29.4.16
3.1.16
05.09.15 - Estrada da Petrobras e Litoral Norte - SP
Neste feriado da Independência e Nossa Sra do Bom Sucesso (municipal) decidimos fazer uma pequena viagem. Tínhamos o desejo de andar pela estrada da Petrobras que liga Salesópolis a Caragua / São Sebastião.
A ideia era viajar de ônibus para São Jose dos Campos e pedalar até Salesópolis. No dia seguinte fazer a estrada da Petrobrás e pousar em Caragua. Depois ir até Ubatuba e finalmente voltar para Pinda pela rodovia Oswaldo Cruz.
Não era um roteiro fácil, mas com os imprevistos, tornou-se uma aventura.
Dia 1: Pinda - Natividade da Serra
O ônibus estava agendado para 8:30h para São Jose. Já na hora de embarcar descobrimos que o bagageiro do veículo era muito pequeno: não cabia ao menos uma bicicleta.
A fase da negação durou alguns minutos e quando chegou a aceitação decidimos realizar o plano B (elaborado na hora). Quilometragem pra cá, atalho pra lá, resolvemos ir de bicicleta até Paraibuna e chegar na estrada da Petrobrás pela rodovia Tamoios.
Começamos o pedal seguindo para Taubaté pela estrada velha. Continuamos paralelos com a rodovia Pres. Dutra até entrar na rodovia Oswaldo Cruz, sentido Ubatuba.
O tempo estava nublado e agradável mas pegamos vento contra no caminho. A gente nem sabia que ia pegar muita chuva nos dias seguintes.
Andamos aproximadamente 20 quilômetros até entrarmos na estrada para Redenção da Serra, SP-121. Este trecho tem uma serra pra subir além de cerca de 20 quilômetros até a cidade. Chegamos em Redenção por volta das 13h e observamos a represa com nível de água muito baixo (da ponte não se vê água da represa).
Almoçamos no restaurante Paraiso, na entrada da cidade e com comida muito boa. Continuamos pelo asfalto sentido Natividade da Serra. Depois da ponte sobre a represa e divisa entre as cidades, deixamos o asfalto para enveredarmos na estrada para Paraibuna.
Neste trecho nunca havíamos andado e logo tivemos um frio na barriga: uma cancela na frente de uma casa com dizeres de proibido pessoas estranhas. Felizmente permitiram nossa passagem.
Por causa da estrada serpenteando a represa e as subidas e descidas constantes, percebemos que íamos chegar a noite. De fato chegamos na balsa para Paraibuna as 19h e tivemos sorte de esperar apenas 5 minutos para a balsa chegar.
Chegamos depois das 20h em Paraibuna e encontramos um quarto triplo no hotel Santinho por R$50/pessoa.
Dia 2: Natividade da Serra - Caraguatatuba (via estrada Petrobras)
Antes de deixar a cidade compramos comida na feira para o caminho. Chegamos na rodovia Tamoios e seguimos sentido Caraguá.
O tempo estava feio, chovendo eventualmente e com muito vento contra. Demoramos um pouco mas chegamos na estrada que vai para Salesópolis depois de andar 20 quilômetros.
Não tinha este trecho como tracklog mas como mapa de fundo, portanto fica uma surpresa saber se o caminho era uma estrada mesmo. Chegamos no bairro do Cedro onde fizemos um lanche e descansamos. Já era quase 12h.
Continuamos por mais dois quilômetros até entrarmos numa estrada de terra que cortava caminho para a estrada da Petrobras. Não tivemos muitas dificuldades de navegação até que a estrada acabava numa casa. Vi que havíamos passado da entrada. O caminho correto ficava escondida e foi bem difícil: uma subida muito íngreme e escorregadia.
Depois de muita subida e um bom tempo chegamos na tal estrada de manutenção da Petrobras. Ela vai seguindo duas linhas de combustível entre São Sebastião e Guararema. Continuamos subindo um bocado até que chegamos. A parte mais alta chega a 1230m de altitude onde intercalam descidas e subidas. São mais descidas, mas não conseguíamos fazer o caminho render.
A estrada tinha demarcações de quilometragens percebemos que faltavam mais de 30 quilômetros e já era mais de 17h. Já estávamos acostumando com a ideia de andar a noite, quando encontramos algumas casas na beira da estrada. Eram casas de funcionários de uma estação de bombeamento da Petrobras. Conversamos com o pessoal para nos ceder um abrigo para passar a noite e conseguimos.
Todos nós levamos sacos de dormir imaginando a dificuldade de encontrar pousos no litoral. Utilizamos para dormir em um desses abrigos.
Tive uma dificuldade para dormir por causa do chão duro, mas não passei frio. O dia sem banho também não incomodou.
Dia 3: Abrigo Petrobras - Caraguá - Ubatuba
Deixamos o lugar imaginando os longos quilômetros de descida e chegada triunfante em Caraguá, mas a vida é uma caixinha de surpresas.
O dia começou com muitas nuvens de chuva mas não chovia e a estrada estava mais difícil que a gente imaginava: eram inúmeras subidas e descidas. As horas passando e não chegava a descida derradeira.
Finalmente chegamos em um asfalto vicinal da cidade aliviados. Continuamos por uma plantação de cacau até que chegamos na rodovia Rio-Santos. Almoçamos e continuamos pela ciclovia até atravessar a cidade.
Pouco antes de chegar na rodovia novamente, começou a chover mais forte. A rodovia estava cheia de carros, consequência do retorno do feriado e quase todos no sentido Ubatuba - Caragua.
Os quilômetros passavam e a fila de carros não terminava. Paramos para descansar na divisa das cidades e algumas vezes nos morros já em Ubatuba e nada da fila cessar.
Muitos nos perguntavam se havia acidente e até onde ia a fila de carros. Dizíamos que não havia acidentes e que a fila ia até Caragua, ou seja 20, 30 quilômetros de carro.
Chegamos em Ubatuba pouco depois das 18h, e conseguimos a pousada Sem Miséria no Itaguá por R$40/pessoa num quarto triplo.
Dia 4: Ubatuba - Pinda
Nossa saída atrasou por causa de uma chuva forte. Por isso tomamos o café bem devagar e esperamos a chuva passar. Começamos o pedal sentido a temida serra de Ubatuba.
As ciclovias da cidade nos levaram até o pé da serra. Inicialmente é tranquilo pois os "cotovelos" ficam do meio para o final da serra. Deu para fazer quase toda subida pedalando, exceto esses cotovelos. A bicicleta quer empinar e o canto é cheio de limbo.
Apesar de não haver congestionamentos na serra, toda hora passavam carros pela gente. Bom que não passam caminhões e passou apenas 1 ônibus.
Comemos no bar que fica no topo da serra, enquanto ventava bastante e fazia frio. De volta no pedal, seguiu-se subidas e descidas sob chuva, até que finalmente chegamos em São Luiz, onde decidimos voltar de ônibus para Taubaté.
Quando chegamos em Taubaté, estava caindo o mundo em forma de água. Pra ajudar a rodoviária estava em reforma e tivemos que tirar as bicicletas na chuva. A Le e a Rosa nos buscaram de carro.
A ideia era viajar de ônibus para São Jose dos Campos e pedalar até Salesópolis. No dia seguinte fazer a estrada da Petrobrás e pousar em Caragua. Depois ir até Ubatuba e finalmente voltar para Pinda pela rodovia Oswaldo Cruz.
Não era um roteiro fácil, mas com os imprevistos, tornou-se uma aventura.
Dia 1: Pinda - Natividade da Serra
O ônibus estava agendado para 8:30h para São Jose. Já na hora de embarcar descobrimos que o bagageiro do veículo era muito pequeno: não cabia ao menos uma bicicleta.
A fase da negação durou alguns minutos e quando chegou a aceitação decidimos realizar o plano B (elaborado na hora). Quilometragem pra cá, atalho pra lá, resolvemos ir de bicicleta até Paraibuna e chegar na estrada da Petrobrás pela rodovia Tamoios.
Começamos o pedal seguindo para Taubaté pela estrada velha. Continuamos paralelos com a rodovia Pres. Dutra até entrar na rodovia Oswaldo Cruz, sentido Ubatuba.
O tempo estava nublado e agradável mas pegamos vento contra no caminho. A gente nem sabia que ia pegar muita chuva nos dias seguintes.
Andamos aproximadamente 20 quilômetros até entrarmos na estrada para Redenção da Serra, SP-121. Este trecho tem uma serra pra subir além de cerca de 20 quilômetros até a cidade. Chegamos em Redenção por volta das 13h e observamos a represa com nível de água muito baixo (da ponte não se vê água da represa).
Almoçamos no restaurante Paraiso, na entrada da cidade e com comida muito boa. Continuamos pelo asfalto sentido Natividade da Serra. Depois da ponte sobre a represa e divisa entre as cidades, deixamos o asfalto para enveredarmos na estrada para Paraibuna.
Neste trecho nunca havíamos andado e logo tivemos um frio na barriga: uma cancela na frente de uma casa com dizeres de proibido pessoas estranhas. Felizmente permitiram nossa passagem.
Por causa da estrada serpenteando a represa e as subidas e descidas constantes, percebemos que íamos chegar a noite. De fato chegamos na balsa para Paraibuna as 19h e tivemos sorte de esperar apenas 5 minutos para a balsa chegar.
Chegamos depois das 20h em Paraibuna e encontramos um quarto triplo no hotel Santinho por R$50/pessoa.
Dia 2: Natividade da Serra - Caraguatatuba (via estrada Petrobras)
Antes de deixar a cidade compramos comida na feira para o caminho. Chegamos na rodovia Tamoios e seguimos sentido Caraguá.
O tempo estava feio, chovendo eventualmente e com muito vento contra. Demoramos um pouco mas chegamos na estrada que vai para Salesópolis depois de andar 20 quilômetros.
Não tinha este trecho como tracklog mas como mapa de fundo, portanto fica uma surpresa saber se o caminho era uma estrada mesmo. Chegamos no bairro do Cedro onde fizemos um lanche e descansamos. Já era quase 12h.
Continuamos por mais dois quilômetros até entrarmos numa estrada de terra que cortava caminho para a estrada da Petrobras. Não tivemos muitas dificuldades de navegação até que a estrada acabava numa casa. Vi que havíamos passado da entrada. O caminho correto ficava escondida e foi bem difícil: uma subida muito íngreme e escorregadia.
Depois de muita subida e um bom tempo chegamos na tal estrada de manutenção da Petrobras. Ela vai seguindo duas linhas de combustível entre São Sebastião e Guararema. Continuamos subindo um bocado até que chegamos. A parte mais alta chega a 1230m de altitude onde intercalam descidas e subidas. São mais descidas, mas não conseguíamos fazer o caminho render.
A estrada tinha demarcações de quilometragens percebemos que faltavam mais de 30 quilômetros e já era mais de 17h. Já estávamos acostumando com a ideia de andar a noite, quando encontramos algumas casas na beira da estrada. Eram casas de funcionários de uma estação de bombeamento da Petrobras. Conversamos com o pessoal para nos ceder um abrigo para passar a noite e conseguimos.
Todos nós levamos sacos de dormir imaginando a dificuldade de encontrar pousos no litoral. Utilizamos para dormir em um desses abrigos.
Tive uma dificuldade para dormir por causa do chão duro, mas não passei frio. O dia sem banho também não incomodou.
Dia 3: Abrigo Petrobras - Caraguá - Ubatuba
Deixamos o lugar imaginando os longos quilômetros de descida e chegada triunfante em Caraguá, mas a vida é uma caixinha de surpresas.
O dia começou com muitas nuvens de chuva mas não chovia e a estrada estava mais difícil que a gente imaginava: eram inúmeras subidas e descidas. As horas passando e não chegava a descida derradeira.
Finalmente chegamos em um asfalto vicinal da cidade aliviados. Continuamos por uma plantação de cacau até que chegamos na rodovia Rio-Santos. Almoçamos e continuamos pela ciclovia até atravessar a cidade.
Pouco antes de chegar na rodovia novamente, começou a chover mais forte. A rodovia estava cheia de carros, consequência do retorno do feriado e quase todos no sentido Ubatuba - Caragua.
Os quilômetros passavam e a fila de carros não terminava. Paramos para descansar na divisa das cidades e algumas vezes nos morros já em Ubatuba e nada da fila cessar.
Muitos nos perguntavam se havia acidente e até onde ia a fila de carros. Dizíamos que não havia acidentes e que a fila ia até Caragua, ou seja 20, 30 quilômetros de carro.
Chegamos em Ubatuba pouco depois das 18h, e conseguimos a pousada Sem Miséria no Itaguá por R$40/pessoa num quarto triplo.
Dia 4: Ubatuba - Pinda
Nossa saída atrasou por causa de uma chuva forte. Por isso tomamos o café bem devagar e esperamos a chuva passar. Começamos o pedal sentido a temida serra de Ubatuba.
As ciclovias da cidade nos levaram até o pé da serra. Inicialmente é tranquilo pois os "cotovelos" ficam do meio para o final da serra. Deu para fazer quase toda subida pedalando, exceto esses cotovelos. A bicicleta quer empinar e o canto é cheio de limbo.
Apesar de não haver congestionamentos na serra, toda hora passavam carros pela gente. Bom que não passam caminhões e passou apenas 1 ônibus.
Comemos no bar que fica no topo da serra, enquanto ventava bastante e fazia frio. De volta no pedal, seguiu-se subidas e descidas sob chuva, até que finalmente chegamos em São Luiz, onde decidimos voltar de ônibus para Taubaté.
Quando chegamos em Taubaté, estava caindo o mundo em forma de água. Pra ajudar a rodoviária estava em reforma e tivemos que tirar as bicicletas na chuva. A Le e a Rosa nos buscaram de carro.
1.5.15
01.05.15 - Atibaia - Joanópolis - São Fco Xavier - Pinda [3 dias]
Dia 1: Atibaia - Piracaia - Joanópolis
Neste feriado do dia do trabalho fizemos um roteiro a partir de Atibaia passando depois pela cachoeira dos Pretos. Partimos 8h de Pinda para chegar em Atibaia 10:45h viajando de ônibus. Nos encontramos com o Jorge e seu pai na frente da rodoviária e tomamos um lanche ali.
Perto do meio-dia começamos o pedal, acompanhados pelo pai do Jorge como apoio, descendo a avenida sentido Bom Jesus dos Perdões. Seguindo esta avenida passamos sob a rodovia D. Pedro. Um pouco depois o asfalto findou-se e continuamos por um trecho bem plano e com muita sombra.
Foi assim até o bairro dos Canedos e na estrada Atibaia - Piracaia que continuamos até Piracaia. Agora a estrada era em asfalto passando pelo bairro Batatuba e depois margeamos a represa Jaguari. Oito quilômetros antes da cidade de Joanópolis chegamos na pousada San Lourenzo onde o Jorge havia reservado nossa estada.
Alugamos uma casa por R$200,00 que ficou R$50 por ciclista. Nos acomodamos e depois seguimos de carro para a cidade para jantar.
Horário: 11:55 - 15:57
Distância: 41,6 km
Tempo em movimento: 04:06h
Média: 14,6 km/h
Altitude Mínima: 737m
Altitude Máxima: 974m
Ganho de altitude: 951m
Perda de altitude: 855m
Sensação de esforço: 3
Km Forasteiro: 42 km
Quem: Eu, Kolb, Isidoro, Jorge, Pai do Jorge
Dia 2: Joanópolis - Cachoeira dos Pretos - São Francisco Xavier
O roteiro do segundo dia era passar pela cachoeira dos Pretos e seguir para o distrito de São Francisco Xavier. Não seria fácil porque teríamos que atravessar uma serrinha, chegando a mais de 1300m de altitude.
Acordamos por volta das 6h e antes das 7h já estávamos na estrada. O dia começou frio, tomamos o café na cidade e seguimos as indicações para a cachoeira dos Pretos. Todo este trecho foi por asfalto com algumas subidas longas.
No caminho encontramos um pouso para romeiros chamado pousada do Pedrão 11-45393439. Interessante por encontrarmos certa dificuldade em reservar pouso na cidade.
A cachoeira fica 12 quilômetros da cidade e fica dentro de uma propriedade. Existe uma infraestrutura bem legal la, com lanchonetes, chales, camping. Ficamos quase uma hora ali e não encontramos mais o Jorge. Na verdade ele nem havia entrado ali, mas continuou a estada para São Francisco achando que a gente seguiu em frente.
Depois da cachoeira começamos uma tendência de subida. O asfalto acabou e muitas árvores sombreavam o caminho. Ficou bastante agradável exceto pelo fato de não saber onde esta o Jorge (também não tínhamos sinal de celular).
Quando viramos a serra, consegui falar com ele e descobrimos que ele já estava em SFX. Nos encontramos novamente uns 30min depois. Almoçamos na padaria / restaurante na frente da praça e ali mesmo negociamos a estada na pousada. Conseguimos reduzir para R$70/pessoa em um quarto simples.
Neste ponto o Jorge e seu pai nos deixou voltando de carro para Campinas pelo caminho que fizemos.
Durante a noite vimos como a vila estava cheia. A maioria dos bares e restaurantes estava bem cheia. Jantamos na pizzaria Eccolo que nos ofereceu pizza por metro muito boa.
Horário: 06:41 - 15:05
Distância: 61,6 km
Tempo em movimento: 05:51h
Média: 10,1 km/h
Altitude Mínima: 728m
Altitude Máxima: 1343m
Ganho de altitude: 1913m
Perda de altitude: 1875m
Sensação de esforço: 4
Km Forasteiro: 34 km
Quem: Eu, Kolb, Isidoro, Jorge, Pai do Jorge
Dia 3: São Francisco Xavier - Monteiro Lobato - Caçapava - Taubaté - Pinda
O pedal do último dia não tinha nenhum trecho novo para mim. Sabia que seria longo mas sem grande morros pelo caminho. Tomamos o café na padaria / restaurante / pousada e começamos o pedal sentido Monteiro Lobato por asfalto.
O dia começou bastante frio (uns 15oC) mas depois de um tempo de pedal, ficou agradável. Neste trecho há apenas um morro mais longo. Chegamos cedo ainda em Monteiro e continuamos sem parar.
Continuamos pelo asfalto sentido São José dos Campos. Apesar de ter mais movimento de carro, é bem mais plana que a estrada para Caçapava direto. Dez quilômetros depois entramos em uma estrada de terra que quase passa desapercebida.
A estrada tinha alguns morros no começo mas depois ficou bastante plana. Pena que neste dia estava bastante movimentada, levantamo muita poeira. Finalmente chegamos em Caçapava para almoçar. Comemos em um restaurante por quilo e seguimos pela Antiga Rio-SP para Taubaté.
A estrada estava bem tranquila mas o sol estava forte. Na frente da fábrica da VW vimos o pátio lotado de carro, reflexo da crise. No caminho passamos na frente da festa do Quiririm e depois por Taubaté. Terminamos o pedal em Pinda depois de andar 100 quilômetros neste dia.
Horário: 07:31 - 16:26
Distância: 100,3 km
Tempo em movimento: 07:08h
Média: 14 km/h
Altitude Mínima: 538m
Altitude Máxima: 861m
Ganho de altitude: 1870m
Perda de altitude: 2048m
Sensação de esforço: 4
Km Forasteiro: 0 km
Quem: Eu, Kolb, Isidoro
Neste feriado do dia do trabalho fizemos um roteiro a partir de Atibaia passando depois pela cachoeira dos Pretos. Partimos 8h de Pinda para chegar em Atibaia 10:45h viajando de ônibus. Nos encontramos com o Jorge e seu pai na frente da rodoviária e tomamos um lanche ali.
Perto do meio-dia começamos o pedal, acompanhados pelo pai do Jorge como apoio, descendo a avenida sentido Bom Jesus dos Perdões. Seguindo esta avenida passamos sob a rodovia D. Pedro. Um pouco depois o asfalto findou-se e continuamos por um trecho bem plano e com muita sombra.
Foi assim até o bairro dos Canedos e na estrada Atibaia - Piracaia que continuamos até Piracaia. Agora a estrada era em asfalto passando pelo bairro Batatuba e depois margeamos a represa Jaguari. Oito quilômetros antes da cidade de Joanópolis chegamos na pousada San Lourenzo onde o Jorge havia reservado nossa estada.
Alugamos uma casa por R$200,00 que ficou R$50 por ciclista. Nos acomodamos e depois seguimos de carro para a cidade para jantar.
Horário: 11:55 - 15:57
Distância: 41,6 km
Tempo em movimento: 04:06h
Média: 14,6 km/h
Altitude Mínima: 737m
Altitude Máxima: 974m
Ganho de altitude: 951m
Perda de altitude: 855m
Sensação de esforço: 3
Km Forasteiro: 42 km
Quem: Eu, Kolb, Isidoro, Jorge, Pai do Jorge
Dia 2: Joanópolis - Cachoeira dos Pretos - São Francisco Xavier
O roteiro do segundo dia era passar pela cachoeira dos Pretos e seguir para o distrito de São Francisco Xavier. Não seria fácil porque teríamos que atravessar uma serrinha, chegando a mais de 1300m de altitude.
Acordamos por volta das 6h e antes das 7h já estávamos na estrada. O dia começou frio, tomamos o café na cidade e seguimos as indicações para a cachoeira dos Pretos. Todo este trecho foi por asfalto com algumas subidas longas.
No caminho encontramos um pouso para romeiros chamado pousada do Pedrão 11-45393439. Interessante por encontrarmos certa dificuldade em reservar pouso na cidade.
A cachoeira fica 12 quilômetros da cidade e fica dentro de uma propriedade. Existe uma infraestrutura bem legal la, com lanchonetes, chales, camping. Ficamos quase uma hora ali e não encontramos mais o Jorge. Na verdade ele nem havia entrado ali, mas continuou a estada para São Francisco achando que a gente seguiu em frente.
Depois da cachoeira começamos uma tendência de subida. O asfalto acabou e muitas árvores sombreavam o caminho. Ficou bastante agradável exceto pelo fato de não saber onde esta o Jorge (também não tínhamos sinal de celular).
Quando viramos a serra, consegui falar com ele e descobrimos que ele já estava em SFX. Nos encontramos novamente uns 30min depois. Almoçamos na padaria / restaurante na frente da praça e ali mesmo negociamos a estada na pousada. Conseguimos reduzir para R$70/pessoa em um quarto simples.
Neste ponto o Jorge e seu pai nos deixou voltando de carro para Campinas pelo caminho que fizemos.
Durante a noite vimos como a vila estava cheia. A maioria dos bares e restaurantes estava bem cheia. Jantamos na pizzaria Eccolo que nos ofereceu pizza por metro muito boa.
Horário: 06:41 - 15:05
Distância: 61,6 km
Tempo em movimento: 05:51h
Média: 10,1 km/h
Altitude Mínima: 728m
Altitude Máxima: 1343m
Ganho de altitude: 1913m
Perda de altitude: 1875m
Sensação de esforço: 4
Km Forasteiro: 34 km
Quem: Eu, Kolb, Isidoro, Jorge, Pai do Jorge
Dia 3: São Francisco Xavier - Monteiro Lobato - Caçapava - Taubaté - Pinda
O pedal do último dia não tinha nenhum trecho novo para mim. Sabia que seria longo mas sem grande morros pelo caminho. Tomamos o café na padaria / restaurante / pousada e começamos o pedal sentido Monteiro Lobato por asfalto.
O dia começou bastante frio (uns 15oC) mas depois de um tempo de pedal, ficou agradável. Neste trecho há apenas um morro mais longo. Chegamos cedo ainda em Monteiro e continuamos sem parar.
Continuamos pelo asfalto sentido São José dos Campos. Apesar de ter mais movimento de carro, é bem mais plana que a estrada para Caçapava direto. Dez quilômetros depois entramos em uma estrada de terra que quase passa desapercebida.
A estrada tinha alguns morros no começo mas depois ficou bastante plana. Pena que neste dia estava bastante movimentada, levantamo muita poeira. Finalmente chegamos em Caçapava para almoçar. Comemos em um restaurante por quilo e seguimos pela Antiga Rio-SP para Taubaté.
A estrada estava bem tranquila mas o sol estava forte. Na frente da fábrica da VW vimos o pátio lotado de carro, reflexo da crise. No caminho passamos na frente da festa do Quiririm e depois por Taubaté. Terminamos o pedal em Pinda depois de andar 100 quilômetros neste dia.
Horário: 07:31 - 16:26
Distância: 100,3 km
Tempo em movimento: 07:08h
Média: 14 km/h
Altitude Mínima: 538m
Altitude Máxima: 861m
Ganho de altitude: 1870m
Perda de altitude: 2048m
Sensação de esforço: 4
Km Forasteiro: 0 km
Quem: Eu, Kolb, Isidoro
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