2.11.08

Bike: Gomeral - Usina

Dia 2: Gomeral - Pinda, via Usina Izabel


Depois de muitas horas de sono (estava realmente cansado), acordei 7h. O dia estava um pouco frio e pela janela vi uma neblina forte. Tomamos café, pão com queijo branco e doce de leite, regado a café preto. Enquanto isso conversavamos com o pessoal da pousada sobre romeiros, trilhas da região e afins.


Despedimos do pessoal e saimos sentido Campos. Na frente da pousada há uma montanha rochosa bem alta e sabiamos que, seguindo a estrada, estariamos mais alto que ela. É melhor nem pensar muito.


O segundo trecho da subida é mais difícil que o primeiro, mas tinhamos carga nova. Depois de um tempo estavamos acima da névoa que cobria o vale e a vista ficou demais. Cada vez que vou pra lá encontro um cenário diferente.


Vencemos a serra depois de quatro horas, chegando a mais de 1950m de altitude. Pouco depois saimos da estrada principal e seguimos para o mirante São Jose dos Alpes, onde fica a represa. O lugar é muito bonito pois a barragem é toda gramada e cheia de margaridas, quase deitadas por causa do vento forte.


Começamos a descer por uma calçada por entre a mata até cha
garmos num reservatório. Desse ponto era trilha, muito técnica nos primeiros quilômetros. Havia muitos galhos e pedras no caminho e por isso caí três vezes, sem gravidade. Até o Isidoro levou um tombo.

Chegamos na usina pouco 1:15h mais tarde e logo seguimos para o pesqueiro para almoçar. Com fome a comida fica muito melhor. Daí voltamos pela estrada do ribeirão, cansados mas satisfeitos.


Data: 02/Nov/2008
Dificuldade física: 4 (1-5)
Tempo: nublado/ neblina com vento
Temperatura: 15~25oC
Piso: 60% terra; 40% asfalto
Disposição: 4 (1-5) boa
Horário Inicial: 13:15
Horário Final: 17:30
Tempo Pedalado: (o cateye deu reset sozinho)
Distância: 53,15Km
Média Pedalada:
Dist. Parcial Bike: 32,1km
Dist. Total Bike: 5109,67km
Pontos de Referência: Usina Izabel
Quem: Eu, Isidoro

1.11.08

Bike: Gomeral - Usina

Dia 1: Pinda - Gomeral


Como planejado há mais de um mês, fizemos a descida da usina Izabel, que possui o maior desnível entre a represa e a usina: 930m. Isso é conduzido por uma tubulação com mais de 2km. Atualmente a usina está desativada.


Kolb e Americo não puderam ir na última hora e no final acabou indo eu e o Isidoro. Tinhamos o problema da previsão de chuva para o final de semana, que não se confirmou. Alias, apenas choveu domingo quase noite, quando já estava em casa.


Marcamos na coca a saída às 13h e seguimos para o Ribeirão Grande, trecho manjado. No trecho não houve nada digno de comentários. Depois seguimos sentido Pedrinhas, e lá chegando paramos no bar de sempre para comer. De sobremesa foi "teta de nega".
Daí começou a subida, de uns oito quilômetros até a pousada. Próximo da montanha a nebulosidade era grande e não viamos a parte alta da serra. Chegamos na pousada 18h,
recebidos pela D. Ana. Jantamos truta com alcaparras... excelente.




Data: 01/Nov/2008
Dificuldade física: 4 (1-5)
Tempo: nublado/sol
Temperatura: 27oC
Piso: 60% terra; 40% asfalto
Disposição: 4 (1-5) boa
Horário Inicial: 13:15
Horário Final: 17:30
Tempo Pedalado: (o cateye deu reset sozinho)
Distância: 41Km
Média Pedalada:
Dist. Parcial Bike:
Dist. Total Bike: 5056,52km
Pontos de Referência: Ribeirão Grande, Pedrinhas
Quem: Eu, Isidoro

26.10.08

Trekking: Núcleo Santa Virginia - Trilha Pirapitinga

Troquei o fim de semana de bike em Cunha para algo mais light e acho que fiz a escolha certa. Isso porque o calor da semana e previsão de mais calor para o final de semana iriam dificultar a pedalada, uma vez que eram mais de 60 quilômetros em cada dia e muito morro. Eu estaria lascado.


Agendei a trilha na sexta e lá fomos no domingo, chegando no parque 9h. Esperamos em vão um grupo de umas 10 pessoas e seguimos em 8 pessoas mais o guia, Mauricio. Na espera conversamos sobre o parque, da fiscalização - principalmente da extração do palmito. Segundo o guia, a palmeira Jussara demora mais de 20 anos para ficar adulta e produzir o palmito e, uma vez cortada a árvore morre.



Cerca de 10h começamos a trilha, que tem 5Km de extensão e dificuldade média. Andamos 2Km até encontrarmos o rio Ipiranga e a primeira cachoeira, com un 4m de altura. Ficamos pouco e seguimos margeando o rio, de cor avermelhada.


Andamos mais 2Km até chagar na cachoeira Salto Grande, que forma um poço grande que o pessoal costuma nadar. Como estava quente, não ia contrariar. Ficamos ali por mais de uma hora e terminamos a trilha em pouco tempo.


Data: 26/Out/2008
Dificuldade física: 2 (1-5)
Tempo: sol
Temperatura: 32oC
Piso: 100% trilha;
Disposição: 4 (1-5)
Horário Inicial: 10:00
Horário Final: 15:00
Distância: 5,70Km
Pontos de Referência: Rio Paraibuna, Rio Ipiranga
Quem: Eu, Fá, mãe

12.10.08

Bike: São Tomé das Letras

Dia 2: Cachoeiras, Estrada Baependi

Programei um roteiro mais curto para o segundo dia, para chegarmos na pousada mais cedo uma vez que deveriamos voltar pra casa. Pela manhã conhecemos a pedra da bruxa, mirante e a pirâmide, perto da cidade e depois pedal. A Lê preferiu não ir.


Descemos novamente a serra como no dia anterior, porém seguimos por outra bifurcação lá em baixo, sentido Baependi. Logo chegamos na primeira cachoeira: da Eubiose. Não entramos na água pois ainda não estava quente e seguimos adiante.


Não muito chegamos no véu da noiva, a mais movimentada de todas. Isso porque o volume de água é grande e o poço mais fundo. Nadei um pouco para refrescar e seguimos para a última cachoeira a pé: a do paraiso.



Pegamos as bicicleta e seguimos para o sul, mas logo viramos a esquerda, iniciando a volta. Desse ponto o caminho ficou mais difícil por causa do sobe e desce. Seguimos por muitos quilômetros assim e a paisagem mudava pouco, apesar de muito bonita.


Durante a maior parte do trajeto viamos São Tomé lá longe mas se aproximando aos poucos. Pouco antes da serra para a cidade, tinhamos que atravessar um morro bem alto. Viamos a subida e não dava pra acreditar que tinha que subir tudo aquilo e já eram mais de 15h. Nosso plano de chegar cedo não seria bem sucedido. Bom, ficar olhando para o morro nao ia adiantar, então andávamos 20 passos e já tinhamos que descansar. Foi assim por um bom tempo. A descida depois não era proporcional a tudo que subimos, nunca é.


Paramos daí num bar para descansar e juntar forças para a morro final, que foi dureza. Como no dia anterior cheguei exaurido mas com missão cumprida.

Tomei banho e depois já fomos embora pra aproveitar o restante da luz do dia para viajar. Jantamos apenas em Paraisópolis, num carrinho de lanches em meio a uma grande festa promivida pelo prefeito recém eleito da cidade.

Apesar das dificuldades, o pesseio foi muito bom. Um banho de cachoeira no meio da pedalada não tem preço.

Data: 12/Out/2008
Dificuldade física: 5 (1-5)
Tempo: nublado/sol
Temperatura: 27oC
Piso: 100% terra;
Disposição: 3 (1-5) um pouco cansado de ontem
Horário Inicial: 10:00
Horário Final: 16:30
Tempo Pedalado: 4:03:54
Distância: 35,60Km
Média Pedalada: 8,7km/h
Dist. Parcial Bike: 353,6km
Dist. Total Bike: 5015,52km
Pontos de Referência: Cachoeira Eubiose, Flávio, Paraiso
Quem: Eu, Isidoro

11.10.08

Bike: São Tomé das Letras

Dia 1: Sobradinho - Pico do Gavião


Depois de muitas incertezas sobre a ida para São Tomé, principalmente por causa do tempo chuvoso da semana toda, partimos para lá com a previsão de nublado ou parcialmente nublado para o final de semana.


Viajamos sexta depois do almoço e lá chegamos 18:30h. Depois de nos instalarmos, fomos procurar comida e andar pela cidade. Nos deparamos com um vento gelado que encurtou nossa andança.


Tomamos café na pousada às 8h, que estava excelente e logo arrumamos as bicicletas. Meia hora depois já estavamos saindo, guiados pelo GPS. Passamos pela igreja da pedra e seguimos sentido vila do sobradinho. Como previsto, descemos uma serrinha de uns 3km de extensão.


Daí até a vila foi de estrada quase plana, onde passamos por vegetação característica de cerrado, com árvores de troncos retorcidos. Chegamos na gruta 11h e aproveitamos um pessoal que estava lá para nos guiar. Soube depois que havia uma saída e que lá havia uma cachoeira formando um belíssimo poço de água transparente de tom esverdeado. Conhecemos ali um simpático casal de cariocas que nos deu informações do lugar.


Paramos no bar ali perto e seguimos para a vida de sobradinho, um quilômetro adiante. Seguiamos sentido Luminárias: caminho errado. O mapa nos mandou sentido pico do Gavião por uma subida forte. No meio do caminho fomos recepcionados por muitos saguis, que se aproximavam com o tempo.


Pouco depois passamos ao lado do pico por uma estrada de pedra e uma muretinha de São Tome acompanhando, que terminhou numa enorme pedreira. O chão do lugar era todo branco, que ofuscava a vista. Além disso nos deparamos com muitas estradinhas usadas por caminhões que nos deixou perdidos por um bom tempo. Felizmente alguns trabalhadores do lugar nos guiaram para o caminho certo. Saímos da pedreira cerca de 15h.

Desse ponto em diante já estava mais cansado e os morros seguinte exigiram mais que o normal. O Isidoro estava com condições físicas melhores. Chegamos no asfalto 17h para encarar a subida até a cidade que foi sofrível. Parava toda hora para descansar. Pelo menos quando escureceu já estavamos na cidade.

Depois do banho procuramos outro restaurante, pois a fome era grande. Encontramos um por quilo e para não exagerar comecei com um belo prato de salada. Depois foi cama.

Data: 11/Out/2008
Dificuldade física: 5 (1-5)
Tempo: nublado/sol
Temperatura: 27oC
Piso: 90% terra; 10% asfalto
Disposição: 4 (1-5) boa
Horário Inicial: 08:30
Horário Final: 18:00
Tempo Pedalado: 5:48:00
Distância: 53Km
Média Pedalada:
Dist. Parcial Bike: 318,0km
Dist. Total Bike: 4979,92km
Pontos de Referência: Sobradinho, Pico do Gavião
Quem: Eu, Isidoro, Le

5.10.08

Bike: Taubaté (Barreiro - Baracéia)

Eu e o Fábio fizemos a trilha clássica taubateana: o barreiro - baracéia. Assim que a bicicleta dele chegou, marcamos o caminho mas a previsão do tempo queria adiar. Felizmente a previsão de chuva não se confirmou pela manhã, pelo menos.


Fui de carro até a casa dele e saímos daí sentido a antiga churrascaria caxiense, no Estoril. Depois de atravessar o bairro o cenário ficou rural, passando por muitos sítios e algumas pastagens. Nesse ponto o sol apareceu por entre as núvens.


Alguns quilômetros pra frente chegamos na estrada do barreiro, passando por várias casinhas e uma igreja. Assim que deixamos o bairro pegamos o trecho mais difícil, com algumas subidas mais fortes. A descida depois foi forte até atravessarmos um riacho que, pelo mapa era o ponto mais longe da cidade.

Dai seguimos margeando o riacho sentido Baraceia num trecho bem tranquilo, mas o céu estava quase limpo e o sol forte. Logo chegamos na estrada da Baraceia e mais um pouco asfalto. Nesse ponto encontramos com 4 vacas que assustadas com a gente corriam pela estrada na nossa frente e quase fomos atropelados quando iamos ultrapassá-las.

Passamos pela Apae, Oswado Cruz e paramos no feirão de carros com direito a garapa e espetinhos. O lugar estava lotado de carros e gente e dai seguimos de volta para a casa do Fabio, encerrando o pesseio.

Data: 05/Out/2008
Dificuldade física: 3 (1-5)
Tempo: nublado/sol
Temperatura: 27oC
Piso: 30% terra; 70% asfalto
Disposição: 4 (1-5) boa
Horário Inicial: 08:30
Horário Final: 11:45
Tempo Pedalado: 2:14:09
Distância: 34,8Km
Média Pedalada: 14,9 km/h
Dist. Parcial Bike: 231,6km
Dist. Total Bike: 4926,92km
Pontos de Referência: Estoril, Barreiro, Baraceia
Quem: Eu, Fábio

28.9.08

Bike: Pinda - Roseira - Aparecida - Guará (Bairro dos Motas, Machadinho)

Como a previsão do tempo era incerta, aproveitei o sábado nublado para trabalhar com a bike e os 26km andados me fez bem. Voltando ao assunto principal, fui terminar o roteiro que faria na semana passada com o Américo e como o dia amanheceu ensolarado, fui assim que me arrumei. O trecho de asfalto até Roseira já está manjado mas sempre procuro pessoas fazendo o caminho da fé.


Passei pelo mosteiro, atravessei a serrinha, divisa de Roseira com Aparecida: já eram 9h. Depois disso tem uma descida longa, seguindo para o Bonfim e passando por entre enormes plantações de eucalipto. Alguns quilômetros a frente, na bifurcação segui pela ponte, um trecho novo, saindo no final numa fazenda de criação de búfalos.


Esse trecho não era mais novo e segui para os Motas onde fiquei num bar para coletar informações e jogar conversa fora. A rota que estava no gps mandava seguir por um porteira, que a principio achava que fosse de alguma fazenda, mas o dono do bar não confirmou.


A estrada começava bem interessante, passando por uma pequena barragem onde a água passava por cima, na estrada. Portanto lavei os pneus da bike. Daí começou uma subida razoável e lá em cima uma paisagem que valeu o passeio: inúmeros morros e a cidade muito longe, quase invisível.

Passei por sitios e estrada sinuosa até chegar no Machadinho, lugar que já passei quando fui para Guará. Já havia andado uns 50km e estava passando o nível de passeio confortável. A estrada daí era bem tranquila com muita sombra, até chagar na serrinha novamente. Foi quase sofrível pois além da subida tinha o sol forte. Bom, depois disso cheguei na cidade de Roseira e precisava comer algo salgado (só levei frutas e rapadura) e o bar da rodiviária era o único aberto. Daí foi só chegar em casa, exaurido.

Data: 28/Set/2008
Dificuldade física: 5 (1-5)
Tempo: nublado/sol
Temperatura: 27oC
Piso: 45% terra; 55% asfalto
Disposição: 4 (1-5) boa
Horário Inicial: 07:30
Horário Final: 14:45
Tempo Pedalado: 5:25:44
Distância: 85,73Km
Média Pedalada: 15,6 km/h
Dist. Parcial Bike: 231,6km
Dist. Total Bike: 4892,12km
Pontos de Referência: Mosteiro
Quem: Eu