior não consegui visitar nenhuma cachoeira, inclui a visitação no roteiro do dia, o que fatalmente iria reduzir minhas chances de chegar em Itumirim no final do dia. Saí o mais cedo que consegui, logo após o café reforçado, peguei água na praça e segui sentido cachoeira da Fumaça.


A cachoeira da Fumaça é a única cachoeira em local público da cidade e cheguei nela com o tempo bem fechado, ameaçando chover. Ela tem 2 quedas além de outra visível no morro ao lado. É muito bonita mas nota-se que ela é poluída.


Voltei um trecho e segui sentido cachoeira da Esmeralda. Apesar de ser uma propriedade privada, não é pago e existe no local uma lanchonete. De longe se vê uma longa pedra inclinada com água passando por cima. Na parte superior há um poço cercado por árvores de cerrado e pedras desgastadas pelo tempo.


Continuei pela estrada passando por algumas propriedades e depois por um lugar bem isolado, subindo o morro. O trecho de subida foi longo e tive que empurrar vários trechos por causa das pedras na estrada. Quando cheguei no topo, a estrada seguia pela borda do morro bem inclinado. Era possível ver a estrada indo bem longe e o cenário era muito legal.


Terminei no asfalto para Itutinga, bem no topo do morro. A descida fiquei com frio na barriga de tão inclinada era o morro. Depois disso foi um sobe-desce até a cidade, passando perto da represa de Itutinga. Cheguei na cidade no fim do dia e logo achei a pousada Dona Julia por R$35. Jantei um prato feito num restaurante de uma senhora na frente da praça por R$10 e logo após a refeição começou a chover. Dai voltei para o quarto arranjar as coisas para o dia seguinte.


D3: Carrancas - Itutinga
Data: 23/9/2013 Dificuldade: 4
Distância: 54,56 km Km Forasteiro: 55 km
Odômetro: 28711,71 km Média: 10 km/h
Tempo: 05:24:14 Horário: 07:30h - 18:10h
Quem: Eu
Itinerário: Carrancas - Cach. Esmeralda - MG451 - Itutinga
Resumo:

22.9.13

22.09.13 - D2: Cruzilia - Carrancas

Tomei o café da pousada e deixei a cidade pouco depois das 7h. Comecei pelo asfalto sentido Minduri mas depois de uma subida longa, virei à esquerda por uma estrada de terra. Por causa da subida longa eu tomei 1/3 da água. O dia estava quente logo cedo e pelo caminho havia poucos bairros ou bicas.


Pelo caminho vi muita plantação de sorgo e milho para gado, além de eucaliptos. Passei pela divisa entre Cruzilia e Carrancas na metade da distância e quase sem água. Passei por um casarão imponente e desse ponto já procurava sombras para descansar. Minha sorte foi que logo depois passei por uma bica onde tomei 1/2l de água de cara e enchi minhas garrafinhas.


Continuei o caminho por entre montanhas de pedra e cenário de cerrado e quando cheguei na bifurcação para a estação Carrancas (antiga estação de trem) minha água já havia acabado novamente (incríveis 1 1/2 l para 20 quilômetros). Entrei na estrada que vai para a cachoeira da esmeralda e peguei água num córrego ali.


Voltei e cheguei na cidade bem cansado por causa do calor. Fiquei na pousada Caminho das Águas por R$60 e excelente café. À noite peguei água na praça e fiquei perambulando até dar hora de dormir.



D2: Cruzilia - Carrancas
Data: Dificuldade: 4
Distância: 62,8 km Km Forasteiro: 63 km
Odômetro: 28657,11 km Média: 11,3 km/h
Tempo: 05:36:41 Horário: 07:05h - 16:16h
Quem: Eu
Itinerário: Cruzilia - Estr Real - Carrancas
Resumo:

21.9.13

21.09.13 - D1: Olimpio Noronha - Cruzilia

Consegui de última hora uma folga de uma semana e com isso montei um roteiro às pressas a partir de Olimpio Noronha-MG. Havia planejado anteriormente um roteiro pela região de Carrancas e adaptei para 6 dias.


Comecei pela BR-460 sentido Carmo de Minas por cerca de 20 quilômetros. O movimento de carros esta acima do normal mas nada que atrapalhasse muito. Quase no topo da serra saí da rodovia numa estrada de terra à esquerda passando num bairro. A parte de terra não durou muito e logo cheguei no asfalto entre Carmo e Soledade de Minas e segui para a segunda cidade.


Como a estrada era praticamente plana, cheguei cedo em Soledade para ver o trem de São Lourenço. A cidade estava agitada por causa disso, mas somente perto da estação. Penei um pouco para achar a entrada da rodovia para Caxambu que fica do outro lado da cidade, mas perguntando aqui e ali, achei.


A rodovia continuava plana e cheguei em Caxambu. Praticamente passei direto, apenas passando num supermercado na cidade, resolvendo conhecer melhor a cidade de Baependi, que fica a 4km dali. Apesar de ser bem próxima, havia um morro pra atravessar. Na cidade passei pela igreja da Nha Chica e no centro da cidade.

A partir de Baependi, fiz o trecho de asfalto até Cruzilia sob um calor forte e muitas subidas. Na cidade fiquei no Hotel Real, na frente da igreja matriz pagando R$45. A cidade é bonita e limpa. À noite jantei um bom prato feito num restaurante por R$9 e não me demorei para ir dormir.


D1: Olimpio Noronha - Cruzilia
Data: 21/9/2013 Dificuldade: 4
Distância: 82,6 km Km Forasteiro: 62 km
Odômetro: 28593,31 km Média: 13,5 km/h
Tempo: 06:04:29 Horário: 07:20h - 17:15h
Quem: Eu
Itinerário: Olimpio Noronha - BR460 - MG383 - Caxambu - Baependi - Cruzilia
Resumo:

24.8.13

24.08.13 - Olimpio - Conc. Rio Verde (via B. Freitas)

Depois de dois meses, fiz um novo pedal por Olimpio Noronha. Planejei um pedal mais longo e resolvi estrear meu pneu liso de 1,5" e 50lb de pressão, portanto a maior parte do caminho foi por asfalto. Pela manhã o dia estava bem frio, mas como sabia logo estaria quente, fui sem blusa.


Comecei pelo asfalto que vai para Carmo de Minas, que estava praticamente sem trafego. Aí já notei um ganho de desempenho com relação ao pneu com cravos. Além disso notei que ele faz menos ruído.


Depois de 17 quilômetros, saí da principal e segui a placa indicando para o bairro dos Freitas. Queria saber como seria o pneu liso em estrada de terra. A estrada era bem mantida, sem pedras ou areia solta e com poucos morros. Percebi novamente que o rendimento era melhor mas eu tinha que mais atento desviando de alguns buracos e pedras pelo caminho.


Depois de mais quase 10 quilômetros cheguei no Freitas, famoso pela ponte caída, mas que ainda é possível passar a pé. Como há casas dos dois lados do rio Verde, adaptaram uma escada na rampa inclinada que a ponte formou. No meio a ponte fica a um metro do rio.


Descansei na antiga estação do bairro e segui pela esquerda. Depois o caminho ficou plano, passando por um vale até o asfalto da BR267 Esta BR tem a fama de muito trafego, principalmente de caminhões., além de não ter acostamento. Pelo que notei não chega a ter o transito da Rod. Dutra, mas tem que andar bem atento. Ficava olhando para trás e quando via um caminhão, já pulava para o acostamento de terra.


Foi assim até o trevo para Lambari/ Campanha. Segui para a primeira opção e o transito acalmou. Peguei várias retas e sol quente na cabeça até Lambari. Descansei na praça, peguei a água da fonte e segui. Já sentia um tanto cansado quando cheguei em Jesuânia e um pouco mais cansado em Olimpio, depois de quase 100 quilômetros.


O pneu liso vale muito em trechos longos com mais asfalto, possibilitando caminhos mais longos que o convencional.


Olimpio - Conc. Rio Verde (via B. Freitas)
Data: Dificuldade: 4
Distância: 96.07 km Km Forasteiro: 54 km
Odômetro: 28282.81 km Média: 18.2 km/h
Tempo: 05:16:41 Horário: 07:15h - 15:00h
Quem: Eu
Itinerário: Olimpio - BR-460 - B. Freitas - BR-267 - MG-460 - Lambari - BR-460 - Jesuania - Olimpio
Resumo:

10.8.13

10.08.13 - D8 - Visconde de Maua - Pinda (via Dutra)

Era o último dia de viagem e voltaríamos para Pinda totalmente por asfalto. O começo do pedal era de subida e no topo da serra havia um mirante onde víamos Resende.


A descida da serra foi bem legal com algumas curvas fechadas. Pelo caminho vimos vários ciclistas subindo a serra. Continuamos por um trecho mais ou menos plano e chegamos em Penedo. Ficamos um pouco ali e continuamos, chegando na Dutra um pouco depois.


Andar na Dutra não é prazeroso por causa do trafego e das pontes estreitas, além disso o dia estava quente. Em Queluz procuramos um lugar para almoçar e acabamos achando o Graal. Em Queluz mesmo resolvemos pegar um ônibus e descobrimos que em 10 min passaria um para Aparecida, reduzindo o caminho em uns 40km.

Demoramos mais de 1h para chegar em Aparecida. Decidimos terminar pedalando e chegamos em Pinda já a noite.

Resumindo a viagem, achei o caminho com boa dificuldade física, mas como as quilometragens eram baixas e fizemos devagar, foi até agradável. Evidente que a serra da Mantiqueira é show aparte e pelo caminho encontramos poucas pessoas. No geral passamos por vilas bem pouco povoadas.


D8 - Visconde de Maua - Pinda (via Dutra)
Data: 8/10/2013 Dificuldade: 4
Distância: 95.14 km Km Forasteiro: 95 km
Odômetro: 28093.41 km Média: 16 km/h
Tempo: 05:55:48 Horário: 08:00h - 18:30h
Quem: Eu, Kolb, Isidoro
Itinerário: Visconde de Maua, RJ-163, B. Penedo, Itatiaia, Queluz, Onibus, Aparecida, Pinda
Resumo:

9.8.13

09.08.13 - D7 - Visconde de Maua - Cach. Escorrega

Este dia estava programado para uma volta na vila. Passaríamos pela vila de Maringá, Maromba até chegar na cachoeira do escorrega.


Foram alguns quilômetros até Maringá, onde a estrada está sendo asfaltada. Maringá e Maromba ficam no município de Itatiaia enquanto Visconde fica em Resende. Este vila é a parte mais chique, com pousadas mais caras, restaurantes e comércio mais refinado.


Seguimos para Maromba, que é mais simples, porém onde ficam as cachoeiras. Seguimos primeiramente para o poção da Maromba, que tem o melhor poço, depois para cachoeira Sta Clara. Nos perdemos um pouco mas no fim chegamos. Nela a água escorre por uma pedra bem larga e todo o entorno é coberto por floresta. Achei a mais bonita do dia.


Voltamos e depois seguimos para a cachoeira do escorrega, que fica a 1.300m de altitude. Próximo exite um comércio, com bar, ripes, e lojinhas. Essa cachoeira tem um poço melhor, além da pessoa poder escorregar pela pedra.

A volta foi bem mais rápida por causa das descidas.


D7 - Visconde de Maua - Cach. Escorrega
Data: 8/9/2013 Dificuldade: 4
Distância: 30.14 km Km Forasteiro: 27 km
Odômetro: 27997.21 km Média: 7.5 km/h
Tempo: 03:57:18 Horário: 08:30h - 16:30h
Quem: Eu, Kolb, Isidoro
Itinerário: B. Visconde de Maua, B. Maringa, B. Maromba, volta
Resumo:

8.8.13

08.08.13 - D6 - Sto Antonio Rio Grande - Visconde de Maua (via Mirantão)

Como o caminho do dia tinha menos de 25 quilômetros, não saímos tão cedo. Começamos pela estrada que vai para o bairro do Mirantão. Inicialmente plano e depois uma subida forte. Quando começamos a descer já víamos a vila.


A vila tinha um cenário bem bucólico e pouca gente na rua. Comemos algo e continuamos. Depois o caminho teve outra subida, não tão forte como a primeira para chegar em Visconde. No topo encontramos um cara subindo o morro empurrando um piruzinho. Putz, via-se que não era fácil. Conversando com ele, nos indicou uma pousada na lote 10 (um pouco antes da vila).


Descemos o morro e entramos em território carioca. Na parte rural encontramos várias casas de bom nível e depois chagamos na lote 10, mais simples.

Resolvemos procurar a pousada no centrinho de Visconde e conseguimos a pousada da Cris por R$30/pessoa. Ficamos na parte de cima do chalé bem aconchegante.

A noite comemos um lanche (a maioria dos restaurantes estavam fechados). Andamos bastante para conhecer o local.


D5 - Fragaria - Sto Antonio Rio Grande
Data: Dificuldade: 4
Distância: 42.03 km Km Forasteiro: 42 km
Odômetro: 27942.61 km Média: 9 km/h
Tempo: 04:39:50 Horário: 08:30h - 16:00h
Quem: Eu, Kolb, Isidoro
Itinerário: Fragária, B. Monte Belo, Cach Rio Grande, B. Sto Antonio R. Grande
Resumo: