14.11.10

Bike: Maria da Fé - Cristina - Maria da Fé

Saímos de carro para começar o pedal em Maria da Fé. Deixamos o carro na padaria, tomamos café e começamos a pedalar sentido Cristina pelo asfalto. Praticamente todo o trecho é plano, exceto pela serrinha onde descemos 3 quilômetros onde cheguei a 75 km/h. Ao redor da estrada havia plantação de bananas, pastagens e floresta.


Chegamos rapidamente em Cristina e pude conhecer a cidade, que é muito bonita, limpa e de pessoas hospitaleiras. Na volta passamos pelo bairro São João e viramos à esquerda, em estrada de terra para o bairro da Paciência. Foi de uma longa subida por entre plantações de banana e chegamos a mais de 1600m de altitude.


Depois disso foi a merecida descida e logo passamos pelo bairro da Paciência e mais tarde pelo bairro da Beleza onde as descidas cessaram. A vista do bairro pouco antes de chegarmos foi demais: morros por todos os lados e um pequeno vale onde passa um rio.


Continuamos mais um pouco e chegamos no asfalto, poucos quilômetros antes de Maria da Fé. A partir daí foi bem tranquilo chegar na cidade.



Data: 14/Nov/2010
Sensação de esforço: 4 (1-5)
Tempo: nublado
Temperatura: fria
Piso: 50% terra; 50% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 07:50h
Horário Final: 15:00h
Tempo Pedalado: 04:06:18
Distância: 46,09km
Média Pedalada: 11,2 km/h
Dist. Parcial Bike: 702,6 km
Dist. Total Bike: 14533,89 km
Pontos de Referência: B. Lambari, B. Paciência, B. Beleza, B. Pedra
Quem: Eu, Lucia

13.11.10

Bike: Delfim Moreira

Aproveitei o segundo feriado de novembro para andar pela região de Itajubá novamente. A previsão do tempo para esses dias estava bem incerta, mas resolvi andar mesmo assim. No primeiro dia parei em Delfim Moreira para fazer um roteiro lá, passando pela estrada que vai para o Pico dos Marins.


 Nesse dia o tempo estava bem fechado pela manhã e chovendo algumas horas. Adiei o máximo e saí de casa 10h, chegando lá quase 11:30h. Comecei a andar por uma estrada atrás da cidade, paralela com a estrada que vai para Marmelópolis. Ela seguia sentido Marins numa subida constante.


Conforme eu andava via a neblina chegava mais perto, até a hora que não enxergava dez metros a frente. Passei por inúmeros cursos d'água e algumas bicas pelo caminho. Segui nessa estrada por quase 10km e minha bifurcação à direita chegou. Era uma descida razoavelmente íngreme e pelo que ví não era muito usada, pelos atoleiros, buracos e avanço da floresta sobre a pobre estrada. Só lá embaixo percebi que era uma estrada interna de fazenda.


A neblina continuava comigo e o vazio demográfico do lugar gerava uma sensação de só eu existo no mundo. Depois da descida percebi que estava numa propriedade por causa das porteiras e casas dos trabalhadores. Não vi o que era produzido no lugar, mas na saída percebi a placa indicando a plantação de oliveiras.


Já fora da fazenda passei pelo bairro dos Marins e logo entrei no asfalto. Daí cheguei bem rápido em Delfim por causa das descidas. Montei a bicicleta no carro e fui pra Itajubá.


Data: 13/Nov/2010
Sensação de esforço: 3 (1-5)
Tempo: nublado
Temperatura: fria
Piso: 70% terra; 30% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 12:00h
Horário Final: 16:00h
Tempo Pedalado: 02:53:13
Distância: 29,76km
Média Pedalada: 10,2 km/h
Dist. Parcial Bike: 656,5 km
Dist. Total Bike: 14487,7 km
Pontos de Referência:
Quem: Eu

7.11.10

Bike: Taubaté (Morro do Cruzeiro)

Com novas imagens do Google Earth foi possível mapear novas estradas na parte rural de Taubaté. Assim foi possível fazer a subida do morro do Cruzeiro, ponto mais alto de Taubaté, com pouco mais de 1150m de altitude.

Andamos pela estrada do Pinhão do Borba até chegarmos no Monjolinho. Nesse caminho passamos por um bom trecho do Pedal Cup que estava acontecendo, mas não cruzamos com ninguém. Do Monjolinho seguimos pela estrada do Pouso Frio sentido rodovia Oswaldo Cruz. Uns quilômetros depois seguimos pela esquerda numa estrada de terra.

Essa estrada passava por uma propriedade, onde pedimos para passar. No lugar havia um casarão antigo. Quando fui registrar o lugar, percebi que a bateria da câmera acabou - levei peso pra nada. Desse ponto começou a subida, inicialmente pela estrada usada pela fazenda. Depois a estrada virou trilha, cortando os morros quase sem árvores. O dia estava quente.

A trilha ficou bem íngreme fazendo com que a gente empurrasse as bicicletas morro acima. Já conseguíamos ver a cidade de Taubaté e Pinda. A água começou a faltar e fui obrigado a tomar a água de uma nascente com girinos (a água da nascente, não a minha).

No topo chegamos bem cansados e alí havia uma igreja, uma cruz e uma linda vista de 360 graus. Viamos inclusive Aparecida. Depois do descanso descemos pela trilha na parte de trás da igreja. A descida foi muito cansativa por causa das árvores caídas no caminho e da trilha bem irregular, mas conseguimos.

Saímos no Sete Voltas, pegamos água numa casa (estava sedento) e fizemos a volta, também pelo Monjolinho e depois leite ao pé da vaca. O passeio foi bem desgastante, mas valeu muito.

Data: 07/Nov/2010
Sensação de esforço: 5 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: quente
Piso: 50% terra; 50% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 08:30h
Horário Final: 17:30h
Tempo Pedalado: 05:03:31
Distância: 61,99km
Média Pedalada: 12,2 km/h
Dist. Parcial Bike: 579,9 km
Dist. Total Bike: 14411,1 km
Pontos de Referência: B. Pouso Frio, Morro do Cruzeiro ou Fiador, Sete Voltas, Monjolinho
Quem: Eu, Isidoro

31.10.10

Bike: Itajuba - Delfim Moreira - Itajuba

Combinamos o pedal para Delfim Moreira seguindo a antiga linha de trem. O tempo estava nublado mas não aparentava chuva e ficou assim o dia todo, mostrando que não podemos confiar cegamente na previsão do tempo.

 Saímos cedo passando pelos já conhecidos bairros do Cantagalo, Água Limpa e Biguá, numa subida leve e constante. Nesse ponto deixamos a estrada principal atravessando uma ponte de pedra e passando para a montanha que fica na frente. A subida continuava, inexorável.


A estrada corria paralela mas no sentido oposto e conseguíamos ver a estrada que há pouco estávamos de cima. Num momento viramos a montanha e avistávamos algumas casas no meio do morro, era o bairro da Barreirinha. Alí descansamos um pouco, tomamos café num bar e continuamos.


Pouco depois acompanhávamos o asfalto para Delfim, mas do outro lado do rio. Passamos pela represa ninho da águia, ainda em construção e depois de mais uns quilômetros chegamos na cidade.
Nesse dia todos os lugares estavam cheios por causa da votação e alí não era diferente. Andamos pelo centrinho e decidimos voltar pelo asfalto para Itajubá.


Pelo asfalto foi bem mais rápido por causa das descidas. Almoçamos num restaurante no beira da estrada e continuamos. Na Água Limpa voltamos para a terra e fazendo o restante pelo mesmo caminho da ida.

Data: 31/Out/2010
Sensação de esforço: 3 (1-5)
Tempo: nublado
Temperatura: amena
Piso: 55% terra; 45% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 07:00h
Horário Final: 14:00h
Tempo Pedalado: 05:01:40
Distância: 65,90km
Média Pedalada: 13,1 km/h
Dist. Parcial Bike: 480,5 km
Dist. Total Bike: 14311,7 km
Pontos de Referência: B. Cantagalo, B. Agua Limpa, B. Bigua. B. Barreirinha, BR459
Quem: Eu, Lucia

30.10.10

Bike: Campos do Jordao - Piranguçu - Itajuba

Semana passada combinei com a Lucia minha ida para Itajubá e assim o fiz. Dessa vez fui de ônibus para Campos do Jordão e de lá seguiria via bicicleta. Felizmente já não está tão difícil acordar antes das 6h, facilitando minha vida ao conseguir as linhas de ônibus.


 Não sei porque mas fiquei meio mal por causa do enjoo da viagem. Só depois de umas duas horas depois da minha chegada que isso passou. Segui pela estrada do campista passando frio por causa do vento e por isso pedalei um pouco mais forte na subida do começo do percurso.


Uns 12km depois saí do asfalto por uma estradinha à direita sentido Vila Maria. O caminho foi bem tranquilo com subidas e descidas suaves. A beleza ficava nas árvores que formavam um túnel na estrada.


Pouco depois do bairro cheguei na represa, que é bem grande. Haviam alguns pescando mas no geral o lugar é bem despovoado. Depois foi a descida da serra, que já fiz uns meses antes, que era bastante técnica por causa das pedras e buracos. Quebrei um raio por alí.


Cheguei em Piranguçu, comi bolo e biscoitão de polvilho numa padaria e descansei um pouco. Depois fui para Itajubá seguindo um outro caminho, de terra pelos bairros Antunes do Meio e Mouras, saindo perto do presídio. Perto do asfalto, na estação de energia começou a chover forte, com raios e tudo. Pelo menos já estava no asfalto.


Dei toda minha atenção para proteger a câmera e com isso meu celular veio a óbito (por isso que compro o mais barato). Já em Itajubá, ainda chovendo, parei numa bicicletaria para arrumar o raio/roda e conversei com o pessoal de lá sobre os caminhos da região. O pessoal foi bem legal.

Data: 30/Out/2010
Sensação de esforço: 3 (1-5)
Tempo: sol / nublado / chuva
Temperatura: amena
Piso: 55% terra; 45% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 07:40h
Horário Final: 16:00h
Tempo Pedalado: 05:03:07
Distância: 70,26km
Média Pedalada: 13,8 km/h
Dist. Parcial Bike: 414,6 km
Dist. Total Bike: 14245,8 km
Pontos de Referência: Estr. Campista, B. Vila Maria, B. Antunes do Meio, B. Mouras, BR459
Quem: Eu, Lucia

24.10.10

Bike: Maria da Fé - Pedralva - Maria da Fé

No seguindo dia eu e a Lucia saímos de Maria da Fé (chegamos de carro lá) para fazer um roteiro pelo bairro do Pedrão e depois pela cidade de Pedralva. O domingo era o dia da chuva segundo as previsões, mas o céu estava algumas nuvens algodão. Começamos de uma padaria no começo da cidade e a Lucia tentou chamar o João Paulo, colega de pedalada dela, mas não estava.


Dalí começamos o pedal, passando pelo centro, pela praça cheia de oliveiras até chegarmos em estrada de terra, antiga linha de trem. Assim começamos numa leve descida, onde as rochas se abriam para nós até que chegamos no pedrão. Atravessamos o bairro e a montanha e podemos vislumbrar o vale onde Pedralva estava, muito bonito.


Com um pouco de descida já podíamos ver o Pedrão, uma pedra nua e enorme além de um morro vizinho coberto de bananeiras. A descida foi uma "dilícia" até chegarmos na frente de uma hípica com um grande lago refletindo o céu e eucaliptos gigantes fazendo sombra. Foi um dos lugares mais bonitos que já passei.


Já em Pedralva encontramos pouca gente pelas ruas, apenas um carinha que andava de bicicleta. Conversamos um pouco de nossas aventuras mas tínhamos que ir. Seguimos pelo asfalto, por quase 14 quilômetros mas com boa dificuldade por causa da subida constante e pelo calor forte. O interessante do trecho foi o banho de cachoeira na beira da estrada e encontrar um sorveteiro no meio da estrada... nunca tinha visto isso. Como não encontramos sorveteiros no meio das estradas, não perdemos a oportunidade de tomar sorvete.


Voltamos na estrada de terra no bairro Resende, onde havia um bar e aproveitamos para almoçar carne de panela. Da refeição veio a energia para subir os morros que vinham pela frente. Quando deixamos o bar pegamos uma subida curta virando o morro, mas a descida era bem acentuada até andarmos por um vale. Pouco depois veio o morro de uns 6km de subida íngreme e contínua por entre bananeiras. O calor estava forte e empurramos a subida toda até chegarmos num bairro chamado Pedra Preta. A subida continuou mas era pedalável até a cidade.

Data: 24/Out/2010
Sensação de esforço: 5 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: calor
Piso: 75% terra; 25% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 07:40h
Horário Final: 16:00h
Tempo Pedalado: 04:58:40
Distância: 55,90km
Média Pedalada: 11,1 km/h
Dist. Parcial Bike: 269,4 km
Dist. Total Bike: 14100,6 km
Pontos de Referência: B. Pedrão, B. Tamanduá, Pedralva, MG347, B. Resende, B. Pedra Preta
Quem: Eu, Lucia

23.10.10

Bike: Itajubá - Piranguinho - Itajubá

Minha promessa de ir uma vez por semana para Itajubá não funcionou em setembro, então a primeira oportunidade que tivesse eu agendaria minha ida para lá. Na semana anterior cancelei por causa da previsão de chuva, que não se confirmou e essa previsão se repetiu para esta semana, então resolvi não perder mais passeio por conta disso.


Fui de carro para lá, encontrei o pessoal de lá e não tardei para sair. A idéia era dar uma volta por Piranguinho, pegando alguns trechos de terra e assim foi feito. Segui pela rodovia muito bem conservada e com acostamento. Chegando lá descansei um pouco e continuei pela estrada sentido Sta Rita.


No bairro do Capote parei numa das barracas de pé-de-moleque e comprei um bloco com 15 doces. Continuei passando pelo Sta Barbara e bem próximo à estrada para Olegario virei numa estrada de terra no lado contrário da estrada. O caminho era de subidas e descidas bem suaves, apesar no nome do bairro: Serrinha.


Depois de uns quilômetros passei pelo bairro dos Teodoros, em Brasópolis. Toda essa região o pasto predomina com poucas casas e muitas áreas abertas. Cheguei em Piranguinho novamente, tomei um sorvete e fiz a volta. No meio do caminho começou a chover forte e não tinha nenhum abrigo por ali. Continuei na chuva, que estava até agradável, até a entrada de Itajubá onde parei num ponto de ônibus para conferir o equipamento.


Cheguei na Lúcia, tomei banho e depois foi a junta. Dormi cedo.

Data: 23/Out/2010
Sensação de esforço: 3 (1-5)
Tempo: nublado / chuva
Temperatura: amena
Piso: 25% terra; 75% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 09:30h
Horário Final: 16:00h
Tempo Pedalado: 04:02:26
Distância: 66,23km
Média Pedalada: 16,3 km/h
Dist. Parcial Bike: 213,8 km
Dist. Total Bike: 14044,7 km
Pontos de Referência: BR459, Piranguinho, Capote, Sta Barbara, Serrinha, Teodoros
Quem: Eu