Bike: Pinda - Estrada dos Nogueiras
Como os planejamentos de viagem de bike não se confirmaram, restou mesmo andar pelas redondezas. O tempo mudou muito hoje: não havia uma única nuvem.
Sai de casa à tarde para conhecer a estrada dos Nogueiras, que fica pouco depois do Ribeirão Grande. O trecho a partir daí, quando a estrada se torna de terra, é muito bonito. Mesmo passando muitas vezes ali, a paisagem ainda surpreende. Ali você vê uma estrada de terra larga, bem reta e ao fundo a serra da Mantiqueira, imponente. A ida fiz por asfalto.
O trecho novo para mim era de uma leve e longa subida. Só descobri que era uma subida quando voltei por ela e nem precisei pedalar. Não segui até o final dela, talvez pouco mais da metade e notei muitas casas ali mas pouco movimento. A volta fiz pela estrada de terra, como de costume, saindo no Cruz Grande.
Data: 04/Mai/2008
Dificuldade física: 3 (1-5)
Tempo: Sol
Temperatura: fresco, 26oC
Piso: 65% asfalto; 35% terra
Disposição: 3 (1-5), pregüiça
Horário Inicial: 12:50
Horário Final: 17:00
Tempo Pedalado: 3h
Distância: 48km
Média Pedalada: 15,8Km/h
Dist. Parcial Bike: 82Km
Dist. Total Bike: 3382Km
Pontos de Referência: Ribeirão Grande
4.5.08
3.5.08
Bike: Pinda - Trilha da Santa
Eu e o Celso fizemos a trilha da santa para obter as coordenadas da trilha e o perfil altimétrico, como parte do CPN, aliás última parte. Pessoalmente não gosto de andar em trilhas, prefiro estradas de terra.
A trilha da santa é a estrada antiga que ligava Pinda a Campos do Jordão. Atualmente apenas trilheiros (moto/bike) passam lá, além dos peregrinos do Caminho da Fé. É um downhill muito cansativo apesar de curto (~2 Km), pois é composto por pedras grandes, que desgasta a bicicleta e você. O início é feito pela linha do trem e no final ela se torna uma estrada de terra que fica boa para andar rapidamente.
Saimos de Pinda no ônibus das 11h para a estação Lefevre, meio Santo Antonio meio Pinda, arrumamos o GPS e saimos. A terra estava molhada e grudava nas rodas e freios, por isso não davam atrito e fiquei sem os freios. Nesse momento tive que empurrar a bicicleta nas descidas fortes (foi triste). A trilha acaba Clube de Campo Piracuama e voltamos de bike mesmo.
Depois disso lavamos as bicicletas no Guerreiro, tomamos alguns fermentados e nos despedimos.
Data: 03/Mai/2008
Dificuldade física: 2 (1-5); no caso a dificuldade era técnica
Tempo: Sol
Temperatura: fresco, 24oC
Piso: 80% asfalto; 10% terra; 10% single track
Disposição: 2 (1-5), não gosto da trilha
Horário Inicial: 12:00
Horário Final: 15:00
Tempo Pedalado: 3h
Distância: 25km
Média Pedalada: 8,5Km/h
Dist. Parcial Bike: 34Km
Dist. Total Bike: 3343Km
Pontos de Referência: Estação Levefre, Piracuama, Caminho da Fé
Eu e o Celso fizemos a trilha da santa para obter as coordenadas da trilha e o perfil altimétrico, como parte do CPN, aliás última parte. Pessoalmente não gosto de andar em trilhas, prefiro estradas de terra.
A trilha da santa é a estrada antiga que ligava Pinda a Campos do Jordão. Atualmente apenas trilheiros (moto/bike) passam lá, além dos peregrinos do Caminho da Fé. É um downhill muito cansativo apesar de curto (~2 Km), pois é composto por pedras grandes, que desgasta a bicicleta e você. O início é feito pela linha do trem e no final ela se torna uma estrada de terra que fica boa para andar rapidamente.
Saimos de Pinda no ônibus das 11h para a estação Lefevre, meio Santo Antonio meio Pinda, arrumamos o GPS e saimos. A terra estava molhada e grudava nas rodas e freios, por isso não davam atrito e fiquei sem os freios. Nesse momento tive que empurrar a bicicleta nas descidas fortes (foi triste). A trilha acaba Clube de Campo Piracuama e voltamos de bike mesmo.
Depois disso lavamos as bicicletas no Guerreiro, tomamos alguns fermentados e nos despedimos.
Data: 03/Mai/2008
Dificuldade física: 2 (1-5); no caso a dificuldade era técnica
Tempo: Sol
Temperatura: fresco, 24oC
Piso: 80% asfalto; 10% terra; 10% single track
Disposição: 2 (1-5), não gosto da trilha
Horário Inicial: 12:00
Horário Final: 15:00
Tempo Pedalado: 3h
Distância: 25km
Média Pedalada: 8,5Km/h
Dist. Parcial Bike: 34Km
Dist. Total Bike: 3343Km
Pontos de Referência: Estação Levefre, Piracuama, Caminho da Fé
20.4.08
Paraty - Ubatuba
Saimos da pousada às 09:00h em Paraty com direção a Ubatuba, usando a Rodovia Rio-Santos de asfato bom e com acostamento, exceto em alguns trechos.
Apesar de cidades de mesma altitude, existem subidas consideráveis, principamente na divisa das cidades. Aliás, nesse trecho subimos uns 5 quilômetros continuamente. Nossa sorte foi o dia estar nublado e agradável, pois o percurso era longo.
No trecho do estado do Rio, passamos por muitos cursos de água, porém não tinhamos visão do mar por causa das montanhas. Já no trecho de São Paulo a visão do mar era freqüente, principalmente depois da praia Ubatumirim.
Chegamos em Ubatuba pra tomar comemorar e 16:00h voltamos pra casa, embaixo de muita chuva e transito considerável.
Data: 20/Abr/2008
Dificuldade física: 3 (1-5)
Tempo: Nublado
Temperatura: fresco, 25oC
Piso: 100% asfalto
Disposição: 3 (1-5), dor na perna mas disposto
Duração: 6h
Distância: 75km
Dist. Total Bike: 3300Km
Saimos da pousada às 09:00h em Paraty com direção a Ubatuba, usando a Rodovia Rio-Santos de asfato bom e com acostamento, exceto em alguns trechos.
Apesar de cidades de mesma altitude, existem subidas consideráveis, principamente na divisa das cidades. Aliás, nesse trecho subimos uns 5 quilômetros continuamente. Nossa sorte foi o dia estar nublado e agradável, pois o percurso era longo.
No trecho do estado do Rio, passamos por muitos cursos de água, porém não tinhamos visão do mar por causa das montanhas. Já no trecho de São Paulo a visão do mar era freqüente, principalmente depois da praia Ubatumirim.
Chegamos em Ubatuba pra tomar comemorar e 16:00h voltamos pra casa, embaixo de muita chuva e transito considerável.
Data: 20/Abr/2008
Dificuldade física: 3 (1-5)
Tempo: Nublado
Temperatura: fresco, 25oC
Piso: 100% asfalto
Disposição: 3 (1-5), dor na perna mas disposto
Duração: 6h
Distância: 75km
Dist. Total Bike: 3300Km
19.4.08
Caminho do Ouro: Cunha - Paraty
O roteiro da vez seria um trekking pelo antigo caminho do ouro, ligando Cunha até Paraty. Eu sabia apenas do caminho que saia de São Jose do Barreiro até Mambucaba, Angra dos Reis.

Seguimos para Cunha no sábado bem cedo, chegando na base da pedra da Macela às 09:30h. Na hora estava caindo um chuvisco e fazia muito frio, ao contrário de Pinda que estava ensolarado. Depois de algum tempo nos encontramos com o Tinho e começamos a trilha às 11h num trecho de subida forte. Depois de uma hora chegamos no topo do morro, onde começaria uma longa e sinuosa descida. Com exceção de algumas clareiras o caminho era todo em mata fechada.
Durante o caminho todo encontramos nascentes de rios, cachoeiras e passamos por um piso de pedras feito por escravos. Além disso encontramos muros de contenção também em pedras que chegavam a 7m de altura.
A trilha acaba numa estrada com muitos sitios, acompanhando o curso de um rio. A partir da estrada andamos ainda alguns quilômetros até chegarmos na fazenda Muricana, antigo alambique e logo depois até a estrada Cunha-Paraty, onde continuamos de ônibus até a cidade.
O caminho é muito bonito, principalmente pelas cachoeiras de água limpa, além da estrada de pedras. Porém é muito desgastante por causa da descida forte e longa.
Data: 19/Abr/2008
Dificuldade física: 5 (1-5)
Tempo: Chuva/ Nublado
Temperatura: fresco/ frio, entre 16oC e 25oC
Piso: 20% pedra, 80% terra
Disposição: 4 (1-5), bem
Duração: 7h
Distância: ~15km
O roteiro da vez seria um trekking pelo antigo caminho do ouro, ligando Cunha até Paraty. Eu sabia apenas do caminho que saia de São Jose do Barreiro até Mambucaba, Angra dos Reis.
Seguimos para Cunha no sábado bem cedo, chegando na base da pedra da Macela às 09:30h. Na hora estava caindo um chuvisco e fazia muito frio, ao contrário de Pinda que estava ensolarado. Depois de algum tempo nos encontramos com o Tinho e começamos a trilha às 11h num trecho de subida forte. Depois de uma hora chegamos no topo do morro, onde começaria uma longa e sinuosa descida. Com exceção de algumas clareiras o caminho era todo em mata fechada.
Durante o caminho todo encontramos nascentes de rios, cachoeiras e passamos por um piso de pedras feito por escravos. Além disso encontramos muros de contenção também em pedras que chegavam a 7m de altura.
A trilha acaba numa estrada com muitos sitios, acompanhando o curso de um rio. A partir da estrada andamos ainda alguns quilômetros até chegarmos na fazenda Muricana, antigo alambique e logo depois até a estrada Cunha-Paraty, onde continuamos de ônibus até a cidade.
O caminho é muito bonito, principalmente pelas cachoeiras de água limpa, além da estrada de pedras. Porém é muito desgastante por causa da descida forte e longa.
Data: 19/Abr/2008
Dificuldade física: 5 (1-5)
Tempo: Chuva/ Nublado
Temperatura: fresco/ frio, entre 16oC e 25oC
Piso: 20% pedra, 80% terra
Disposição: 4 (1-5), bem
Duração: 7h
Distância: ~15km
30.3.08
Bike: Caminho Mantiqueira #1
Dia 1: São Bento do Sapucai - Gonçalves

Aproveitando o final de semana livre e a previsão de sol, combinação improvável ultimamente, resolvi fazer uma viagem de bicicleta de dois dias. Queria passar por duas cidades do sul de minas tendo como base São Bento do Sapucaí, na divisa. As cidades eram Gonçalves e Paraisópolis, vizinhas entre si.
Apesar da proximidade das cidades, o percurso não seria nada fácil, pois Gonçalves é uma cidade com altitude de 1300m, enquanto São Bento tem 900m. Além disso esse trecho incluia pontos de mais de 1500m. O dia prometia ser cansativo, e foi.
Cheguei na rodoviária de São Bento oito horas da manhã do sabado, e logo fui pela estrada que seguia no sentido oposto da pedra do baú, chamada estrada do Serrano. Os primeiros quilômetros eram planos e agradáveis, mas percebia uma grande montanha me cercando, era a Serra da Balança. Na base da montanha não havia escolha senão subir, mas fiquei feliz por ser recebido por uma bela cachoeira.
A subida era forte e a estrada ficou ruim, onde um veículo 4x4 teria dificuldades para passar. Nesse trecho a estrada passava dentro da floresta com muitas nascentes.
Vencida a subida, fui presentiado com a bela vista de um vale. Nesse ponto encontrei com trilheiros de motos que almoçariam num restaurante há dois quilometros dali, na D. Vilma. Eram 12h e fome já conversava comigo. Esse restaurante foi providencial, pois no centro de Gonçalves não acharia nada melhor. A comida estava excelente, bem como o doce de leite com amendoim, acompanhado de queijo de minas.
Segui então para o centro da cidade, que não estava longe e depois descer para Paraisópolis. Porém o destino mudou ssa história, incluindo um tombo numa descida íngrime, ralando joelho, cotovelo, coxa e ombros. Tudo isso por causa do freio mal colocado por mim mesmo. Conclusão: consertei o freio peguei um atalho por asfalto para São Bento, pois já havia perdido muito tempo.
Depois da queda perdi o entusiasmo, somando ao fato da cidade estar vazia, voltei logo. Na descida da serra era impossível não perceber a pedra do Cruzeiro.
Maciço rochoso que emerge isolado no vale do Lambari. Assume formas variadas conforme o ângulo de visão. O topo está a 1152 metros de altitude onde há uma pequena capela e uma cruz. Em uma das faces há uma fenda que leva a uma gruta, de difícl acesso. Nos meses de frio cenário torna-se onírico, a pedra transforma-se numa ilha em meio a um imenso mar de nuvens.
Acesso: Estrada que liga Gonçalves ao bairro Atrás da Pedra, após o bairro, segue-se por mais 500 metros, entrando a direita na porteira que dá acesso ao bananal. A estradinha interna sobe por cerca de 300 metros, terminando numa trilha que leva ao topo.
[Fonte: www.goncalvestur.com.br]
Fiquei na pousada do caminho do Frei Galvão e conheci o Zingra, que não estava da primeira vez que estive lá. Apesar da queda e do cansaço, o percurso é muito bonito.
Dificuldade física: 4 (1-5)
Tempo: Sol
Temperatura: fresco, uns 25 oC
Piso: 50% terra, 50% asfalto
Disposição: 2 (1-5), enjôo do ônibus e sono.
Duração: 8,5h
Distância: 50km
Dia 1: São Bento do Sapucai - Gonçalves
Aproveitando o final de semana livre e a previsão de sol, combinação improvável ultimamente, resolvi fazer uma viagem de bicicleta de dois dias. Queria passar por duas cidades do sul de minas tendo como base São Bento do Sapucaí, na divisa. As cidades eram Gonçalves e Paraisópolis, vizinhas entre si.
Apesar da proximidade das cidades, o percurso não seria nada fácil, pois Gonçalves é uma cidade com altitude de 1300m, enquanto São Bento tem 900m. Além disso esse trecho incluia pontos de mais de 1500m. O dia prometia ser cansativo, e foi.
Cheguei na rodoviária de São Bento oito horas da manhã do sabado, e logo fui pela estrada que seguia no sentido oposto da pedra do baú, chamada estrada do Serrano. Os primeiros quilômetros eram planos e agradáveis, mas percebia uma grande montanha me cercando, era a Serra da Balança. Na base da montanha não havia escolha senão subir, mas fiquei feliz por ser recebido por uma bela cachoeira.
A subida era forte e a estrada ficou ruim, onde um veículo 4x4 teria dificuldades para passar. Nesse trecho a estrada passava dentro da floresta com muitas nascentes.
Vencida a subida, fui presentiado com a bela vista de um vale. Nesse ponto encontrei com trilheiros de motos que almoçariam num restaurante há dois quilometros dali, na D. Vilma. Eram 12h e fome já conversava comigo. Esse restaurante foi providencial, pois no centro de Gonçalves não acharia nada melhor. A comida estava excelente, bem como o doce de leite com amendoim, acompanhado de queijo de minas.
Segui então para o centro da cidade, que não estava longe e depois descer para Paraisópolis. Porém o destino mudou ssa história, incluindo um tombo numa descida íngrime, ralando joelho, cotovelo, coxa e ombros. Tudo isso por causa do freio mal colocado por mim mesmo. Conclusão: consertei o freio peguei um atalho por asfalto para São Bento, pois já havia perdido muito tempo.
Depois da queda perdi o entusiasmo, somando ao fato da cidade estar vazia, voltei logo. Na descida da serra era impossível não perceber a pedra do Cruzeiro.
Maciço rochoso que emerge isolado no vale do Lambari. Assume formas variadas conforme o ângulo de visão. O topo está a 1152 metros de altitude onde há uma pequena capela e uma cruz. Em uma das faces há uma fenda que leva a uma gruta, de difícl acesso. Nos meses de frio cenário torna-se onírico, a pedra transforma-se numa ilha em meio a um imenso mar de nuvens.
Acesso: Estrada que liga Gonçalves ao bairro Atrás da Pedra, após o bairro, segue-se por mais 500 metros, entrando a direita na porteira que dá acesso ao bananal. A estradinha interna sobe por cerca de 300 metros, terminando numa trilha que leva ao topo.
[Fonte: www.goncalvestur.com.br]
Fiquei na pousada do caminho do Frei Galvão e conheci o Zingra, que não estava da primeira vez que estive lá. Apesar da queda e do cansaço, o percurso é muito bonito.
Dificuldade física: 4 (1-5)
Tempo: Sol
Temperatura: fresco, uns 25 oC
Piso: 50% terra, 50% asfalto
Disposição: 2 (1-5), enjôo do ônibus e sono.
Duração: 8,5h
Distância: 50km

A volta de São Bento
O retorno para Pinda fiz de bicicleta, passando por Sapucaí Mirim e Santo Antonio do Pinhal, passando na contra mão do Big Biker. O caminho de volta foi praticamente o antigo trecho do caminho da fé.
Acordei não tão cedo, arrumei minha mala e tomei café com um casal de Florianópolis que iria escalar a pedra do baú. Aproveitei a saida deles e já me despedi da Sol e Zingra e saí. Depois soube que o Kolb passou na pousada pouco depois da minha partida.
O dia estava mais nublado e na estrada estava chovendo leve, que me acompanhou até Sapucai Mirim. Esse trecho é interessante pois estou em São Paulo, passo por Minas e volto para São Paulo.
Em Sapucai, segui por terra para Sto Antonio, por um trecho que já conhecia pela corrida pedestre que fiz ali. Neste ponto passei por vários ciclistas na corrida, e alguns gritando para mim que era no sentido oposto. Mal tinha tempo de dizer que não estava na prova dado a velocidade deles.
Este trecho era uma subida longa até o centro da cidade. Já em Sto Antonio, tomei o tradicional sorvete romeu e julieta e segui para Pinda. Nesse trecho a felicidade é a descida da serra, com uns 5 quilômetros, terminando com quase 20 quilômetros quase planos até em casa.
Data: 30/Mar/2008
Dificuldade física: 2 (1-5)
Tempo: Sol entre nuvens
Temperatura: fresco/ frio, uns 22 oC
Piso: 20% terra, 80% asfalto
Disposição: 3 (1-5), um pouco cansado.
Duração: 5h
Distância: 62km
9.3.08
Bike: Pinda - Bicas - UsinaQuanto ao domingo, sai com o Isidoro num trecho novo, uma continuação das bicas até o pesqueiro da usina. Acho a trilha das bicas a mais bonita de pinda, por andarmos num pequeno vale com o rio limpo. Porém essa beleza tem seu preço: uma subida íngrime que nos obriga a empurrar a bicicleta por um trecho grande. Tudo isso para ultrapassar os 1100m de altitude.
Combinamos a saída as 09:30h na Coca. O tempo estava nublado e achei que iria chover, pensamento esse foi a baixo pouco tempo depois. O sol castigou esse dia, principalmente na forte subida.
Depois de todo sofrimento, já no topo do morro, seguimos por um trecho novo para mim, praticamente plano que contornava a montanha. O lugar era isolado, com exceção de algumas casas espalhadas em lugares ermos da montanha. O caminho seguiu numa mata fechada até chegarmos numa casa de madeira e o dono nos idicou o caminho, que não passava de uma trilha singletrack em mata fechada. Era uma descida forte e minhas mãos doiam de tanto puchar o freio.
Pouco depois já estavamos no pesqueiro comendo um prato com truta. Daí seguimos para casa pela estrada do Ribeirão Grande.
Data: 09/Mar/2008
Distância: 65km
Partida: 09:45h
Chegada: 17:30h
Tempo pedalado: 4:30h
Dificuldade: alta
Pontos de referência: Usina Santa Isabel, Pesqueiro de Trutas
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