19.4.09

Bike: Wenceslau Braz (Charco) - Campos do Jordão - Guaratinguetá (Gomeral)

A desidratação foi forte: tomei 1,5l de água durante a madrugada. Preciso rever essa situação, incluindo isotônicos na dieta ciclistica. Fora isso a noitada foi boa, com 11h de cama e já estava ficando com dores de tanto ficar dormindo.


Tomamos café na padaria, tiramos umas fotos da usina e pegamos asfalto, que durou pouco (2km) até a bifurcação para a fazenda da Onça, onde entramos. Foram 15km de subida pedalável por entre montanhas e muitas araucárias até o bairro do Charco. A paisagem era demais, muita sombra e havia muita água disponível: perfeito. O único problema foi minha camera revoltada, que só ligava quando ela queria :(


Depois do Charco seguimos para o Horto de Campos e não me lembrava dos 5 quilômetros de subida de cara. Foi terrível mas passou e depois foi uma descida longa mais um trecho plano até o horto. Apenas atravessamos o lugar, que parecia bem cheio pois vimos muitos carros no estacionamento.


Depois de passarmos o bairro de São Jose dos Alpes, tivemos outra surpresa: uns 8 quilômetros de subida e desnível de 500m. Essa não teve jeito, fui a maior parte empurrando a bike e foi por terra nossa espectativa de chegar durante o dia no Gomeral. Gastamos 2h pra chegar no topo onde escureceu e aí começou a verdadeira aventura. Descemos quase 10k à noite, sem lanterna, numa estrada cheia de pedras soltas: isso é pra poucos.


Chegamos na pousada da D. Ana às 19h, pregados. Daí foi o banho, a janta e conversa na frente do fogão à lenha; não aguentei muito e fui pra cama.



Data: 19/Abr/2009
Sensação de esforço: 5 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: amena, 25oC
Piso: 95% terra; 5% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 08:40h
Horário Final: 19:00h
Tempo Pedalado: 6:51:13h
Distância: 56,90km
Média Pedalada: 8,3km/h
Dist. Parcial Bike: km
Dist. Total Bike: km
Pontos de Referência: Charco, Horto de Campos
Quem: Eu, Isidoro

18.4.09

Bike: Campos do Jordão (Minalba) - Wenceslau Braz

Depois do último feriado sem bike, não podíamos deixar esse passar em branco. Roteiro é o que não falta, então decidimos fazer um caminho de três ou quatro dias sem precisar de carro, e assim escolhemos descer de Campos para Wenceslau e voltar por outro caminho.


Chegamos de ônibus em Campos e começamos a pedalar 12:40h sentido Minalba. Depois de algumas subidas e uma descida longa de uns 5 quilômetros chegamos na estrada de terra e logo começamos a descer a serra. Passamos pelo bairro São Roque com uma bela ponte de madeira sobre um riacho e mal sabíamos que esse riacho nos seguiria até Wenceslau.


Durante o percurso seguiamos por um vale muito bonito, cercado por montanhas bem altas. Depois de descer tudo, chegamos no caminho do Frei Galvão bem na divisa de Piranguçu e Wenceslau. Daí o caminho foi de subidas e descidas curtas, passando pelo asfalto até a cidade, onde chegamos 18h, já anoitecendo.


Ficamos numa pousada da cidade (do proprio caminho Frei Galvão), jantamos e logo tivemos que dormir, uma vez que a cidade estava deserta.

Data: 18/Abr/2009
Sensação de esforço: 2 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: amena, 25oC
Piso: 70% terra; 30% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 12:40h
Horário Final: 18:10h
Tempo Pedalado: 4:02:41
Distância: 51,61km
Média Pedalada: 12,7km/h
Dist. Parcial Bike: km
Dist. Total Bike: km
Pontos de Referência: Minalba, Bairro São Roque, B Marmelo
Quem: Eu, Isidoro

5.4.09

Bike: São José do Barreiro (Bocaina) - Arapeí - São José do Barreiro

No dia seguinte acordamos cedo pois fomos alertados das dificuldades do trecho. Apesar disso só conseguimos sair 9h, o que fez diferença no final do dia.


Andamos um pouco e logo chegamos na entrada do parque e após a checagem da documentação, seguimos em frente. Daí nota-se que a vegetação é mais densa, garantindo mais sombra pra gente, além disso passamos por inúmeros cursos de água.


Depois de alguns quilômetros chegamos na primeira grande atração: a cachoeira do Santo Isidro. Ela tem 80m segundo o site da cidade e tem grande volume de água, além de formar um belo poço em baixo.

Continuamos pela estrada de chão que alternava subidas e descidas leves, porém com muitas pedras, e foi nesse cenário que levei um tombo. Estava numa descida, preocupado com uma pedra maior na minha frente e para desviar acabei com a roda da frente num buraco escondido pela água. Batata, foi eu voando por cima da bicicleta. Felizmente sem danos, apenas um arranhão no cotovelo.

Depois de algum tempo começou a chover e logo ficou forte. Seguimos assim por mais de duas horas, até a metade da descida da serra, que impossibilitou registrar fotos de muitos lugares interessantes. Entretanto isso deixou a descida bem mais técnica e legal, até chegarmos no bairro do Máximo. Tínhamos a intenção de pegar um atalho até o bairro do Formoso, mas fomos desencorajados pelo pessoal dali devido ao barro “liguento”.

Passamos assim por Arapei e voltamos pelo asfalto para São José e boa parte disso foi no escuro da noite. Conseguíamos só ver o que era pista e o que era mato, mas chegamos são, salvos e moídos.

Data: 05/Abr/2009

Sensação de esforço: 5 (1-5)
Tempo: sol, chuva
Temperatura: amena, 25oC
Piso: 60% terra; 40% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 09:00h
Horário Final: 20:00h
Tempo Pedalado: 7:49:12
Distância: 74,16km
Média Pedalada: 9,4km/h
Dist. Parcial Bike: 603,3km
Dist. Total Bike: 6543,73km
Pontos de Referência: Serra da Bocaina, Bairro do Maximo, Bairro do Formoso
Quem: Eu, Isidoro, Kolb e Américo

4.4.09

Bike: São José do Barreiro - Bocaina

A aventura dessa vez foi a serra da Bocaina, trajeto este decidido no começo semana, que incluia passagem pelo parque nacional. Como é necessário a autorização para entrar no parque, a correria foi grande, mas deu tudo certo.


O plano foi subir a serra, dormindo numa pousada e no dia seguinte faríamos a descida da serra por outro caminho, acompanhando a prova Ecomotion até a cidade de Arapeí, onde voltaríamos para São José do Barreiro pelo asfalto.



Seguimos de carro até São José do Barreiro e começamos a pedalar. Como já fiz este trecho, não foi nenhum susto os 20 quilômetros de subida, chegando a 1700m de altitude, mas também não foi fácil.



Chegamos no final da tarde na pousada, recepcionados pelo Milton e por sua esposa Paula, que nos receberam muito bem e foram prestativos em nos dar informações para a viagem de volta. Terminamos o dia na frente da lareira: chique.


Data: 04/Abr/2009
Sensação de esforço: 4 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: amena, 25oC
Piso: 100% terra
Disposição: boa
Horário Inicial: 10:20h
Horário Final: 17:50h
Tempo Pedalado: 4:32:07
Distância: 26,22km
Média Pedalada: 5,7km/h
Dist. Parcial Bike: 529km
Dist. Total Bike: 6469,57km
Pontos de Referência: Serra da Bocaina
Quem: Eu, Isidoro, Kolb e Américo

15.3.09

Bike: Monteiro Lobato (Pedra Branca) - Santo Antonio do Pinhal

Na volta saímos cedo pois queriamos chegar em Pinda antes das 17h (o que não aconteceu). Começamos com uma subida de dois quilômetros de cara e logo depois descemos tudo em segundos. Logo deixamos o asfalto sentido bairro da Pedra Branca, passando por um trecho quase plano. Nesse momento começou a chover, uma chuva fraca, mas que durou algumas horas.


Depois do bairro começou uma tendência de subida leve por entre eucaliptos até acharmos a uma bifurcação, a do caminho do encontro, que seguia pela direita para Tremembé. Seguimos pela oposta, onde começaram as subidas íngrimes e alguns problemas.


O primeiro deles foi a água que estava acabando e gastamos algum tempo para arranjar. Depois foi um rasgo que apareceu no meu pneu, que me fez perder duas câmeras e tempo para adaptar um manchão. No fim das contas conseguimos comprar um pneu de um rapaz no São Gotardo. Além disso minha corrente estava enroscando na coroa por estar muito seca (por causa da chuva mais a lama) e travava quando fazia força, mais a roda traseira empenada, mais o freio que inutilizamos quando usamos o manchão.


Com tudo isso chegamos em Santo Antonio 17:30h, que encadearia numa nova pedalada noturna para chegar em Pinda. Resolvemos voltar no ônibus das 18:45h e aproveitar para comer.

A viagem foi muito boa apesar dos percalços, testando nossa capacidade de adaptação, hehe.

Data: 15/Mar/2009
Sensação de esforço: 4 (1-5)
Tempo: nublado / chuva
Temperatura: amena, 23oC
Piso: 75% terra; 25% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 08:20h
Horário Final: 17:20h
Tempo Pedalado: ?
Distância: 48km (gps, o cateye deixou de marcar 10km por causa da chuva)
Média Pedalada: ~9,5km/h
Dist. Parcial Bike: 487,2km
Dist. Total Bike: 6427,77km
Pontos de Referência: Pedra Branca, São Gotardo
Quem: Eu, Isidoro

14.3.09

Bike: Santo Antonio do Pinhal - Sapucaí Mirim - Monteiro Lobato

A viagem do mês foi obtida do guia da Mantiqueira, do Olinto, que nos abasteceu com informações importantes, principalmente o perfil altimétrico. Dessa forma nosso sofrimento foi premeditado pois tinhamos morros de mais de 1500m de altitude, mas nossa experiência diz que assim é mais emocionante e bonito, que não foi desmentido a posteriori.


Pretendíamos seguir de ônibus até Sapucaí, mas descobri na última hora que seria um micro-ônibus e não comportaria as bikes e a mudança de planos foi inevitável: viajamos para Santo Antonio. Desse modo nossa pedalada aumentou 12km, mas valeu a pena, pois conheci a pedra do Pião.


Começamos a pedalar 12:20h sentido SP-050, que praticamente atravessamos e logo seguimos por uma estrada de chão para a MG-173, antiga passagem do caminho da fé onde fica a pedra do Pião, já em Sapucaí Mirim. Na MG-173 paramos num bar e logo seguimos por outra estrada de chão seguindo o rio Sapucaí, que fez bastante estrago nas margens. Alias, passamos por inúmeros trechos que sofreram com deslizamentos de terra.


Esta estrada era o início da subida, com mais de 10 quilômetros, e que mostrou uma paisagem impressionante. Viamos a pedra do baú em perfil, bem diferente das fotos, além das inúmeras montanhas verdes a perder de vista.


Chegamos no topo às 18h e tínhamos que nos apressar, para não descer no escuro. O descida era mais forte que a subida e eu tinha que parar para descansar as mãos de tanto apertar o freio. Chegamos em Monteiro depois da 19h, já noite. Jantamos no centrinho (muita comida boa) e dormimos cedo.



Data: 14/Mar/2009
Sensação de esforço: 4 (1-5)
Tempo: nublado / sol
Temperatura: amena, 26oC
Piso: 85% terra; 15% asfalto
Disposição: boa
Horário Inicial: 12:20h
Horário Final: 19:20h
Tempo Pedalado: 5:02:23h
Distância: 60,06Km
Média Pedalada: 11,9km/h
Dist. Parcial Bike: 448,8km
Dist. Total Bike: 6379,77km
Pontos de Referência: Pedra do Pião, B. Sapucai
Quem: Eu, Isidoro

7.3.09

Trekking: Ubatuba - Trilha 7 Praias
(fotos aguardando digitalização)

Tentei outras vezes fazer essa trilha com o pessoal do "pé na trilha", mas a agenda nunca batia. Dessa vez deu certo pois caiu numa "folga" da pedalada.


Saímos de carro de Pinda bem cedo, por volta das 6h , para Ubatuba, mais precisamente na praia da Lagoinha, seguindo a van do pessoal, que encontramos num posto na entrada da cidade.


Começamos a andar umas 9h (?) da Lagoinha. O caminho era bem plano e passava por uma vila de pescadores até chegarmos na praia do Peres e um pouco depois no Bonete, onde paramos para um lanche.

Seguimos daí para o Cedro, praia que já fui de escuna, onde começaram os morros. Este primeiro foi mais fácil, mas para a próxima praia, a Fortaleza, foi mais difícil pois o dia já estava bem quente. Minha mãe ficou meio tonta, mas não foi nada. No caminho passamos por um costão de pedras muito bonito e depois ficamos na Fortaleza por algumas horas. Entamos na água (quente por sinal) e ficamos conversando num quiosque.


A volta foi por um atalho até o Bonete e de cara uma subida muito íngrime e depois a mesma descida, saindo onde haviamos parado para lanchar no começo. Desse ponto em diante o caminho foi mais fácil, chegando no condominio umas 17h (?) e voltamos para casa.

Data: 07/Mar/2009
Sensação de esforço: 3 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: quente, 31oC
Piso: 100% trilha
Disposição: boa
Horário Inicial: 09:00h ?
Horário Final: 17:0h ?
Distância: 14,7km
Pontos de Referência: Praias da Lagoinha, Peres, Bonetinho, Bonete, Cedro e Fortaleza (tá faltando uma!?)
Quem: Eu, mãe, Fa, amiga da fa (?), pessoal do Vanderlei