3.11.13

03.11.13 - Olimpio - B. Água Limpa - Vargem Alegre

No segundo dia fiz um roteiro mais curto, pegando a estrada de terra para Cristina. Um pouco antes da entrada da Vargem Alegre, peguei a esquerda sentido água limpa.


Já fiz este trecho com o Fabio, mas seguimos para Carmo. Desta vez peguem uma bifurcação para Cristina, saindo no asfalto perto do trevo para a cidade.


Fiz a volta pela estrada de terra até Olimpio.


Olimpio - B. Água Limpa - Vargem Alegre
Data: 3/11/2013 Dificuldade: 3
Distância: 37 km Km Forasteiro: 4 km
Odômetro: 29400 km Média: 13 km/h
Tempo: 02:49 Horário: 07:20h - 11:15h
Quem: Eu, Lucia, Mica
Itinerário: Olimpio - Estr. Cristina - Pinhal - Água Limpa - MG-xxx - B. Vargem Alegre - Olimpio
Resumo:

2.11.13

02.11.13 - Olimpio - Soledade de Minas - Carmo de Minas

Pedal passando por Soledade de Minas, passando pelos Freitas. Já fiz um caminho passando por este bairro, mas agora fui seguindo outras estradas que se cruzam ali. Cruzei a ponte caída sobre o rio Verde e segui em direção a Soledade.


A partir dai o caminho ficou com muitos morros, ao contrário do trecho inicial pela antiga linha do trem. Cheguei em Soledade e peguei a estrada de terra para Carmo de Minas.


Em Carmo comi algo na padaria e fiz a volta para Olimpio


Olimpio - Soledade de Minas - Carmo de Minas
Data: 2/11/2013 Dificuldade: 4
Distância: 80,5 km Km Forasteiro: 40 km
Odômetro: 29361 km Média: 14,6 km/h
Tempo: 05:29:00 Horário: 07:40h - 15:05h
Quem: Eu
Itinerário: Olimpio Noronha - B. Freitas - Soledade de Minas - Carmo de Minas - BR-460 - Olimpio
Resumo:

12.10.13

12.10.13 - Campos - Gomeral

Fizemos desta vez um pedal-desafio pela serra. O que normalmente era feito em 2 dias, resolvemos fazer em 1 dia: a volta Gomeral - Campos. Usei o Gps do celular para registrar o trajeto e coloquei pneus slick.


Subimos a serra de Campos gastando 4 a 5 horas, atravessamos a cidade bem rápido para chegar na estrada para o horto da cidade. Esse trecho é bem tranquilo porque é plano e com algumas descidas.


Então deixamos o asfalto pegando a estrada de São Jose dos Alpes, começando a volta. Este trecho tem certa dificuldade pois subimos de 1.500m para 1.970m de altitude em estrada de terra. A parte boa é este lugar nunca tem calor. Subimos pedalando sem pressa até o topo.

Daí chegou a descida e como estava com pneu liso, fui bem mais devagar que o normal. Gastamos 1h para descer a serra, chegando nas Pedrinhas.

A partir das pedrinhas, finalizamos os 32 quilômetros para Pinda sem dificuldades, totalizando 117km, já no fim da tarde.


Campos - Gomeral
Data: 12/10/2013 Dificuldade: 5
Distância: 117 km Km Forasteiro: 0 km
Odômetro: 28995,57 km Média: 13,6 km/h
Tempo: 08:35:00 Horário: 07:35h - 18:24h
Quem: Eu, Isidoro
Itinerário:
Resumo:

25.9.13

25.09.13 - D5: Luminárias - São Tome das Letras

Acordei umas 3h da manhã com o lanche que comi da noite rodando no meu estômago. Enrolei um pouco na cama e umas 5h comecei a arrumar minhas coisas. Fiquei sem tomar café e saí cedo.

Pouco depois de sair da cidade não deu: vomitei a janta passada. Isso me fez sentir bem melhor e continuei. Enquanto estava na estrada principal, passei por muitas extrações de pedra São Tome e fazendas de criação de gado. O dia estava nublado e ameno.

Certa hora parei num ponto com uma placa indicando uma pinguela onde o caminho era praticamente uma trilha mas passei reto. Mais de um quilômetro e alguns morros depois, vi no GPS que estava errado... era para eu pegar o caminho da pinguela. Isso desanimou: fiquei uns 5min convencendo minhas pernas a voltar.


Peguei a trilha da pinguela, que na parte baixa passava o rio numa ponte de pedestre (melhor que pinguela). A partir daí o caminho ficou mais difícil, sem trechos planos muito isolado. O chão era boa parte formado de pedra com muitas casas de trabalhadores abandonadas.


Meu planejamento de levar 1.1/2 litro de água falhou pois achei que 20km seriam mais fáceis. Pedi água numa fazenda e mesmo assim tomei toda a água e cheguei com sede no bairro do Sobradinho. Além disso meu pneu furou e tive que reapertar o parafuso da inclinação do selim (os dentes que controlam a inclinação estavam gastos). Também meu celular estava caindo do suporte deixando o dia estressante.


Finalmente cheguei no bairro. Comprei 3 litros de água, tomei quase 1 litro de cara e levei o restante. O trecho até São Tome era mais fácil, mas como estava bem cansado e sem nenhuma refeição, qualquer morro mais forte estava empurrando.

Às 14h estava na bifurcação São Tome / cachoeiras e Conceição do Rio Verde. Daria para ir, mas como estava bem cansado, resolvi subir o serra para São Tome. Foi cansativo mas cheguei antes das 15h na rodoviária. Peguei o ônibus para Três Corações e depois para Olimpio, finalizando minha viagem.

Analisando como um todo a viagem não foi difícil fisicamente, mas meus cálculos errados de provisão de água, deixaram o caminho menso prazeroso. As cidades pequenas são bem tranquilas e agradáveis. O visual foi muito bom por causa das cachoeiras, montanhas de pedra, casarões, árvores, etc. Com certeza valeu a pena.


D5: Luminárias - São Tome das Letras
Data: 25/9/2013 Dificuldade: 5
Distância: 41,02 km Km Forasteiro: 25 km
Odômetro: 28819,75 km Média: 10 km/h
Tempo: 05:00:00 Horário: 06:30h - 14:50h
Quem: Eu
Itinerário: Luminárias - B. Sobradinho - São Tome das Letras
Resumo:

24.9.13

24.09.13 - D4: Itutinga - Luminárias

A rodovia BR-265 passa quase dentro da cidade e por ela segui sentido Lavras. Deixei de seguir para o norte para andar sentido oeste. Tenho percebido que andar norte-sul ou vice-versa tende a ser mais difícil, pois atravessamos mais morros ao invés de acompanhá-los.


Este trecho não tem acostamento asfaltado e tinha certo movimento de caminhões. Sempre quando eles vinham, eu caia para a terra e aproveitava para descansar. A preocupação com o tráfego é inversamente proporcional ao prazer de andar. Isso se traduz em menos fotos.


Foram 20 quilômetros razoavelmente feitos rapidamente até o acesso a Itumirim. Daí comecei a andar sentido sul e com ele mais morros. Cheguei pouco depois em Itumirim. O rio Capivari e a linha férrea cortam a cidade que parece bem simpática.


Deixei o asfalto da cidade seguindo pela estrada de terra que leva a Ingai. Atravessei uma serra que fica atras da cidade sem maiores dificuldades. Nesse momento via nuvens carregadas para o lado que eu ia e já previa o pior. Alguns quilômetros depois a chuva chegou e forte. Para minha alegria havia um ponto de ônibus para me abrigar. Havia 2 sujeitos de moto ali também. Conversamos sobre a minha viagem: eles gostam de saber das cidades que já passei e pra onde vou.


A chuva demorou uns 30min e depois continuei. Cheguei logo em Ingai onde almocei e conversei com um senhor que me disse que ia chover de novo. Não acreditei pois havia acabado de chover e o tempo estava bem mais limpo. Segui para Luminárias pelo asfalto. Não deu 1h depois o tempo fechou de novo e choveu forte. Putz. Mas para minha sorte novamente, havia outro ponto de ônibus para me abrigar. Novamente um motoqueiro lá para conversar. Aproveitei o tempo para trocar meu pneu, que estava murchando com o tempo.

Depois do trevo Luminarias/Lavras, a estrada começou a subir. Foi uma subida leve mas contínua e quando vi estava em cima da serra. A descida foi alucinante: fiz 70km/h. Depois disso a estrada ficou razoavelmente plana até a chagada de Luminárias, que me recebia com um subida forte.

Fiquei na pousada Vó Vevinha por R$30 que fica na parte de trás de um bar. A cidade não é bonita como as outras que passei e uma coisa percebi: muitos bares. Usei a lan house, comprei 3l de água e comi um lanche antes de voltar para dormir.


D4: Itutinga - Luminárias
Data: 24/9/2013 Dificuldade: 4
Distância: 67,02 km Km Forasteiro: 67 km
Odômetro: 28778,73 km Média: 10 km/h
Tempo: 06:00:00 Horário: 07:30h - 17:00h
Quem: Eu
Itinerário: Itutinga - BR265 - Itumirim - Ingai - Luminárias
Resumo:

23.9.13

23.09.13 - D3: Carrancas - Itutinga

Como o dia anterior não consegui visitar nenhuma cachoeira, inclui a visitação no roteiro do dia, o que fatalmente iria reduzir minhas chances de chegar em Itumirim no final do dia. Saí o mais cedo que consegui, logo após o café reforçado, peguei água na praça e segui sentido cachoeira da Fumaça.


A cachoeira da Fumaça é a única cachoeira em local público da cidade e cheguei nela com o tempo bem fechado, ameaçando chover. Ela tem 2 quedas além de outra visível no morro ao lado. É muito bonita mas nota-se que ela é poluída.


Voltei um trecho e segui sentido cachoeira da Esmeralda. Apesar de ser uma propriedade privada, não é pago e existe no local uma lanchonete. De longe se vê uma longa pedra inclinada com água passando por cima. Na parte superior há um poço cercado por árvores de cerrado e pedras desgastadas pelo tempo.


Continuei pela estrada passando por algumas propriedades e depois por um lugar bem isolado, subindo o morro. O trecho de subida foi longo e tive que empurrar vários trechos por causa das pedras na estrada. Quando cheguei no topo, a estrada seguia pela borda do morro bem inclinado. Era possível ver a estrada indo bem longe e o cenário era muito legal.


Terminei no asfalto para Itutinga, bem no topo do morro. A descida fiquei com frio na barriga de tão inclinada era o morro. Depois disso foi um sobe-desce até a cidade, passando perto da represa de Itutinga. Cheguei na cidade no fim do dia e logo achei a pousada Dona Julia por R$35. Jantei um prato feito num restaurante de uma senhora na frente da praça por R$10 e logo após a refeição começou a chover. Dai voltei para o quarto arranjar as coisas para o dia seguinte.


D3: Carrancas - Itutinga
Data: 23/9/2013 Dificuldade: 4
Distância: 54,56 km Km Forasteiro: 55 km
Odômetro: 28711,71 km Média: 10 km/h
Tempo: 05:24:14 Horário: 07:30h - 18:10h
Quem: Eu
Itinerário: Carrancas - Cach. Esmeralda - MG451 - Itutinga
Resumo:

22.9.13

22.09.13 - D2: Cruzilia - Carrancas

Tomei o café da pousada e deixei a cidade pouco depois das 7h. Comecei pelo asfalto sentido Minduri mas depois de uma subida longa, virei à esquerda por uma estrada de terra. Por causa da subida longa eu tomei 1/3 da água. O dia estava quente logo cedo e pelo caminho havia poucos bairros ou bicas.


Pelo caminho vi muita plantação de sorgo e milho para gado, além de eucaliptos. Passei pela divisa entre Cruzilia e Carrancas na metade da distância e quase sem água. Passei por um casarão imponente e desse ponto já procurava sombras para descansar. Minha sorte foi que logo depois passei por uma bica onde tomei 1/2l de água de cara e enchi minhas garrafinhas.


Continuei o caminho por entre montanhas de pedra e cenário de cerrado e quando cheguei na bifurcação para a estação Carrancas (antiga estação de trem) minha água já havia acabado novamente (incríveis 1 1/2 l para 20 quilômetros). Entrei na estrada que vai para a cachoeira da esmeralda e peguei água num córrego ali.


Voltei e cheguei na cidade bem cansado por causa do calor. Fiquei na pousada Caminho das Águas por R$60 e excelente café. À noite peguei água na praça e fiquei perambulando até dar hora de dormir.



D2: Cruzilia - Carrancas
Data: Dificuldade: 4
Distância: 62,8 km Km Forasteiro: 63 km
Odômetro: 28657,11 km Média: 11,3 km/h
Tempo: 05:36:41 Horário: 07:05h - 16:16h
Quem: Eu
Itinerário: Cruzilia - Estr Real - Carrancas
Resumo: